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Afogados: obras de recapeamento asfáltico começam na próxima semana

Por André Luis

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira inicia na próxima semana um amplo programa de recapeamento asfáltico em diversas ruas da cidade e dos bairros São Francisco, Sobreira, São Brás e São Sebastião.

São ruas com pavimento antigo, algumas com mais de 20 anos, que foram pavimentadas com paralelepípedos. Para o recapeamento será usado CBUQ (asfalto quente), utilizado em rodovias e que tem maior resistência e durabilidade. Todas as ruas contempladas também ganharão pintura com sinalização horizontal e vertical.

Serão R$ 5,8 milhões investidos, fruto de uma emenda parlamentar destinada a Afogados da Ingazeira pelo deputado federal Pedro Campos. 

As máquinas já se encontram no município, e como são novas, recém saídas da fábrica, passarão essa semana por ajustes técnicos para que as pavimentações comecem na próxima semana pela rua Gustavo Fittipaldi e todas as suas travessas, no bairro São Sebastião.

Confira algumas das dezenas de ruas que receberão os serviços: Aparício Veras, Júlio Câmara, Simão Alves, Dario Mascena, Joaquim Nazário, Pedro Pires, Augusto Cerquinha, Antônio Vidal, Henrique Dias (todas no centro), Nelson Alves de Souza, no Sobreira, e Valdeci Xavier de Menezes, no São Brás.

Outras Notícias

Anotação cita R$ 3,4 milhões para ‘santo’ em obra no governo Alckmin

Do G1, em Brasília Manuscrito apreendido pela Lava Jato no escritório do executivo da Odebrecht Benedicto Barbosa da Silva Jr. sugere que houve formação de cartel e pagamento de propina em obra do governo Geraldo Alckmin (PSDB) em 2002, de acordo com reportagem publicada neste sábado (26) no jornal “Folha de S.Paulo”. A anotação, de […]

Do G1, em Brasília

manuscritoManuscrito apreendido pela Lava Jato no escritório do executivo da Odebrecht Benedicto Barbosa da Silva Jr. sugere que houve formação de cartel e pagamento de propina em obra do governo Geraldo Alckmin (PSDB) em 2002, de acordo com reportagem publicada neste sábado (26) no jornal “Folha de S.Paulo”.

A anotação, de uma página, tem como título o nome Mogi Dutra, em referência à obra de duplicação da rodovia. Logo abaixo, aparece escrito: “valor da obra = 68,730,00 (95% do preço DER)”. Depois, na linha seguinte, a anotação é: “custos c/ o santo = 3,436,500”. A palavra “santo” aparece escrita sobre a palavra “apóstolo”, que foi riscada.

Nas linhas seguintes, o manuscrito tem a expressão “acomodação de mercado”. Segundo a “Folha”, isso sugere que as empreiteiras que participaram da licitação da obra formaram cartel e depois dividiram os valores.

O jornal afirma ainda que a construtora que venceu a licitação foi a Queiroz Galvão, que apresentou o menor preço: R$ 68.678.651,60. As outras participantes da disputa, segunda a Folha, apresentaram preços acima de R$ 70 milhões, com variação pequena entre a que ficou em 2º lugar (a OAS) e a que ficou em 5º (a Odebrecht).

Segundo a “Folha”, o padrão de preços muito parecidos em licitações é parecido com o observado entre as mesmas construtoras nos contratos da Petrobras investigados na Lava Jato.

No manuscrito apreendido, há ainda uma anotação ao lado das iniciais da Construtora Norberto Odebrecht (CNO) o percentual de 19%. Segundo a “Folha”, esse é o percentual do contrato que caberia à construtora. Ao G1, a assessoria de imprensa do governador Alckmin e do DER disseram que quem deve dar respostas sobre as anotações é quem fez o manuscrito.

“A licitação para a referida obra foi vencida pela empresa Queiroz Galvão. Quem tem que explicar as anotações mencionadas pela reportagem é quem as fez. A licitação para a referida obra foi vencida pela empresa Queiroz Galvão. Como a regra do governo do Estado é a total transparência, o documento foi enviado para apuração da Corregedoria Geral da Administração. Já a partir de segunda-feira, o corregedor-geral,  Ivan Agostinho, irá requerer à Polícia Federal permissão para o acesso a depoimentos que esclarecem essas anotações.”, afirma nota do governo.

A Odebrecht não quis emitir comentários sobre os documentos apreendidos no escritório de seu executivo. “Os esclarecimentos foram prestados durante as oitivas realizadas pela Polícia Federal”, afirmou a construtora. A Queiroz Galvão afirmou que não comenta investigações em andamento.

Eduardo Bolsonaro ameaça eleições de 2026 e volta a atacar democracia brasileira

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a utilizar as redes sociais para ameaçar a democracia brasileira. Em publicação no X (antigo Twitter) nesta quinta-feira (2), o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro condicionou a realização das eleições de 2026 à aprovação de uma anistia ampla para investigados e condenados pelos atos golpistas de 8 de […]

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a utilizar as redes sociais para ameaçar a democracia brasileira. Em publicação no X (antigo Twitter) nesta quinta-feira (2), o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro condicionou a realização das eleições de 2026 à aprovação de uma anistia ampla para investigados e condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

“Sem anistia não haverá eleição em 2026”, escreveu o parlamentar, em tom de intimidação. Ele ainda afirmou que a anistia seria “o mínimo tolerável em defesa da democracia”, numa clara tentativa de inverter os papéis entre os que atacaram as instituições e aqueles que as defenderam.

A declaração provocou forte reação de analistas políticos e de setores democráticos. Para críticos, Eduardo Bolsonaro reforça, mais uma vez, o projeto autoritário da família, que tenta deslegitimar as instituições brasileiras ao mesmo tempo em que mantém articulações nos Estados Unidos — país onde o deputado passa longos períodos e onde o próprio Jair Bolsonaro se refugiou após deixar o poder.

O episódio expõe a estratégia bolsonarista de tentar transformar criminosos condenados pelos atos antidemocráticos em “perseguidos políticos”, ignorando que os ataques de 8 de janeiro deixaram claro o objetivo de destruir a democracia e instaurar um regime de exceção.

Ao colocar em xeque as eleições de 2026, Eduardo Bolsonaro age contra a Constituição, que garante a realização periódica e inegociável do processo eleitoral. O gesto revela, mais uma vez, que a família Bolsonaro não aceita a regra básica da democracia: o voto popular.

No Peru, presidente tentou golpe, foi destituído e preso

O presidente do Peru, Pedro Castillo, foi preso após ser destituído do cargo pelo Congresso do país. A decisão, votada nesta quarta-feira (7), ocorreu depois que o líder peruano dissolveu o Parlamento do país. Após Pedro Castillo decretar estado de exceção, nesta quarta-feira, uma sessão de emergência do Parlamento foi convocada, e o presidente destituído por “permanente incapacidade […]

O presidente do Peru, Pedro Castillo, foi preso após ser destituído do cargo pelo Congresso do país.

A decisão, votada nesta quarta-feira (7), ocorreu depois que o líder peruano dissolveu o Parlamento do país.

Após Pedro Castillo decretar estado de exceção, nesta quarta-feira, uma sessão de emergência do Parlamento foi convocada, e o presidente destituído por “permanente incapacidade moral”.

A moção de vacância foi apresentada com o apoio de 67 votos e admitida em debate com 101 votos a favor. Seis parlamentares votaram contra, e houve 10 abstenções.

O Congresso convocou Dina Boluarte, vice-presidente de Castillo, para assumir a presidência. “Repudio a decisão de Pedro Castillo de praticar a quebra da ordem constitucional com o fechamento do Congresso. Trata-se de um golpe de Estado, que agrava a crise política e institucional que a sociedade peruana terá que superar com apego estrito à lei”, escreveu Boluarte no Twitter.

A TV peruana mostrou Castillo e sua família deixando o palácio de governo. Além dele, estavam a mulher, Lilia Paredes, os filhos e a cunhada.

O Ministério Público do Peru anunciou que vai tomar ações legais após os decretos do presidente do Peru, que mandou fechar o Congresso. Em um vídeo, os procuradores Patricia Benavides, Zoraida Ávalos, Pablo Sánchez e Juan Carlos Villena afirmaram que o presidente tentou dar um golpe de Estado e que nenhuma autoridade pode se colocar acima da Constituição.

Tuparetama vai endurecer as medidas de enfrentamento a Covid-19

O comitê gestor de enfrentamento a Covid-19 de Tuparetama se reuniu na manhã desta terça-feira (12), com a promotora de Justiça Luciana Carneiro e com o representante da Polícia Militar, Tenente Adilson, para traçar novas estratégias e ações de impacto ao cumprimento das medidas de isolamento e distanciamento social no município. Preocupado com a baixa […]

O comitê gestor de enfrentamento a Covid-19 de Tuparetama se reuniu na manhã desta terça-feira (12), com a promotora de Justiça Luciana Carneiro e com o representante da Polícia Militar, Tenente Adilson, para traçar novas estratégias e ações de impacto ao cumprimento das medidas de isolamento e distanciamento social no município.

Preocupado com a baixa adesão da população às medidas de combate a pandemia, o prefeito Sávio Torres, solicitou o apoio do Ministério Público e Polícia Militar durante os trabalhos da Secretaria de Saúde e Vigilância Sanitária.

“Mesmo com a quantidade de ações que estamos realizando para minimizar os impactos do coronavírus em Tuparetama, nos deparamos com a falta de consciência sobre a gravidade do problema”, declarou Sávio.

A partir de agora as fiscalizações passam a ser mais rigorosas e entre as novas medidas para reduzir o fluxo de pessoas nas ruas, o município contará com um maior número de efetivo policial durante as rondas educativas e barreiras sanitárias.

A fiscalização vai atuar de forma intensa para orientar comerciantes e cidadãos e em casos de desobediência ou desacato, a pessoa pode ser conduzida até a delegacia para adoção de medidas legais cabíveis ou o comércio ser interditado.

Márcia diz não planejar romper com Duque e nega que a vice da chapa já tenha dono

A prefeita Márcia Conrado ouviu hoje um grupo de vereadores, secretários e aliados de peso como Carlos Evandro, no primeiro encontro sobre o cenário politico de 2024. Nomes que estiveram na reunião ouvidos pelo blog garantem que a prefeita foi categórica ao dizer que não há no seu planejamento intenção de romper com Luciano Duque, […]

A prefeita Márcia Conrado ouviu hoje um grupo de vereadores, secretários e aliados de peso como Carlos Evandro, no primeiro encontro sobre o cenário politico de 2024.

Nomes que estiveram na reunião ouvidos pelo blog garantem que a prefeita foi categórica ao dizer que não há no seu planejamento intenção de romper com Luciano Duque, que cobrou recentemente mais diálogo.

Disse que vem mantendo os compromissos firmados com o bloco e ouviu lideranças. Dentre os contrapontos ao Deputado, o de que ele precisa se posicionar como fiel ao bloco, deixando claro também estar plenamente alinhado e sem interesse de migrar à oposição.

Provocada, Márcia disse achar cedo para tratar de posicionamento dos vereadores e demais nomes em um ou outro partido. Márcia é do PT, mas tem boa reação com setores do PSB e PSDB.

Também disse que não tem compromisso nenhum com relação à vice, na frente de Carlos Evandro e Socorro Brito, desfazendo o rumor de que a vaga estaria garantida para Cacá Menezes.

Como encaminhamento, uma reunião será construída com o bloco e Luciano Duque, que não participou desse debate. Não se sabe se foi ou não convidado. Os dois vem tendo agendas distintas há alguns dias.

Vereadores como Ronaldo de Dja, Zé Raimundo, Nailson Gomes, Romero do Carro de Som, Rosimério de Cuca, China Menezes, Agenor Melo, Pinheiro do São Miguel e secretários aliados participaram da reunião, antes do almoço oferecido pela gestora e o marido, Breno Araújo. Dentre os nomes,  o vice-prefeito Márcio Oliveira e a presidente da FETAPE, Cícera Nunes.

“Hoje tive a felicidade de abrir as portas de minha casa para receber grandes amigos e lideranças de Serra Talhada. Um momento de união, onde conversamos sobre o desenvolvimento do município e reafirmamos o compromisso com o nosso povo”, disse em rede social.