Notícias

Afogados tem mais quatro casos de Covid-19 e chega a 59

Por Nill Júnior

Município diz que 523 pessoas foram testadas, o que representa cerca de 1,3% da população e cinco pacientes apresentaram cura clínica 

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informou em nota que mais quatro de Covid-19 foram registradas no município. Os novos casos são:

Mulher, 24 anos, profissional de saúde com atuação na rede privada.

Homem, 51 anos, eletricista, esposo de paciente positivada para covid.

Adolescente do sexo feminino, 14 anos, estudante, contato de caso positivo.

Criança do sexo masculino, 4 anos, filho de paciente que testou positivo.

“Todos estão bem, em casa, e cumprem isolamento domiciliar monitorado pelas nossas equipes de Vigilância em Saúde e Atenção Básica”, diz a nota. 

Testagem de pouco mais de 1% da população: Outra informação é de que hoje foi alcançada a marca de 523 pessoas testadas  no município. Essa testagem representa 1,3% da população estimada em 40 mil pessoas. 

Outra boa notícia do dia é que cinco pacientes tiveram cura clínica para covid-19 confirmada após avaliação médica e epidemiológica.

Foram realizados 28 testes na Unidade de Campanha dia, três resultados positivos e 25 negativos para a doença.

Hoje tivemos confirmados para covid um dos nossos casos em investigação, após resultado positivo de swab. 

Hoje, foram registrados três novos casos em investigação:

Mulher, 26 anos, profissional de saúde e mais dois pacientes do sexo masculino, ambos com 52 anos, sendo um profissional de saúde e o outro, de segurança. Eles apresentaram sintomas sugestivos para covid tendo sido realizada a coleta de swab na Unidade de campanha Dia.

Os casos em investigação estão em isolamento domiciliar e aguardam resultado dos respectivos exames.

Outras Notícias

Processo sobre transporte irregular de eleitores em Afogados sobe para Brasília

do Afogados Online O Processo sobre o transporte irregular de eleitores que aconteceu nas eleições de 2012 em Afogados da Ingazeira em que são citados Janaina Campos Sá, Laudeci Nogueira da Silva e Edvaldo Pedro subiu para Brasília. O TRE-PE julgou recentemente o Processo e absolveu os citados. O Ministério Público Eleitoral (MPE) recorreu e […]

do Afogados Online

O Processo sobre o transporte irregular de eleitores que aconteceu nas eleições de 2012 em Afogados da Ingazeira em que são citados Janaina Campos Sá, Laudeci Nogueira da Silva e Edvaldo Pedro subiu para Brasília. O TRE-PE julgou recentemente o Processo e absolveu os citados. O Ministério Público Eleitoral (MPE) recorreu e agora vai aguardar a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em Brasília.

Esse Processo vai se juntar ao outro que se encontra no TSE sobre o Recurso Contra e Expedição de Diploma de autoria do PSDB de Afogados da Ingazeira em que pede a cassação dos diplomas do prefeito José Patriota e da vice Lúcia Moura.

O Caso – No dia da eleição em 2012, um veículo foi apreendido pela Justiça Eleitoral na pessoa da promotora Ana Clézia Nunes transportando eleitores. No interior do veículo, havia material de campanha do então candidato José Patriota e uma planilha que ficou conhecida como ‘pasta vermelha’. No veículo estavam Laudeci Nogueira e Edvaldo Pedro, bem como eleitores que estavam sendo transportados e que o veículo que era de propriedade de Janaína Sá, não tinha autorização da Justiça Eleitoral para realizar o transporte de eleitores.

Janaína Campos Sá teve a pena fixada em 4 anos e 6 meses e 200 dias-multa; Laudeci Nogueira da Silva teve a pena fixada em 4 anos e 200 dias-multa e Edvaldo Pedro também teve a pena fixada em 4 anos de reclusão e 200 dias-multa.

Coronavirus: MP faz recomendação a 44 cidades para cumprimento de decreto

Na tentativa de conter as contaminações pelo Coronavírus, assim como manter a ordem e a defesa do consumidor, o Ministério Público de Pernambuco continua expedindo recomendações para as autoridades executivas e legislativas dos municípios pernambucanos, assim como para comerciantes e representantes das polícias Civil e Militar, gestores do Sistema Único de Saúde (SUS), entre outros. […]

Foto: MPPE/Divulgação

Na tentativa de conter as contaminações pelo Coronavírus, assim como manter a ordem e a defesa do consumidor, o Ministério Público de Pernambuco continua expedindo recomendações para as autoridades executivas e legislativas dos municípios pernambucanos, assim como para comerciantes e representantes das polícias Civil e Militar, gestores do Sistema Único de Saúde (SUS), entre outros. Durante essa semana, 44 municípios foram alertados sobre as diversas medidas que precisam ser tomadas de acordo com os Decretos estaduais nº 48.809, 48.822, 48.830, 48.831, 48.832, 48.833, 48.834 e 48.836/2020, que foram assinados pelo governador Paulo Câmara.

Bares, restaurantes, lanchonetes e similares precisam suspender o funcionamento das atividades, apenas atendendo exclusivamente por entrega em domicílio e como pontos de coleta. Já salões de beleza, barbearias e cabeleireiros devem parar de funcionar. Só o comércio destinado ao abastecimento alimentar da população, como padarias, feiras livres de produtos hortifrutigranjeiros, mercados e supermercados, bem como os restaurantes e lanchonetes localizados em unidades hospitalares e de atendimento à saúde, nem a postos de gasolina, casas de ração animal, depósitos de água mineral e gás podem funcionar.

Nos pontos comerciais deve haver organização de filas a fim de organizar o fluxo de pessoas e evitar aglomeração, assim como cartazes e áudios sobre a distância mínima entre elas. Também é necessária a higienização constante dos itens de compartilhamento comunitário (carrinhos e cestas de compras, balcões etc.)

Farmácias/drogarias, estabelecimentos de venda de artigos hospitalares, mercados e supermercados não podem aumentar arbitrariamente preços de produtos voltados à prevenção e proteção do Coronavírus, sobretudo álcool em gel, máscaras cirúrgicas, máscaras descartáveis elásticas e luvas. Os que já elevaram os preços, que retornem aos valores anteriores, bem como em caso de alta demanda, limitem a quantidade de produto por consumidor, visando que, tanto quanto possível, toda a população e consumidores tenham acesso aos produtos de higiene e saúde.

Os dirigentes das igrejas precisam se abster de realizar eventos públicos, incluindo procissão, celebrações eucarísticas e cultos com a participação da população, a fim de evitar aglomerações, podendo promover celebrações de forma virtual ou por meio de qualquer outro meio de comunicação (redes sociais, rádios comunitárias, etc). Já os proprietários de clubes, salões de festas, casas de shows, casas de jogos, academias de ginástica, etc., devem suspender o funcionamento.

O Comando local da Polícia Militar precisa fiscalizar eventos de qualquer natureza em que haja aglomeração de pessoas, bem como que seu descumprimento seja comunicado à autoridade policial para apuração quanto à caracterização do crime contra a saúde pública e administração pública, tipificado no art. 268 e art. 330, ambos do Código Penal. Os policiais têm ainda que realizar o procedimento de flagrância em caso de aumento abusivo das mercadorias, art.3, VI da Lei 1.521, além de prestar apoio às autoridades sanitárias nas feiras municipais no sentido de evitar aglomeração e venda e produtos não alimentícios.

Bancos e lotéricas devem organizar as filas, com distância mínima entre as pessoas de 1,5m, assim como limitar a quantidade de gente dentro da unidade. Obras de construção civil devem ser paralisadas, com ressalva as essenciais (hospital, abastecimento de água, gás, energia e internet), necessárias ao controle da pandemia.

As Prefeituras devem divulgar as orientações de saúde e combate ao Coronavírus através de meios de comunicação (rádios, blogs, jornais, carros de som, etc.) e emitir portarias orientando população sobre os velórios que devem ser limitados estritamente a presença de pessoas (amigos e familiares), com no máximo dez pessoas no ambiente, respeitando a distância entre elas. Em caso de morte confirmada por Coronavírus fica proibida a realização de velório, devendo o corpo ser enterrado imediatamente.

Caso haja notícia de que algum proprietário de estabelecimento comercial que não esteja cumprindo a determinação governamental e que ensejou a atuação desta representante ministerial, envide esforços no sentido de revogar a autorização de funcionamento.

Os municípios alertados foram São José do Belmonte, Pombos, Chã Grande, Mirandiba, Carnaubeira da Penha, Floresta, Serrita, Cedro, Cachoeirinha, Jaboatão dos Guararapes, Condado, Abreu e Lima, Cortês, Quipapá, São Benedito do Sul, Gameleira, Gravatá, Araripina, Ipubi, Belém de Maria, Água Preta, Xexéu, Maraial, Igarassu, Araçoiaba, São Bento do Una, Tupanatinga, Venturosa, Primavera, Moreilândia, Sanharó, Calumbi, Flores, Arcoverde, Alagoinha, Belo Jardim, Buíque, Ibimirim, Inajá, Manari, Pedra, Pesqueira, Poção, Verdejante e Vitória de Santo Antão.

STF reconhece guardas municipais como parte dos órgãos de segurança pública

A decisão confirma a autorização das guardas municipais para realizar abordagens e revistas em locais suspeitos de tráfico de drogas. Por André Luis – Com informações da TV Globo O Ministro Cristiano Zanin, em sessão realizada nesta sexta-feira (25), proferiu o voto de desempate no Supremo Tribunal Federal (STF) em relação à questão do reconhecimento […]

A decisão confirma a autorização das guardas municipais para realizar abordagens e revistas em locais suspeitos de tráfico de drogas.

Por André Luis – Com informações da TV Globo

O Ministro Cristiano Zanin, em sessão realizada nesta sexta-feira (25), proferiu o voto de desempate no Supremo Tribunal Federal (STF) em relação à questão do reconhecimento das guardas municipais como parte integrante dos órgãos de segurança pública. 

A decisão majoritária, que contou com a aprovação de outros ministros, confirma a autorização das guardas municipais para realizar abordagens e revistas em locais suspeitos de tráfico de drogas.

O ponto central do debate se baseou na interpretação do artigo 144 da Constituição Federal do Brasil, que estabelece as corporações responsáveis pela segurança no país. A Associação das Guardas Municipais do Brasil, buscando o reconhecimento das funções de segurança desempenhadas por essas instituições, alegou que juízes não estavam reconhecendo adequadamente o papel das guardas municipais.

O relator do caso, Ministro Alexandre de Moraes, foi seguido pelo Ministro Cristiano Zanin, que desempatou a votação, reforçando a posição de que as guardas municipais fazem parte do sistema de segurança pública. A interpretação prevalecente é que as guardas municipais têm a prerrogativa de realizar ações de abordagem e revista em situações suspeitas de tráfico de drogas, como parte de sua função de zelar pela segurança dos munícipes.

A decisão ganhou apoio de outros ministros, como Luiz Fux, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Luís Roberto Barroso, que reconheceram a importância das guardas municipais como agentes de segurança em âmbito local. Por outro lado, alguns ministros, liderados por Edson Fachin, rejeitaram a ação por questões processuais, mas a maioria dos ministros foi a favor do reconhecimento da função de segurança das guardas municipais.

Atualmente, cerca de 1.081 municípios em todo o Brasil contam com guardas municipais, que desempenham um papel crucial na manutenção da ordem e segurança nas comunidades locais. A decisão do STF reforça a importância dessas instituições na rede de segurança pública do país e define seu papel em relação ao combate ao tráfico de drogas e outras atividades ilícitas.

Brasil vai aos EUA tentar barrar tarifaço de Trump

Começam nesta segunda-feira (6) as audiências públicas promovidas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), etapa considerada decisiva na investigação comercial americana que propõe uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. As audiências fazem parte do processo, baseado na Seção 301 da legislação comercial americana, e permitem que empresas, […]

Começam nesta segunda-feira (6) as audiências públicas promovidas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), etapa considerada decisiva na investigação comercial americana que propõe uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros.

As audiências fazem parte do processo, baseado na Seção 301 da legislação comercial americana, e permitem que empresas, associações, governos e outras partes interessadas apresentem seus argumentos antes da decisão final dos Estados Unidos.

Representantes da indústria e do agronegócio brasileiros estarão entre os participantes. Eles pretendem convencer o governo americano de que a sobretaxa prejudicaria não apenas exportadores brasileiros, mas também empresas, consumidores e cadeias produtivas dos EUA.

Entre os participantes estão a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), além de representantes dos setores de café, arroz, açúcar, etanol de milho, ferro-gusa, rochas ornamentais, madeira, papel, calçados, mel e propriedade intelectual.

Enquanto isso, equipes técnicas dos governos dos dois países devem se reunir ainda nesta semana para alinhar os preparativos de uma última rodada de negociações de alto nível antes de 15 de julho, prazo em que Washington decidirá se avança com a imposição das tarifas.

A estratégia da indústria brasileira é mostrar que as economias dos dois países são fortemente integradas e que a tarifa também elevaria custos para empresas americanas.

A Fiesp, que representa as indústrias paulistas, defenderá que a tarifa de 25% não tem justificativa técnica nem econômica e pode prejudicar empresas e consumidores de ambos os países.

Em São Paulo, os segmentos mais expostos são justamente os de maior valor agregado, como máquinas e equipamentos, autopeças, alimentos industrializados, madeira, móveis e outros produtos manufaturados.

Segundo estimativas da CNI, caso a medida seja adotada: 31,6% das exportações brasileiras para os Estados Unidos passarão a pagar tarifa total de 37,5% (soma dos 25% da investigação comercial com outros 12,5% de outra acusação americana, de “falha no combate ao trabalho forçado” no país); 35,2% de toda a pauta exportadora brasileira para o mercado americano será atingida pela nova sobretaxa; Somadas às tarifas já existentes da Seção 232, 54,1% das exportações brasileiras para os Estados Unidos ficarão sujeitas a algum tipo de tarifa adicional.

Durante a audiência, a entidade também pretende rebater quatro pontos da investigação dos EUA:

Propriedade intelectual: defenderá que o Brasil reduziu o estoque de patentes no INPI, reforçou o combate à pirataria e ampliou ações de fiscalização;

Tarifas de importação: afirmará que os acordos comerciais brasileiros têm alcance limitado e que cerca de metade das importações vindas dos EUA já entra no país com tarifa zero ou reduzida por regimes especiais;

Desmatamento: argumentará que o crescimento da produção agrícola decorre principalmente de ganhos de produtividade e tecnologia, e não da expansão sobre áreas de floresta;

Relação bilateral: defenderá maior integração comercial e cooperação técnica entre Brasil e Estados Unidos, em vez da criação de novas barreiras.

Operação Aurora prende mais dois em Afogados da Ingazeira

Na tarde de hoje, após investigações encetadas por policiais lotados na delegacia de Afogados da Ingazeira/PE, foi dado cumprimento a mandado de prisão contra a pessoa de Zé da Cohab, o qual era investigado por tráfico de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa. Na ocasião, policiais civis e militares fizeram um cerco nas […]

Na tarde de hoje, após investigações encetadas por policiais lotados na delegacia de Afogados da Ingazeira/PE, foi dado cumprimento a mandado de prisão contra a pessoa de Zé da Cohab, o qual era investigado por tráfico de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa.

Na ocasião, policiais civis e militares fizeram um cerco nas imediações do Edifício Andreza e perceberam quando Zé da Cohab e um cúmplice – Alex – chegaram numa motocicleta com uma bolsa contendo drogas. Aguardando o momento mais adequado, verificaram que a dupla tinha escondido a droga num terreno, circunstância que motivou a abordagem e as prisões.

Com os detidos foram encontrados celulares, dinheiro, uma balança de precisão, aproximadamente 1kg de maconha e uma motocicleta.

Essa é mais uma prisão no âmbito da Operação Aurora, a qual investiga o tráfico de drogas no município de Afogados da Ingazeira-PE e municípios circunvizinhos.

Essa é mais uma ação da Polícia Civil de Afogados da Ingazeira/PE no combate à criminalidade, atuando em integração com a Policia Militar no âmbito do Pacto Pela Vida.