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Aécio Neves é reeleito para presidir o PSDB por mais dois anos

Por Nill Júnior

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Do G1

Oito meses após ser derrotado na corrida pelo Palácio do Planalto, o senador Aécio Neves (MG) foi reeleito neste domingo (5) por integrantes do PSDB para mais um mandato no comando do principal partido de oposição do país. Candidato único na eleição interna, o parlamentar tucano foi aclamado pelos colegas de sigla durante convenção nacional realizada em um hotel de Brasília.

Aécio assumiu o comando do PSDB em maio de 2013, antes de oficializar sua candidatura à Presidência da República nas eleições do ano passado. O novo mandato do tucano se estenderá até 2017, um ano antes da eleição presidencial.

Expoentes do PSDB, como o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e os senadores José Serra (SP) e Aloysio Nunes (SP), prestigiaram o evento partidário que reconduziu Aécio. Além deles, centenas de militantes, parlamentares e dirigentes tucanos de todo o país lotaram o centro de convenções do hotel Royal Tulip, localizado a cerca de 500 metros de distância do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República.

Mesmo depois da derrota nas urnas para a presidente Dilma Rousseff em 2014, Aécio se fortaleceu internamente no PSDB nos últimos meses diante da crise política e econômica enfrentada pelo governo petista.

A quatro anos das eleições, ele é considerado um dos potenciais candidatos do partido oposicionista para a sucessão de Dilma em 2018. Outros nomes lembrados pelos tucanos para a próxima disputa presidencial são os de Alckmin e Serra, que também já concorreram à Presidência.

Neste domingo, Aécio ingressou no auditório do centro de convenções, por volta das 11h30, acompanhado por FHC e Alckmin. No percurso até o palco, o presidente reeleito do PSDB foi assediado por militantes tucanos, que tentavam se aproximar dele para tirar selfies. Em coro, integrantes da ala jovem do PSDB saudaram o senador mineiro com palavras de ordem, como “A juventude já decidiu, Aécio Neves presidente do Brasil”.

Ao final dos discursos de parlamentares e governadores tucanos, de dirigentes de partidos oposicionistas e do ex-presidente FHC, Aécio foi anunciado oficialmente presidente reeleito do PSDB. Ao abrir seu discurso, ele fez uma homenagem a Fernando Henrique diante da militância, dizendo que o ex-presidente “inspira” os tucanos na tarefa de “conduzir o maior partido da oposição”.

Ao longo dos 31 minutos de discurso, o presidente reeleito do PSDB atacou a gestão da presidente Dilma, voltou a criticar a postura do PT durante a eleição do ano passado e insinuou que a petista corre o risco de não concluir seu mandato à frente do Executivo.

“Esse grupo político que aí está está caminhando a passos largos para a interrupção deste mandato. A verdade é que a presidente não governa mais. Ela perdeu o controle da máquina administrativa do Brasil. Terceirizou a condução do Brasil na economia e na política. O Brasil de hoje, com essas revelações diárias de corrupção, é incapaz de alimentar esperanças. Este não é o Brasil que queremos, o Brasil com o qual sonhamos”, discursou Aécio.

O tucano também fez críticas à condução da economia. “Neste ano, o mundo vai crescer em torno de 3,5%, os países emergentes, segundo o FMI, mais de 4%. E o Brasil? vai retroceder este ano 2%. Todo o resto do mundo cresce, enquanto nós andamos para trás”, disse. “Praticamos as taxas de juros mais altas do planeta. A produção da indústria se encontra no mesmo nível de 2008. São sete anos de competitividade que perdemos.”

 Aécio disse que o governo não consegue dar respostas à crise e chamou o ajuste fiscal proposto pelo Executivo como “de péssima qualidade”. “Para um país que precisa crescer, é inaceitável que investimentos públicos venham caindo e que gastos continuem intocados. “Temos em curso um ajuste sem reformas, e ajuste sem reforma só tem um nome: arrocho.”

Outras Notícias

Pernambuco lança edital de fomento a projetos de prevenção e mitigação de incidentes climáticos

Com investimento de R$ 5,6 milhões, iniciativa lançada pelo Governo do Estado vai apoiar sete propostas por meio da Facepe Para lidar com fenômenos naturais extremos, a tecnologia é uma das maiores aliadas na criação de soluções que garantam o bem-estar da população. Atento a essa necessidade, o Governo de Pernambuco lançou, nesta quarta-feira (27.07), […]

Com investimento de R$ 5,6 milhões, iniciativa lançada pelo Governo do Estado vai apoiar sete propostas por meio da Facepe

Para lidar com fenômenos naturais extremos, a tecnologia é uma das maiores aliadas na criação de soluções que garantam o bem-estar da população. Atento a essa necessidade, o Governo de Pernambuco lançou, nesta quarta-feira (27.07), edital de apoio a projetos de prevenção e mitigação de incidentes climáticos provocados pelas chuvas. Com investimento de R$ 5,6 milhões, a iniciativa vai apoiar sete propostas, por meio da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe).

Em solenidade no Palácio do Campo das Princesas, o governador Paulo Câmara destacou que o Edital nº 21/2022 busca integrar entes públicos e iniciativa privada para o desenvolvimento de projetos inovadores. 

“Estamos chamando a academia e a sociedade civil para estudarmos juntos, com o intuito de estarmos cada vez mais preparados para os desafios do futuro. Os fenômenos climáticos provêm, muitas vezes, da ação humana, por isso precisamos estimular práticas que atenuem os desastres naturais e suas consequências, a exemplo dos que ocorreram no nosso Estado e no País”, salientou Paulo Câmara.

De acordo com o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Fernando Jucá, o edital traz um modelo inovador, que se aplica a situações emergenciais. 

“Estamos envolvendo grupos de pesquisa de alto nível, empresas públicas ou privadas e instituições interessadas em aplicar os produtos desenvolvidos”, pontuou. Cada projeto contemplado pode alcançar até R$ 800 mil e deve ser executado no prazo de um ano.

Além de serem desenvolvidas em uma instituição de pesquisa (IES ou ICT), as propostas terão de estabelecer parceria com empresas públicas e privadas juntamente com a instituição interessada no desenvolvimento do produto. 

Algumas áreas temáticas serão priorizadas, como o monitoramento hidrometeorológico e a previsão do tempo e do clima; a drenagem e manejo de águas pluviais urbanas (mapeamento de rios, canais, desobstrução e alagamentos); a geotecnia, a estabilidade de taludes e o mapeamento digital de riscos; a plataforma socioeconômica georreferenciada nas áreas de risco; a integração de plataformas e base de dados; e a inovação inclusiva para comunidades em áreas de risco.

Participaram da solenidade os secretários estaduais Fernandha Batista (Infraestrutura e Recursos Hídricos), Alexandre Rebêlo (Planejamento e Gestão), coronel Carlos José (Casa Militar) e Marcelo Canuto (chefe de gabinete); o secretário executivo de Defesa Civil, tenente-coronel Leonardo Rodrigues; a presidente da Apac, Suzana Montenegro; e a diretora de inovação da Facepe, Aronita Rosenblatt.

Também presentes o reitor da Universidade Federal de Pernambuco, Alfredo Gomes; a pró-reitora de Desenvolvimento de Pessoas na UPE, Vera Gregório; o presidente da Academia Pernambucana de Ciências, Anísio Brasileiro; o vice-diretor da Escola Politécnica de Pernambuco, Sérgio Campello; e o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Recife, Rafael Dubeux.

Câmara de Serra volta a ter transmissões de sessões no rádio, com nível questionável

A reestreia das transmissões das sessões da Câmara de Vereadores de Serra Talhada – através da potente Líder do Vale – mostrou um clima quente entre oposição e situação, de nível questionável. O maior bate-boca foi entre os vereadores Gilson Pereira, Sinézio Rodrigues e Nailson Gomes. A transcrição é do Caderno 1.  Gilson Pereira disse que […]

rádio (1)A reestreia das transmissões das sessões da Câmara de Vereadores de Serra Talhada – através da potente Líder do Vale – mostrou um clima quente entre oposição e situação, de nível questionável. O maior bate-boca foi entre os vereadores Gilson Pereira, Sinézio Rodrigues e Nailson Gomes. A transcrição é do Caderno 1.  Gilson Pereira disse que Luciano Duque estava agindo como se fosse um rei, um imperador no município, usando de base a troca de uma área verde no bairro do IPSEP por um outro terreno  no bairro do Alto da Conceição, assunto que á havia dominado outras sessões.

Logo em seguida Pereira acusou o governo Duque de contratação indevida de escritório jurídico do Recife para cuidar de problemas de tributação, sem licitação. “Ainda tem um contrato de combustível, de R$ 111 mil reais para compra de combustível sem licitação”, questionou.

O vereador Sinézio Rodrigues falou em defesa do governo Duque. Disse que  a base do questionamento foi do pré candidato Waldemar Oliveira. “É legal que se contrate um escritório. A assessoria jurídica do prefeito não é criança, deve ter observado a lei”, respondeu.

Sinézio também defendeu o prefeito na questão da troca do terreno. Segundo ele toda legalização está sendo providenciada. “Até a próxima semana o projeto da negociação  estará sendo enviado para a Câmara”, prometeu.

Nailson Gomes lembrou a Gilson que tivesse cuidado ao usar o microfone, pois a sessão estava sendo transmitida ao vivo. “Você como vereador ainda está aqui aprovando uma coisa imoral ?” – rebateu.

“É preciso que o povo de Serra Talhada veja isso. Estou vendo que a posição de vocês é justificar o injustificável, o imoral, apenas para agradar o rei”. “Eu pedir a Luciano Duque, que está fazendo tudo errado? Que advogado sou eu? que vereador sou eu? Não sou pau mandado”, retrucou Gilson. “Aqui não tem ninguém pau mandado”, ironizou Nailson. Gilson continuou: “Eu não sou pau mandado.Vocês estão usando o argumento de pau mandato”.

O clima continuou quente até que Sinézio – que tinha feito até propaganda da sessão na imprensa estadual – desistiu. “Vamos fazer a divergência respeitando a Casa, respeitando os vereadores, parece até que o único vereador inteligente, sabedor de legislar é o senhor, aqui somos 14 vereadores, 15 com o senhor e todos temos o mínimo de conhecimento” disse Sinézio. Batismo de fogo na volta da Câmara ao rádio.

Banco do Brasil começa a desmontar agências que pretende fechar no Estado

O Banco do Brasil diz que está reanalisando a retirada de agências do interior de Pernambuco, mas começa a desmontar o que restou das unidades, na contramão do discurso. Nesta quinta, foi flagrada a retirada de equipamentos e móveis da agência de Iguaracy, no Pajeú. A imagem circulou as redes sociais e foi encaminhada ao […]

Flagrante de retirada de equipamentos do BB de Iguaracy. Hora de judicializar debate

O Banco do Brasil diz que está reanalisando a retirada de agências do interior de Pernambuco, mas começa a desmontar o que restou das unidades, na contramão do discurso.

Nesta quinta, foi flagrada a retirada de equipamentos e móveis da agência de Iguaracy, no Pajeú. A imagem circulou as redes sociais e foi encaminhada ao blog.

Ontem, o presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, chegou a dizer ao deputado Rodrigo Novaes que a situação das agências dos municípios pernambucanos seria reanalisada, mas não teria passado muita segurança.

Já há quem analise que o banco na verdade estaria ganhando tempo enquanto pressionado por parlamentares e município, mas efetivar o plano de enxugamento de agências. A melhor alternativa defendida por quem tem analisado o passo a passo é mesmo judicializar o debate. Como no diálogo o banco não tem tido gesto concreto no caminho inverso ao da desativação das agências, o apelo para a utilidade pública dessas unidades na justiça parece ser o único caminho.

Como já ficou evidente, o cidadão tem que se deslocar aos municípios vizinhos para ter acesso ao banco e a cidade que teve a agência fechada fica com sua economia abalada. Esta é a realidade das cidades de Terra Nova, Itaíba, Afrânio, Dormentes, Águas Belas, Ipubi, Orocó, Serrita, Jatobá, Poção, Terra Nova, Jataúba, Riacho das Almas, Iguaraci, Escada, São Miguelinho, Vertentes e Palmerina.

Dom Egídio fala sobre carta renúncia e diz que segue bispado até definição do Papa

O bispo diocesano Dom Egídio Bisol comentou nesta sexta, ao completar 75 anos, que já fez sua carta renúncia para o Vaticano. Aos 75 anos, a Igreja pede que os bispos apresentem a carta de renúncia ao cargo que desenvolvem na Igreja. O Código de Direito Canônico prescreve: o Bispo diocesano, que tiver completado setenta […]

O bispo diocesano Dom Egídio Bisol comentou nesta sexta, ao completar 75 anos, que já fez sua carta renúncia para o Vaticano.

Aos 75 anos, a Igreja pede que os bispos apresentem a carta de renúncia ao cargo que desenvolvem na Igreja.

O Código de Direito Canônico prescreve: o Bispo diocesano, que tiver completado setenta e cinco anos de idade, é solicitado a apresentar a renúncia do ofício ao Sumo Pontífice, que, ponderando todas as circunstâncias, tomará providências. (Cân.401-§ 1).

Dom Egídio faz a carta, assina e a envia ao Papa. A partir do envio o passo seguinte dependerá do Papa, que tomará a decisão de aceitá-la, e no momento em que julgar oportuno, nomeará um novo bispo para a Diocese de Afogados.

O bispo esclareceu que essa decisão não é automática.  “Quando o Papa resolver que chegou a hora ele diz ‘pronto’! Mas ele vai avisar com antecedência.  Não vai ser de um dia pra outro.  Pela nossa experiência,  vai passar um tempinho,  alguns meses”.

E brincou: “por isso é melhor que a gente espere sentado, não em pé.  Quer dizer,  continuando o nosso trabalho,  tranquilos, nada de novo aconteceu,  né. Vamos continuar nosso trabalho e quando chegar o dia eu vou comunicar.  Aí sim, quando chegar o dia, vamos fazer as despedidas.”

Dom Egídio disse estar em oração pelo futuro escolhido para sucessão.  “Eu disse ali também que rezava para que Deus e o Espírito Santo iluminassem a cabeça de quem deverá ir escolhendo o novo bispo, quando for o dia,  para a Diocese de Afogados da Ingazeira.”

Secretário de Saúde de São José do Egito pode ser candidato a deputado estadual em 2022

Blog do Erbi Atual secretário de saúde em São José do Egito, Paulinho como é conhecido, filho do saudoso Paulo Jucá, prefeito por três vezes da Capital dos Poetas, poderá ser a grande novidade no cenário político para as eleições de 2022. Paulo, nunca foi candidato a nenhum cargo eletivo, mas atua com êxito na […]

Blog do Erbi

Atual secretário de saúde em São José do Egito, Paulinho como é conhecido, filho do saudoso Paulo Jucá, prefeito por três vezes da Capital dos Poetas, poderá ser a grande novidade no cenário político para as eleições de 2022. Paulo, nunca foi candidato a nenhum cargo eletivo, mas atua com êxito na área da saúde a mais de 10 anos.

Paulo Jucá foi responsável direto pela ampliação e melhoramento da rede de atenção básica de São José do Egito, com implantação de várias Unidades de Saúde da Família em todo município, além do Centro de Saúde da Mulher e da Criança, ainda em 2007.

Atualmente está à frente da Secretaria de Saúde da terceira maior cidade do Pajeú com atuação. Foi o principal articulador para implantação de leitos de UTI na UPA/COVID, junto ao prefeito Evandro Valadares, adquiriu novas ambulâncias para o município, acompanha de perto a instalação de um tomógrafo no Hospital Maria Rafael, equipamento único em hospital público municipal no interior do estado. Além de coordenar a equipe da saúde egipciense, em meio a pandemia que o mundo vive.

Segundo informações do blogueiro Júnior Finfa, Paulo de Tarso já teria o apoio de pelo menos 6 prefeitos, e várias lideranças do Pajeú e Moxotó para disputar uma cadeira na ALEPE em 2022.

Caso o projeto se concretize, São José do Egito poderá ter depois de 20 anos, um egipciense na Assembleia Legislativa de Pernambuco e as regiões do alto e médio Pajeú, voltariam a ter um representante nativo.