Notícias

Estado de Almir Rouche é considerado grave, diz Hospital

Por Nill Júnior
Almir Rouche

Após passar mal, o cantor Almir Rouche foi internado no Hospital Santa Joana, na Zona Norte do Recife, na madrugada desta terça-feira (23).

O artista, que estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), passa por cirurgia após a equipe médica detectar um aneurisma cerebral, segundo o empresário dele, Carlos Ferraz.

Almir Rouche estava com a esposa em um encontro de casais em uma igreja no bairro da Madalena, na Zona Oeste do Recife, quando passou mal, por volta das 22h da segunda-feira (22). “Ele teve uma convulsão e em seguida desmaiou”, afirma o empresário do cantor.

O artista foi levado por amigos para o Hospital Santa Joana, onde ele foi sedado e passa por um cateterismo com o objetivo de estancar o sangramento. Antes da cirurgia, ele estava consciente, segundo a assessoria de Almir Rouche.

O repórter Jorge Neto informou há pouco ao programa Frente a Frente, com Magno Martins, que boletim divulgado pelo Hospital Santa Joana informa  Almir teve quadro diagnosticado de aneurisma, passou por embolização, exames neurológicos e seguirá internado. Seu estado é considerado grave, informou a unidade.

Outras Notícias

Eduardo Cunha: “Moro queria destruir a elite política. Conseguiu”

Época O homem que derrubou Dilma Rousseff, encerrando abruptamente 13 anos do PT no poder, pária para boa parte dos brasileiros, herói para alguns poucos, o homem que se consagrou como o mais vistoso preso da Lava Jato, esse homem que segue gerando memes e açulando paixões – eis um homem que se recusa a aceitar o […]

Época

O homem que derrubou Dilma Rousseff, encerrando abruptamente 13 anos do PT no poder, pária para boa parte dos brasileiros, herói para alguns poucos, o homem que se consagrou como o mais vistoso preso da Lava Jato, esse homem que segue gerando memes e açulando paixões – eis um homem que se recusa a aceitar o destino que se lhe impôs, da política como passado e das grades como futuro.

Cunha não aceita ser o que esperam dele: um presidiário obsequioso, a cumprir sem muxoxos sua sentença. “Sou um preso político”, disse, num encontro recente em Brasília, aquele cuja delação o presidente Michel Temer mais teme.

Na primeira entrevista desde que foi preso, Cunha, cujo corpo, fala e espírito não traem um dia submetido ao xilindró, foi, bem, puro Cunha: articulado, incisivo, bélico. Falou da vida na prisão, da negociação frustrada de delação com o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e do que considera uma clara perseguição judicial contra ele. Acusou a existência de um mercado de delações premiadas, revelando detalhes substantivos.

Pôs-se à disposição da sucessora de Janot para voltar a negociar sua delação, talvez sua única saída viável para escapar da cadeia – ele foi condenado em primeira instância e responde a processos por corrupção em Curitiba, Brasília e no Rio de Janeiro. A seguir, trechos da entrevista.

ÉPOCA – O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot não aceitou sua proposta de delação premiada. O senhor ainda está disposto a colaborar, caso a nova procuradora-geral, Raquel Dodge, aceite negociar?
Eduardo Cunha –
 Estou pronto para revelar tudo o que sei, com provas, datas, fatos, testemunhas, indicações de meios para corroborar o que posso dizer. Assinei um acordo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República, de negociação de colaboração, que ainda está válido. Estou disposto a conversar com a nova procuradora-geral. Tenho histórias quilométricas para contar, desde que haja boa-fé na negociação.

ÉPOCA – Não houve boa-fé na negociação com Janot?
Cunha –
 Claro que não. Nunca acreditei que minha delação daria certo com o Janot. Tanto que não deu.

ÉPOCA – Então, por que negociou com a equipe dele?
Cunha –
 Topei conversar para mostrar a todos que estou disposto a colaborar e a contar a verdade. Mas só uma criança acreditaria que Janot toparia uma delação comigo. E eu não sou uma criança. O Janot não queria a verdade; só queria me usar para derrubar o Michel Temer.

ÉPOCA – Como assim?
Cunha –
 Tenho muito a contar, mas não vou admitir o que não fiz. Não recebi qualquer pagamento do Joesley  [Batista, dono da JBS] para manter silêncio sobre qualquer coisa. Em junho, quando fui depor à Polícia Federal sobre esse episódio, disse que tanto não mantinha silêncio algum que ninguém havia me chamado a colaborar, a quebrá-lo. Naquele momento, o Ministério Público e a Polícia Federal me procuraram para fazer colaboração. Autorizei meus advogados a negociar com o MP.

ÉPOCA – O que deu errado?
Cunha –
 Janot queria que eu colocasse mentiras na delação para derrubar o Michel Temer. Se vão derrubar ou não o Michel Temer, se ele fez algo de errado ou não, é uma outra história. Mas não vão me usar para confirmar algo que não fiz, para atender aos interesses políticos do Janot. Ele operou politicamente esse processo de delações.

ÉPOCA – O que há de político nas delações?
Cunha –
 O Janot, na verdade, queria um terceiro mandato. Mas seria difícil, tempo demais para um só. O candidato dele era o Nicolao Dino [vice de Janot], mas a resistência ao Dino no PMDB era forte. Se o Dino estivesse fora, a Raquel Dodge, desafeto do grupo dele, seria escolhida. É nesse contexto que aparece aquela delação absurda da JBS. O Janot viu a oportunidade de tirar o Michel Temer e conseguir fazer o sucessor dele na PGR.

ÉPOCA – O que há de absurdo na delação da JBS? Ou o senhor se refere aos benefícios concedidos aos delatores?
Cunha –
 O Joesley fez uma delação seletiva, para atender aos interesses dele e do Janot. Há omissões graves na delação dele. O Joesley poupou muito o PT. Escondeu que nos reunimos, eu e Joesley, quatro horas com o Lula, na véspera do impeachment. O Lula estava tentando me convencer a parar o impeachment. Isso é só um pequeno exemplo. Eu traria muitos fatos que tornariam inviável a delação da JBS. Tenho conhecimento de omissões graves. Essa é uma das razões pelas quais minha delação não poderia sair com o Janot. Ele, com esses objetivos políticos, acabou criando uma trapalhada institucional, que culminou no episódio do áudio da JBS. Jogou uma nuvem de suspeição no Supremo sem base alguma.

ÉPOCA – Mas o que houve de político na negociação da delação do senhor?
Cunha –
 A maior prova de que Janot operou politicamente é que ele queria que eu admitisse que vendi o silêncio ao Joesley para poder usar na denúncia contra o Michel Temer. Não posso admitir aquilo que não fiz. Como não posso admitir culpa do que eu não fiz, inclusive nas ações que correm no Paraná. Estava disposto a trazer fatos na colaboração que não têm nada a ver com o que está exposto nas ações penais. Eles não queriam.

ÉPOCA – Havia algum outro fato que os procuradores queriam que você admitisse? Que não foi uma admissão espontânea, como determina a lei?
Cunha –
 Janot queria que eu colocasse na proposta de delação que houve pagamentos para deputados votarem a favor do impeachment. Isso nunca aconteceu. Um absurdo. Se o próprio Joesley confessou o contrário na delação dele, dizendo que se comprometeu a pagar deputados para votar contra o impeachment, de onde sai esse tipo de coisa? Qual o sentido? Mas aí essa história maluca, olha que surpresa, aparece na delação do Lúcio [Funaro, doleiro próximo a Cunha]. É uma operação política, não jurídica. Eles tiram as conclusões deles e obrigam a gente a confirmar. Os caras não aceitam quando você diz a verdade. Queriam que eu corroborasse um relatório da PF que me acusa de coisas que não existem. Não é verdade. Então não vou. Não vou.

ÉPOCA – Janot estabeleceu uma disputa entre o senhor e Funaro. Só um fecharia delação, por terem conhecimento de fatos semelhantes envolvendo o PMDB da Câmara.
Cunha –
 O Janot tem ódio de mim. Mas o ódio dele pelo Michel Temer passou a ser maior do que a mim. Então, se eu conseguisse derrubar o Michel Temer, ele aceitava. Mas eu não aceitei mentir. E ele preferiu usar o Lúcio Funaro de cavalo.

ÉPOCA – Alguma outra razão para a delação não ter saído?
Cunha –
 O que eu tenho para falar ia arrebentar a delação da JBS e ia debilitar a da Odebrecht. E agora posso acabar com a do Lúcio Funaro.

ÉPOCA – O que o senhor tem a contar de tão grave?
Cunha –
 Infelizmente, não posso adiantar, entrar no mérito desses casos. Quebraria meu acordo com a PGR. Eu honro meus acordos.

ÉPOCA – Nem no caso de Funaro? O senhor já mencionou um fato que diz ser falso.
Cunha –
 Ainda não tive acesso à íntegra da delação do Lúcio Funaro. Mas, pelo que li na imprensa e pelo que já tive conhecimento, há muito contrabando e mentiras ali. A delação do Lúcio Funaro foi feita única e exclusivamente pelo que ele ouviu dizer de mim. O problema é que ele disse que ouviu de mim coisas que não aconteceram. Como um encontro dele com Michel Temer e comigo na Base Aérea em São Paulo. Ou esse episódio da véspera do impeachment, de compra de deputados, que o Janot colocou na boca do Lúcio Funaro. Tudo que ele falou do Michel Temer que disse ter ouvido falar de mim é mentira. Ele não tinha acesso ao Michel Temer ou aos deputados. Eu tinha.

ÉPOCA – O senhor está preso preventivamente há quase um ano. Já foi condenado em primeira instância e ainda enfrenta inquéritos e ações penais em Curitiba e em Brasília. Tem esperança de sair da cadeia um dia?
Cunha – 
Minha prisão foi absurda. Não me prenderam de acordo com a lei, para investigar ou porque estivesse embaraçando os processos. Prenderam para ter um troféu político. O outro troféu é o Lula. Um troféu para cada lado. O MP e o Moro queriam ter um troféu político dos dois lados. Como Janot já era meu inimigo, todos da Lava Jato estavam atrás de mim. Mas acredito que o Supremo vá julgar meu habeas corpus, parado desde junho, e, ao seguir o entendimento já firmado na Corte, concedê-lo.

ÉPOCA – As decisões de Moro sobre a necessidade das preventivas na Lava Jato têm sido mantidas nas instâncias superiores. Não é um sinal de que ele está certo?
Cunha – 
Nós temos um juiz que se acha salvador da pátria. Ele quis montar uma operação Mãos Limpas no Brasil – uma operação com objetivo político. Queria destruir o establishment, a elite política. E conseguiu.

São José do Egito passa marca dos cem casos de Covid-19. Tabira vai a 153

A Secretaria de Saúde de São José do Egito informou em nota a confirmação de mais 5 casos da COVID 19 no município. São 101 casos confirmados e 83 curados. “Os pacientes encontram-se com estado de saúde estável, estão em isolamento domiciliar sendo monitorados pela equipe da secretaria de saúde. Três pacientes continuam internados no […]

A Secretaria de Saúde de São José do Egito informou em nota a confirmação de mais 5 casos da COVID 19 no município.

São 101 casos confirmados e 83 curados. “Os pacientes encontram-se com estado de saúde estável, estão em isolamento domiciliar sendo monitorados pela equipe da secretaria de saúde. Três pacientes continuam internados no isolamento da UTI COVID do Hospital Maria Rafael de Siqueira.

Destes, dois já estão confirmados e estão estáveis do ponto de vista clínico, porém necessitam de cuidados médicos por apresentarem alterações em exames laboratoriais e um paciente permanece como caso suspeito aguardando resultado de exames.

“Temos acompanhado o aumento do número de casos, e pedimos a todos os cidadãos egipcienses que continuem seguindo todas as medidas de prevenção contra o virus”, diz a nota.

“Continuamos realizando a testagem de todos os pacientes sintomáticos e até agora já foram realizados 427 exames”, conclui.

O município de Tabira chegou a 153 casos confirmados, com cinco óbitos e 93 recuperados. São 262 descartados e sete em investigação.

Nessas 24 horas, 39 tabirenses foram notificados na Quarentena Domiciliar Monitorada. E seis concluíram o Monitoramento Domiciliar.

No mapa setorial de quinta-feira, dia 2 de julho, fora informado que haviam 2 (dois) casos da CoVid-19 no Sítio Cajá de Baixo.

“Entretanto, na manhã de hoje, ao fazer as checagens de endereço para monitoramento dos casos e das pessoas que tiveram contato com os pacientes, constatamos que um dos pacientes registrados ontem como sendo do Sítio Cajá de Baixo reside atualmente no Bairro de Fátima”, diz a nota.

O Blog e a História

Hoje não tem o quadro O Blog e a História.  Isso porque hoje não é dia de documentar os fatos marcantes.  Hoje é dia de documentar, de fazer a história, em uma das eleições mais importantes de todos os tempos. Hoje é dia de escrever a história que será contada no futuro aqui mesmo. Hoje […]

Hoje não tem o quadro O Blog e a História.  Isso porque hoje não é dia de documentar os fatos marcantes. 

Hoje é dia de documentar, de fazer a história, em uma das eleições mais importantes de todos os tempos.

Hoje é dia de escrever a história que será contada no futuro aqui mesmo.

Hoje o blog vê, documenta e registra a história . E que ela escreva que nossa gente soube escolher bem os que vão governar e legislar em 2021. Viva a história que escrevemos hoje!

Estado confirma óbito por Covid-19 em Tuparetama

Secretaria Estadual de Saúde não divulgou informações sobre o paciente sertanejo e nem a data do óbito.   A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, nesta terça-feira (18/10), 206 casos da Covid-19. Entre os confirmados, sete (3,4%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 199 (96,6%) são leves. Agora, Pernambuco totaliza 1.061.878 casos confirmados da doença, sendo 59.903 graves e 1.001.975 leves, que estão distribuídos por […]

Secretaria Estadual de Saúde não divulgou informações sobre o paciente sertanejo e nem a data do óbito.  

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, nesta terça-feira (18/10), 206 casos da Covid-19. Entre os confirmados, sete (3,4%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 199 (96,6%) são leves.

Agora, Pernambuco totaliza 1.061.878 casos confirmados da doença, sendo 59.903 graves e 1.001.975 leves, que estão distribuídos por todos os 184 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Também estão sendo contabilizados seis óbitos (2 femininos e 4 masculinos), ocorridos em 15/03/2021 e 19/08/2022. As novas mortes são de pessoas residentes dos municípios de Jataúba (1), Paulista (1),  Recife (3) e Tuparetama (1). Com isso, o Estado totaliza 22.358 mortes pela Covid-19.

Os pacientes tinham entre 71 e 86 anos. As faixas etárias são: 70 a 79 (4) e 80 e mais (2). Do total, quatro pacientes apresentavam doenças preexistentes: doença cardiovascular (3), diabetes (2),  doença renal crônica (2) e neoplasia (1) – um paciente pode ter mais de uma comorbidade. Dois casos seguem em investigação.

 Em relação à vacinação, Pernambuco já aplicou 22.090.404 doses de vacinas contra a Covid- 19 na sua população, desde o início da campanha de imunização no Estado (no dia 18 de janeiro de 2021).

Com relação às primeiras doses, foram 8.477.765 aplicações (cobertura de 92,36%). Do total, 7.978.403 pernambucanos (86,92%) já completaram seus esquemas vacinais, sendo 7.793.541 pessoas que foram vacinadas com imunizantes aplicados em duas doses e outros 184.862 pernambucanos que foram contemplados com vacina aplicada em dose única.

Em relação às primeiras doses de reforços (terceira dose), já foram aplicadas 4.338.132 doses (cobertura de 56,39%). Também já foram aplicadas 1.262.301 segundas doses de reforço (cobertura de 41,7%).

Flores: Assinatura de contrato visa por fim ao lixão

Nesta sexta-feira (14), o prefeito de Flores, Marconi Santana, assinou contrato com a empresa Hertz do Brasil Participação Ltda, que instalou recentemente em Serra Talhada a primeira usina de Reciclagem de Lixo do país. O lixo recolhido será destinado diariamente para o aterro sanitário da Hertz, que é uma espécie de depósito no qual são […]

Nesta sexta-feira (14), o prefeito de Flores, Marconi Santana, assinou contrato com a empresa Hertz do Brasil Participação Ltda, que instalou recentemente em Serra Talhada a primeira usina de Reciclagem de Lixo do país.

O lixo recolhido será destinado diariamente para o aterro sanitário da Hertz, que é uma espécie de depósito no qual são descartados resíduos sólidos provenientes de residências, indústrias, hospitais e construções.

“Nós temos assumido um compromisso de ouvir a população e de forma imediata trazer respostas. E o lixão estava causando uma série de transtornos, não só na questão do meio ambiente, como também, na questão da saúde e incomodo para os moradores mais próximos. Então, com muito esforço e planejamento demos mais este passo, que também é uma contribuição para nossa região, já que a Hertz escolheu Serra Talhada para se instalar, ofertar oportunidade de trabalho e ainda transformar todo esse lixo em borracha”, destacou o prefeito.