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Afogados da Ingazeira comemora 108 anos

Por Nill Júnior

O município de Afogados da Ingazeira comemora hoje 108 anos de emancipação política. Na programação de hoje, daqui a pouco começa a solenidade de entrega da Medalha Dom Francisco, a instituições e personalidades que contribuíram com o desenvolvimento do município e cujos ideais tem relação com o Bispo que dá nome à medalha.

Às 19h acontece a tradicional missa em ação de graças na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios. Na sequência o corte do bolo. À noite no Centro Desportivo hoje tem Coletivo de Artistas Afogadenses, Flor de Mandacaru, Os Nonatos e Amigos Sertanejos.

História: a cidade de Afogados da Ingazeira teve origem em uma antiga fazenda de criação pertencente a Manuel Francisco da Silva. O desenvolvimento da cidade data de 1870, época em que a edificação de casas cresceu.

A origem do nome explica-se com a seguinte história: em tempos distantes, um casal de viajantes tentando atravessar o rio Pajeú, em época de enchente, foi levado pela correnteza e desapareceu. Somente dias depois os cadáveres foram encontrados. Como o município era distrito da cidade de Ingazeira e já existia uma comunidade, no Recife, chamada “Afogados”, terminou incorporando o nome de Ingazeira ao seu nome. Daí o nome Afogados da Ingazeira. Também há quem diga que o casal foi encontrado embaixo de um pé de árvore ingazeira.

A cidade tornou-se conhecida no cenário nacional, por ser onde nasceu Antônio Silvino, um dos principais líder de cangaço no nordeste, anterior a Lampião.

Destaca-se por ser o segundo principal centro comercial do Vale do Pajeú e por ser sede de diversos órgãos públicos como a Gerência Regional de Educação, a Gerência Regional de Saúde, o 23º Batalhão de Polícia, o TG 07-020 sétima região, o Sassepe, o Hospital Regional, a 24º Ciretran Especial, ARE Secretaria da Fazenda-PE, Unidade Avançada Corpo de Bombeiros, CREAS regional, Área Integrada de Segurança, além de outros, Possuindo instituições de nível superior e abrigando a Diocese de Afogados da Ingazeira, única diocese de sua microrregião. É a única cidade pernambucana com menos de 50.000 habitantes classificada pelo IBGE como Centro Subregional B, devido sua rede de influência.

Outras Notícias

23ª ExpoSerra acontece de 19 a 22 de julho e promete repetir sucesso em Serra Talhada

A 23ª ExpoSerra já tem uma data definida e acontecerá de 19 a 22 de julho de 2023. O espaço será mantido, no Armazém Social do Sesc Serra Talhada. A primeira novidade da 23ª edição da Feira da Indústria, Comércio e Serviços de Serra Talhada é a quantidade de dias em que será realizada. O […]

A 23ª ExpoSerra já tem uma data definida e acontecerá de 19 a 22 de julho de 2023. O espaço será mantido, no Armazém Social do Sesc Serra Talhada.

A primeira novidade da 23ª edição da Feira da Indústria, Comércio e Serviços de Serra Talhada é a quantidade de dias em que será realizada.

O evento acontece durante quatro dias e reunirá expositores de vários segmentos, com seus produtos e serviços à disposição de quem comparecer aos estandes.

Ambiente seguro, amplo e coberto; estandes pré-projetados; visibilidade nas redes sociais e no presencial; e network; são alguns dos atrativos que a feira oferta a seus expositores .

Além disso, o público visitante pode usufruir de descontos e ofertas especiais; shows; atrações culturais; arenas gastronômica e da moda e muito mais.

Com novos formato e espaço, recorde de adesão de expositores e aprovação dos resultados, a ExpoSerra 2022 se consagrou mais uma vez como a maior feira de negócios do sertão de Pernambuco. A ida para o Armazém Social do Sesc Serra Talhada foi bastante elogiada

Ano passado, durante os três dias de evento, mais de 20mil pessoas passaram pelo Armazém Social do Sesc Serra Talhada para acompanhar de perto os 250 estandes montados para a feira e participar dos shows das atrações musicais que se apresentaram durante a programação.

Afogados: Prefeitura promove terceira semana do bebê

Colaborou Rodrigo Lima Coordenada pelas Secretarias Municipais de Educação e de Saúde, a Prefeitura de Afogados realizou ontem (19), no auditório do centro tecnológico, a abertura da semana do bebê. A programação também inclui atividades relacionadas à semana de educação infantil. Este ano, o tema é “infância em movimento”, buscando divulgar a importância da atividade […]

entrega de kits às escolas

Colaborou Rodrigo Lima

Coordenada pelas Secretarias Municipais de Educação e de Saúde, a Prefeitura de Afogados realizou ontem (19), no auditório do centro tecnológico, a abertura da semana do bebê. A programação também inclui atividades relacionadas à semana de educação infantil.

Este ano, o tema é “infância em movimento”, buscando divulgar a importância da atividade física no desenvolvimento psicomotor das crianças. Mais de 500 professores, educadores, diretores de escola, profissionais de saúde e assistentes sociais lotaram o local do evento. Logo de início, o educador físico Elias Mendes, promoveu uma sessão de aquecimento. Em seguida, crianças do Centro de Educação Infantil Maria Genedi Magalhães, localizado no Bairro Padre Pedro Pereira, participaram de uma apresentação musical.

O fisioterapeuta e osteopata, Marcel Nogueira, fez uma palestra sobre o tema da semana do bebê 2016. A secretária de educação, Veratânia Moraes, e de Saúde, Artur Amorim, entregaram kits com brinquedos para serem utilizados nas escolas. As creches ainda receberão uma casinha infantil de madeira para que as crianças possam brincar nos horários de intervalo entre as atividades escolares.

apresentação das crianças

“A programação deste ano foi elaborada com muito carinho para que possamos enfatizar o movimento como um importante instrumento para o desenvolvimento pleno das crianças atendidas em nossa rede de saúde e nas escolas,”enfatizou Veratânia.

Durante toda a semana serão realizadas palestras, oficinas, sessões de contação de histórias e atividades físicas tanto nas escolas quanto nas unidades de saúde. A culminância se dará no sábado com a apresentação do bebê-prefeito e a entrega simbólica das chaves da cidade pelo Prefeito José Patriota.

Projeto da Alepe pode retirar R$ 500 milhões dos municípios, diz Amupe

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) manifestou preocupação com a tramitação de projetos de lei na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) que propõem isenções no Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Segundo a nota divulgada pela entidade, as propostas podem gerar uma perda superior a R$ 500 milhões anuais para os cofres municipais. […]

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) manifestou preocupação com a tramitação de projetos de lei na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) que propõem isenções no Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

Segundo a nota divulgada pela entidade, as propostas podem gerar uma perda superior a R$ 500 milhões anuais para os cofres municipais.

De acordo com a Amupe, o IPVA é um tributo cuja arrecadação é dividida igualmente entre o Estado e os municípios. Por isso, qualquer mudança que reduza essa receita compromete diretamente a capacidade de investimento das prefeituras em áreas essenciais, como saúde, educação, assistência social, mobilidade e infraestrutura urbana. Leia abaixo a íntegra da nota:

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) manifesta sua preocupação diante da tramitação de projetos de lei na Assembleia Legislativa que propõem isenções no Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) com impactos diretos sobre a arrecadação municipal. Estimativas apontam que, caso aprovadas, as medidas poderão gerar um rombo superior a R$ 500 milhões por ano nos cofres dos municípios pernambucanos.

O IPVA, como se sabe, é um tributo cuja arrecadação é repartida igualmente entre Estado e municípios. Ou seja, qualquer alteração que comprometa essa receita afeta de forma severa a capacidade de investimento das prefeituras em áreas fundamentais como saúde, educação, assistência social, mobilidade e infraestrutura urbana. É justamente com essa parcela do imposto que muitas cidades conseguem manter serviços básicos essenciais para a população.

A Amupe reconhece a importância de debater políticas públicas que promovam justiça tributária e inclusão social. No entanto, medidas dessa natureza devem ser construídas com responsabilidade fiscal e diálogo federativo, levando em consideração o impacto que terão sobre os entes municipais, que já enfrentam sérias restrições orçamentárias.

Diante disso, a Amupe reforça o pedido para que a Comissão de Constituição, Legislação e Justiça da Alepe reavalie as propostas em discussão, ouvindo os gestores municipais e considerando alternativas que não comprometam a sustentabilidade financeira dos municípios. Os prefeitos e prefeitas de Pernambuco permanecem abertos ao diálogo, em defesa de um pacto federativo equilibrado e de uma gestão pública que garanta dignidade aos pernambucanos e pernambucanas.

Presidida por Leão, Comissão de Negócios Municipais atua para aprimorar serviços e estrutura nas cidades

Ao longo de 2018, a Comissão de Negócios Municipais da Alepe apreciou 52 proposições e acompanhou ações e programas governamentais para melhoria de serviços, equipamentos e infraestrutura das cidades pernambucanas. Entre as atividades, teve destaque a participação nos esforços empreendidos pelo Governo Estadual para minimizar os impactos das enchentes, principalmente nas regiões da Mata Sul, […]

Ao longo de 2018, a Comissão de Negócios Municipais da Alepe apreciou 52 proposições e acompanhou ações e programas governamentais para melhoria de serviços, equipamentos e infraestrutura das cidades pernambucanas.

Entre as atividades, teve destaque a participação nos esforços empreendidos pelo Governo Estadual para minimizar os impactos das enchentes, principalmente nas regiões da Mata Sul, Agreste e Sertão.

“Acompanhamos o empenho para ajudar os municípios e seus habitantes atingidos pelas chuvas atípicas e extraordinárias, que causaram grandes transtornos e prejuízos para os moradores que viviam próximo aos leitos dos rios”, destacou o presidente do colegiado, deputado Rogério Leão (PR), no relatório anual. O documento também ressalta o monitoramento das transferências do Governo do Estado para o Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM).

Entre os 38 projetos que receberam parecer favorável da Comissão, foram ressaltados, no relatório, o PL nº 1879/2018, que já vigora como Lei Complementar nº 388/2018, e o PL nº 1907/2018, também transformado na norma de nº 16.387/2018. De iniciativa do Poder Executivo, os textos garantem, respectivamente, a autorização do Estado para instituir microrregiões de desenvolvimento e a extinção da Companhia de Trens Metropolitanos de Pernambuco (Copertrens).

Apesar de já estar prevista no artigo 25 da Constituição Federal, a possibilidade de o Estado criar microrregiões ainda não estava disciplinada. Já a Copertrens, embora não tenha chegado a exercer as atividades para as quais foi criada, em 2002, permanecia existindo. Diante da inviabilidade de manutenção da empresa e de julgamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE), o Governo optou pela extinção.

“A Comissão de Negócios Municipais, ao longo de 2018, procurou cumprir a sua missão regimental por meio de um trabalho incessante, abordando simultaneamente várias questões que afetam o desenvolvimento e a organização dos municípios”, declarou Rogério Leão.

A mensagem final do Monsenhor Afonso

O exemplo do Monsenhor Afonso Carvalho vai além de suas ações na construção da matriz do Jesus Ressuscitado e sua história na evangelização de Serra Talhada. Era um incondicional ambientalista. Uma das frentes de atuação defendeu por exemplo os umbuzeiros da região, alvos da retirada da chamada batata de umbu, para fabrico de doces. Com […]

O exemplo do Monsenhor Afonso Carvalho vai além de suas ações na construção da matriz do Jesus Ressuscitado e sua história na evangelização de Serra Talhada. Era um incondicional ambientalista.

Uma das frentes de atuação defendeu por exemplo os umbuzeiros da região, alvos da retirada da chamada batata de umbu, para fabrico de doces. Com a ação com foco econômico selvagem, a consequência era a morte da árvore, já que a batata na verdade é uma prolongação da rais que guardava água e nutrientes para os períodos de seca.

Seu sepultamento teve uma simbologia ecológica belíssima. Ele escolheu a terra onde nasceu, a comunidade de Santa Maria de Mirandiba, uma área isolada no Sertão de Pernambuco, embaixo de uma árvore Pau Ferro, onde ele nasceu, para ser sepultado.

Preparou o próprio túmulo com uma bela mensagem na lápide: “Felizes os que amam o silêncio porque alcançarão a paz. Neste feliz encontro com esta filha mais generosa da mãe terra contemplo esta parcela da caatinga do Sertão, pequeno santuário da natureza. Dai-nos Senhor, vosso amor, vossa alegria, vossa paz”.