Afogados: motoristas recebem equipamentos de proteção individual
Por André Luis
No próximo domingo, 25 de julho, celebra-se o dia do motorista, essa importante categoria profissional. E antecipando a comemoração desta data, o prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, entregou equipamentos de proteção individual aos motoristas que atuam na condução das máquinas e veículos pesados da gestão municipal.
Cada kit continha luvas, botas, chapéu protetor, camisa de malha protetora UVB, protetor auricular e óculos.
Os motoristas foram recepcionados logo cedo com um café da manhã, na sede da Secretaria Municipal de Transportes. Lá, eles também puderam fazer exames como hemograma, conferindo as taxas de triglicerídeos, glicose e colesterol, bem como fazer o teste voluntário para HIV, Sífilis e hepatite.
Todos os motoristas já foram devidamente vacinados contra a covid-19, pois estão em contato direto com a população, tanto nos bairros quanto na zona rural.
“Nós também providenciamos, em nosso programa de saúde ocupacional, para que todos fizessem exames de audiometria e oftalmológico, e agora estamos encaminhando a realização de exames cardiológicos. Esta será uma ação permanente, exames que serão realizados de forma rotineira,” informou a Secretária de Transportes de Afogados, Flaviana Rosa.
Além de Flaviana Rosa, o Prefeito Alessandro Palmeira esteve acompanhado, na entrega, do Vice-Prefeito Daniel Valadares e do Secretário Municipal de Agricultura, Rivélton Santos. A entrega ocorreu na manhã desta sexta (23), na Secretaria Municipal de Transportes.
“Quero agradecer a todos pelo trabalho realizado, e dizer que essa será uma política permanente de valorização dos nossos servidores. Vocês precisam estar bem para poder atender bem ao nosso povo, que é, na verdade, quem paga os nossos salários. Temos que retribuir com muito trabalho e muito empenho, para fazer bem o que a população necessita e reivindica,” destacou o Prefeito de Afogados, Alessandro Palmeira.
O Agreste de Pernambuco passa a contar, a partir dessa semana com um Centro de Hemodiálise. Construída no terreno do Hospital Mestre Vitalino, no município de Caruaru, a unidade, que recebeu investimentos de R$ 3,5 milhões, tem capacidade para realizar quase cinco mil sessões por mês, beneficiando a população de 53 municípios que compõem a […]
O Agreste de Pernambuco passa a contar, a partir dessa semana com um Centro de Hemodiálise.
Construída no terreno do Hospital Mestre Vitalino, no município de Caruaru, a unidade, que recebeu investimentos de R$ 3,5 milhões, tem capacidade para realizar quase cinco mil sessões por mês, beneficiando a população de 53 municípios que compõem a IV e V regionais de saúde.
A inauguração ocorreu nesta manhã de segunda e contou com a presença do governador Paulo Câmara e outras autoridades estaduais.
“Este centro irá atender não apenas Caruaru, mas as demais regiões do nosso Estado. Vai encurtar distâncias para quem precisa deste serviço e terá uma qualidade enorme para a gente melhorar cada vez mais a saúde pública de Pernambuco”, destacou o governador.
O espaço, com mais 1 mil m² de área construída, tem capacidade para atender mais de 350 pacientes/mês e foi viabilizado por emenda parlamentar do deputado federal Wolney Queiroz.
“Esta é uma obra que reforça o compromisso do governador Paulo Câmara com a descentralização e interiorização da assistência médica especializada em Pernambuco”, ressaltou o secretário estadual de Saúde, André Longo.
UOL O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), apresentou hemorragia interna no fígado após procedimento para demarcação da lesão tumoral, informou boletim médico divulgado hoje à tarde pelo Hospital Sírio-Libanês. O prefeito foi encaminhado para a UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) para ser constantemente monitorado. Segundo o comunicado, o sangramento foi controlado por arteriografia […]
O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), apresentou hemorragia interna no fígado após procedimento para demarcação da lesão tumoral, informou boletim médico divulgado hoje à tarde pelo Hospital Sírio-Libanês. O prefeito foi encaminhado para a UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) para ser constantemente monitorado.
Segundo o comunicado, o sangramento foi controlado por arteriografia [procedimento que capta imagens dos vasos sanguíneos para verificar a presença de obstruções ou dilatações] e embolização [para impedir a irrigação sanguínea], considerados minimamente invasivos pelos médicos.
O boletim é assinado por Fernando Ganem, Diretor de Governança Clínica do hospital, e Maria Beatriz Souza Dias, diretora clínica.
Covas está sendo acompanhado pelas equipes médicas coordenadas pelo por David Uip, Roberto Kalil Filho, Raul Cutait, Artur Katz, Tulio Eduardo Flesch Pfiffer, Cyrillo Cavalheiro Filho e Andre Echaime Vallentsits Estenssoro.
Diagnosticado com um câncer entre o esôfago e o estômago, a equipe do hospital informou no dia 8 que ele não passará por cirurgia. O tratamento vem sendo “auspicioso” (promissor) e, por isso, Covas continuará a ser tratado por quimioterapia, em um total de oito sessões — faltam ainda cinco sessões.
O tumor
Covas voltou a ser internado na noite do dia 8 para exames e avaliação médica. A intenção era justamente decidir as próximas etapas do tratamento, iniciado em outubro.
O prefeito foi internado pela primeira vez no dia 23 de outubro, quando chegou ao hospital com uma infecção na perna direita que evoluiu para trombose venosa profunda. Os coágulos subiram para o pulmão, causando uma embolia.
A busca pelos coágulos durante os exames resultou na detecção de um câncer na cárdia, região entre o esôfago e o estômago. Com metástase no fígado, Covas foi submetido a três sessões de quimioterapia de 30 horas cada.
No dia 4 de novembro, outro coágulo foi encontrado, desta vez no coração. Os últimos exames, no entanto, detectaram redução nos coágulos.
Equipe do Governo de Pernambuco vai aprofundar os estudos do impacto desses projetos O governador Paulo Câmara recebeu no Palácio do Campo das Princesas, na manhã desta sexta-feira (11), o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Reive Barros, o diretor-presidente da Eletronuclear (subsidiária da Eletrobras), Leonam dos Santos Guimarães, […]
Equipe do Governo de Pernambuco vai aprofundar os estudos do impacto desses projetos
O governador Paulo Câmara recebeu no Palácio do Campo das Princesas, na manhã desta sexta-feira (11), o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Reive Barros, o diretor-presidente da Eletronuclear (subsidiária da Eletrobras), Leonam dos Santos Guimarães, e o senador Fernando Bezerra Coelho. Na ocasião, foram discutidas possibilidades de implantação de novos projetos para geração de energia elétrica (fotovoltaica e nuclear) em Pernambuco.
“Nossa equipe vai se debruçar sobre as duas propostas e aprofundar essa discussão com o Ministério de Minas e Energia”, afirmou Paulo Câmara, lembrando que há um impedimento para a implantação de usinas nucleares em Pernambuco na Constituição Estadual, que veda esse tipo de empreendimento até que outras fontes de energias sejam esgotadas.
Em relação à proposta de energia fotovoltaica, o Ministério de Minas e Energia projeta uma operação de produção incorporada ao Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF), ao longo dos seus eixos Leste e Oeste. O investimento, estimado em R$ 12 bilhões, tem o objetivo de aproveitar o potencial de 3,5 GW que a região apresenta para esse fonte de energia.
Sobre a possibilidade da geração de energia nucelar no Estado, os representantes do Executivo federal detalharam o projeto para a instalação de uma usina com esse perfil, no município de Itacuruba, no Sertão de Itaparica. A União projeta novos investimentos na área, com um aporte de 30 milhões de dólares – a serem realizados por capital privado.
Participaram ainda da reunião os secretários Bruno Schwambach (Desenvolvimento Econômico), Aluísio Lessa (Ciência, Tecnologia e Inovação) e José Antônio Bertotti (Meio Ambiente e Sustentabilidade), além do presidente da AD Diper, Roberto Abreu.
Do g1 Senadores e deputados de oposição protestaram nesta terça-feira (5), no Congresso Nacional, contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O grupo também anunciou que vai passar a obstruir os trabalhos da Câmara e do Senado. A medida é um instrumento utilizado por congressistas para atrapalhar e bloquear votações no Congresso. A […]
Senadores e deputados de oposição protestaram nesta terça-feira (5), no Congresso Nacional, contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O grupo também anunciou que vai passar a obstruir os trabalhos da Câmara e do Senado. A medida é um instrumento utilizado por congressistas para atrapalhar e bloquear votações no Congresso.
A avaliação entre aliados do ex-presidente é de que a prisão domiciliar de Bolsonaro inflamou o retorno às atividades no Parlamento.
O grupo deu uma coletiva de imprensa do lado de fora do edifício em Brasília, nesta manhã. Depois, seguiu para o plenário da Câmara dos Deputados, onde se reuniu no local destinado à Mesa Diretora da Casa com esparadrapos na boca.
‘Anistia ampla e irrestrita’
Filho do ex-presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) anunciou o que o grupo chamou de um “pacote da paz”.
Entre as medidas, segundo ele, estão a defesa da aprovação de um perdão aos condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023, proposta paralisada na Câmara.
Vice-presidente da Casa, o deputado Altineu Côrtes (PL-RJ) afirmou, em coletiva a jornalistas, que, se assumir comando da Câmara de forma interina, pautará a proposta independentemente da decisão do presidente Hugo Motta (Republicanos-PB).
Além disso, o grupo também disse que vai trabalhar para aprovar o fim do foro privilegiado a parlamentares.
Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que, quando se tratar de crime praticado no exercício da função, o foro privilegiado deve ser mantido mesmo após a autoridade deixar o cargo. Isso valeria para casos de renúncia, não reeleição, cassação, entre outros.
O entendimento é distinto do que foi decidido pelo Supremo em 2018. À época, havia sido definido que só deveriam ser investigados na Corte crimes praticados durante o mandato e relacionados ao exercício do cargo.
Desde o início do ano, deputados têm articulado a retomada de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com o foro privilegiado para congressistas em crimes comuns.
A PEC já foi aprovada pelo Senado e aguarda apreciação dos deputados desde 2018. O texto, na prática, tira do STF a competência para julgar casos que envolvem parlamentares em delitos como roubo, lavagem de dinheiro e corrupção. Com isso, eles seriam julgados pela primeira instância, no local em que cometerem o crime.
‘Apequenar parlamentares’
Senadores e deputados afirmaram nesta terça que entendem que o foro privilegiado tem sido utilizado para “apequenar” parlamentares e submeter congressistas ao Poder Judiciário.
Para o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), as mudanças do STF em relação ao foro levaram Bolsonaro a seguir sendo julgado pela Corte.
“O foro foi ampliado justamente, na nossa opinião, para que o ex-presidente Bolsonaro fosse alcançado por uma Turma [do Supremo]”, disse.
Jair Bolsonaro teve a prisão domiciliar decretada, pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, na noite de segunda (4).
Em julho, o ex-presidente já havia se tornado alvo de uma série de medidas cautelares por suposta tentativa de obstrução do processo no qual é réu por tentativa de golpe de Estado.
Ao determinar a prisão domiciliar de Bolsonaro, Moraes considerou que o ex-mandatário havia descumprido uma das medidas anteriormente impostas contra ele — a proibição de acesso às redes sociais, mesmo que por terceiros.
Segundo a decisão, no último domingo (3), Jair Bolsonaro utilizou perfis de terceiros para participar remotamente de atos contra o STF e a favor das sanções econômicas do governo dos Estados Unidos contra o Brasil.
Alexandre Moraes proibiu visitas ao ex-presidente, com exceção de advogados e pessoas autorizadas pela Corte. Também vetou o uso de celulares, redes sociais e contato com embaixadores.
“O descumprimento das regras da prisão domiciliar ou de qualquer uma das medidas cautelares implicará na sua revogação e na decretação imediata da prisão preventiva”, escreveu o magistrado.
Impeachment de Moraes
O “pacote de paz”, defendido pela oposição, também prevê a defesa do impeachment do ministro Alexandre de Moraes. A análise deste tipo de medida cabe ao Senado.
Líder do grupo na Casa, o senador Rogério Marinho criticou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que, segundo ele, não tem dialogado com o grupo. Marinho disse que o amapaense tem de ter “estatura” e dar seguimento à discussão do pedido de afastamento do magistrado.
Articulação com outros partidos
O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que as medidas têm sido discutidas com outros partidos, como o PP e o União Brasil.
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, se reuniu com os comandantes das duas legendas nesta manhã.
Ao g1, Sóstenes afirmou que o movimento servirá para que a oposição entenda qual é o tamanho do seu contingente de deputados e auxiliará na definição das ações para bloquear as atividades no Congresso.
“Só vamos parar quando houver diálogo e quando houver uma pauta de pacificação”, disse.
Segundo o deputado, ao longo desta terça, a oposição deverá deflagrar ações para obstruir a Câmara e o Senado. Uma das medidas, segundo ele, será a ocupação da mesa que comanda os trabalhos por parlamentares do grupo.
Ao ser questionado nesta terça sobre o encontro com Valdemar, o presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI) afirmou que ele e o comandante do União Brasil, Antonio de Rueda, demonstraram apoio à obstrução no Congresso.
No início da tarde desta quarta-feira (29), durante uma entrevista ao programa Sertão Notícias, da Cultura FM, o ex-prefeito Carlos Evandro e a esposa, Socorro Brito, falaram sobre as especulações levantadas sobre a possível pré-candidatura da ex-Secretária de Saúde . “Eu tenho plena noção que posso concorrer. Não que minha mulher não tenha condições. Mas […]
No início da tarde desta quarta-feira (29), durante uma entrevista ao programa Sertão Notícias, da Cultura FM, o ex-prefeito Carlos Evandro e a esposa, Socorro Brito, falaram sobre as especulações levantadas sobre a possível pré-candidatura da ex-Secretária de Saúde .
“Eu tenho plena noção que posso concorrer. Não que minha mulher não tenha condições. Mas tenho plenas convicções da minha pré-candidatura”, disse Carlos Evandro. Em março, a ministra Regina Helena Costa, do Superior Tribunal de Justiça, indeferiu o recurso do ex-prefeito e manteve sua condição de inelegível por ter contas rejeitadas em sua gestão, o que configurou crime de improbidade administrativa. Ainda cabe apelo ao Supremo.
A notícia aumentou rumores da possibilidade da candidatura da esposa. Mas Carlos reagiu. “Isso é para confundir o povo. O problema é que eu incomodo. Mas agora não é tempo de política, não me aproveito das desgraças dos outros. Gostaria de tranquilizar o povo e continuo trabalhando do mesmo jeito”, afirmou o pré-candidato.
Na ocasião a ex-primeira dama também comentou o caso. ” Estamos extremamente preocupados nesse momento. Até ri quando vi a notícia”, afirmou.
“Por conviver no meio político, não é estranho esse assunto, mas quero tranquilizar, porque o pré-candidato é Carlos Evandro. O problema é que ele realmente incomoda. Nunca tive a intenção e vaidade de ser prefeita de Serra Talhada”, finalizou Socorro Brito.
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