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Afogados: MP questiona consumo mínimo para pagamento de taxa da Compesa

Por André Luis

Órgão também cobra manutenção de fluxo d’água e compromisso com rodízio de abastecimento.

Por André Luis

O promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, informou, nesta sexta-feira (9), durante entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, que o Ministério Público, fez alguns encaminhamentos e cobranças à Compesa, durante reunião.

Entre os encaminhamentos. O primeiro com relação à dificuldade de abastecimento em Afogados da Ingazeira, identificada pelo grande número de reclamações de clientes, tanto na Rádio Pajeú, como no próprio Ministério Público.

“A Compesa colocou a redução da captação no ramal de Sertânia por conta da diminuição do fluxo no canal. Existe uma obra no valor de R$2 milhões, que está sendo feita para que essa captação deixe de ser feita no canal e passe a ser feita numa barragem, e aí, o sistema fica estabilizado e não teria essa questão de fluxo de maior ou menor quantidade de água. Mas essa obra ainda não foi concluída, então para que aja a normalização do abastecimento em Afogados da Ingazeira e Tabira seria necessário que o fluxo de água no canal seja mantido pelo operador, que é, no caso, o Dnocs e o Governo Federal”, informou.

O promotor informou também, que foi feito um ofício ao Governo Federal, para que nesse período de transição seja mantido esse fluxo “que foi liberado inclusive, por conta da visita do presidente e a informação da Compesa é de que não estava tendo problemas, mas vimos ainda durante esta semana algumas reclamações. Mesmo que seja regularizado agora, se a qualquer momento diminuir, volta tudo de novo”, destacou o promotor.

Outro encaminhamento, segundo Lúcio Almeida, foi o pedido de informação sobre quando se concluí essa obra.

O promotor informou ainda, que outro ponto discutido na reunião, foi com relação à situação tarifária da companhia. Ele disse que o Ministério Público não se contenta com a situação, onde os clientes pagam por um serviço, que não é prestado. 

“Se existiram vários dias de falta de abastecimento, haveria de ter uma compensação financeira, em relação às contas, ao pagamento. Porque não é justo, ao ver de qualquer pessoa, não só da promotoria que você recebe um ou dois dias e pague como se tivesse recebido o mês inteiro”. 

Lúcio Almeida disse que essa questão foi aprofundada e que existe hoje pela norma vigente a tarifa mínima, mas disse que o Ministério Público está brigando para que aja mudanças na forma como a tarifa é cobrada.

“As pessoas que estavam presentes na reunião, não tem o poder de mudar isso, mas estamos oficiando a presidência da Compesa e Arpe, que faz essa regulação, com relação a essa taxa mínima, que é cobrada de 1 a 10 mil litros. Então, se você receber 10, ou 500, ou 9.500 litros, vai pagar a mesma coisa. Eu penso que isso tem que ser revisto, porque teria que ter um valor maior para ser o limite mínimo, porque se você receber num mês 100 litros é praticamente nada”, afirmou.

O promotor disse acreditar que o ideal seria elevar o consumo mínimo para 1.000 litros, “ai você paga a taxa, se não receber fica isento, Eu defendi essa mudança, mas as pessoas na reunião não tem o poder para isso e ficamos de colocar esta questão para a presidência da companhia e para a Arpe, que pode reunir um conselho para deliberar e editar essa mudança tarifária”, informou.

“Esse questionamento, se não for resolvido por via administrativa, ainda assim judicialmente pode ser questionado para em relação a esse período que faltou o abastecimento regular ter uma compensação financeira”, destacou Lúcio Almeida.

O promotor informou ainda, que a Compesa ficou de enviar um calendário de rodízio dos bairros de Afogados da Ingazeira, e que será cobrado da companhia o seguimento a risca desse calendário. Também que a população observe se o rodízio está sendo seguido e caso não, comunique a Compesa, que se comprometeu em receber as demandas e equalizar os problemas. Ainda pediu para que o Ministério Público, seja comunicado caso aja quebra no rodízio.

Outras Notícias

Suposto cartel do gás em ST: Câmara vai cobrar explicações, de novo, ao MPPE

Farol de Notícias Analisando as críticas que o empresário João Batista Carvalho, da Copagas, disparou contra vereadores de Serra Talhada  após questionamento sobre o alto preço do botijão de gás na cidade, o vereador Zé Raimundo revelou que na próxima segunda (18) a Câmara de Vereadores vai tomar uma providência. Segundo ele, a Mesa Diretora da […]

Farol de Notícias

Analisando as críticas que o empresário João Batista Carvalho, da Copagas, disparou contra vereadores de Serra Talhada  após questionamento sobre o alto preço do botijão de gás na cidade, o vereador Zé Raimundo revelou que na próxima segunda (18) a Câmara de Vereadores vai tomar uma providência.

Segundo ele, a Mesa Diretora da Casa Legislativa irá protocolar um pedido de informações junto ao Ministério Público (MPPE) afim de saber o andamento das investigações sobre a suspeita de prática de cartel na venda de botijão de gás na cidade.

O pedido de investigação ao MPPE foi feito em 2017 e desde então o gás só faz aumentar de valor em todas as revendedoras.

“Nós reunimos a Mesa Diretora [da Câmara] e na próxima segunda-feira (18), vamos protocolar no Ministério Público uma solicitação de informação sobre como anda o processo, se foi concluído, para que a gente possa dá uma resposta à sociedade”, revelou Zé Raimundo em entrevista neste sábado (16), ao programa Farol de Notícias, na rádio Vilabela FM.

“Eu continuo com o respeito a todos os vendedores [de botijão de gás], mas não vou deixar de continuar representando as pessoas. Hoje mesmo minha esposa comprou um botijão na esquina lá de casa a R$ 90”, disse Zé Raimundo, lamentando que a polêmica ainda não tenha encontrado um desfecho satisfatório: “Eu vejo com tristeza tudo isso.”

Zé acrescentou que respeita o posicionamento crítico do empresário João Batista Carvalho, mas ponderou que ainda continua sem entender os motivos dos altos preços praticados na cidade.

“A gente tem obrigação de representar o sentimento das pessoas. Em 2017, nós levantamos esse questionamento. Primeiro que respeito todos os empresários e acho que todos têm o direito e legitimidade de negociar, não estou questionando isso. O que eu levantei, em 2017, e o questionamento é ainda o mesmo de hoje: como se justifica o preço em Serra Talhada? E você vai em Calumbi, Custódia, Petrolina e todas as outras cidades estão praticando preços bem menores? Foi isso que fundamentou a minha denúncia ao Ministério Público.”

Raquel Lyra cumpre agenda em Sertânia e Serra Talhada

Afogados poderá entrar na agenda, apurou Coluna Coluna do Domingão deste domingo (17), apurou com exclusividade, que a governadora Raquel Lyra terá nova agenda no Sertão entre terça-feira (19) e quinta-feira (21).  Estão confirmadas Sertânia e Serra Talhada. No Moxotó,  deve fortalecer o nome de Pollyanna Abreu.  E em Serra Talhada,  mais uma visita a […]

Afogados poderá entrar na agenda, apurou Coluna

Coluna do Domingão deste domingo (17), apurou com exclusividade, que a governadora Raquel Lyra terá nova agenda no Sertão entre terça-feira (19) e quinta-feira (21). 

Estão confirmadas Sertânia e Serra Talhada. No Moxotó,  deve fortalecer o nome de Pollyanna Abreu.  E em Serra Talhada,  mais uma visita a Márcia Conrado, de quem Raquel disse ser fã há poucos dias.

E Afogados?

No Médio Pajeú,  o blog apurou que segue a cobrança para que a governadora venha a Afogados da Ingazeira,  terra em que os governadores socialistas eram arroz de festa.

Por tudo que o blog apurou, há o desejo do prefeito Sandrinho de recebê-la, com direito a tapete vermelho.  Até agora, ela só tem pisado em municípios onde tem segurança de boa recepção administrativa e política. Assim,  ainda há uma possibilidade. 

O Gerente de Articulação Regional da Casa Civil,  Mário Viana Filho,  também estaria atuando para firmar a primeira vinda de Raquel como governadora a essas terras.

Reitor da UPE participa da Caravana da Inovação em Garanhuns e Caruaru

O Armazém da Criatividade de Caruaru, sediou  a quinta edição dos seminários da Caravana da Inovação, promovida pela Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), que tem como objetivos discutir com a sociedade o Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco, estimular a construção de Sistemas Territoriais de Inovação e promover workshop de […]

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O Armazém da Criatividade de Caruaru, sediou  a quinta edição dos seminários da Caravana da Inovação, promovida pela Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), que tem como objetivos discutir com a sociedade o Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco, estimular a construção de Sistemas Territoriais de Inovação e promover workshop de inovação junto aos empresários locais.

A penúltima etapa dos seminários, que já passou por Petrolina, Araripina, Serra Talhada e Garanhuns, contou com a participação do Reitor da Universidade de Pernambuco (UPE), Prof. Pedro Falcão, que assinou, com o Diretor de Inovação do Porto Digital, Guilherme Calheiros, um convênio de cooperação técnica.

O convênio permite que aos professores e estudantes da UPE desenvolver atividades e projetos no Armazém da Criatividade. “Estamos formalizando o que já vinha acontecendo na prática. Na verdade, nossos estudantes do curso de Sistema de Informação do campus do Agreste já estavam em contato permanente com o Armazém da Criatividade de Caruaru. Agora, ampliamos essa oportunidade”, explicou o reitor.

A consolidação de todo esse trabalho será na próxima sexta-feira (02/09), no auditório do Itep, no Recife, última etapa da Caravana.

O seminário também passou pela cidade de Garanhuns, no Agreste Meridional. Contou com a participação de mais de 80 pessoas, dentre empresários e representantes de instituições locais, que tiveram a oportunidade de conhecer as linhas de financiamento para desenvolvimento de pesquisas e soluções tecnológicas, no Workshop da Inovação.

O reitor da UPE esteve acompanhado da Pró-reitora de pós-graduação, pesquisa e inovação da Universidade, Profa. Tereza Cartaxo, pelo coordenador geral de Pós-graduação, Prof. Sergio Campello, pelo vice-diretor do campus da UPE em Garanhuns, Caruaru, Salgueiro, Arcoverde e Serra Talhada, Prof. Henrique Carneiro, pelo Assessor de gabinete, Renan Albino, e pela professora da Universidade de Illinois, Anu Gokhale, detentora da Cátedra Fulbright-FACEPE 2016-2017, para área de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Matemática e Computação (STEM+C).

Gilberto Ribeiro e Marconi Santana discutem parceria com a Caixa

Na manhã desta quinta-feira (27), o prefeito de Flores, Gilberto Ribeiro, e o Secretário de Governo, Marconi Santana, receberam uma comitiva da Caixa Econômica Federal, composta por Vinícius Almeida, Superintendente Executivo de Governo; Ivo Nunes, Gerente Geral da Agência Serra Talhada; Rafael Arruda, Coordenador da REGOV Petrolina; e Edi Carlos, Gerente de Governo. O encontro […]

Na manhã desta quinta-feira (27), o prefeito de Flores, Gilberto Ribeiro, e o Secretário de Governo, Marconi Santana, receberam uma comitiva da Caixa Econômica Federal, composta por Vinícius Almeida, Superintendente Executivo de Governo; Ivo Nunes, Gerente Geral da Agência Serra Talhada; Rafael Arruda, Coordenador da REGOV Petrolina; e Edi Carlos, Gerente de Governo.

O encontro teve como objetivo discutir parcerias estratégicas que irão impulsionar o desenvolvimento do município e proporcionar melhorias reais para a população.

“Entre os temas abordados, destacaram-se projetos essenciais nas áreas de infraestrutura, programas sociais e o Minha Casa Minha Vida, que visam não apenas melhorar a qualidade de vida dos florenses, mas também abrir portas para novos investimentos e oportunidades”, destacou a assessoria de comunicado do prefeito.

“A parceria com a Caixa Econômica Federal é considerada um pilar fundamental para o avanço de Flores, proporcionando acesso a recursos que farão a diferença no cotidiano das famílias”, emendou a assessoria.

Em suas declarações, o prefeito Gilberto Ribeiro e o Secretário Marconi Santana ressaltaram a importância de estreitar ainda mais os laços com a Caixa, destacando que essas ações são fundamentais para o progresso da cidade.

“Ambos reforçaram o compromisso de trabalhar lado a lado com a instituição para transformar Flores em um exemplo de desenvolvimento e bem-estar, sempre buscando garantir mais oportunidades para todos”, concluiu a nota da assessoria.

Duque lamenta sobrecarga fiscal para municípios em debate na Rádio Jornal

Gestor ainda fez referência ao caixa zerado no Fundo Previdenciário quando assumiu. E Miguel Coelho disse que no Palácio hoje faltam recursos para os municípios. “Lá só pra tomar café e comer castanha”.  Participando do Debate da Super Manhã com  o comunicador Geraldo Freire na Rádio Jornal, os prefeitos Miguel Coelho, de Petrolina e Isaías […]

Gestor ainda fez referência ao caixa zerado no Fundo Previdenciário quando assumiu. E Miguel Coelho disse que no Palácio hoje faltam recursos para os municípios. “Lá só pra tomar café e comer castanha”. 

Participando do Debate da Super Manhã com  o comunicador Geraldo Freire na Rádio Jornal, os prefeitos Miguel Coelho, de Petrolina e Isaías Régias, de Garanhuns, o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, aproveitou o programa para falar sobre a situação da Capital do Xaxado  deu detalhes sobre economia, investimentos para o turismo e outros assuntos.

Duque lamentou o cenário atual. “As prefeituras vem passando por dificuldade desde a Constituição de 88 que transferiu serviços pro município, mas o repasse é cada vez menor. Cada  vez menos recursos para implementar essas politicas”. Não faltaram críticas nem aos aliados Lula e Dilma. “Quando o governo Lula Dilma quis desonerar a indústria na crise tirou dinheiro dos municípios. É muito bom passar o chapéu alheio aprofundando essa crise”.

Ao avaliar a crise dos fundos próprios de previdência, Duque criticou indiretamente o antecessor Carlos Evandro. “Não houve um cuidado para que as alíquotas viabilizassem a previdência própria. Os municípios estão pré falidos em função de sua previdência. Em Serra, a folha é de R$ 2 milhões. Quando assumi a previdência não tinha um centavo nos cofres da previdência”, reclamou.

Também criticou da partilha entre federação e municípios. “Temos apenas 19% do bolo tributário e o povo vai em busca de serviços é no município”.

Já o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, chamou a atenção ao ironizar a falta de recursos do estado. Perguntado por Geraldo Freire se iria passar no Palácio em busca de recursos, veio com essa: “Aqui só pra tomar café e comer castanha. Desde 2014 Petrolina não recebe o FEM. Desde janeiro de 2017 o governo não faz repasse da atenção básica, seja de farmácia, seja de SAMU. Ou acaba o FEM ou ajustar as contas. Tem muita coisa em aberta”.

Para ouvir o debate na íntegra, clique aqui.