Afogados FC empata com time alternativo do Náutico nos Aflitos
Por André Luis
Foto: Reprodução/Facebook
Foto: Reprodução/Facebook
Por Anchieta Santos
Enfrentando um Náutico recheado de garotos da base, o Afogados FC não encontrou o seu melhor futebol ontem a noite nos Aflitos e ficou apenas no empate em 1 a 1. Foi o terceiro empate seguido do representante do Sertão do Pajeú.
Os gols da partida aconteceram na segunda etapa, através de Junior Carpina aos 4 e Candinho de falta aos 10 minutos empatou para a Coruja do Sertão. Gilberto Castro com boa atuação dirigiu o jogo.
Público nos Aflitos foi de 2.351 pagantes para uma arrecadação de R$ 18.790,00. Após o jogo válido pela quinta rodada do Certame Estadual, o Náutico manteve a liderança com 11 pontos ganhos e o Afogados segue em 3º lugar com 09 pontos.
Na 5ª feira o representante do Sertão estreia na Copa do Brasil enfrentando o Atlético do Acre no estádio Vianão.
O prefeito eleito de Carnaíba, Berg Gomes, acompanhado da futura primeira-dama Valderiza Lins, realizou neste sábado (30), uma visita à Casa de Apoio de Carnaíba, localizada no Recife. A casa, que tem sido um ponto de apoio para os munícipes que se deslocam para a capital, por meio do TFD em busca de atendimento médico […]
O prefeito eleito de Carnaíba, Berg Gomes, acompanhado da futura primeira-dama Valderiza Lins, realizou neste sábado (30), uma visita à Casa de Apoio de Carnaíba, localizada no Recife.
A casa, que tem sido um ponto de apoio para os munícipes que se deslocam para a capital, por meio do TFD em busca de atendimento médico mais avançado, foi um dos espaços que recebeu melhorias durante as gestões do atual prefeito Anchieta Patriota.
Durante a visita, Berg destacou a importância da continuidade desse projeto, que tem como objetivo continuar oferecendo condições adequadas de hospedagem e acolhimento para os carnaibanos em Recife.
“A Casa de Apoio é um ponto de apoio vital para nossa população que precisa de cuidados médicos em Recife. Vamos continuar esse trabalho e, na nossa gestão a partir de 2025, buscaremos ampliar as ações para oferecer ainda mais conforto e suporte para os nossos conterrâneos”, afirmou, Berg.
Campos será candidato a estadual em 2022 PE Notícias Terceiro filho do ex-governador Eduardo Campos e irmão do prefeito do Recife, João Campos, o engenheiro Pedro Campos será candidato a deputado estadual em 2022, não mais a federal, como estava se especulando nos bastidores da política. Ele é a grande aposta do PSB para ser […]
Terceiro filho do ex-governador Eduardo Campos e irmão do prefeito do Recife, João Campos, o engenheiro Pedro Campos será candidato a deputado estadual em 2022, não mais a federal, como estava se especulando nos bastidores da política.
Ele é a grande aposta do PSB para ser o puxador de votos do partido para a Assembleia Legislativa.
Pedro Campos fará dobradinha em inúmeros municípios pernambucanos com o governador Paulo Câmara, que deve, ele sim, ser candidato a deputado federal no ano que vem.
Assim como o filho de Eduardo, Câmara, por já ter governado Pernambuco duas vezes e ser amplamente conhecido em todo estado, é tido como puxador de votos para a chapa socialista.
É com a dupla Paulo Câmara e Pedro Campos que o PSB pretende trazer mais nomes de relevância para as suas chapas proporcionais em 2022.
Para tal, vai usar o argumento de que, políticos que não se elegeriam em outras legendas, podem acabar sendo beneficiados nas hostes socialistas pela larga votação dos puxadores.
Especularam-se dias atrás no Blog PE Notícias, que o presidente da Amupe e ex-prefeito de Afogados da Ingazeira José Patriota, sendo candidato a deputado estadual, poderia fazer dobradinha no Pajeú com Pedro Campos que sairia candidato a federal. Essas foram informações de pessoas ligadas ao governo Paulo Câmara. Mas as águas estão rolando noutro sentido.
Em 2018, a estratégia dos socialistas já deu certo. Tanto que seus dois principais puxadores naquele pleito, João Campos (federal) e Gleide Ângelo (estadual), pipocaram de votos nas urnas e garantiram os mandatos de muitos parlamentares ameaçados de ficarem de fora. Para o ano que vem a ideia é justamente repetir a estratégia vitoriosa da última eleição estadual.
A Arcotrans iniciou nesta segunda-feira, dia 10, a Operação Trânsito Seguro, em parceria com o Detran e o 3º BPM. O objetivo da operação é fiscalizar irregularidades (estacionamento em local proibido, o uso do cinto de segurança, celular, avanço de sinal) nos veículos do município, sobretudo nos alternativos, lotação, transportes escolares, táxis, moto táxis, reboques, semirreboques, […]
A Arcotrans iniciou nesta segunda-feira, dia 10, a Operação Trânsito Seguro, em parceria com o Detran e o 3º BPM. O objetivo da operação é fiscalizar irregularidades (estacionamento em local proibido, o uso do cinto de segurança, celular, avanço de sinal) nos veículos do município, sobretudo nos alternativos, lotação, transportes escolares, táxis, moto táxis, reboques, semirreboques, entre outros.
Os clandestinos que forem flagrados, serão multados, perderão cinco pontos na carteira do Conselho Nacional de Habilitação – CNH e será levado para a Delegacia, respondendo a um Termo Circunstanciado de Ocorrência –TCO.
No primeiro dia da operação foram apreendidos três reboques irregulares, um veículo com documentos atrasados e outros seis, receberam notificação por irregularidades. A operação conta com dez agentes dos órgãos envolvidos e vai funcionar por tempo indeterminado.
O campus Afogados da Ingazeira do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) vai receber, entre os dias 23 e 25 de outubro de 2018, a 15ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia – SNCT, coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. O tema escolhido para este ano foi “Ciência […]
O campus Afogados da Ingazeira do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) vai receber, entre os dias 23 e 25 de outubro de 2018, a 15ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia – SNCT, coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.
O tema escolhido para este ano foi “Ciência para a Redução das Desigualdades”. O evento, que contará com palestras, minicursos, oficinas, exposições, atividades culturais e salas temáticas, será aberto aos estudantes do campus e também ao público externo da região. As inscrições são gratuitas e os interessados podem se inscrever pelo site (www.even3.com.br/snctafogados), a partir desta quinta (11).
A SNCT, que ocorre de forma descentralizada em todo o país, na qual diversas instituições de ensino e pesquisa executam projetos e atividades científicas no período, tem o objetivo de aproximar a Ciência e Tecnologia da população, promovendo ações que congregam centenas de instituições a fim de realizarem atividades de divulgação científica em todo o país. Entre as diversas atividades trazidas pelo IFPE-Afogados da Ingazeira, um dos destaques será a ação de contação de histórias na biblioteca para estudantes da educação infantil do município.
Para acessar a programação completa da SNCT 2018, clique AQUI.
O Diretor Geral do campus, professor Ezenildo Lima, ressalta que a SNCT é um evento pensado, organizado e executado em função dos estudantes do campus. “A evolução desse evento, observada nas últimas edições, deu-se em função do engajamento da comunidade local, tanto dos servidores como dos estudantes, os quais contribuíram e contribuem significativamente para a sua realização”, destaca o Diretor.
De acordo com a professora Andrea Dacal, Chefe do Departamento de Pesquisa e Extensão do IFPE-Afogados da Ingazeira, a SNCT é de extrema importância porque se caracteriza, também, como um espaço formativo, onde os estudantes do campus e a comunidade local acessam e consolidam o conhecimento por meio das diversas atividades que compõem o evento.
SNCT – A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia – SNCT – foi estabelecida pelo Decreto de 9 de Junho de 2004. Ela é realizada sempre no mês de outubro sob a coordenação do MCTIC, por meio da Coordenação-Geral de Popularização e Divulgação da Ciência (CGPC/SEPED) e conta com a colaboração de secretarias estaduais e municipais, agências de fomento, espaços científico-culturais, instituições de ensino e pesquisa, sociedades científicas, escolas, órgãos governamentais, empresas de base tecnológica e entidades da sociedade civil.
Foto: Ricardo Araújo/Arquivo ASA Brasil Por Adriana Amâncio/Marco Zero “Eu mal caminho dentro de casa, não posso carregar água de canto nenhum. Quando falta água, eu espero a nora botar, vem outro e bota, tudo é difícil pra mim”. Este é o relato de Tereza Correia, agricultora de 77 anos, que mora na comunidade Jacarecanga, […]
“Eu mal caminho dentro de casa, não posso carregar água de canto nenhum. Quando falta água, eu espero a nora botar, vem outro e bota, tudo é difícil pra mim”. Este é o relato de Tereza Correia, agricultora de 77 anos, que mora na comunidade Jacarecanga, no município de Rio Grande do Piauí, no semiárido daquele estado, a 380 quilômetros de Teresina.
Idosa e sofrendo de diabetes, ela sente dificuldades de caminhar. Por isso, quando a bomba do poço que abastece a comunidade quebra, ela depende da ajuda de parentes e vizinhos para ter água em casa. O marido, também idoso, não pode ajudar com a busca por água no dia a dia. Dona Tereza está entre as quase 1 milhão de pessoas que esperam a retomada do Programa Cisternas para ter acesso a um reservatório de 16 mil litros de água apta para consumo humano.
Para viabilizar o programa, era preciso antes recompor seu orçamento, que, no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) elaborado por Bolsonaro, tinha previstos apenas R$ 2 milhões para 2023. Isso já foi feito, chegando a dotação de R$ 500 milhões para esta finalidade.
O valor seria suficiente para mais 83 mil reservatórios ao custo de R$ 6 mil cada, aumentando as chances de Dona Tereza trazer a água mais para perto da sua casa. “Isso não dá conta do déficit, mas já movimenta bastante”, avalia o coordenador Executivo da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) pelo estado da Bahia, Naidson Baptista.
Além da recuperação financeira, o Programa Cisternas demanda a retomada de procedimentos democráticos e transparentes na implementação. “A ideia da ASA é, uma vez que nós tenhamos celebrado algum termo de parceria com o governo, feito a seleção das organizações, chamar as eleitas para reativar os princípios metodológicos, os prazos porque, nas entidades, muita coisa mudou, muita gente saiu”, afirma Batista.
Um desses princípios metodológicos envolve, por exemplo, a análise dos perfis e a definição das famílias elegíveis ao programa nas comissões municipais, formadas por organizações comunitárias.
Hoje, no Semiárido brasileiro, 350 mil famílias, quase 1 milhão de pessoas, necessitam de uma cisterna de água para consumo humano. Já aquelas que vivem sem cisterna de produção – que coleta e reserva água para agricultura e pecuária –, somam 800 mil pessoas.
Os dados são da publicação Acesso à água para as populações do Semiárido Brasileiro, elaborada pela ASA. Nos últimos quatro anos, o Programa Cisternas enfrentou os cortes orçamentários mais drásticos da história. Em 2022, executou um orçamento de pouco mais de R$ 22 milhões, de acordo com dados do portal Siga Brasil.
De acordo com Naidison, as organizações que compõem a ASA estão lançando mão de estratégias políticas para garantir as condições orçamentárias do programa ao longo dos próximos quatro anos. Um desses caminhos, complementa ele, é acionar diversos conselhos de controle social nas esferas estadual e nacional.
“Um caminho é o Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf), que está para ser reconstruído. O Conselho Nacional de Segurança Alimentar (Consea), que será recriado no dia 28 de fevereiro. As cisternas estão constantemente na pauta do Consea, o Consea faz questão de ter as cisternas funcionando. O outro caminho é manter contato com deputados e senadores do Nordeste, no sentido de que eles estejam reafirmando na Câmara e no Senado a importância do Programa. E outra coisa é realizar audiências com autoridades responsáveis por fazer o programa andar. Nós já realizamos uma audiência e temos outra marcada com a secretária Nacional Segurança Alimentar e Nutricional do MDS [Lilian dos Santos Rahal] e também solicitamos uma audiência com o ministro Wellington Dias para discutir a perspectiva das cisternas”, relata.
Praticamente sem orçamento nos últimos quatro anos, a melhoria dos indicadores econômicos e de saúde no semiárido ficou mais lenta ou regrediu, como foi o caso da insegurança alimentar.
Com isso, a agonia vivida pela agricultora Zenaide Costa, de 55 anos, que mora na mesma comunidade de Dona Tereza, ficou longe de ter um fim. Ela também sofre quando a água do poço não chega às torneiras quando a bomba quebra. No seu caso, além do corpo não aguentar o esforço de buscar água no poço, por ser albina, ela não pode se expor ao sol para carregar água. Sem alternativa, ela pede ajuda ao vizinho que possui cisterna para lhe ceder um pouco de água. “No final das contas, quando a bomba do poço quebra e o carro pipa não vem, é a cisterna do vizinho que salva. Mesmo assim, é racionada, não pode pegar tudo e deixar ele sem água. É um sufoco!”, desabafa Zenaide.
Quando o problema na bomba não é resolvido rápido, Zenaide e outros moradores se unem para pedir que a prefeitura traga um carro pipa para abastecer a comunidade. “A gente fica ligando até eles trazerem. Eles alegam que tem muita comunidade para abastecer. E diz ‘aquele que colocou o nome primeiro, vai ser abastecido primeiro’. E assim é a nossa vida”, relata Zenaide em tom de lamento.
A falta de água também afeta a sua segurança alimentar. Sem fonte hídrica para produção, ela cultiva alimentos apenas no período chuvoso. “Sem água não dá para plantar na estiagem. A gente só planta na chuva e come o que ganhar da chuva.”, afirma resignada.
O tom da voz de Tereza e Zenaide até mudou quando perguntei sobre a expectativa de chegada da cisterna. Zenaide se antecipou e afirmou.
“Eu tô com muita esperança, eu tô acreditando que eu vou ganhar a minha cisterna e a minha vida vai melhorar. Eu vou poder cultivar uma hortinha”, planeja. Já Dona Tereza, sem titubear, emenda: “trazendo a cisterna pra perto de casa, fica mais fácil para qualquer um pegar [água], até o meu marido pega. Eu tenho fé em Deus que vai acontecer dela vim, a minha cisterna.”
A nossa reportagem fez contato com o Governo Federal. Pedimos confirmação sobre o valor do orçamento do Programa Cisternas previsto para 2023, sobre quais medidas estão sendo adotadas para a retomada do programa neste ano e se há previsão para assinatura do termo de parceria. Até o fechamento desta reportagem, não obtivemos retorno. O espaço segue aberto.
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