Afogados: acidente causa interrupção no fornecimento de energia por três horas
Por Nill Júnior
Fotos: André Luiz - Portal Pajeú Radioweb
Fotos: André Luiz – Portal Pajeú Radioweb
Um acidente aconteceu no final desta manhã no Sistema Viário de Contorno, próximo à Barragem de Brotas, causando um curto que gerou pane na distribuição de energia elétrica em toda cidade de Afogados da Ingazeira.
Poste que ilumina sistema viário atingiu rede e causou pane.
Um caminhão pipa que seguia no sentido centro-Brotas bateu em um poste de iluminação pública. Segundo o motorista, em entrevista à Rádio Pajeú o caminhão perdeu o freio e ele teve que jogá-lo para cima do poste para evitar bater em outro carro que vinha em sentido contrário.
Com a batida o poste caiu sobre a fiação elétrica que alimenta a cidade causando a pane. Aos poucos, a energia foi sendo restabelecida mais de três horas depois do problema. A partir de das da tarde é que o sistema começou a ser religado.
No local, o trânsito ligando o Bairro Brotas ao centro acontece em mão dupla, com uma das vias interditada. O caminhão já foi retirado. O nome do motorista ainda não foi informado, mas sabe-se que atuava na Operação Lei Seca na Paraíba.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu, nesta quinta-feira (14), inscrições para um novo processo seletivo para o Censo 2022. Estão sendo oferecidas 7.795 vagas para recenseador e 435 para agentes censitários municipais ou supervisores. O prazo vai até sexta-feira (16). A previsão é que o contrato de trabalho para recenseador dure três […]
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu, nesta quinta-feira (14), inscrições para um novo processo seletivo para o Censo 2022. Estão sendo oferecidas 7.795 vagas para recenseador e 435 para agentes censitários municipais ou supervisores. O prazo vai até sexta-feira (16).
A previsão é que o contrato de trabalho para recenseador dure três meses e a remuneração é variável, dependendo da produtividade do trabalhador. Já o contrato para os agentes censitários deverá durar cinco meses, com vencimentos de R$ 1.700 para supervisor e R$ 2.100 para municipal.
A inscrição é gratuita. Outras informações serão divulgadas no site do IBGE.
A recuperação da PE-655, a Estrada da Tapera, em Petrolina, teve seu edital para contratação da empresa de engenharia que vai executar os serviços publicado no Diário Oficial do Estado, neste sábado (04.09). O deputado licenciado e secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Lucas Ramos, responsável por viabilizar os investimentos dentro do Plano Retomada do […]
A recuperação da PE-655, a Estrada da Tapera, em Petrolina, teve seu edital para contratação da empresa de engenharia que vai executar os serviços publicado no Diário Oficial do Estado, neste sábado (04.09).
O deputado licenciado e secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Lucas Ramos, responsável por viabilizar os investimentos dentro do Plano Retomada do Governo de Pernambuco, informou que a previsão é de que a concorrência seja concluída em outubro, abrindo espaço para que o início das obras aconteça ainda este ano.
Com investimentos de até R$ 20,1 milhões serão requalificados 31 quilômetros da rodovia, entre a BR-407 e a divisa com a Bahia.
“A PE-655 é fundamental para o desenvolvimento do Turismo de Petrolina, pois dá acesso a importantes destinos da área ribeirinha da cidade: Agrovilas, Tapera, Roçado, Caatinguinha, e ilhas do Rodeadouro e Massangano, entre outros. Os trabalhos de recuperação vão garantir maior fluxo de visitantes a esses locais, movimentando o comércio, a gastronomia e outros serviços, gerando emprego e renda”, destacou Lucas Ramos.
O secretário lembra que, nos últimos anos, tem atuado diretamente para viabilizar os serviços de manutenção, operação tapa-buraco e sinalização vertical e horizontal na rodovia.
“E, agora, dentro do Plano Retomada, sua restauração completa será estratégica para reaquecer a economia de Petrolina e garantir mais mobilidade com segurança para a população”, complementou.
A municipalidade foi alertada, mas até o momento não corrigiram os valores. Por André Luis O boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde do município do Tabira, apresenta um erro no número de casos confirmados há uma semana. O boletim do dia 12 de junho apresentou 2.569 casos confirmados. No boletim do dia 13, foram […]
A municipalidade foi alertada, mas até o momento não corrigiram os valores.
Por André Luis
O boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde do município do Tabira, apresenta um erro no número de casos confirmados há uma semana.
O boletim do dia 12 de junho apresentou 2.569 casos confirmados. No boletim do dia 13, foram confirmados segundo o boletim, 48 novos casos da doença no município, mas por erro de digitação ou esquecimento, o número de casos do dia anterior foi repetido.
O boletim epidemiológico do dia 13 de junho, apresentou então, 2.569 casos positivos da doença, quando o certo seria 2.617.
No dia 14 de junho, entramos em contato através do Instagram oficial da Prefeitura avisando sobre o erro. Como não foi corrigido, voltamos a alertar a municipalidade no dia 16, que nos agradeceu o comentário e reforçaram que “o boletim é feito pela Vigilância Epidemiológica. Repassamos o comentário para a Coordenadora”.
Mas de acordo o último boletim divulgado neste sábado (19), o erro permanece. O número correto de casos confirmados na cidade é de 2.663 e não 2.615 como registra o último boletim. Note que a diferença é de exatamente 48 casos, o mesmo número que foi esquecido de somar no boletim do dia 13 de junho.
Está não é a primeira vez que esse tipo de erro acontece com os números dos boletins na cidade.
No dia 31 de maio, aconteceu o mesmo, esqueceram de somar os números de novos casos entre o dia 30 e 31 e repetiram o valor do dia 29. Assim como desta vez, alertamos sobre o erro, mas levaram quase uma semana para ajustar.
Erros de digitação em boletins são comuns. Por fazer um acompanhamento diário com todos os 17 municípios do Sertão do Pajeú, a nossa redação tem facilidade em encontrá-los e alertar as prefeituras dos erros. Fazemos isso constantemente, até como forma de ajudar. O que não é comum é que mesmo após alertados os erros permaneçam.
Por tanto, o município conta com 2.663 casos positivos, 15 em investigação, 2.477 recuperados, 38 óbitos e 148 casos ativos da doença.
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado O Ministério da Saúde deixou sem resposta quatro pedidos de ajuda enviados pela Secretaria de Saúde do Amazonas para evitar o colapso de oxigênio no estado. A revelação foi feita nesta terça-feira (15) pelo ex-secretário Marcellus Campêlo em depoimento à CPI da Pandemia. Ele disse ter enviado ofícios ao então ministro Eduardo […]
O Ministério da Saúde deixou sem resposta quatro pedidos de ajuda enviados pela Secretaria de Saúde do Amazonas para evitar o colapso de oxigênio no estado. A revelação foi feita nesta terça-feira (15) pelo ex-secretário Marcellus Campêlo em depoimento à CPI da Pandemia. Ele disse ter enviado ofícios ao então ministro Eduardo Pazuello nos dias 9, 11, 12 e 13 de janeiro. Nos dias 14 e 15, mais de 30 pessoas morreram no estado pela falta do insumo.
O ex-secretário disse que telefonou para Pazuello no dia 7 de janeiro e pediu “apoio logístico” para a transferência de 300 cilindros de oxigênio de Belém para Manaus. A ligação ocorreu após um encontro em que representantes da White Martins sugeriram a compra do insumo “diretamente de outro fornecedor, capaz de aumentar a disponibilidade do produto”.
— Eu fiz uma ligação ao ministro Pazuello no dia 7 de janeiro, explicando a necessidade de apoio logístico para trazer oxigênio a pedido da White Martins. A partir daí, fizemos contato com o Comando Militar da Amazônia, por orientação do ministro, para fazer esse trabalho logístico — informou.
No dia 8, segundo o ex-secretário, o CMA providenciou a entrega de 300 cilindros de Belém para Manaus. A partir do dia 9 de janeiro, entretanto, Campêlo disse ter enviado diariamente ofícios ao Ministério da Saúde, pedindo apoio em relação ao risco de desabastecimento de oxigênio.
— No dia 7, foi a ligação para pedir apoio logístico de Belém para Manaus; no dia 10, informei a preocupação com as entregas (de oxigênio) da White Martins; e, no dia 11, a partir daí, o Ministério da Saúde começou a tratar diretamente com a White Martins. (…) Nós comunicamos, no dia 9, via ofício, via comitê de crise. No dia 10, pessoalmente, ao ministro comuniquei. No dia 11, houve a reunião com o Ministro Pazuello e a White Martins para verificar essa questão do apoio logístico. A partir daí, os assessores do ministro começaram a tratar desse apoio específico — afirmou. Campêlo disse à CPI ainda que nos dias 13 e 14 de janeiro, as equipes do Ministério da Saúde já estavam todas em Manaus.
Para o relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), há “uma óbvia contradição” entre os depoimentos de Campêlo e Pazuello. Isso porque, segundo o ex-ministro da Saúde, o alerta sobre o risco de colapso de oxigênio só ocorreu no dia 10 de janeiro durante uma visita a Manaus — e não no dia 7.
Parlamentares governistas, no entanto, minimizaram a divergência de datas. Para o líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), “essa contradição não é importante” porque o telefonema de Campêlo a Pazuello “não tratou do risco de desabastecimento de oxigênio”.
— No dia 7 de janeiro, o secretário liga para Pazuello e solicita o transporte aéreo de cilindros de Belém para Manaus. O transporte foi executado pela Força Aérea no dia 8. Não foi tratado de risco de desabastecimento — reforçou o senador Jorginho Mello (PL-SC).
Caos no Amazonas
Marcellus Campêlo reconheceu que “houve intermitência” no fornecimento de oxigênio para a rede pública de saúde do Amazonas apenas nos dias 14 e 15 de janeiro. O senador Eduardo Braga (MDB-AM) rebateu a afirmação, que classificou como “uma mentira”. O parlamentar apresentou vídeos em que a população reclama da falta do insumo nos dias 21 e 26 de janeiro.
— Eu não aguento mais. O Pazuello veio aqui e mentiu. O Élcio [Franco, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde] veio aqui e mentiu. Agora vem o secretário mentir também. Não foram dois dias. O que o secretário não está relatando é que o contrato com a White Martins era de 250 mil metros cúbicos de oxigênio. Em julho, o fornecimento já estava em 413 mil metros cúbicos. Em agosto, mais de 400 mil. Em outubro, 424 mil. Em novembro, 505 mil. Depois, 582 mil. Havia um aumento gradual, firme e constante em função do número de infectados. O governo do estado teve tempo suficiente para poder agir — desabafou.
Apesar dos alertas feitos pela White Martins, segundo Eduardo Braga, até hoje o estado não está preparado para enfrentar uma eventual terceira onda de covid-19. Ele disse que o governo do Amazonas não comprou sequer uma usina para a produção de oxigênio, embora haja dinheiro em caixa. O senador Omar Aziz reforçou a crítica.
— O estado, depois de toda a crise, não ter comprado usinas para colocar nesses hospitais é uma temeridade muito grande porque a planta da White Martins não aumentou — disse o presidente da CPI da Pandemia.
Cloroquina
Marcellus Campêlo disse ter participado de reuniões em Manaus com a secretária de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro. Segundo o ex-secretário, Mayra não foi informada sobre o iminente colapso de oxigênio porque, segundo ele, “não havia sinais desse tipo de necessidade”. O ex-secretário destacou que a presença da secretária na capital amazonense tinha como foco incentivar o tratamento precoce.
— Em 4 de janeiro, recebemos a secretária Mayra Pinheiro. O governador [Wilson Lima] participou da reunião. Vimos uma ênfase da doutora Mayra Pinheiro em relação ao tratamento precoce. A visita tinha um enfoque muito forte sobre isso — afirmou.
A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) lembrou que, três dias depois de deixar o Amazonas, Mayra Pinheiro enviou ao estado um lote de 120 mil comprimidos de hidroxicloroquina para o tratamento de covid-19. Para o senador Humberto Costa (PT-PE), Manaus foi “uma espécie de experimento para o governo federal”.
— Acreditavam que a cloroquina seria capaz de promover um tratamento precoce e diminuir o número de pessoas acometidas e de mortes. Tenho convicção de que, por essa razão, o esforço para garantir o mínimo necessário para o enfrentamento à pandemia em Manaus não foi feito — disse.
Dinheiro em caixa
Fernando Bezerra Coelho lembrou que o Amazonas tinha dinheiro em caixa para o enfrentamento da pandemia. O saldo saltou de R$ 459 milhões em agosto de 2020, para R$ 478 milhões em dezembro e R$ 553 milhões em março deste ano.
— Fica claro que nunca faltou dinheiro ao estado para tomar as providências necessárias para o enfrentamento da pandemia. O saldo só cresceu. Havia recursos disponibilizados na conta do governo do Amazonas. Não houve falta de recursos — disse.
O ex-secretário da Saúde confirmou a informação. Ele lembrou, no entanto, que governo estadual financia 82% da rede hospitalar do Amazonas. Apenas 18% dos recursos são federais.
— No fechamento de 2020, havia R$ 470 milhões no fundo estadual de saúde. Desse total, R$ 115 milhões eram específicos para o atendimento de covid-19. Os recursos chegam num momento em que há diminuição de taxas [de infectados], e o investimento foi feito na sua grande parte pelo governo do Amazonas — afirmou Campêlo.
O ex-secretário disse que o dinheiro enviado pela União foi usado para a contratação de mais de 2 mil profissionais de saúde e a compra de medicamentos, especialmente o kit intubação. Ele lembrou ainda que, na gestão do então ministro Luiz Henrique Mandetta, o estado recebeu 80 respiradores enviados pelo Ministério da Saúde. Mas dez foram devolvidos por serem destinados ao uso veterinário.
Críticas
Senadores criticaram o fato de Marcellus Campêlo ter assumido a Secretaria da Saúde do Amazonas durante a pandemia de coronavírus, embora não tenha formação na área. O ex-secretário é formado em Engenharia Civil.
— Se fosse construir uma casa, o senhor contrataria um médico pra fazer o projeto? Claro que não, não fazia. O senhor não sabe nada [de saúde]. O senhor está errado, e seu governador, mais errado ainda de nomear um engenheiro para ser secretario de Saúde. Um cargo que mexe com a vida das pessoas. O senhor é muito culpado por isso. A mesma irresponsabilidade que cometeu o presidente da República, que nomeou um general que não conhecia o que era o Sistema Único de Saúde — disse o senador Otto Alencar (PSD-BA).
Para o senador Marcos Rogério (DEM-RO), o colapso da saúde no Amazonas foi agravado pelos escândalos de corrupção registrados desde 2019. Segundo o parlamentar, o setor estava em crise, com hospitais sem infraestrutura e pessoal.
— Houve absoluta falta de previsibilidade. Escolheu expor a população do Amazonas ao risco de morte, e foi isso o que aconteceu. Por irresponsabilidade administrativa — afirmou.
A professora Patrícia Amaral e sua família convidam através do blog parentes e amigos para participarem da missa de sétimo dia de falecimento de sua mãe, Maria Estela Alves da Silva. A celebração será no próximo sábado 21 de fevereiro, às 19h , na Capela de Nossa Srª do Perpétuo Socorro, bairro Sobreira. Estela foi […]
A professora Patrícia Amaral e sua família convidam através do blog parentes e amigos para participarem da missa de sétimo dia de falecimento de sua mãe, Maria Estela Alves da Silva.
A celebração será no próximo sábado 21 de fevereiro, às 19h , na Capela de Nossa Srª do Perpétuo Socorro, bairro Sobreira. Estela foi colaboradora da capela por muitos anos. Desde já, agradecem a todos pela participação.
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