Afogados realiza X Conferência Municipal de Assistência Social
Por André Luis
Desde o mês de Julho a Secretaria Municipal de Assistência Social vem realizando uma série de debates e encontros preparatórios para a realização da X Conferência Municipal de Assistência Social de Afogados da Ingazeira, que acontece na próxima quinta-feira (19), de forma híbrida.
A parte presencial ocorrerá às 8h30, na quinta, no auditório da secretaria, na Rua Senador Paulo Guerra, no prédio do antigo fórum.
Mas quem estiver em casa vai poder acompanhar os debates através do canal oficial da Prefeitura, no YouTube. Basta entrar lá e digitar Prefeitura de Afogados da Ingazeira.
A décima conferência municipal de assistência traz esse ano o tema “Assistência social: direito do povo e dever do Estado, com o financiamento público, para enfrentar as desigualdades e garantir a proteção social”.
“Estamos vivendo um momento muito conturbado da vida nacional, com o aumento do desemprego, da miséria e com o desmonte das políticas de assistência social no âmbito nacional. A sociedade precisa participar desse debate conosco e assim ajudar a construir alternativas, saídas para esse momento tão difícil, sobretudo para as políticas públicas de assistência social,” destacou Madalena Leite, Secretária de Assistência Social de Afogados.
Para assistir a conferência no YouTube basta clicar aqui.
Os prefeitos da região que integram o CIMPAJEÚ estiveram reunidos na sede da entidade em Afogados da Ingazeira nesta terça-feira. A reunião foi tocada pelo coordenador do Consórcio Marconi Santana e teve boa participação. Além dele, José Patriota (Afogados), Luciano Duque (Serra Talhada), João Batista (Triunfo), Zeinha Torres (Iguaracy), Lino Morais (Ingazeira), Anchieta Patriota (Carnaíba), […]
Os prefeitos da região que integram o CIMPAJEÚ estiveram reunidos na sede da entidade em Afogados da Ingazeira nesta terça-feira. A reunião foi tocada pelo coordenador do Consórcio Marconi Santana e teve boa participação.
Além dele, José Patriota (Afogados), Luciano Duque (Serra Talhada), João Batista (Triunfo), Zeinha Torres (Iguaracy), Lino Morais (Ingazeira), Anchieta Patriota (Carnaíba), Djalma Alves (Solidão), Manuca (Custódia), Vaninho de Danda (Santa Terezinha), Tião Gaudêncio (Quixaba), Sávio Torres (Tuparetama), Sandra Magalhães (Calumbi) e Mário Flor (Betânia), acompanharam as discussões.
Foram vários temas em debate com destaque para a discussão do concurso público em data única nos municípios que tem necessidade de realizar o certame.
A ideia – que tem controvérsias jurídicas entre o “pode” e o “não pode” – busca favorecer que candidatos de cada cidade disputem as eleições no seu território. A estratégia inédita é analisada desde 2017. Caso prospere, os prefeitos devem avaliar coletivamente o dia e que cidades, dependendo de fatores como a necessidade de cada cidade e o limite da LRF. “Nossa previsão é lançar o edital em maio e realizar as provas em novembro deste ano”, disse o presidente Marconi Santana.
Saída da parlamentar da legenda é tida como certa para viabilizar candidatura ao Senado, ou ao Governo do Estado Por André Luis Nesta quinta-feira (17), vários veículos de comunicação de Pernambuco estão dando como certa a saída da deputada Marília Arraes do Partido dos Trabalhadores (PT), para viabilizar uma candidatura ao Senado, ou até mesmo […]
Saída da parlamentar da legenda é tida como certa para viabilizar candidatura ao Senado, ou ao Governo do Estado
Por André Luis
Nesta quinta-feira (17), vários veículos de comunicação de Pernambuco estão dando como certa a saída da deputada Marília Arraes do Partido dos Trabalhadores (PT), para viabilizar uma candidatura ao Senado, ou até mesmo ao Governo de Pernambuco.
Segundo a coluna eletrônica da Rádio Jornal: o comunicado oficial da partida deve ser realizado nos próximos dias ou mesmo horas.
Já o blog do Magno diz que dentre as propostas que Marília tem recebido, a mais interessante partiu do Solidariedade, havendo, inclusive, a possibilidade da parlamentar comandar a sigla no Estado, que ficou sem liderança após a desfiliação do deputado Augusto Coutinho.
Ainda segundo Magno, o fato de que o Solidariedade vai apoiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ajudaria na escolha, pois assim, a deputada continuaria num partido alinhado com as suas ideias.
Uma fonte próxima à deputada informou a redação do blog do Nill Júnior, que Marília está sendo procurada por vários partidos de esquerda e centro-esquerda.
“Todos enxergam o potencial que ela tem pro senado e pro governo do estado. Aparentemente, quem não enxerga é o PT, ou não quer enxergar…”, confessou a fonte.
Ainda segundo a fonte, as movimentações em torno do nome de Marília e a cegueira petista para o potencial eleitoral da deputada, não querem dizer que ela irá sair ou ficar no PT.
O blog já escreveu, anteriormente, sobre o dilema de Marília Arraes. Seu partido, o PT, mais uma vez optou pela aliança com o PSB – mesmo tendo totais condições de voltar a governar Pernambuco. Assim, Marília, mais uma vez será rifada no processo eleitoral – Como aconteceu em 2018.
Marília não se bate com a cúpula do PSB no Estado. Crítica da gestão Paulo Câmara, se negou, por exemplo, a fazer campanha para a reeleição do socialista. Se elegeu como a segunda deputada mais votada de Pernambuco, ficou atrás do primo, João Campos – outro desafeto -, hoje prefeito do Recife, que teve a ajuda da máquina eleitoral chamada PSB.
A verdade é que a parlamentar continua calada. Nem em suas redes sociais se vê qualquer direcionamento para as hipóteses levantadas.
Já dissemos aqui que chama a atenção o silêncio ensurdecedor de Marília com relação às conversações referentes ao pleito deste ano.
Desde que iniciaram as conversas entre PT e PSB, não se viu nenhum posicionamento da petista. Nem mesmo para comemorar os resultados das pesquisas onde aparece bem posicionada.
Críticos dizem que enquanto estiver no PT, Marília não conquistará o seu lugar ao sol. Estará sempre à sombra dos “donos” do partido no Estado, como o senador Humberto Costa, que parece nutrir uma antipatia enorme pela deputada.
Como perguntar não ofende: será que Marília resolveu dar ouvidos aos críticos?
Por André Luis O deputado estadual José Patriota (PSB), acompanhou, nesta quarta-feira (21), o presidente da CDL Tabira, Jackson Amaral, durante visita ao diretor-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), Ricardo Essinger e ao superintendente do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-PE), Israel Erlich. Durante o encontro, foram discutidos diversos temas relacionados à produção […]
O deputado estadual José Patriota (PSB), acompanhou, nesta quarta-feira (21), o presidente da CDL Tabira, Jackson Amaral, durante visita ao diretor-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), Ricardo Essinger e ao superintendente do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-PE), Israel Erlich.
Durante o encontro, foram discutidos diversos temas relacionados à produção industrial de Tabira, município que se destaca na fabricação de materiais de limpeza, porcelana, pipoca, sorvete e outras atividades. A região é considerada um polo no Pajeú, e Patriota ressaltou a importância da capacitação para impulsionar ainda mais o desenvolvimento da indústria tanto em Tabira quanto em toda a região.
“Falamos sobre a produção industrial de Tabira, que tem produção de materiais de limpeza, porcelana, pipoca, sorvete e outras atividades, sendo um Polo no Pajeú e da necessidade de capacitação para o desenvolvimento da indústria no município e na região”, destacou Patriota em suas redes sociais.
Além disso, a segunda edição da Feira de Negócios de Tabira também foi abordada durante a reunião. O evento, que ocorrerá nos dias 28, 29 e 30 de setembro, promete ser uma oportunidade única para promover o comércio local, estreitar parcerias e impulsionar o crescimento econômico da região.
José Patriota demonstrou seu comprometimento em fortalecer a indústria e o comércio de Tabira, trabalhando em conjunto com entidades e instituições para impulsionar o desenvolvimento e garantir oportunidades de crescimento para todos os envolvidos.
A visita foi um importante passo nesse sentido, reforçando a relevância do setor industrial para a economia local e ressaltando a necessidade de investimentos e capacitação para impulsionar ainda mais o potencial da região.
Célia Froufe – Estadão – Correpondente em Londres O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, defendeu nesta sexta-feira, 6, em Londres, decisões em que revogou prisões ordenadas por juízes de primeira instância da Lava Jato e afirmou que houve um momento de “canonização” da operação no País, em que qualquer questionamento a ela era considerado “antirrepublicano”. Gilmar […]
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, defendeu nesta sexta-feira, 6, em Londres, decisões em que revogou prisões ordenadas por juízes de primeira instância da Lava Jato e afirmou que houve um momento de “canonização” da operação no País, em que qualquer questionamento a ela era considerado “antirrepublicano”. Gilmar disse ainda que a lei de abuso de autoridade é uma das coisas nas quais o Brasil precisa “pensar” para os próximos anos.
“Em um momento houve a canonização da Lava Jato. Então, qualquer decisão contra a ação do (juiz Sérgio) Moro era considerada antirrepublicana, antipatriótica ou ‘antiqualquercoisa’, o que é uma bobagem”, disse Gilmar. O ministro concedeu entrevista ao Estadão/Broadcast em um hotel na capital inglesa, onde participa de um seminário na Universidade de Londres e no qual falou sobre os 30 anos da Constituição brasileira.
“A Lava Jato começou a pensar que era uma entidade, quis legislar, mudar habeas corpus e outras coisas. Depois se viu que eles eram suscetíveis a problemas sérios e que a corrupção estava ali perto, como o caso (do ex-procurador Marcello) Miller”, afirmou Gilmar, em referência ao ex-procurador da República que, na semana passada, se tornou réu por supostamente atuar como advogado do Grupo J&F quando ainda integrava o Ministério Público Federal.
O ministro criticou procedimentos adotados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal não só na Lava Jato como também na Carne Fraca e Satiagraha – operações em que foi questionado por ter revogado decisões expedidas pela primeira instância. Sobre isso, Gilmar disse estar “muito tranquilo”. “Nunca houve uma decisão minha que não fosse confirmada pela turma ou pelo pleno.”
Ele citou que, no caso da Operação Satiagraha, em que revogou por duas vezes ordens de prisão expedidas contra o banqueiro Daniel Dantas, do banco Opportunity, houve a mesma discussão. “Dei uma liminar (soltando o empresário). Em seguida, o juiz mandou prender novamente e eu dei uma nova liminar para que ele ficasse livre. O processo prosseguiu, e ele foi absolvido.”
Para o ministro, há uma confusão, “às vezes até proposital”, em relação ao instituto da prisão preventiva. “Muitos a idealizam como uma punição imediata, mas não é. A Constituição não quer assim, a lei também não”, disse Gilmar.
Na entrevista, o ministro defendeu a reformulação da lei que trata de abuso de autoridade no País. Neste caso, fez referência ao trabalho do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, responsável pela negociação e assinatura de acordos de colaboração premiada dos ex-executivos do Grupo J&F. Este material fundamentou duas denúncias oferecidas pela Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer – barradas pelo plenário da Câmara dos Deputados.
“O doutor Janot, de fato, queria derrubar o presidente para isso? Então foi a primeira tentativa de golpe que se fez em 30 anos vinda não de militares”, disse Gilmar. Em seguida, ainda defendeu a discussões sobre os limites dos poderes das instituições de investigação, como o Ministério Público Federal.
“Nenhuma operação dessas pode ser feita em menos de seis meses. Eles comprimiram para menos de três meses, pois o timing tinha a ver com a interferência do presidente na sucessão. Se foi esse o móvel, podemos falar que houve uma tentativa de golpe, e gestada no Ministério Púbico. É algo pensável e precisa ser esclarecido. Passadas as eleições, o Congresso vai reagir a isso”, afirmou, sobre o procedimento que resultou nas denúncias contra Temer.
Abuso de autoridade. “Não estou falando que não é para investigar, não. Agora, faça direito”, disse o ministro. “Isso é também uma coisa na qual precisamos pensar para os próximos 30 anos: lei de abuso de autoridade, responsabilidade”, afirmou. As alterações à lei de abuso de autoridade, de 1965, foram aprovadas no Senado no ano passado e atualmente tramitam na Câmara dos Deputados, para revisão.
No evento na capital britânica, o ministro foi questionado sobre o rumo político do Brasil após as eleições de outubro. “Todos estão muito fechados em seus próprios problemas, mas fui questionado sobre a possibilidade de a direita vencer”, afirmou Gilmar.
Ele voltou a falar sobre financiamento de campanhas. Para o ministro, impedir o uso de recursos de empresas para campanhas não significa que está tudo resolvido. “Sobre a questão de financiamento via igreja, disse que temos alguns sintomas: das 730 mil doações feitas para e eleição de 2016, pelo menos 300 mil tinham problemas. Temos que ter preocupação também com o crime organizado.”
O prefeito Sebastião dias esteve na capital pernambucana para um encontro com o secretário estadual de Agricultura, Nilton Mota, além de engenheiros da secretaria de Agricultura do Estado e da gerente da Adagro, Erivânia Camelo de Almeida. Sebastião Dias estava acompanhado do engenheiro Dr. Alexei Souza e mostrou-se otimista após o encontro, onde foi discutido […]
O prefeito Sebastião dias esteve na capital pernambucana para um encontro com o secretário estadual de Agricultura, Nilton Mota, além de engenheiros da secretaria de Agricultura do Estado e da gerente da Adagro, Erivânia Camelo de Almeida.
Sebastião Dias estava acompanhado do engenheiro Dr. Alexei Souza e mostrou-se otimista após o encontro, onde foi discutido a construção do curral do gado. A obra está orçamentada em R$ 1,5 milhão e será executada em três etapas, sendo a 1ª etapa destinada à construção dos Currais, carregadeiras e um curral para leilão.
Os recursos para custear a obra serão todos públicos, sendo R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais) de contra partida do Estado, R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais) do FEM 2015 (Fundo de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios) e R$ 1.000.000,00 (Um milhão de reais) do Governo Federal. O secretário pediu 15 dias para analisar o projeto e se comprometeu em marcar um novo encontro com o gestor tabirense.
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