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Afogados : vereadores faltaram menos às sessões no 2º semestre de 2015

Por Nill Júnior
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Foto: Afogados On Line

Vicentinho liderou novamente o número de faltas. Vereador havia se antecipado e dito que “faltas não representam menos trabalho”

O Afogados On Line fechou ontem o seu tradicional levantamento que avalia a presença dos vereadores na Câmara de Afogados da Ingazeira. Segundo a contabilidade do blog, que acompanha todas as reuniões, o vereador Vicente Zuza (Vicentinho) novamente foi o que mais faltou durante o período. Foram sete faltas ao todo. Zé Negão e Renon de Ninô faltaram quatro vezes cada.

Pedro Raimundo, Antonieta Guimarães, Igor Mariano, Cícero Miguel e Augusto Martins tiveram duas faltas cada. Frankilin Nazário  só faltou a uma sessão, mas de considerar-se que não deve ser contabilizada, pois foi quando esteve exercendo o mandato de prefeito, quando o prefeito Patriota viajou para palestra e debate nos EUA.

Compareceram a todas as sessões  José Carlos, Raimundo Lima, Luiz Bizourão, e Renaldo Lima.

Em entrevista recente à Rádio Pajeú, Vicentinho já havia se antecipado: afirmou que  o vereador,  quando falta às sessões, não quer dizer necessariamente que o mesmo não realize serviços junto à população. “O mandato não se restringe apenas a participar de sessões”, afirmou. Disse também que a Lei Orgânica permite e que não houve nenhuma irregularidade no seu mandato.

Ainda neste fim de ano, os vereadores Igor Mariano, Frankilin Nazário e Renon de Ninô prometeram debater em conjunto mudanças no Regimento Interno para dar mais rigor e criar mecanismos que evitem que qualquer legislador falte em excesso. De qualquer forma, a própria fiscalização do blog criou um dado positivo: houve menos faltas este semestre.

Outras Notícias

Maciel, Lindomar, Alexandre e Matricó fazem show histórico pelos 57 anos da Pajeú

Evento foi marcado pela exibição de “No Coração do Povo”, documentário  inspirado na história da emissora Fotos: Cláudio Gomes Um show único e inesquecível aconteceu esta noite no Cine Teatro São José. Juntos no palco, Maciel Melo, Lindomar Souza,  Alexandre Morais e ainda Paulo Matricó, uma das surpresas da noite, subiram ao palco para um cine […]

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Evento foi marcado pela exibição de “No Coração do Povo”, documentário  inspirado na história da emissora

Fotos: Cláudio Gomes

Um show único e inesquecível aconteceu esta noite no Cine Teatro São José. Juntos no palco, Maciel Melo, Lindomar Souza,  Alexandre Morais e ainda Paulo Matricó, uma das surpresas da noite, subiram ao palco para um cine lotado. O show começou com Alexandre e Lindomar em um belo dueto no palco.

Na sequência, o Caboclo Sonhador Maciel Melo foi chamado ao palco. Maciel fez referência à sua ligação com a Rádio Pajeú, sua memória afetiva e a criação de sua identidade musical, ouvindo os cantadores e músicas de grandes artistas da MPB e do cenário sertanejo.

Depois, desfilou seus grandes sucessos. Antes de  cantar Caboclo Sonhador brincou: “Luiz Gonzaga tem Asa Branca, Roberto Carlos, Emoções, John Lennon , Imagine. Maciel Melo tem Caboclo Sonhador“.

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Depois, a surpresa. Maciel Melo chamou ao palco o talentoso Paulo Matricó. Pra começar arrebentando, os dois cantaram juntos a bela Retinas. Depois, Paulo cantou sua Canção de Engenho e outros sucessos.

Maciel volta ao palco com Alexandre, Lindomar e Paulo. Ainda estava á o músico Ederck José. Foi o ápice. Na última música, os profissionais de ontem e de hoje da emissora que estavam no cinema subiram ao palco, para os aplausos do público. O Prefeito José Patriota esteve entre os que participaram da solenidade. Ele também foi comunicador da Rádio Pajeú.

Antes, houve  a exibição do Documentário “No Coração do Povo”, que  teve a Direção e Montagem de William Tenório e mostrou em 45 minutos representantes das gerações que fizeram e fazem a emissora. Cada um, a seu modo, registra com emoção sua participação na Pioneira do Sertão Pernambucano.

A abertura do documentário mostra Waldecy Menezes contando como foi que a emissora entrou ao ar em 04 de outubro de 1959, ao som de Luzes da Ribalta. Da geração que deu voz a emissora, além de Waldecy, houve falas de João Gomes, Luciano Bezerra, Marconi Edson, Miguel Alcântara, Pe. Assis Rocha, Tarcísio Sá, Tarcísio Sá, Djacy Veras, Dom Francisco e Abílio Barbosa.

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Da atual geração, houve depoimentos de Aldo Vidal, Anchieta Santos, André Bento, Aparecida Sultério (Cida), Celso Brandão, Joselita Amador, Leandro Simões, Micheli Martins, Nill Júnior, Pe. Josenildo Nunes, Samuelson, Toninho Soares (Toninho no Grau), Paulinho Acioly, Edezel Pereira, Rubens do Vale e Mons. João Carlos Acioly, Presidente da Fundação, responsável pela transição mais recente da emissora.

Houve ainda falas daqueles que atravessaram as duas gerações, como Antônio Martins, Carlinhos de Lica, Luciete Martins, Dona Zezinha, Tito Barbosa, Toni Medeiros e Zé Leite.

Ainda participam da produção Thiago Caldas (Fotografia), Richard Soares (captação de som), Bruna Tavares e Nill Júnior (Produção),  Antônio Arnobio dos Santos (Libras) e colaboração de Fernando Pires, Marlom Meirelles e Petrônio Pires. A apresentação foi de Michelli Martins.

 

Tadeu Alencar visita famílias atingidas pelas chuvas em Bodocó e participa de inauguração em Ouricuri

O deputado federal Tadeu Alencar, líder do PSB na Câmara a partir de junho, cumpriu uma extensa agenda este fim de semana nas cidades de Bodocó e Ouricuri, no Sertão do Araripe. Ele visitou, neste sábado (21), famílias de Bodocó atingidas pelas enchentes do último final de semana, além de verificar as ações de apoio […]

O deputado federal Tadeu Alencar, líder do PSB na Câmara a partir de junho, cumpriu uma extensa agenda este fim de semana nas cidades de Bodocó e Ouricuri, no Sertão do Araripe.

Ele visitou, neste sábado (21), famílias de Bodocó atingidas pelas enchentes do último final de semana, além de verificar as ações de apoio à cidade. O parlamentar retornou ao município quatro dias depois de ter acompanhado os transtornos causados pelas chuvas fortes e de ter levado o caso à tribuna da Câmara dos Deputados.

Em Ouricuri,  Tadeu participou da inauguração da iluminação pública no assentamento Nova Conquista.

Ao lado do ex-prefeito Danilo Rodrigues e de seu grupo político e do deputado estadual Rodrigo Novaes, Tadeu Alencar visitou casas próximas à comunidade do Amparo, a área mais atingida pelas chuvas, com famílias desalojadas e que perderam móveis e utensílios. Ele conversou com moradores e ouviu relatos das ações que estão sendo prestadas e das que ainda precisam ser aprimoradas. A doação de colchões foi um dos pedidos mais recorrentes dos moradores.

Outra ação destacada por moradores, a recuperação da ponte na PE-545, que liga Bodocó a Ouricuri, as equipes técnica do DER e de engenharia da Defesa Civil avaliaram que o equipamento, com 40 metros de extensão, possui uma rachadura na laje do vão central, o que compromete totalmente a sua estrutura. O governador Paulo Câmara enviou um ofício ao Comando Militar do Nordeste solicitando apoio do Exército na colocação de uma ponte móvel provisória e em caráter emergencial, para manter a regularidade do fluxo de veículos entre as duas cidades.

Em Bodocó, Tadeu Alencar, juntamente com o ex-prefeito Danilo Rodrigues e deputado estadual Rodrigo Novaes, também teve uma reunião com as membros das associações de pescadores e apicultores da cidade. Eles solicitaram apoio para cadastramento dos profissionais junto ao governo federal para receberem o seguro-defeso, no caso dos pescadores, e para a aquisição de equipamentos para a retirada de mel, no caso dos apicultores. As medidas serão tratadas pelos dois parlamentares.

Nego Rico anuncia pré-candidatura a prefeito durante entrevista na Rádio Triunfo FM

Por Thyago André Na manhã desta segunda-feira (06-05), o programa Rádio Notícias, da Triunfo FM recebeu o vereador Nego Rico, presidente do Republicanos, para uma rodada de entrevistas que promete esquentar o cenário político de Triunfo. Durante a conversa, conduzida por Pricila Viih e Thyago André, Nego Rico anunciou sua pré-candidatura a prefeito, destacando-se como […]

Por Thyago André

Na manhã desta segunda-feira (06-05), o programa Rádio Notícias, da Triunfo FM recebeu o vereador Nego Rico, presidente do Republicanos, para uma rodada de entrevistas que promete esquentar o cenário político de Triunfo.

Durante a conversa, conduzida por Pricila Viih e Thyago André, Nego Rico anunciou sua pré-candidatura a prefeito, destacando-se como representante da mudança tão almejada pelos triunfenses.

Segundo o vereador, uma pesquisa não citada aponta que 60% da população deseja uma renovação na política local, e ele se apresenta como a voz desse clamor por mudança. Além disso, Nego Rico fez questão de ressaltar a postura diferenciada do Republicanos ao apresentar uma chapa para eleição proporcional composta por 7 mulheres e 3 homens, em contraste com a predominância masculina em outros partidos.

Quanto aos nomes que comporão sua chapa e a escolha da vice, o vereador afirmou que ainda está em processo de articulação e que serão divulgados posteriormente. Há especulações sobre a ex-secretária de Educação, Stella Santos, como possível companheira de chapa, mas nada foi confirmado até o momento.

Nego Rico também anunciou seu apoio às candidaturas de Carlos Costa, filho de Silvio Costa, para o cargo de deputado federal, e de João Paulo Costa para deputado estadual. Ele expressou gratidão ao ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, por seu apoio e por assegurar o Republicanos como parte de seu grupo político.

Com a pré-candidatura de Nego Rico, o cenário político de Triunfo ganha novos contornos, prometendo uma disputa acirrada e marcada pela busca por renovação e mudança.

“Ótima química”, diz Trump após conhecer Lula 

Em discurso nesta terça-feira (23), durante a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou rapidamente sobre a breve conversa que teve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, o diálogo durou menos de um minuto, mas foi suficiente para estabelecer um primeiro contato positivo. […]

Em discurso nesta terça-feira (23), durante a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou rapidamente sobre a breve conversa que teve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, o diálogo durou menos de um minuto, mas foi suficiente para estabelecer um primeiro contato positivo.

“Nós concordamos de nos encontrar na semana que vem. Não tínhamos muito tempo para falar, só 20 segundos mais ou menos, mas em retrospecto dá para dizer e é bom que eu tenha esperado porque esse negócio não estava funcionando bem, mas nós conversamos, nós tivemos uma boa conversa e concordamos em nos encontrar semana que vem, se isso for seu interesse”, afirmou Trump.

O presidente norte-americano descreveu Lula como “um cara muito legal” e destacou que só mantém relações próximas com líderes de quem gosta. “Ele gosta de mim, eu gostei dele e eu só faço negócio com gente quem eu gosto. Quando eu não gosto deles, eu não faço. Quando eu não gosto, eu não gosto”, disse.

Trump ainda ironizou o curto espaço de tempo em que conversou com o líder brasileiro, mas ressaltou que a impressão foi positiva. “Pelos 39 segundos nós tivemos uma ótima química e isso é um bom sinal”, completou.

A expectativa é que o encontro formal entre os dois presidentes ocorra na próxima semana, em meio à agenda diplomática da ONU, e que sejam discutidos temas estratégicos de interesse mútuo, como comércio, meio ambiente e relações bilaterais.

 

Pandemia reafirma invisibilidade de 2 milhões de trabalhadores da área da Saúde

A pandemia do novo coronavírus aprofundou as desigualdades, a exploração e o preconceito que recaem sobre o contingente de mais de 2 milhões de trabalhadores e trabalhadoras, de nível técnico e auxiliar, os quais exercem atividades de apoio na assistência, no cuidado e no enfrentamento à Covid-19. A reportagem é de Filipe Leonel (Ensp/Fiocruz). Um estudo […]

A pandemia do novo coronavírus aprofundou as desigualdades, a exploração e o preconceito que recaem sobre o contingente de mais de 2 milhões de trabalhadores e trabalhadoras, de nível técnico e auxiliar, os quais exercem atividades de apoio na assistência, no cuidado e no enfrentamento à Covid-19. A reportagem é de Filipe Leonel (Ensp/Fiocruz).

Um estudo inédito realizado pela Fiocruz com esses trabalhadores considerados “invisíveis e periféricos” analisou as condições de vida, o cotidiano do trabalho e a saúde mental desse contingente, revelando que 80% deles vivem situação de desgaste profissional relacionado ao estresse psicológico, à sensação de ansiedade e esgotamento mental. 

A falta de apoio institucional foi citada por 70% dos participantes do estudo e 35,5% admitiram sofrer violência ou discriminação durante a pandemia. A maioria de tais agressões (36,2%) ocorreu no ambiente de trabalho, na vizinhança (32,4%) e no trajeto casa-trabalho-casa (31,5%).

A pesquisa ‘Os trabalhadores invisíveis da Saúde: condições de trabalho e saúde mental no contexto da Covid-19 no Brasil’ contou com a participação de 21.480 trabalhadores de 2.395 municípios de todas as regiões do país e descortinou a dura realidade de pessoas cujas vidas são marcadas pela ausência de direitos sociais e trabalhistas. 

Apesar de já atuarem há dois anos na linha de frente de combate à pandemia de Covid-19, muitos deles, tais como maqueiros, condutores de ambulância, pessoal da manutenção, de apoio operacional, equipe da limpeza, da cozinha, da administração e gestão dos estabelecimentos, sequer possuem “cidadania de profissional de saúde”. 

Também integram a lista de participantes do levantamento os técnicos e auxiliares de enfermagem, de saúde bucal, de radiologia, de laboratório e análises clínicas, agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias. 

“As consequências da pandemia para esse grupo de trabalhadores são muito mais desastrosas. São pessoas que trabalham quase sempre cumprindo ordens de forma silenciosa e completamente invisibilizadas pela gestão, por suas chefias imediatas, pela equipe de saúde em geral e até pela população usuária que busca atendimento e assistência. Portanto, são desprovidos de cidadania social, técnica e trabalhista. Falta o valioso pertencimento de sua atividade e ramo profissional. A pesquisa evidencia uma invisibilidade assustadora e cruel nas instituições, cujo resultado é o adoecimento, o desestímulo em relação ao trabalho e a desesperança”, lamenta a coordenadora da pesquisa, Maria Helena Machado. 

Os resultados do estudo da Fiocruz apontam que 53% dos “invisíveis” da saúde não se sentem protegidos contra a Covid-19 no trabalho. 

O medo generalizado de se contaminar (23,1%), a falta, escassez e inadequação do uso de EPIs (22,4%) e a ausência de estruturas necessárias para efetuar o trabalho (12,7%) foram mencionados como os principais motivos de desproteção. 

Ainda de acordo com 54,4% dos trabalhadores, houve negligência acerca da capacitação sobre os processos da doença (Covid-19) e os procedimentos e protocolos necessários para o uso de EPIs. 

As exigências físicas e mentais a que esses trabalhadores estão submetidos durante as atividades realizadas, por exemplo, pressão temporal, interrupções constantes, repetição de ações e movimentos, pressão pelo atingimento de metas e tempo para descanso, foram consideradas muito altas por 47,9% deles. Além disso, 50,9% admitiram excesso de trabalho. 

Perfil

As mulheres (72,5%) representam a grande maioria dos trabalhadores e trabalhadoras invisíveis da saúde. São pretos/pardos 59%. A pesquisa mostra que 32,9% deles são jovens com até 35 anos, e a maior parte (50,3%) encontra-se na faixa etária entre 36 e 50 anos. 

Ainda assim, embora sejam relativamente jovens, 23,9% admitiram ter comorbidade anterior à Covid-19, chamando a atenção para: 31,9% hipertensão; 15,1% obesidade; 12,9% doenças pulmonares; 11,7% depressão; e diabetes 10,4%.

Mais da metade (52,6%) trabalha nas capitais e regiões metropolitanas. O estabelecimento de atuação predominante são os hospitais públicos (29,3%), seguidos pela atenção primária em saúde (27,3%) e os hospitais privados (10,7%). Os resultados da pesquisa também revelam que 85,5% possuem jornada de trabalho de até 60 horas semanais, e 25,6% necessitam de outro emprego para sobreviver. 

“Contudo, temos depoimentos recorrentes da realização de ‘plantões extras’ para cobrir o colega faltoso – por afastamento provocado por contaminação ou morte por Covid-19 –, mas eles não consideram essa atividade outro emprego, e sim um bico. Muitos deles declaram fazer atividade extra como pedreiro, ajudante de pedreiro, segurança ou porteiro de prédio residencial ou comercial, mototáxi, motorista de aplicativo, babá, diarista, manicure, vendedores ambulantes etc. É um mundo muito desigual e socialmente inaceitável”, explica a coordenadora do estudo. 

Os trabalhadores invisíveis da Saúde: condições de trabalho e saúde mental no contexto da Covid-19 no Brasil é um subproduto da pesquisa Condições de trabalho dos trabalhadores da Saúde no contexto da Covid-19 no Brasil. Os dados levantados expressam as verdadeiras condições de vida e trabalho de médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e fisioterapeutas que atuam diretamente na assistência e no combate à pandemia do novo coronavírus.