Afogados: Neoenergia divulga esquema de atendimento para o Carnaval
Por André Luis
A Neoenergia Pernambuco montou um esquema especial de atendimento ao cliente durante o período de Carnaval em Afogados da Ingazeira.
Com a loja localizada na Rua Senador Paulo Guerra, no Centro da cidade, funcionando até esta sexta-feira (17), e reabrindo às 12h da Quarta-feira de Cinzas (22). A empresa vai reforçar o número de atendentes no teleatendimento, por meio do número 116. Além disso, os clientes ainda poderão ser atendidos via WhatsApp (81) 3217.6990, ou pelo site oficial.
“Montamos um esquema de atendimento robusto, com ampliação no 116, mais de 50 serviços à disposição no Whatsapp e o site oficial. Ninguém deixará de ser atendido durante todos os dias de Carnaval, seja para informar uma interrupção no fornecimento de energia ou solicitar algum serviço comercial. Tudo isso organizado junto com a área operacional, que está focada na continuidade e na qualidade do serviço com segurança”, afirmou Gustavo Santos, gerente comercial da Neoenergia Pernambuco.
Nas ruas, as equipes de plantão seguem reforçadas até a Quarta-feira de Cinzas, com um aumento de 40% no efetivo. No total, serão mais de 800 eletricistas diariamente nos principais polos carnavalescos de Pernambuco. Todo o sistema elétrico estará sendo monitorado no Centro de Operações Integradas (COI), que também recebeu um aumento de 30% no seu efetivo de controladores e engenheiros.
G1 Brasil fechou 12.292 vagas de trabalho com carteira assinada em novembro deste ano, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta quarta-feira (27). O número é a diferença entre as contratações, que somaram 1.111.798, e o de demissões no mês passado, que totalizaram 1.124.090. Em novembro, começou a vigorar […]
Brasil fechou 12.292 vagas de trabalho com carteira assinada em novembro deste ano, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta quarta-feira (27). O número é a diferença entre as contratações, que somaram 1.111.798, e o de demissões no mês passado, que totalizaram 1.124.090.
Em novembro, começou a vigorar a nova lei trabalhista que, entre as mudanças, trouxe a a possibilidade de contratos de trabalho intermitente e com jornada parcial. Conforme mostrou o G1, a metodologia de registro das vagas de contrato de trabalho intermitente nas estatísticas do Ministério do Trabalho pode inflar o número de postos criados a partir de agora.
O coordenador-geral de Estatísticas do Ministério do Trabalho, Mário Magalhães, confirmou nesta quarta que o governo registrará cada vínculo de trabalho intermitente de forma separada, mesmo que dois ou mais vínculos estejam relacionados a um mesmo trabalhador.
Ele disse também que o governo não tem como saber se esse trabalhador recebeu salário no mês em questão, considerando que, pela modalidade de contrato intermitente, ele pode ser registrado na base de dados de uma empresa, mas não ser convocado para trabalhar em um determinado mês.
“O escopo do Caged não traz a perspectiva da informação de quanto o trabalhador efetivamente recebeu. O Caged trata exclusivamente dos contratos de trabalho firmados e rescindidos, razão pela qual não há a menor possibilidade de que se divulguem dois índices de emprego”, declarou.
Magalhães acrescentou que, se um trabalhador recebeu salário na modalidade intermitente, essa informação estará disponível somente na Rais, cuja divulgação é feita anualmente. Com o resultado de novembro, foi interrompida uma série de sete meses seguidos em que as contratações superaram as demissões. O resultado foi o pior desde março de 2017 – quando foram fechadas 57.625 vagas.
Apesar das demissões, houve melhora frente a novembro de 2016, quando houve 116.747 demissões, e de 2015, quando 130.629 perderam o emprego.
“Isso não significa interrupção do processo de retomada do crescimento do país. A recuperação da economia vem ocorrendo de forma gradual e consistente”, afirmou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, em entrevista nesta quarta.
Os números de criação de empregos formais do acumulado de 2017, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo nos meses de janeiro a outubro. Os dados de novembro ainda são considerados sem ajuste. Para 2018, o governo estima que o Brasil deverá criar 1,78 milhão de empregos com carteiras assinadas.
Mobilização acontece na Praça da Independência, às 14h Do Blog da Folha A Praça da Independência, na área central do Recife, será palco para mais uma mobilização em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Lideranças sindicais, movimentos sociais e militantes se reúnem, na próxima segunda-feira (26), às 14h, com o objetivo de […]
Mobilização acontece na Praça da Independência, às 14h
Do Blog da Folha
A Praça da Independência, na área central do Recife, será palco para mais uma mobilização em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Lideranças sindicais, movimentos sociais e militantes se reúnem, na próxima segunda-feira (26), às 14h, com o objetivo de disseminar a campanha “Lula Livre” e mobilizar a população para defender o direito do petista ser candidato e convocar para manifestações junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). O órgão vai concluir o julgamento do habeas corpus de Lula no dia 4 de abril.
O presidente do PT-PE, Bruno Ribeiro, informou que o calendário de ações em defesa de Lula será mantido. “Até lá, toda militância deverá continuar na mobilização, os petistas estão de prontidão”, declarou.
Já o presidente da CUT-PE e coordenador da Frente Brasil Popular, Carlos Veras, fez a convocação pelas redes sociais. “Convido a todas as companheiras e todos os companheiros que acreditam na reconstrução da democracia para participarem de ampla reunião com todas as forças vivas da sociedade, objetivando a organização de uma grande ação em defesa de Lula, contra os golpistas”.
Na programação, estão previstas distribuição de panfletos, que falam sobre perseguição a Lula, autocolantes, além de microfone aberto.
A vereadora do Recife Aline Mariano, do Progressistas, disse ao Debate das Dez da Rádio Pajeú que não é mais candidata a Deputada Estadual. Segundo ele, seu apoio a Aline Mariano e a decisão de Eduardo da Fonte de recuar e voltar para a base da Frente Popular inviabilizam seu projeto, pois não teria sentido […]
A vereadora do Recife Aline Mariano, do Progressistas, disse ao Debate das Dez da Rádio Pajeú que não é mais candidata a Deputada Estadual.
Segundo ele, seu apoio a Aline Mariano e a decisão de Eduardo da Fonte de recuar e voltar para a base da Frente Popular inviabilizam seu projeto, pois não teria sentido ser candidata em outro palanque.
“Já conseguimos identificar a escolha do meu partido por outra aliança, que não é a que eu acredito. Eu tinha que fazer essa opção. Ou ser candidata sem poder fazer campanha colada a Marília Arraes ou seguiria o projeto por Marília”, disse, para afirmar não ser candidata. Perguntada se apoiaria Evângela Vieira, disse que não apoiará nomes de fora em Afogados.
Aline responde a críticas de que deveria ter reciprocidade a José Patriota, que a apoiou em 2018. Deixou claro que o seu grupo político tinha fechado apoio a Patriota em troca de seu apoio a João Campos em Recife, onde tem bases. “Patriota sabe que eu só apoiaria João Campos se Patriota nos apoiasse em Afogados. Patriota nos deu essa condição e apoiei João Campos no Recife”.
Lembrou que antes, em 2014, saiu sem apoio de Patriota, que votou em Anchieta Patriota de Carnaíba. Reclamou que não foi ouvida na composição da chapa majoritária em 2020 em Afogados. “Não fomos sequer consultados na chapa pra vice. Tenho carinho por Daniel Valadares, mas sequer fomos consultados. E se olhar a história direitinho tivemos perfil de lealdade. Patriota falou em reciprocidade, mas não me pediu o voto”.
Em evento marcado pela emoção, Ministro Edson Fachin homenageou servidores que recuperaram o Tribunal e exaltou a firmeza do Judiciário contra o autoritarismo. O Supremo Tribunal Federal (STF) realizou, nesta quinta-feira (8), o evento “8 de janeiro – Um dia para não esquecer”, marcando os três anos dos ataques que depredaram as sedes dos Três […]
Em evento marcado pela emoção, Ministro Edson Fachin homenageou servidores que recuperaram o Tribunal e exaltou a firmeza do Judiciário contra o autoritarismo.
O Supremo Tribunal Federal (STF) realizou, nesta quinta-feira (8), o evento “8 de janeiro – Um dia para não esquecer”, marcando os três anos dos ataques que depredaram as sedes dos Três Poderes em Brasília. O atual presidente da Corte e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Ministro Edson Fachin, aproveitou a data para inaugurar exposições e reafirmar o compromisso do tribunal com a segurança jurídica e o Estado de Direito.As mãos que reergueram o tribunal
O ponto central da cerimônia foi o reconhecimento aos trabalhadores que atuaram na linha de frente após a invasão. Fachin inaugurou a exposição “Mãos da Reconstrução” e lançou o documentário “Democracia inabalada: mãos da reconstrução”, ambos dedicados aos servidores que limparam entulhos, restauraram obras de arte e reinstalaram vidraças nos dias seguintes ao ataque.
O ministro destacou a resiliência desses profissionais, que permitiram ao STF retomar suas atividades apenas 24 dias após a depredação, no dia 1.º de fevereiro de 2023. “Ao defenderem este prédio, defenderam também a Lei Fundamental do nosso país”, afirmou o magistrado.
Defesa de Alexandre de Moraes e rigor institucional
Durante o discurso, Fachin fez questão de elogiar a atuação do Ministro Alexandre de Moraes na condução dos inquéritos e ações penais decorrentes dos atos. O presidente do STF frisou que a firmeza de Moraes não deve ser confundida com “jactância” ou “bravata”, mas sim como o cumprimento rigoroso do dever de ofício, muitas vezes com sacrifícios pessoais e familiares.
Citando o jurista Karl Popper e o Ministro aposentado Celso de Mello, Fachin lembrou que “a tolerância ilimitada conduz à destruição da própria tolerância”, justificando a necessidade de uma postura enérgica contra atos antidemocráticos.
Memória contra o “anestesiamento” social
Utilizando referências literárias de Machado de Assis, o ministro alertou para o perigo de o tempo apagar a gravidade dos fatos. Para ele, o dever da Corte é evitar que a sensibilidade da sociedade seja “anestesiada”, garantindo que a memória do “malfeito” e de quem se levantou contra ele permaneça viva.
O evento também contou com espaços de debate voltados para a sociedade civil e a imprensa:
Roda de Conversa: Participação dos jornalistas Wesley Galzo (Estadão), Gabriela Biló (Folha de S. Paulo) e Marina Dias (Washington Post) sobre a cobertura dos ataques.
Mesa-Redonda: Discussão com especialistas como o historiador Carlos Fico, o teólogo Ronilso Pacheco, a advogada Juliana Maia e o jornalista Felipe Recondo.
A Constituição como limite e horizonte
Ao encerrar, Fachin reiterou que o 8 de janeiro não deve ser lembrado apenas pelo vandalismo e pelo ódio, mas também pela vontade de reconstruir e pelo compromisso inabalável com a democracia. Ele reforçou que manifestações políticas são legítimas, mas não podem amparar ações que coloquem em risco pilares como eleições livres e o pluralismo político.
“O preço da democracia e da liberdade é uma eterna vigilância”, concluiu o ministro, afirmando que o tribunal seguirá em diálogo respeitoso com os demais Poderes, mantendo-se como guardião da Constituição de 1988. Leia aqui a íntegra do discurso de Fachin.
O deputado estadual e prefeito eleito de Sertânia, no Sertão do Moxotó, Ângelo Ferreira, se reuniu, nesta terça-feira (22), com o reitor da Universidade de Pernambuco (UPE), Pedro Falcão, no Recife. O encontro tem como ponto central a realização de um curso universitário instalado na cidade. A iniciativa tem o apoio e o incentivo do governador, Paulo […]
O deputado estadual e prefeito eleito de Sertânia, no Sertão do Moxotó, Ângelo Ferreira, se reuniu, nesta terça-feira (22), com o reitor da Universidade de Pernambuco (UPE), Pedro Falcão, no Recife.
O encontro tem como ponto central a realização de um curso universitário instalado na cidade.
A iniciativa tem o apoio e o incentivo do governador, Paulo Câmara, que durante a campanha nestas eleições destacou a intenção de levar curso superior ao município. A reunião com o reitor tratou ainda da possibilidade de suporte da instituição para realizar outros cursos, na região, além dos universitários.
“A parceria com a UPE, certamente, vai render bons frutos para os sertanienses. É um compromisso meu com o povo, está no meu plano de governo e vou lutar para realização”, comentou o deputado.
A instituição, historicamente, já realizou parceria com o município na formação de educadores e traz de volta a esperança dos sertanienses de contar com Educação Superior, na cidade. A chegada da Universidade já é uma realidade, em Sertânia, por meio da Educação à Distância (EAD). O vestibular, que aconteceu no último final de semana, ofereceu cinco cursos, que começarão já no ano letivo de 2017.
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