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Em nota, polícia de São José do Egito se pronuncia acerca de Consórcio Premiado São José da Sorte

Por Nill Júnior
Clientes se aglomeraram na frente do sorteio, revoltados.
Clientes se aglomeraram na frente do sorteio, revoltados.

Delegado determinou apreensão das motos sob suspeita de estelionato

Em nota enviada à imprensa nesta segunda-feira (23), o delegado de Polícia Civil de São José do Egito, Ubiratan Rocha Fernandes, se pronuncia acerca do caso envolvendo o Consórcio Premiado São José da Sorte, que trabalhava com o sistema de sorteio de motocicletas, a chamada compra premiada.

Segundo à nota, vários contemplados nos sorteios estavam sendo ludibriados pelo Consórcio, que além de não entregar os veículos no prazo também não estava atendendo às negociações estabelecidas previamente entre as partes envolvidas.

Vislumbrando indícios de estelionato, a polícia apreendeu onze motocicletas que estavam no interior do estabelecimento comercial, bem como um veículo automotor que era usado para fazer a propaganda do consórcio pelas ruas da Capital da Poesia.

A nota adianta ainda que a sede da São José da Sorte está lacrada, possibilitando uma possível apreensão de documentos necessários que ajudem nas investigações.

O policiamento foi acionado até a Rua Paulo Soares, 28, Centro, São José do Egito, onde segundo informações havia uma grande aglomeração de pessoas em frente à loja São José da Sorte, cobrando resposta da empresa a respeito de motocicletas contempladas que já havia ultrapassado o tempo de entrega.

O policiamento manteve a ordem no local. Em seguida, o delegado Ubiratan Rocha foi ao local, e determinou que fossem apreendidas cautelarmente  as motos Honda Bros 150 Vermelha,  Bravax BR 150 Preta, três motocicletas Bravax Plus Preta, três motocicletas Bravax Plus Branca, uma motocicleta Bravax Plus vermelha, uma motocileta Bravax Plus vinho, uma motocicleta Titan 150 vermelha KLI9144.

Ainda um veículo Fiat Uno Mille, um reboque  com capacidade para três motocicletas de cor amarela. Todos os objetos relacionados ficaram à disposição da Delegacia de São José do Egito.

Em entrevista à Rádio Pajeú, o Delegado disse que não tem dúvida de que o sistema do São José da Sorte funcionava como esquema de pirâmide. Acrescentou que está encaminhando o que é de sua alçada para o judiciário.

Também alertou que não há necessidade de que pessoas que se sintam prejudicadas se dirijam à Delegacia. “Neste momento, isso não vai ser resolvido. Vamos encaminhar tudo para o judiciário”, disse.

Outras Notícias

Luiz de Raimundo pula para base governista e Fredson passa a ter maioria

O vereador Luiz de Raimundo aderiu ao grupo político do prefeito Fredson Brito. Com isso, garantiu maioria governista na Câmara Municipal de São José do Egito. Luiz esteve acompanhado do irmão Naldinho de Raimundo, ex-vice-prefeito, e de Ronaldo, articulador político da família, reforçando que a decisão foi construída “de forma coletiva”. Com a chegada de […]

O vereador Luiz de Raimundo aderiu ao grupo político do prefeito Fredson Brito. Com isso, garantiu maioria governista na Câmara Municipal de São José do Egito.

Luiz esteve acompanhado do irmão Naldinho de Raimundo, ex-vice-prefeito, e de Ronaldo, articulador político da família, reforçando que a decisão foi construída “de forma coletiva”.

Com a chegada de Luiz, a base do governo passa a contar com os vereadores Aldo Lima, Vicente de Vevéi, Gerson Souza, Tadeu do Hospital, Daniel Siqueira, Patrícia de Bacana e Luiz de Raimundo, assegurando apoio aos projetos do executivo.

Luiz também anunciou apoio à chapa completa do prefeito Fredson nas próximas eleições, incluindo a governadora Raquel Lyra, o deputado estadual Gustavo Gouveia e o deputado federal Marcelo Gouveia.

Por outro lado, enfraquece o grupo do principal adversário de Fredson,  Albérico Thiago, primo do gestor, que sa aliou à oposição depois de não receber seu apoio para presidir a Câmara.

SDS diz que Delegado transferido continuará com investigações especiais em Arcoverde

SDS e Joselito Kherle continuam afirmando que decisão de saída de Israel Lima é técnica, para e frebtar tráfico na AIS-12, em Vitória. Uma das investigações envolve a presidente da Câmara, Célia Galindo Em nota, a Secretaria de Defesa Social defendeu que é técnica a transferência do Delegado Israel Lima de Arcoverde. “Tendo em vista […]

Joselito Kherle. Foto: Aldo Carneiro

SDS e Joselito Kherle continuam afirmando que decisão de saída de Israel Lima é técnica, para e frebtar tráfico na AIS-12, em Vitória. Uma das investigações envolve a presidente da Câmara, Célia Galindo

Em nota, a Secretaria de Defesa Social defendeu que é técnica a transferência do Delegado Israel Lima de Arcoverde.

“Tendo em vista a excelência demonstrada pelo delegado Israel Lima Braga Rubis no exercício das suas funções à frente da Delegacia Seccional de Arcoverde, o credenciou na designação para a missão de combater a grande motivação dos crimes contra a vida: o tráfico de drogas na AIS-12, sendo indicado para assumir a 6a Delegacia de Polícia Especializada de Repressão ao Narcotráfico/DENARC, localizada no município de Vitória de Santo Antão”.

A nota diz que ele terá “a nobre missão institucional de mudar a realidade da referida área integrada, razão pela qual a instituição mais uma vez reconhece a capacidade do referido profissional”.

Diz ainda que a decisão é tomada com a certeza de que, na atuação integrada com as demais forças policiais que fazem parte da SDS, o atual cenário negativo será revertido, possibilitando a melhoria dos índices registrados na região.

Já Chefe da Polícia Civil, Joselito Kherle disse ao jornalista Magno Martins o mesmo, negando dedo político. Em linhas gerais disse que da mesma forma que o designou para Arcoverde, agora o indica para essa missão.

Quando o jornalista discordou da análise, afirmando que o Delegado começou a incomodar quando mandou prender o filho e investigava a própria presidente da Câmara, Célia Galindo, Kherle afirmou não procede a informação.

“Ele externou vontade de continuar a investigar alguns inquéritos sensíveis, sobretudo de combate à corrupção. Esses inquéritos permanecerão sobre sua presidência por designação e caráter oficial”.

Leilão de terras agrava drama de assentamento em Serra Talhada

As terras  do Assentamento Carnaúba do Ajudante foram a leilão ontem terça (11), na 18ª Vara da Justiça Federal, em Serra Talhada. Mas não houve lance mínimo. Advogado da Fetape está assessorando famílias. As vinte e três famílias assentadas há 14 anos pelo Governo de Pernambuco no Assentamento Carnaúba do Ajudante  – 557 hectares – podem […]

As terras  do Assentamento Carnaúba do Ajudante foram a leilão ontem terça (11), na 18ª Vara da Justiça Federal, em Serra Talhada. Mas não houve lance mínimo. Advogado da Fetape está assessorando famílias.

As vinte e três famílias assentadas há 14 anos pelo Governo de Pernambuco no Assentamento Carnaúba do Ajudante  – 557 hectares – podem mesmo perder suas terras e suas casas. A propriedade pertencia ao ex-deputado federal Inocêncio Oliveira e foi desapropriada em 2000 pelo Projeto Renascer. São mais de cem pessoas que residem na comunidade. Há inclusive crianças portadoras de necessidades especiais na comunidade.

Quando da liberação dos créditos de infraestrutura, o então Presidente da Associação é suspeito de ter desviado R$ 129.000. De lá para cá, as famílias – que não foram as responsáveis pelo desvio e nem dele se beneficiaram – encontram-se impossibilitadas de acessar políticas públicas de crédito/custeio e encontram-se na iminência de perderem tudo o que construíram ao longo dos últimos catorze anos. O  projeto produtivo para aquisição de animais e ações de infra estrutura junto ao Banco do Brasil. O banco acionou a justiça e hoje os valores corrigidos chegam a  mais de R$ 300 mil.

Comunidade vive da agricultura familiar e está ameaçada. Pessoas como Luciano e Dona Lourdes, que moram no assentamento
Comunidade vive da agricultura familiar e está ameaçada. Pessoas como Luciano e Dona Lourdes, que moram no assentamento

As famílias não tem pendência com o BNB, mas o calote do diretor está causando ameaça de despejo. Eles continuam pagando pelas terras junto ao BNB. As terras ainda não foram completamente quitadas, o que aumenta a insegurança dos trabalhadores. “As terras ainda são do outro banco, como o Banco do Brasil quer tomar?”  – pergunta Jussiê Souza, 39 anos. “A gente tá sendo ameaçado de despejo por coisa que não fez. Nós vem trabalhando com as posses que Deus deu com a cara e a coragem. Temos uma ação de despejo sem dever”, diz o agricultor Joaquim Laurindo, de 56 anos.

Na comunidade, vários projetos são desenvolvidos em parceria com ONGs como o Projeto Dom Hélder Câmara. “É um absurdo essa decisão da justiça, prejudicando agricultores familiares que estão ameaçados de deixar suas terras. É prejudicar quem também é  vítima”, reclama Adelmo Santos,  coordenador do Projeto. A revolta se dá porque não houve responsabilização de quem desviou recursos e sim das famílias.

A comunidade tem contado com apoio jurídico e político de Fetape, STR de Serra Talhada, professores da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Cecor  e Prefeitura. Mas o risco de êxodo para o cetro por falta de sensibilidade jurídica é uma realidade.

As terras foram a leilão ontem terça (11), na 18ª Vara da Justiça Federal, em  Serra Talhada. Mas não houve lance do mínimo estipulado. Os agricultores estão sendo acompanhados pelo advogado Antônio Filho, da FETAPE, e por professores da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Eles estão tentando embargar o leilão. Não estão descartadas mobilizações em Serra, puxadas por moradores e entidades.

Ouça entrevista do líder comunitário Joaquim Laurindo, relatando o drama da comunidade a Juliana Lima:

Collor diz que nova fase da Lava Jato ‘extrapolou’ limites da legalidade

Investigado pela Procuradoria Geral da República, o ex-presidente e senador Fernando Collor de Mello afirmou nesta terça-feira (14), no plenário do Senado, que a nova fase da Operação Lava Jato, que cumpriu mandado de busca e apreensão em suas casas em Brasília e Maceió, “extrapolou” todos os limites do estado democrático de direito e da […]

O senador Fernando Collor durante bate-boca com Pedro Simon
O senador Fernando Collor 

Investigado pela Procuradoria Geral da República, o ex-presidente e senador Fernando Collor de Mello afirmou nesta terça-feira (14), no plenário do Senado, que a nova fase da Operação Lava Jato, que cumpriu mandado de busca e apreensão em suas casas em Brasília e Maceió, “extrapolou” todos os limites do estado democrático de direito e da legalidade.

Com mandados expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), agentes da PF foram, além das casas de Collor, nas residências do senador Ciro Nogueira (PP-PI) e do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), em Brasília, na do ex-ministro e ex-deputado Mário Negromonte (PP-BA), na Bahia, e na do ex-ministro e senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE). Também foi realizada busca e apreensão na casa do ex-deputado João Pizzolati (PP) e na casa da ex-mulher dele, em Santa Catarina.

“[A nova fase da Lava Jato] extrapolou todos os limites do estado democrático de direito e da legalidade. Sem apresentar um mandado da Justiça, confrontando e invadindo. Os agentes sob as ordens de Janot arrombaram o apartamento de meu uso funcional como senador da República e recolheram equipamentos e papéis desconexos. Também apreenderam três veículos”, discursou Collor no Senado.

A assessoria da PGR informou que Janot não irá se manifestar sobre as declarações de Collor na tribuna do Senado.

Ao todo, a PF foi autorizada pelo STF a cumprir 53 mandados de busca e apreensão. As autorizações foram dadas pelos ministros Teori Zavascki, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski em seis inquéritos do Supremo que investigam políticos suspeitos de envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras.

Segundo a Políca Federal, o objetivo da Operação Politeia, como foi batizada a nova fase da Lava Jato, é evitar que provas importantes sejam destruídas pelos investigados. As buscas ocorreram nas residências de investigados, em seus endereços funcionais, sedes de empresas, em escritórios de advocacia e órgãos públicos.

Na residência de Brasília de Collor foram Foram apreendidos três veículos de luxo: uma Ferrari, um Porsche e uma Lamborghini. Na capital federal, também houve buscas nas residências do advogado Tiago Cedraz, filho do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), e do sócio dele, Luciano Araújo. (g1)

Eduardo Campos é sepultado em Recife
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Os filhos de Eduardo Campos, Pedro e João, carregaram o caixão do pai até o mausoléu da família.
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Eduardo Campos foi enterrado com honras militares.
Momento de muita emoção quando a viúva Renata Campos e seus filhos se despediam de Eduardo.
Momento de muita emoção quando a viúva Renata Campos e seus filhos se despediam de Eduardo.
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Renata Campos e os filhos rezaram muito emocionados.
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Eduardo Campos é enterrado com fogos e ao som de “Madeira do Rosarinho”