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Afogados da Ingazeira: casal de irmãos detido por incêndio no Magazine Popular

Por André Luis

A tarde desta quarta-feira (14) foi marcada por um incêndio de grandes proporções que atingiu o Magazine Popular, estabelecimento comercial localizado no centro de Afogados da Ingazeira, PE. A Polícia Militar divulgou detalhes sobre o incidente, que teve como causa principal um ato criminoso.

Segundo informações fornecidas pela PM, o efetivo do 23º BPM foi acionado pela Central de Operações após receber relatos sobre o incêndio. Chegando ao local, os policiais foram informados de que o fogo havia sido iniciado de forma criminosa, com testemunhas afirmando terem visto os suspeitos próximo a uma barraca localizada atrás do estabelecimento comercial.

Os indivíduos foram identificados como irmãos e foram localizados em casa após diligências realizadas pela polícia. Ao serem questionados sobre o ocorrido, os suspeitos confessaram espontaneamente a autoria do crime. De acordo com o relato dos envolvidos, eles atearam fogo na barraca de um morador de rua com quem tiveram um atrito recente.

A motivação do incêndio, segundo a imputada, estaria relacionada a um suposto atrito e ameaças feitas pelo morador de rua contra os irmãos. A mulher ainda informou que já teve um relacionamento amoroso com o morador de rua, mas que o ato foi uma resposta ao conflito recente.

Diante dos fatos, os envolvidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil local para os procedimentos legais cabíveis. O incêndio causou danos significativos ao estoque de produtos e materiais diversos do Magazine Popular, resultando em prejuízos para o estabelecimento comercial. A polícia segue investigando o caso para esclarecer todos os detalhes e responsabilidades pelo ocorrido.

Outras Notícias

Para relator, reforma da Previdência pode mudar, mas 65 anos devem ficar

Uol O deputado Arthur Maia (PPS-BA) foi oficializado como relator da comissão especial que vai analisar a proposta de reforma da Previdência na Câmara. A reforma é apontada como uma das prioridades do governo de Michel Temer, que deseja sua aprovação o quanto antes. A proposta enviada ao Congresso prevê que as pessoas terão de trabalhar […]

Uol

O deputado Arthur Maia (PPS-BA) foi oficializado como relator da comissão especial que vai analisar a proposta de reforma da Previdência na Câmara.

A reforma é apontada como uma das prioridades do governo de Michel Temer, que deseja sua aprovação o quanto antes. A proposta enviada ao Congresso prevê que as pessoas terão de trabalhar mais para alcançar a aposentadoria, além de poderreduzir o valor dos benefícios.

Em entrevista exclusiva ao UOL, Maia disse que vê possibilidade de modificar algumas regras da reforma, deixando-a mais favorável aos trabalhadores, sem citar exatamente o que poderia mudar. Outros pontos, porém, como a idade mínima para se aposentar, dificilmente serão alterados, segundo ele. A proposta do governo é que essa idade seja de 65 anos.A reforma é criticada por sindicatos e entidades de trabalhadores, que consideram as regras propostas muito duras, como a idade mínima e a necessidade de contribuir 49 anos para conseguir a aposentadoria integral.

Maia afirma que há possibilidade de alterações do projeto na Câmara. Para isso, porém, será necessário rever o financiamento da Previdência –e o tamanho de seu rombo – segundo ele. “A flexibilização vai depender de aumentarmos o financiamento.”

Uma das formas de aumentar o financiamento seria rever as isenções previdenciárias, segundo o deputado. Entidades filantrópicas (incluindo igrejas), setores do agronegócio e microempresários não precisam pagar a contribuição previdenciária de seus funcionários.

“Essas três isenções somadas totalizam, segundo cálculos do próprio Ministério da Fazenda, algo em torno de R$ 62 bilhões”, afirma. “Se esse rombo não é R$ 150 bilhões, é R$ 62 bilhões a menos, óbvio que as regras podem ser flexibilizadas”, afirma.

Bolsonaro em suposta resposta a Mandetta: “paciente troca de médico”

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender o uso indiscriminado da cloroquina para casos de coronavírus nesta quinta-feira (9) e chegou a recomendar que as pessoas troquem de médico, caso não recebam o tratamento que gostariam. “É uma oportunidade. Você pergunta para qualquer um. Você está infectado. Você tomaria? Claro que tomaria. A minha mãe […]

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender o uso indiscriminado da cloroquina para casos de coronavírus nesta quinta-feira (9) e chegou a recomendar que as pessoas troquem de médico, caso não recebam o tratamento que gostariam.

“É uma oportunidade. Você pergunta para qualquer um. Você está infectado. Você tomaria? Claro que tomaria. A minha mãe está com 93 anos, está na cara que ela vai tomar, democraticamente vai tomar. Vai consultar o médico, claro. E com toda certeza o médico vai ser favorável. Eu tenho certeza disso”, disse Bolsonaro, em live no Facebook.

‌E se não for? O presidente, com ironia, encaminha a solução… “O médico não abandona o paciente, mas o paciente troca de médico. Se ele receita algo que você sabe que não vai dar certo? Você tem todo o direito de trocar de médico”, afirmou Bolsonaro.

O Ministro da Saúde,  Luiz Henrique Mandetta,  tem dito para continuar no cargo que “médico não abandona paciente”.

Como um propagandista farmacêutico, o presidente exibiu várias vezes uma caixa do remédio a base da substância e voltou a prometer fabricação no país com matéria-prima importada da Índia, acordo anunciado no pronunciamento de ontem.

O uso da cloroquina para combater o coronavírus e tratar a covid-19 não é consenso na comunidade científica. Ainda faltam estudos robustos que comprovem e a sua eficácia e também sobre os seus efeitos colaterais.

Bolsonaro também citou novamente o cardilogista Roberto Kalil, que afirmou ter usado cloroquina para se tratar da covid-19 e aproveitou para atacar outra vez o infectologista David Uip e o governador João Doria.

“Kalil, confessou né, confirmou que utilizou, diferente daquele outro colega, que é ligado ao governador lá. Esse politizou o problema”, disse o presidente.

Codevasf fez licitação sem justificativa, superfaturada e direcionada para desovar emendas

Dados são de relatório da CGU; mesmo com alertas, estatal realizou compra de tubos de PVC A estatal federal Codevasf lançou em 2020 uma licitação para a compra de centenas de milhares de tubos de PVC voltada a desovar emendas parlamentares, sem demonstrar a necessidade das aquisições, sem planejamento e superfaturada, conforme relatório da CGU […]

Dados são de relatório da CGU; mesmo com alertas, estatal realizou compra de tubos de PVC

A estatal federal Codevasf lançou em 2020 uma licitação para a compra de centenas de milhares de tubos de PVC voltada a desovar emendas parlamentares, sem demonstrar a necessidade das aquisições, sem planejamento e superfaturada, conforme relatório da CGU (Controladoria-Geral da União).

Apesar de o órgão ter apontado as irregularidades antes da concorrência pública, por duas vezes, e ter recomendado a sua suspensão, a Codevasf seguiu em frente e já gastou mais de R$ 2 milhões com o contrato.

O processo de licitação ilustra como o descontrole administrativo e a atuação a reboque dos padrinhos das emendas parlamentares no governo Jair Bolsonaro (PL) abre brechas para irregularidades até mesmo nas compras mais básicas da estatal, que tem como vocação histórica a promoção de projetos de irrigação no semiárido.

Foi a própria Codevasf que fez uma radiografia da atual estrutura de uso do dinheiro público, em comunicação à CGU.

“Esses recursos [de emendas] são descentralizados à Codevasf a partir de articulações político-institucionais, as quais não estão vinculadas estritamente a um cronograma preestabelecido, o que de fato dificulta e/ou inviabiliza um planejamento preciso do dimensionamento da demanda a ser adquirida.”

“Os parlamentares, por meio de interações com lideranças e seus assessores, efetuam o levantamento de necessidades para balizar as aquisições e/ou contratações”, admite a empresa pública.

Em nota, afirmou que “atua em permanente cooperação com órgãos de fiscalização e controle”.

A Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) é uma estatal entregue pelo presidente Bolsonaro ao controle do centrão em troca de apoio político. Leia íntegra da reportagem de Artur Rodrigues e Flávio Ferreira na Folha de S. Paulo.

Congresso de Poetas Repentistas abre as comemorações pelos 61 anos de Itapetim

Tiveram início na noite de ontem (25/12), as comemorações pelos 61 anos de emancipação política de Itapetim. Terra mãe de grandes nomes da poesia nacional, a cidade vivenciou um dos maiores Congressos de Poetas Repentistas de sua história. Promovido pela Prefeitura Municipal, o festival contou com a participação de alguns dos principais repentistas do país […]

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Tiveram início na noite de ontem (25/12), as comemorações pelos 61 anos de emancipação política de Itapetim. Terra mãe de grandes nomes da poesia nacional, a cidade vivenciou um dos maiores Congressos de Poetas Repentistas de sua história. Promovido pela Prefeitura Municipal, o festival contou com a participação de alguns dos principais repentistas do país e reuniu amantes da arte de improvisar e autoridades.

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O congresso foi apresentado pelo poeta itapetinenses Zé Adalberto e ocorreu na Praça Simão Leite. Após homenagens e apresentações memoráveis, Jonas Bezerra e Valdir Teles saíram com o primeiro lugar. A segunda colocação ficou com Raimundo Caetano e Ivanildo Vila Nova, seguidos de Edmilson Ferreira e Antônio Lisboa. Zé Galdino e Severino Feitosa e Zé Cardoso e Raulino Silva conquistaram o quarta e o quinto lugar, respectivamente.

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As comemorações pelos 61 anos da cidade seguem ate o dia 28. Nesta sexta-feira (26/12) será realizada a 5ª Mesa de Glosas com a participação de glosadores e declamadores de Itapetim e região. Amanhã (27/12) acontece um Show de Calouros e no domingo o encerramento com mais uma edição do Itapetim Diverso, promovido pela Associação dos Artistas de Itapetim (Associart) com total apoio da Prefeitura Municipal.

Revista afirma que Eduardo Bolsonaro pagou lua de mel com recursos públicos

A revista Istoé desta semana revela em reportagem de capa que o deputado federal Eduardo Bolsonaro teria pago sua lua de mel com recursos públicos. A matéria, assinada por Germano Oliveira, mostra ainda diversas outras “falcatruas” que teriam sido cometidas pela família presidencial. Eis um trecho da reportagem: ISTOÉ mergulhou nos últimos dias nos subterrâneos […]

A revista Istoé desta semana revela em reportagem de capa que o deputado federal Eduardo Bolsonaro teria pago sua lua de mel com recursos públicos. A matéria, assinada por Germano Oliveira, mostra ainda diversas outras “falcatruas” que teriam sido cometidas pela família presidencial.

Eis um trecho da reportagem:

ISTOÉ mergulhou nos últimos dias nos subterrâneos dessas disputas e negociatas bolsonaristas, ouviu diversos interlocutores, checou inúmeros dados e descobriu uma assombrosa malha de práticas criminosas que já levaram no Brasil, legal e legitimamente, à abertura de processos de impeachment do mais alto mandatário da Nação – e, a se fazer valer a Constituição, poderia também encaminhar o atual presidente para idêntico destino.

São situações e práticas que ferem o decoro de forma clara. Nesse campo, estão em jogo no clã bolsonarista circunstâncias aterradoras, como o pagamento das passagens da lua de mel do deputado Eduardo com dinheiro público do fundo partidário – na quarta-feira 23, ele declarou que no partido as pessoas têm de ter lealdade ao seu pai, não lealdade ao fundo. Convenhamos que isso tem uma lógica torta, mas é lógica: Eduardo, ao lançar mão do dinheiro do povo para a lua de mel, exerceu a deslealdade.

Mas tem mais: ISTOÉ descobriu a manutenção de uma poderosa rede de milicianos digitais operados diretamente pelo Planalto, promíscuo fato que joga na marginalidade a República brasileira, transformando-a em republiqueta de fundo de quintal. Ou, melhor: fazendo da República uma associação criminosa de milicianos. Há também a revelação de que até o carro blindado do deputado Eduardo é pago com os recursos públicos do fundo partidário e que ele teria feito “rachadinha” com os salários da advogada do PSL.

A história da advogada expõe cruamente as vísceras do modus operandi de uma república administrada por personagens pouco escrupulosos. Relatos obtidos por ISTOÉ dão conta de que a advogada em questão, Karina Kufa, contratada pelo partido a pedido de Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), teria sido a responsável por acertar os detalhes da viagem de lua de mel do deputado. Eduardo se casou com Heloísa Wolf no dia 25 de maio, no Rio de Janeiro, com as despesas pagas por amigos, mas faltava comprar as passagens da viagem de núpcias rumo as paradisíacas Ilhas Maldivas. Falando em nome de Eduardo, a advogada teria ligado para Antonio Rueda, vice-presidente nacional do PSL, pedindo dinheiro do fundo partidário.

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