Afogados: não conseguiu agendar a vacina contra Covid-19 na sua faixa etária? Saiba como fazer
Por André Luis
Por André Luis
A coordenadora da Vigilância em Saúde de Afogados da Ingazeira, Aline Rodrigues, informou durante entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, nesta segunda-feira (09.08), que as pessoas com 29 anos ou mais, que por algum motivo não conseguiram agendar a vacinação contra a Covid-19, podem alterar o grupo e fazer o agendamento no site ou aplicativo.
“Isso só não vale para as pessoas que recusaram se vacinar por escolher o imunizante, ou recusaram e se arrependeram. Estas pessoas, infelizmente, só poderão fazer reagendamento no final da campanha, quando todas as outras faixas etárias forem vacinadas”, explicou Aline.
Para as pessoas que não conseguiram se vacinar dentro da sua faixa etária que já teve o agendamento encerrado, basta entrar no site ou aplicativo clicar em “Alterar meu cadastro” (veja as imagens acima) e na nova página que abrir escolher uma das opções disponíveis. Vai aparecer um alerta informando que caso você queira alterar os anexos de comprovante de residência ou identificação, você deve ir para o site Imuniza, clica em “entendi” e logo depois vai abrir o seu cadastro, para casos queira, fazer alguma alteração. Depois clica em “Completar Cadastro” e faça o seu agendamento.
O município de Iguaracy promoveu, nos dias 3 e 5 de maio, duas agendas voltadas ao fortalecimento das políticas culturais locais. As atividades reuniram representantes do poder público, da sociedade civil e da rede criativa regional, com foco na construção coletiva de estratégias para o desenvolvimento do setor. No sábado (3), o Centro de Múltiplo […]
O município de Iguaracy promoveu, nos dias 3 e 5 de maio, duas agendas voltadas ao fortalecimento das políticas culturais locais.
As atividades reuniram representantes do poder público, da sociedade civil e da rede criativa regional, com foco na construção coletiva de estratégias para o desenvolvimento do setor.
No sábado (3), o Centro de Múltiplo Uso (CEMUPI) sediou um encontro da rede criativa éPAJEÚ, promovido por Territórios Empreendedores, Sebrae, Instituto de Assessoria para o Desenvolvimento Humano (IADH) e pela Prefeitura de Iguaracy. A atividade contou com representantes de diversos municípios do Sertão do Pajeú e teve como objetivo validar e organizar diretrizes prioritárias para o desenvolvimento local por meio da cultura.
A programação incluiu oficina coletiva conduzida por Karina Zapata (IADH/Sebrae-PE), visitas a produtores de arte e cultura de Iguaracy e momentos de troca de experiências entre os participantes. A exposição de artistas locais também integrou a agenda, contribuindo para o intercâmbio e a valorização da produção cultural da região.
Já nesta segunda-feira (5), a sede da Secretaria Municipal de Educação e Esportes recebeu o encontro de elaboração do Plano Municipal de Cultura. A reunião contou com a presença do vice-prefeito e secretário de Administração e Desenvolvimento Econômico, Marcos Melo, que representou o prefeito Pedro Alves, em agenda no Recife. Também participaram os secretários de Cultura e Turismo, Marcone Melo e Rodrigo Faustino, além de produtores culturais, artistas, professores e representantes de movimentos sociais.
Durante o encontro, a professora Maria das Dores apresentou as etapas do processo participativo de construção do plano, que busca estabelecer diretrizes para a política cultural do município com base na escuta da comunidade e na valorização das manifestações locais.
Para Marcos Melo, a participação popular é fundamental. “O envolvimento de toda a sociedade é essencial para que o nosso plano seja efetivo e representativo”, afirmou.
A construção do Plano Municipal de Cultura e o fortalecimento da rede éPAJEÚ fazem parte do esforço da gestão municipal de Iguaracy para consolidar a cultura como vetor de desenvolvimento econômico, social e identitário, em diálogo com políticas públicas de longo prazo e com o apoio de instituições parceiras.
Em um documento enviado à CPI da Covid, o Ministério da Saúde informou que os medicamentos cloroquina, hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina não devem ser utilizados em pacientes hospitalizados por causa da Covid-19. O documento é uma nota técnica da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do Sistema de Saúde (Conitec), e foi enviado em resposta […]
Em um documento enviado à CPI da Covid, o Ministério da Saúde informou que os medicamentos cloroquina, hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina não devem ser utilizados em pacientes hospitalizados por causa da Covid-19.
O documento é uma nota técnica da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do Sistema de Saúde (Conitec), e foi enviado em resposta a um requerimento do senador Humberto Costa (PT-PE). No documento, Costa solicitou informações sobre o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas relativas ao tratamento da Covid-19.
Segundo a Conitec, os medicamentos do chamado kit covid foram testados e não mostraram benefícios clínicos.
“Alguns medicamentos foram testados e não mostraram benefícios clínicos na população de pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados, sendo eles: hidroxicloroquina ou cloroquina, azitromicina, lopinavir/ritonavir, colchicina e plasma convalescente. A ivermectina e a associação de casirivimabe + imdevimabe não possuem evidência que justifiquem seu uso em pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados nessa população”, diz o documento.
Essas diretrizes, conforme indica a nota, foram aprovadas por unanimidade pelos membros da Conitec em maio e “devem ser seguidas nos serviços de saúde, públicos ou privados, que prestam atendimento a pacientes diagnosticados com Covid-19”.
Geneci Alves, 54 anos, morador do Sítio Queimadas, município de Iguaracy, morreu esta manhã depois de dias internado na UTI do Hospital Osvaldo Cruz em Recife, acometido de leshmaniose visceral. É a segunda vítima de que se tem notícia no Pajeú. Em 31 de maio, a morte de Rafael de Deus Soares, 28 anos, levantou o […]
Risco de contaminação por conta de cães de rua com a leshmaniose é grande na região. Na foto, flagrante em Afogados da Ingazeira
Geneci Alves, 54 anos, morador do Sítio Queimadas, município de Iguaracy, morreu esta manhã depois de dias internado na UTI do Hospital Osvaldo Cruz em Recife, acometido de leshmaniose visceral.
É a segunda vítima de que se tem notícia no Pajeú. Em 31 de maio, a morte de Rafael de Deus Soares, 28 anos, levantou o debate sobre as políticas de controle de cães de rua nas cidades do Pajeú. Ele na mesma unidade em que Geneci está internado.
Rafael era dono de um lava jato na cidade, casado e tinha um filho. Desde fevereiro, começou a apresentar os primeiros sintomas, mas a doença foi diagnosticada no Hospital Maria Rafael de Siqueira depois de alguns dias sem um diagnóstico, pelo fato de que a doença não é fácil de ser notificada.
Familiares de Geneci entraram em contato com a Rádio Pajeú fazendo um apelo para combate aos chamados cães de rua, principais responsáveis pela contaminação do vetor, o mosquito palha.
Veterinários e médicos acreditam que há subnotificação em toda a região, pois os sintomas se confundem com os de outras doenças. Ou seja, o número real de casos pode ser bem maior.
Entenda a doença: a Leishmaniose Visceral é uma doença infecciosa sistêmica, caracterizada por febre de longa duração, aumento do fígado e baço, perda de peso, fraqueza, redução da força muscular, anemia e outras manifestações.
Pessoas residentes em áreas onde ocorrem casos de Leishmaniose Visceral, ao apresentarem esses sintomas, devem procurar o serviço de saúde mais próximo e o quanto antes, pois o diagnóstico e o tratamento precoce evitam o agravamento da doença, que pode ser fatal se não for tratada.
Leishmaniose Visceral é uma zoonose de evolução crônica, com acometimento sistêmico e, se não tratada, pode levar a óbito até 90% dos casos. É transmitida ao homem pela picada de fêmeas do inseto vetor infectado. No Brasil, a principal espécie responsável pela transmissão é a Lutzomyia longipalpis. Raposas (Lycalopex vetulus e Cerdocyon thous) e marsupiais (Didelphis albiventris) têm sido apontados como reservatórios silvestres. No ambiente urbano, os cães são a principal fonte de infecção para o vetor.
Nos animais, os sintomas são crescimento das unhas, magreza extrema, perca de pelo e feridas no corpo. O caso alertou os setores de vigilância em saúde e Epidemiológica. Em cidades como Afogados, há registros de aumento no número de animais de rua. Por outro lado, um debate com grupos de defesa dos animais que muitas vezes criticam o sacrifício de cães doentes.
A Secretaria de Assistência Social da Prefeitura de Arcoverde realiza, na próxima quinta-feira, 6 de junho, Assembleia Geral com moradores do Residencial Maria de Fátima Freire, sobre o Projeto de Moradia Urbana com Tecnologia Social – MUTS. A iniciativa acontece a partir das 19h, no espaço comunitário de eventos do local. A Assembleia geral terá […]
A Secretaria de Assistência Social da Prefeitura de Arcoverde realiza, na próxima quinta-feira, 6 de junho, Assembleia Geral com moradores do Residencial Maria de Fátima Freire, sobre o Projeto de Moradia Urbana com Tecnologia Social – MUTS. A iniciativa acontece a partir das 19h, no espaço comunitário de eventos do local.
A Assembleia geral terá a participação do Grupo de Acompanhamento Local – GAL, coordenadores da Secretaria de Assistência Social – SAS, além de representantes do Banco do Brasil, Compesa e da Associação de Orientação às Cooperativas do Nordeste – Assocene.
O MUTS é desenvolvido tanto nas comunidades urbanas, quanto rurais, com recursos oriundos da Fundação Banco do Brasil. “O projeto visa fomentar a organização dos moradores do Residencial por meio da replicação de tecnologias sociais, como forma de impulsionar a promoção do desenvolvimento social”, afirma a secretária de Assistência Social de Arcoverde, Patrícia Padilha.
As ações do MUTS na referida comunidade irão contemplar: mobilização de famílias; recenseamento de famílias; capacitação de famílias em educação ambiental, financeira, institucional e patrimonial; realização de intercâmbios entre comunidades e, elaboração de diagnóstico para levantamento de demandas sociais.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou ao prefeito de Agrestina, Thiago Nunes, extinguir todos os contratos de mão de obra temporários do município. A medida visa diminuir os gastos e permitir a nomeação dos candidatos aprovados no concurso realizado em 2017, que ainda não foram chamados. Segundo o promotor de Justiça Leôncio Tavares dias, […]
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou ao prefeito de Agrestina, Thiago Nunes, extinguir todos os contratos de mão de obra temporários do município.
A medida visa diminuir os gastos e permitir a nomeação dos candidatos aprovados no concurso realizado em 2017, que ainda não foram chamados.
Segundo o promotor de Justiça Leôncio Tavares dias, no texto da recomendação, o poder público contratou 3.105 servidores de forma temporária desde 2009 até 2017, o que é proibido pelas Leis nº 883/1999, nº 805/1993 e nº 1061/1997, as quais afirmam que só é permitida a contratação de servidores temporários por, no máximo, quatro anos.
Por fim, o MPPE orienta que a Prefeitura se abstenha de contratar servidores públicos por meio de contratos temporários até que todos os candidatos aprovados no último concurso público, homologado em 5 de junho de 2018, sejam nomeados, hipótese em que deverá realizar processo seletivo simplificado objetivo e impessoal.
Você precisa fazer login para comentar.