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Afogados chega a 768 casos de Covid, 129 ativos

Por Nill Júnior

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que neste sábado (26), tivemos 10 casos detectados para a covid-19. Desses, oito já estavam em investigação.

São três tres pacientes do sexo feminino, com idades de 22, 23 e 44 anos; e sete  pacientes do sexo masculino, com idades de 17, 25, 39, 40, 43, 67 e 77 anos.

Com isso a cidade alcançou a marca de 768 casos confirmados, com 626 recuperados e 13 óbitos.

Entram em investigação os casos de 15 mulheres, com idades entre 4 e 85 anos, e os de seis homens, com idades entre 25 e 69 anos.

“Hoje tivemos 40 casos descartados após os pacientes apresentarem resultado negativo para covid-19”, diz a nota.

Hoje, dois pacientes apresentaram cura após avaliação clínica e epidemiológica. Com isso, ffoiatingida a marca de 626 pessoas recuperadas (81,51%) para covid-19 no município. Atualmente, 129 casos estão ativos em na cidade.

O município atingiu a marca de 4.119 pessoas testadas para a covid-19.

Outras Notícias

União corta 90,5% de repasses para estados e municípios durante pandemia

Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR A União reduziu em 90,5% o valor médio das transferências a estados e municípios para o combate à pandemia em 2021. No ano passado, o Poder Executivo enviou o equivalente a R$ 391,8 milhões por dia para governadores e prefeitos. Nos cinco primeiros meses deste ano, a média diária de empenhos […]

Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR

A União reduziu em 90,5% o valor médio das transferências a estados e municípios para o combate à pandemia em 2021. No ano passado, o Poder Executivo enviou o equivalente a R$ 391,8 milhões por dia para governadores e prefeitos. Nos cinco primeiros meses deste ano, a média diária de empenhos caiu para R$ 36,9 milhões. Os dados estão atualizados até 30 de maio e disponíveis no portal Siga Brasil, mantido pela Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado (Conorf).

O corte ocorre num momento em que o número de mortes por covid-19 dispara no Brasil. Entre março e dezembro de 2020, o país registrou 194,9 mil óbitos. De janeiro a maio de 2021, essa conta mais do que dobrou na metade do tempo: agora são 462,7 mil brasileiros mortos. Apesar da tragédia, a média de repasses da União para estados e municípios nem chega a um décimo do valor transferido no ano passado.

No primeiro ano de pandemia, o Palácio do Planalto empenhou um total de R$ 540,2 bilhões, liberados por medidas provisórias para o enfrentamento à covid-19. Os governos locais ficaram com R$ 114,8 bilhões, o equivalente a 21,2% do total. A maior parte do dinheiro foi repassada por meio de um auxílio financeiro para compensar a perda de arrecadação provocada pela pandemia em estados e municípios, um total de R$ 78,2 bilhões.

Outros R$ 35,8 bilhões foram aplicados no combate à emergência de saúde pública. Essa ação engloba medidas como compra de insumos, equipamentos de proteção individual e testes de detecção, capacitação de agentes de saúde e oferta de leitos de unidade de terapia intensiva. Em 2020, governadores e prefeitos também receberam recursos para o programa Dinheiro Direto na Escola (R$ 672,1 milhões), os serviços de assistência hospitalar e de atenção básica em saúde (R$ 57,2 milhões) e o Sistema Nacional de Segurança Alimentar Nutricional (R$ 6,1 milhões).

Neste ano, o cenário mudou. O total de empenhos da União limitou-se a R$ 85,9 bilhões — contra os R$ 200,1 bilhões comprometidos entre março e maio de 2020. Estados e municípios ficaram com R$ 5,5 bilhões, o equivalente a 6,3%. Programas desenvolvidos no ano passado tiveram as transferências interrompidas, e o dinheiro foi liberado para apenas duas ações em 2021: procedimentos de alta e média complexidade (R$ 3,4 bilhões) e piso de atenção primária à saúde (R$ 2 bilhões).

Os dados sobre transferências a estados e municípios se referem exclusivamente às despesas executadas por meio de repasses da União para os entes subnacionais. Gastos realizados diretamente pelo governo federal no enfrentamento da pandemia ficam fora dessa conta, mesmo que aplicados localmente. É o caso, por exemplo, do auxílio emergencial.

— Embora os recursos do auxílio emergencial tenham alcançado a população de todo o país, o programa foi executado pela própria União, valendo-se da capilaridade da Caixa Econômica Federal para efetuar os pagamentos diretamente aos beneficiários. Dessa forma, como não houve transferência para que estados e municípios fizessem o pagamento do benefício, tais despesas não constam da tabela — explica Marcel Pereira, consultor da Conorf.

Transferências a estados e municípios por área (2020‑2021)

AÇÕES VALOR PERCENTUAL
Auxílio financeiro a estados, Distrito Federal e municípios* R$ 78,25 bi 65,05%
Enfrentamento da emergência de saúde pública R$ 35,85 bi 29,8%
Procedimentos de média e alta complexidade R$ 3,4 bi 2,83%
Piso de atenção básica em saúde R$ 2,06 bi 1,71%
Dinheiro Direto na Escola R$ 670 mi 0,56%
Incremento temporário em atenção básica de saúde R$ 40 mi 0,03%
Incremento temporário em assistência hospitalar e ambulatorial R$ 20 mi 0,02%
Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional R$ 10 mi 0,01%
TOTAL R$ 120,29 bi 100%

(*) Valor inclui R$ 0,74 bi de Pasep para estados e municípios sem destinação específica
Fonte: Siga Brasil (Conorf)
Dados atualizados até 30/5/2021

Fonte: Agência Senado

Muitos trovões, muito vento e pouca chuva em Afogados da Ingazeira e Tabira

Por Anchieta Santos Quando todos esperavam uma grande chuva ontem nas cidades de Afogados da Ingazeira e Tabira, caiu apenas um sereno para apagar a poeira. Enquanto os ventos e os trovoes foram muitos. Ingazeira e no Povoado de Santa Rosa choveu bem. Na zona rural de Carnaíba houve registro de chuva nos sítios Leitão, […]

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Por Anchieta Santos

Quando todos esperavam uma grande chuva ontem nas cidades de Afogados da Ingazeira e Tabira, caiu apenas um sereno para apagar a poeira.

Enquanto os ventos e os trovoes foram muitos. Ingazeira e no Povoado de Santa Rosa choveu bem. Na zona rural de Carnaíba houve registro de chuva nos sítios Leitão, Cabelo, Riacho Fundo, Saco dos Queiroz, Caiçara, e no Povoado de Serra Branca.

Na zona rural de Afogados teve chuva boa na Caiçara. No Poço de Pedra, Vaca Morta e Santo Antonio II o vento destelhou casas e derrubou arvores. Em Iguaracy choveu bem na região do Cedro e da Barragem de Rosário.

EPTI e Progresso negam cancelamento da linha Serra Talhada/Recife

A Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI), juntamente com a empresa Progresso esclareceram ao blog  que é improcedente a informação sobre o cancelamento da linha rodoviária Serra Talhada – Recife.  A informação foi do gerente do Aeroporto de Serra Talhada, Kleber Andrade, alegando afirmou a maior demanda no Aeroporto Santa Magalhães à um veículo de […]

A Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI), juntamente com a empresa Progresso esclareceram ao blog  que é improcedente a informação sobre o cancelamento da linha rodoviária Serra Talhada – Recife. 

A informação foi do gerente do Aeroporto de Serra Talhada, Kleber Andrade, alegando afirmou a maior demanda no Aeroporto Santa Magalhães à um veículo de imprensa local.

“O serviço continuará sendo oferecido normalmente aos usuários do Sistema de Transporte Regular Intermunicipal, nos mesmos horários já operados”, diz a EPTI.

A Auto Viação Progresso vem por meio desta esclarecer ao seus clientes que, a respeito de matéria veiculada que informa que a linha Serra Talhada x Recife estava sendo cancelada, dando a entender que a Auto Viação Progresso estaria deixando a população desassistida.

A Auto Viação Progresso esclarece que essa notícia não é verdadeira e que mantém diariamente oito viagens de Serra Talhada para Recife: 00:24h – 08:04h – 11:55h – 14:00h – 23:05h – 23:16h – 23:55h e 23:59h.

Isso também vale no sentido Recife x Serra Talhada com diversas opções de horários.

A Auto Viação Progresso reitera o respeito pelos seus clientes e sua história, atendendo nossa população desde 1932″, conclui a empresa.

Suprema Corte dos EUA bloqueia temporariamente Trump de deportar venezuelanos

A Suprema Corte dos Estados Unidos proibiu, temporariamente, o governo de Donald Trump de deportar imigrantes ilegais venezuelanos utilizando a “Lei de Inimigos Estrangeiros”. A decisão foi divulgada na madrugada deste sábado (19). O que diz a lei: criada em 1798, a medida determina que o presidente americano pode mandar prender e deportar estrangeiros sem passar por processos legais em […]

A Suprema Corte dos Estados Unidos proibiu, temporariamente, o governo de Donald Trump de deportar imigrantes ilegais venezuelanos utilizando a “Lei de Inimigos Estrangeiros”. A decisão foi divulgada na madrugada deste sábado (19).

O que diz a lei: criada em 1798, a medida determina que o presidente americano pode mandar prender e deportar estrangeiros sem passar por processos legais em situações de guerra ou de invasão dos EUA por outro país.

Antes de ser invocada por Trump para deportar pessoas que ele acusa de participarem de gangues venezuelanas, a medida só havia sido acionada outras três vezes na história dos EUA, todas em tempos de guerra.

Antes de proibir Trump de seguir utilizando a “Lei de Inimigos Estrangeiros”, a Suprema Corte havia determinado, no último dia 7, que o presidente poderia utilizar a legislação para deportar os membros de gangues. No entanto, a justiça informou que haveria limites para essas deportações, enfatizando que é necessário haver revisão judicial.

Segundo a decisão, era preciso que o governo notificasse os venezuelanos de que estavam sujeitos à remoção no contexto dessa lei e enviasse a notificação dentro de um prazo razoável, para que eles pudessem ter a revisão judicial.

Agora, a proibição temporária do usa da legislação por Trump ocorre justamente porque advogados de venezuelanos sob custódia alegam que eles correm risco iminente de remoção sem a revisão judicial previamente exigida pelos próprios juízes. “O governo está instruído a não remover nenhum membro do grupo provisório de detidos dos Estados Unidos até nova ordem desta Corte”, disseram os juízes em uma breve decisão não assinada, emitida na manhã de sábado. Segundo a nova decisão, o governo não pode deportar os venezuelanos até nova ordem da Corte.

Inocêncio deixa UTI neste sábado (27) após cirurgia no coração

do JC Online O deputado federal Inocêncio Oliveira (PR) foi submetido na quinta-feira (25) a uma cirurgia de urgência no coração. Ele começou a se sentir mal durante uma missa de Natal. De acordo com o último boletim médico divulgado pelo Real Hospital Português, a evolução pós-operatória do parlamentar é considerada “muito boa”. A previsão […]

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do JC Online

O deputado federal Inocêncio Oliveira (PR) foi submetido na quinta-feira (25) a uma cirurgia de urgência no coração. Ele começou a se sentir mal durante uma missa de Natal. De acordo com o último boletim médico divulgado pelo Real Hospital Português, a evolução pós-operatória do parlamentar é considerada “muito boa”. A previsão é que hoje, ele deixe a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e receba alta na segunda-feira (29).

A cirurgia de revascularização miocárdica durou cerca de 4h e foi realizada pelo cirurgião Carlos de Moraes. Nessa operação foram realizadas uma ponte de safena e uma ponte mamária. Inocêncio está plenamente consciente, já respira sem a ajuda de aparelhos e todos os sinais vitais e exames laboratoriais estão dentro da normalidade.

Segundo Sebastião Oliveira, sobrinho de Inocêncio, há três semanas atrás o deputado precisou fazer um cateterismo por suspeita de angina. Como ainda tinha pendências para resolver em Brasília, Inocêncio decidiu adiar a cirurgia, que ficou marcada para o dia 12 de janeiro, no Hospital do Coração (HCor), em São Paulo. Porém, no final da tarde do dia 24, o deputado precisou ser socorrido ao sentir uma forte dor no peito durante uma missa natalina. “A recuperação dele é surpreendente. Estive com ele hoje (ontem) e ele passou a manhã inteira contando piadas”, disse. Hoje, Inocêncio deve sair da UTI e seguir para um quarto.