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Água Branca-PB: ampliação de adutora vai levar mais água para zona rural

Por André Luis

O Governo de Água Branca, na Paraíba, iniciou uma obra hídrica que vai ampliar a distribuição de água para moradores da Zona Rural do município.

Na tarde da última segunda-feira (7), o prefeito Everton Firmino (Tom), esteve conferindo de perto o início dos trabalhos da nova adutora do distrito de Lagoinha. 

A obra que conta com a parceria da Secretaria Municipal de Infraestrutura, prevê a troca e ampliação da rede hídrica que vai aumentar a demanda e levar água aos sítios próximos. Para auxiliar na vazão, foi construída uma nova caixa receptora e um clorador, este último vai permitir que a água chegue até as residências com uma qualidade melhor.

Segundo o prefeito Tom, a obra está sendo realizada com recursos próprios municipais e em breve será uma realidade para os moradores da região que tanto esperaram por essa melhoria.

“O sistema hídrico já existia, mas encontra-se defasado e necessitando de ampliação urgente para atender a demanda do setor. Estou muito feliz, pois é mais um compromisso se tornando realidade para garantir o direito ao consumo do bem essencial à vida que é a água.”, finalizou o gestor.

Outras Notícias

Não vacinados têm risco 17 vezes maior de serem hospitalizados por conta da Covid-19

Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, uma pessoa que não completou o esquema vacinal contra a Covid-19 tem o risco 17 vezes maior de ser hospitalizada pela doença, em caso de contaminação pela variante Ômicron, hoje a dominante em Pernambuco.  Isso quer dizer que, quem não está imunizado, […]

Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, uma pessoa que não completou o esquema vacinal contra a Covid-19 tem o risco 17 vezes maior de ser hospitalizada pela doença, em caso de contaminação pela variante Ômicron, hoje a dominante em Pernambuco. 

Isso quer dizer que, quem não está imunizado, tem muito mais chance de contrair a forma grave da doença, do que quem já está vacinado com as duas doses e, se possível, com a dose de reforço.

Este é um número alarmante e que reforça aquilo que todo mundo já sabe: a vacinação é importante e o único meio de vencermos o novo coronavírus.

Ibope diz que errou em 14 pontos pesquisa de segundo turno no início do mês

Instituto havia divulgado Câmara 55% e Armando 41%. Mas correto era Paulo 41% e Armando com 33% O Ibope informou em nota esta tarde que os dados da segunda rodada da pesquisa de intenções de voto para um eventual segundo turno , divulgado no último dia 5, estão equivocados. Na ocasião, o governador Paulo Câmara […]

Instituto havia divulgado Câmara 55% e Armando 41%. Mas correto era Paulo 41% e Armando com 33%

O Ibope informou em nota esta tarde que os dados da segunda rodada da pesquisa de intenções de voto para um eventual segundo turno , divulgado no último dia 5, estão equivocados.

Na ocasião, o governador Paulo Câmara (PSB) apareceu com 55% e o candidato da oposição Armando Monteiro, com 41%.

Mas informa o instituto em nota, os números estão errados. Os  números corretos para o dia 5 eram: Paulo com 41% e Armando com 33%.

Ainda segundo o Ibope, brancos e nulos, que apareciam com 2% estavam em 19%. Enquanto quem não sabe e não respondeu não eram 2% e sim 7%.

Portanto, com a comparação com a pesquisa divulgada nesta terça (17) para cenário de segundo turno, Paulo manteve 41% enquanto Armando foi de 33% a 37%, configurando empate técnico entre os dois.

O percentual de brancos e nulos caiu para 17%, uma variação dentro da margem de erro, que é de três pontos percentuais. Os que não sabem ou não responderam correspondem a uma oscilação de um ponto percentual para baixo, de 7% para 6%.

Em derrota para o governo, Senado segue a Câmara e derruba decreto de Lula sobre alta do IOF

Equipe econômica vai ter que buscar alternativas para compensar uma perda de arrecadação estimada em R$ 10 bilhões neste ano. Por Vinícius Cassela, Sara Curcino, g1 e TV Globo — Brasília O Senado aprovou nesta quarta-feira (25) a derrubada de três decretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que aumentavam o Imposto sobre […]

Equipe econômica vai ter que buscar alternativas para compensar uma perda de arrecadação estimada em R$ 10 bilhões neste ano.

Por Vinícius Cassela, Sara Curcino, g1 e TV Globo — Brasília

O Senado aprovou nesta quarta-feira (25) a derrubada de três decretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que aumentavam o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), confirmando a decisão tomada mais cedo pela Câmara dos Deputados.

A medida impõe uma derrota expressiva ao governo e obriga a equipe econômica a buscar alternativas para compensar uma perda de arrecadação estimada em R$ 10 bilhões neste ano.

Com a rejeição dos decretos, o Congresso impõe, pela primeira vez, a revogação de um aumento de imposto feito por meio de decreto presidencial. Segundo o Ministério da Fazenda, sem o IOF mais alto, será necessário ampliar o bloqueio de gastos no Orçamento de 2025 para evitar o descumprimento da meta fiscal.

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, havia alertado que a derrubada da medida exigirá novos cortes de despesas. “Prejudicando programas sociais e investimentos importantes para o país, afetando inclusive a execução das emendas parlamentares”, afirmou.

Já o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que não quer polemizar o tema.

“Esse decreto começou mal, o governo editou um decreto que rapidamente foi rechaçado pela sociedade brasileira. E reconheço, que muita vezes sem entender o que é o IOF, muitos daqueles foram colocados contrários ao que nele estava escrito. Durante o debate do decreto, da medida provisória, tivemos vários debates apra tentar conciliar os interesses do governo com o da sociedade”, afirmou.

“Sabemos que é sim uma derrota para o govenro, mas foi construída por várias mãos”, completou.

Descontentamento no Congresso

A proposta enfrentou forte resistência no Legislativo, mesmo com o governo tendo recuado parcialmente em alguns pontos. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), incluiu o projeto na pauta da noite de terça-feira (24) e acelerou a votação. O relator escolhido foi o deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO), da oposição.

O texto foi aprovado na Câmara por 383 votos a 98 e, horas depois, confirmado pelo Senado. Parlamentares apontam que a decisão reflete o descontentamento com aumentos de tributos e com a demora na liberação de emendas parlamentares, além de críticas à condução da política econômica de Fernando Haddad.

Impacto fiscal

De acordo com a equipe econômica, a elevação do IOF era uma das principais apostas para fechar as contas públicas e perseguir a meta de déficit zero. Sem os decretos, a estimativa de arrecadação cai em R$ 10 bilhões, o que deve exigir novos bloqueios de gastos.

“O governo informou que, sem o aumento do IOF, o bloqueio no orçamento, de R$ 31,3 bilhões — o maior dos últimos cinco anos — teria de ser ainda maior”, afirmou a Fazenda. A alternativa seria aprovar aumento de outros tributos, mas o Congresso tem se mostrado resistente a essas propostas.

Senador Fernando Bezerra vai a Henrique Meirelles pedir redução de taxas do FNE 

O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) foi recebido nesta quinta-feira (16) pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Durante a audiência – no gabinete do ministro, em Brasília – o líder do PSB no Senado solicitou a redução dos juros do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). “A diminuição das taxas do FNE é uma […]

O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) foi recebido nesta quinta-feira (16) pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Durante a audiência – no gabinete do ministro, em Brasília – o líder do PSB no Senado solicitou a redução dos juros do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE).

“A diminuição das taxas do FNE é uma medida fundamental para o aumento da demanda pelos R$ 22 bilhões de recursos disponíveis no Banco do Nordeste (BNB), o que fará a economia se movimentar, gerando empregos e desenvolvimento à região”, defendeu Fernando Bezerra. Como resultado do encontro, o ministro determinou que a Secretaria de Política Econômica da Pasta analise as possibilidades de redução dos juros do FNE e apresente os resultados dos estudos até o início do próximo mês de março.

“Henrique Meirelles se mostrou bastante sensível e receptivo à demanda”, conta o senador, que, após reunir-se com o ministro, falou sobre a audiência, no Plenário do Senado. Conforme destacou Bezerra Coelho, as projeções da taxa de inflação deverão ser confirmadas, ao final do ano, em menos de 4%.

“Mas, os juros fixados para o FNE, para operações contratadas até março, apontam para um juro real que nunca ocorreu na história do Fundo”, observou. “Portanto, é urgente o Ministério da Fazenda promover as alterações dos percentuais de juros cobrados por este importante Fundo Constitucional, em promoção ao desenvolvimento regional”, completou.

A audiência com Henrique Meirelles, solicitada por Fernando Bezerra, foi mais uma atitude tomada pelo senador, esta semana, em busca de soluções que possam minimizar as dificuldades por que passa o setor produtivo nordestino.

“Estamos buscando alternativas que possam animar os empresários, os pequenos produtores, os comerciantes, aqueles que podem assumir o risco e pegar emprestado o dinheiro do banco para poder gerar emprego e renda e iniciar a recuperação da economia do Nordeste”, ressaltou o socialista pernambucano.

MILHO – Na última terça-feira (14), Fernando Bezerra Coelho foi recebido pelo ministro da Agricultura, Blairo Maggi, a quem pediu apoio do governo federal aos criadores de bovinos, ovinos e caprinos. A preocupação do senador era garantir milho, principal alimento dos rebanhos, à pecuária do Nordeste, que deve enfrentar o quinto ano consecutivo de seca prolongada.

A sugestão do senador foi acolhida pelo governo que, no dia seguinte (ontem, 15), garantiu 200 mil toneladas de milho à Região Nordeste, por meio do Programa Vendas em Balcão. Coordenado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o programa permite o acesso de criadores e de agroindústrias de pequeno porte aos estoques públicos de milho. Atualmente, os criadores compram a saca do grão por um valor médio de R$ 67. Com o subsídio da Conab, este valor deverá cair pela metade, chegando a R$ 33.

Patriota diz que Sandrinho será oficializado em abril. “Totonho teve sua chance três vezes”

Declaração foi publicada pelo jornalista Inaldo Sampaio em sua coluna O presidente da Amupe e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), já mandou comunicar ao antecessor, Totonho Valadares, que não pretende tê-lo como candidato em 2020. “Ele já teve sua chance no município, elegendo-se três vezes”, afirma José Patriota, que já se definiu […]

Declaração foi publicada pelo jornalista Inaldo Sampaio em sua coluna

O presidente da Amupe e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), já mandou comunicar ao antecessor, Totonho Valadares, que não pretende tê-lo como candidato em 2020.

“Ele já teve sua chance no município, elegendo-se três vezes”, afirma José Patriota, que já se definiu pelo vice, Alessandro Palmeira, mas só anunciará o nome em abril. A informação é do jornalista Inaldo Sampaio.

Gonzaga torce por unidade: o Deputado Federal Gonzaga Patriota (PSB) comentou em Sertânia, onde participa da Expocose, que ainda torce por unidade na Frente Popular de Afogados.

“A gente ainda tem praticamente um ano pra discutir, conversar. Totonho foi um bom prefeito por várias vezes, o Patriota tá terminando agora. O nosso vice-prefeito também é uma pessoa que tem feito um trabalho maravilhoso. Mas eu acho que dá pra gente se entender. Isso vai depender muito de uma conversa que Patriota vai ter”.

Para Gonzaga, cabe ao gestor conduzir o processo. “Patriota é o cabeça. Tendo cuidado, a gente vai continuar junto. Importante que a gente possa manter porque Afogados cresceu muitos nos últimos anos com Totonho e Patriota. A gente não pode deixar isso cair em oposição. Totonho e Sandrinho são situação e devem se entender. A gente vai ajudar pra isso”.