Advogados de Nicinha e Sebastião admitem que poeta “saiu na frente” em julgamento no TRE
Por Nill Júnior
Grupo de Dinca e Nicinha ainda acredita na virada. Jogo foi interrompido a pedido de vistas do Desembargador. Quer saber se é fato que, em Tabira, na política, do pescoço pra baixo é canela...
Grupo de Dinca e Nicinha ainda acredita na virada. Jogo foi interrompido a pedido de vistas do Desembargador. Quer saber se é fato que, em Tabira, na política, “do pescoço pra baixo é canela”…
“Viramos o jogo”, foi com esta afirmação inicial que o advogado Clênio Pires se referiu ao julgamento do Recurso Contra Expedição de Diploma da Coligação Frente Popular para Tabira Avançar e Maria Claudenice de Melo Cristóvão, Nicinha Brandino, contra a chapa eleita em Tabira, com Sebastião Dias Prefeito e José Amaral vice, interrompido com pedido de vistas.
Os três a zero iniciais, com votos dos desembargadores Érica Ferraz (relatora), Júlio Oliveira (revisor) e Stenio Leiva favoreceram a defesa que argumenta não haver ilícito na posse de Sebastião e Zé Amaral. Pediu vistas o Desembargador Vladimir Souza Carvalho.
O advogado Clênio disse que os adversários precisarão dos três votos restantes dos desembargadores José Henrique Coelho Dias da Silva, Alexandre Freire Pimentel, Vladimir Souza Carvalho para empatar a disputa.
O presidente da Corte, Antônio Carlos Alves da Silva só vota em caso de empate. Clênio se mostrou otimista em consolidar a vitória no próximo dia 22 e ratificar no TSE em Brasília.
Pela oposição o advogado Cesar Pessoa admitiu a vantagem dos governistas, mas demonstrou confiança nos quatro votos restantes. Ele admitiu que houve uma inversão de vantagem, mas disse faltar a conclusão do embate no TRE e no TSE, última instância. Acrescentou que, que pela extensa pauta do TRE no dia 22, o processo somente será colocado em votação no dia 25 de maio.
O líder do PT da Câmara dos Deputados, Sibá Machado (AC), anunciou nesta segunda-feira (23) que apresentará um requerimento para ampliar a abrangência da investigação da CPI da Petrobras, a ser instalada na próxima quinta (26), incluindo o período do governo Fernando Henrique Cardoso, do PSDB (1995-2002). No pedido original aprovado pelos parlamentares, a comissão […]
O líder do PT da Câmara dos Deputados, Sibá Machado (AC), anunciou nesta segunda-feira (23) que apresentará um requerimento para ampliar a abrangência da investigação da CPI da Petrobras, a ser instalada na próxima quinta (26), incluindo o período do governo Fernando Henrique Cardoso, do PSDB (1995-2002).
No pedido original aprovado pelos parlamentares, a comissão tem como objetivo se debruçar sobre irregularidades na estatal desde 2005, no pimeiro mandato do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Os petistas argumentam que, em seu depoimento de delação premiada, o ex-gerente de Serviços da Petrobras Pedro Barusco admitiu que o esquema de corrupção na estatal funcionava desde a década de 1990.
“Vamos apresentar o requerimento à Mesa Diretora da Câmara e, conforme for, também durante os trabalhos da CPI”, afirmou Sibá Machado. O partido guarda ainda na manga um pedido de convocação de Barusco.
O ex-gerente da estatal confessou que começou a receber propina da empresa holandesa SBM em 1997 ou 1998 e que os pagamentos se tornaram sistemáticos no ano 2000, ainda no governo FHC. Em seu depoimento, Barusco acusou o PT de ter recebido entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões em propina oriunda de contratos da estatal – o partido anunciou nesta segunda que moveu duas ações judiciais contra o ex-gerente.
O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (CE), também defendeu a ampliação do escopo da CPI para que a apuração seja “ampla, geral e irrestrita”. “CPI não é para apurar contra uma pessoa ou outra. É para apurar tudo e nós queremos que se apure tudo desde 1997”, disse Guimarães.
Sobre a resistência da oposição em aprovar o aditamento, Guimarães respondeu em tom irônico: “Ora, mas não se quer apurar tudo? Quer dizer que só apura numa data? Por que não na outra? Então, não é razoável para quem quer apurar ser contra isso”.
Segundo a Secretaria-Geral da Câmara, porém, não é possível, de acordo com o regimento, a direção da Casa autorizar mudanças em um pedido de CPI já aprovado. Para técnicos da Câmara, o mais viável é aprovar o requerimento de ampliação do período de investigação durante os trabalhos da comissão. (G1)
Quem deu a chave do mundo a Donald Trump? Por André Luís- Editor executivo do blog Esta é a segunda vez que utilizo esta coluna para tratar da ascensão e do retorno de Donald Trump, e o faço com a urgência de quem vê o relógio do juízo final acelerar. A questão central, que muitos […]
Esta é a segunda vez que utilizo esta coluna para tratar da ascensão e do retorno de Donald Trump, e o faço com a urgência de quem vê o relógio do juízo final acelerar. A questão central, que muitos evitam, é estrutural: quem deu a chave do mundo aos Estados Unidos? A resposta não está apenas nas urnas, mas em uma sanha imperialista histórica que agora, sob Trump, atinge um paroxismo perigoso, flertando abertamente com a eclosão de uma Terceira Guerra Mundial.
Para compreender a profundidade desse abismo, é imperativo revisitar a obra que me foi recomendada pelo professor e historiador Saulo Gomes: Novas Confissões de um Assassino Econômico, de John Perkins. No livro, Perkins revela como a “corporatocracia” utiliza o endividamento e a infraestrutura para subjugar nações. Ele escreve: “Nós, os assassinos econômicos, fomos os principais responsáveis pela criação do primeiro império verdadeiramente global” — um império construído não apenas por legiões, mas por manipulação financeira. Trump é o herdeiro — e o acelerador — dessa lógica. Se antes o império agia nas sombras, hoje ele vocifera.
O recente movimento do Pentágono na Groenlândia é um exemplo lapidar dessa arrogância. Ao enviar aviões de guerra para uma região estratégica e rica em recursos, Trump ignora a soberania alheia, tratando o globo como um tabuleiro de War. A reação da China foi precisa ao alertar que o mundo não pode retroceder à “lei da selva”, onde o mais forte devora o mais fraco sem o freio das instituições internacionais.
No Brasil, o presidente Lula capturou a essência da nova era ao afirmar que Trump tenta governar o mundo “por meio das redes sociais”. Essa diplomacia do tweet e da ameaça direta é o que Perkins descreve como a evolução do sistema: quando os assassinos econômicos falham, entram os “chacais” (agentes da CIA) ou o exército. Trump, no entanto, parece querer pular etapas, usando o poderio militar como primeira e única ferramenta de negociação.
Trump, em seu balanço de mandato, não esconde suas intenções. Ele frequentemente utiliza tons de “vitória total” e ameaças a qualquer um que ouse contestar a hegemonia americana. Ele personifica a frase de Perkins: “Este império, ao contrário de todos os outros na história da humanidade, foi fundado principalmente na manipulação econômica… mas, quando falhamos, os militares assumem”.
A sanha imperialista que levou os EUA às guerras desastrosas no Iraque e no Vietnã agora mira novos horizontes, ameaçando a segurança da Europa e do Ártico. A presidente da Comissão Europeia foi enfática ao declarar que “a antiga ordem internacional chegou ao fim”. O perigo é que a “nova ordem” de Trump seja apenas o caos.
O mundo não pode ser refém de um líder que confunde geopolítica com reality show. Precisamos de uma resistência global que entenda a lição de Perkins: o império é insustentável e a sua fase atual, sob o comando de Donald Trump, é a mais perigosa de todas. É hora de retomar a soberania dos povos antes que o “dono do mundo” apague as luzes da civilização.
O xerife do apocalipse
Pela segunda vez nesta coluna, o alerta: Donald Trump não é apenas um isolacionista; é o pavio de uma potencial 3ª Guerra Mundial. Ao enviar caças para a Groenlândia e ignorar a soberania de nações parceiras, o republicano ressuscita o pior do imperialismo ianque.
Os novos “assassinos econômicos”
A leitura de Novas Confissões de um Assassino Econômico, recomendada pelo historiador Saulo Gomes, é a lente necessária para entender o agora. John Perkins é categórico: “Este império foi fundado na manipulação econômica”. Trump apenas removeu a luva de pelica. Onde antes se usava o endividamento forçado, hoje se usa a chantagem militar explícita. O alvo é o mesmo: a soberania do Sul Global.
Diplomacia de rede social
O presidente Lula foi cirúrgico: Trump tenta gerir o xadrez geopolítico via redes sociais. Mas o que parece “moderno” é, na verdade, uma tática de intimidação fascista. Quando a presidente da Comissão Europeia afirma que a “antiga ordem chegou ao fim”, ela avisa que o mundo cansou de ser refém. Os EUA já deixaram rastros de sangue no Iraque e no Vietnã; não podemos permitir que o próximo capítulo seja o Ártico ou a nossa própria Amazônia.
A “corporatocracia” sem máscara
No balanço de seu segundo mandato, Trump celebra “vitórias” que, na prática, são derrotas para a humanidade. Ele encarna a figura do “chacal” descrita por Perkins: se a economia não dobra o país, a força bruta deve fazê-lo. É o imperialismo em estado puro, sem o verniz da diplomacia. Contra a sanha de quem se acha o “dono do mundo”, a única resposta possível é a união anti-imperialista e a defesa inegociável da democracia.
O voto não tem cabresto
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) mandou um recado claro aos coronéis modernos: a máquina pública não é curral eleitoral. Marineide Vaz, primeira-dama de Pedra e ex-secretária de Saúde, foi condenada após chantagear uma servidora com o atraso de salários em troca de votos para o grupo do marido, o prefeito Júnior Vaz.
A Justiça validou os áudios de WhatsApp onde ela disparava: “Quem tá pagando a senhora somos nós”. Além da condenação, o tribunal fixou uma tese fundamental para a nossa democracia: mensagens de WhatsApp não têm “privacidade absoluta” quando usadas para cometer crimes. O voto é livre, e a tentativa de usar o pão na mesa do trabalhador como moeda de troca é uma herança maldita do fascismo e do mandonismo que Pernambuco não pode mais tolerar.
O jogo de xadrez (ou de egos) em iguaracy
A confirmação de Zeinha Torres de que é “candidato, com certeza” para a prefeitura de Iguaracy em 2028 é mais que uma declaração de intenções; é um movimento de intervenção política antecipada. Como jornalista, avalio que Zeinha comete um erro estratégico ao tentar “parar o relógio” da atual gestão de Pedro Alves, o sucessor que ele mesmo indicou, para garantir que o seu próprio brilho não seja ofuscado.
A fala de Zeinha, embora envolta em um discurso de “transparência” e “democracia interna”, soa como um ultimato. Ao dizer que não quer “tomar vaga de ninguém”, ele faz exatamente o oposto: ocupa todo o oxigênio político do grupo. Em um cenário onde o vice-prefeito Marquinhos Melo já demonstra insatisfação ao deixar o secretariado, a movimentação de Zeinha pode ser o estopim de uma fragmentação irreversível.
No fundo, é o dilema clássico da política regional: a dificuldade do líder em se tornar mentor, preferindo o risco da autofagia ao desapego do poder. Para a democracia de Iguaracy, o perigo é que os próximos dois anos sejam de campanha antecipada, em vez de gestão pública.
O fim do cabide e a volta do público
A determinação unânime da Segunda Câmara do TCE-PE para que o Detran realize concurso público é uma vitória pedagógica da coisa pública sobre a conveniência política. Ao identificar que áreas sensíveis, como Segurança da Informação e Proteção de Dados, estão nas mãos de terceirizados, o Tribunal expõe a fragilidade da nossa soberania de dados. Como jornalista, avalio que a “dependência excessiva” apontada na auditoria é, na verdade, um projeto de precarização que retira a inteligência do Estado para entregá-la a empresas privadas.
A gestão do Detran-PE agora está contra a parede: ou profissionaliza a autarquia com servidores de carreira, ou admite que prefere manter o órgão como um balcão de contratos temporários. O foco em Tecnologia da Informação não é apenas técnico; é político. Dados de condutores e veículos são ativos estratégicos que não podem ser geridos pela “lei da selva” do mercado. É hora de substituir o apadrinhamento pelo mérito do certame e garantir que o Detran sirva ao povo, e não aos lucros de empresas de mão de obra.
A justiça que dorme é cúmplice da impunidade
O que vale uma prova periciada pela Polícia Federal e um flagrante gravado em vídeo diante da letargia de uma caneta judicial? O caso de Sávio Torres, ex-prefeito de Tuparetama, é o retrato escarrado de uma Justiça que, ao caminhar a passos de cágado, acaba por chancelar a corrupção. Ter a punibilidade extinta após sete anos de espera, num processo com provas irrefutáveis de compra de votos dentro de um gabinete oficial, não é um erro técnico; é uma afronta à democracia.
A prescrição retroativa tornou-se o esconderijo favorito de políticos que apostam no esquecimento dos tribunais. Questiono: a quem interessa essa lentidão? Como um processo com “batom na cueca” leva mais de sete anos entre a denúncia e a sentença? Infelizmente, o desfecho em Tuparetama não é isolado; é um padrão que se repete no interior de Pernambuco, onde o crime eleitoral prescreve nas prateleiras enquanto os culpados seguem desfilando em carros abertos.
Quando o relógio do Judiciário trabalha a favor do réu, o recado para o eleitor é devastador: o crime compensa, desde que você tenha bons advogados e a sorte de um tribunal que não tem pressa.
O teatro da poeira
Deputado usa BR-040 como cenário para santificar golpistas e pressionar o Judiciário
A marcha de Nikolas Ferreira (PL-MG) rumo a Brasília é puro marketing da vitimização. Ao percorrer 240 km a pé, o parlamentar não busca o diálogo, mas a produção de cortes para o TikTok. O objetivo é perigoso: transformar criminosos do 8 de janeiro em “perseguidos” e usar o cansaço físico como moeda de troca para tentar livrar Jair Bolsonaro da cadeia. É o uso do sacrifício cenográfico para atacar a ordem democrática sob o sol do Cerrado.
Criado no ódio
Radicalismo não é surto, é o projeto político que sustenta o fenômeno digital
As “sandices” de Nikolas Ferreira têm método e origem. Do proselitismo em Belo Horizonte ao topo da Câmara, sua trajetória foi pavimentada pela negação do outro. Ele não é um parlamentar, é um influenciador da discórdia que precisa do conflito para sobreviver. Cada ataque transfóbico e cada mentira disparada são peças de uma engrenagem que despreza a gestão pública para lucrar com o caos ideológico e o fundamentalismo.
Frase da semana
“O estado democrático de direito virou um grande defunto morto e enterrado no Brasil.”
Do senador Flávio Bolsonaro durante reuniões do PL para traçar estratégias para 2026. Mostrando uma inversão clássica da realidade. Quem tentou enterrar a democracia em 8 de janeiro de 2023 agora usa o cadáver simbólico dela para justificar ataques ao STF e evitar o cumprimento de penas judiciais.
A Polícia Federal (PF) usou um agente infiltrado para ter acesso aos grupos de bate-papo em que os investigados pela Operação Hashtag conversavam sobre a possibilidade de realizar ataque terrorista durante os Jogos do Rio. A Folha apurou que, com essa técnica de monitoramento, as forças de segurança reuniram elementos suficientes para comprovar que os […]
A Polícia Federal (PF) usou um agente infiltrado para ter acesso aos grupos de bate-papo em que os investigados pela Operação Hashtag conversavam sobre a possibilidade de realizar ataque terrorista durante os Jogos do Rio.
A Folha apurou que, com essa técnica de monitoramento, as forças de segurança reuniram elementos suficientes para comprovar que os simpatizantes das facções extremistas migraram de meras manifestações de apoio ao Estado Islâmico aos chamados atos preparatórios, o que sustentou a realização das prisões na última quinta (21).
Com acesso aos diálogos, os policiais descobriram que, além dos planos para o Rio, o grupo chegou a cogitar uma investida no exterior. Em outro momento, falaram inclusive em ir à Síria, mas não conseguiram angariar recursos para a viagem.
O acompanhamento do infiltrado também foi útil para traçar o perfil dos integrantes do grupo de conversa.
Os investigadores identificaram, por exemplo, que parte dos suspeitos não se dizia convertida ao islamismo, mas, sim “revertida” porque consideravam que haviam nascido muçulmanos, foram batizados em outras religiões, mas acabaram retornando aos preceitos islâmicos.
O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, disse, em entrevista após a operação, que os suspeitos se auto-intitulavam Defensores da Shaira e, na maior parte do tempo, recorriam aos aplicativos e à internet para se comunicarem. Em virtude disso, o acesso às conversas rendeu farto material à investigação.
Além da escolha do novo presidente da República, os eleitores de 13 Estados brasileiros e do Distrito Federal vão escolher neste domingo os seus novos governadores. Outros 13 Estados fizeram essa escolha no primeiro turno. Além do Distrito Federal, Acre,Amazonas, Amapá, Goiás, Pará,Paraíba, Rio de Janeiro, Rondônia,Roraima, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, […]
Além da escolha do novo presidente da República, os eleitores de 13 Estados brasileiros e do Distrito Federal vão escolher neste domingo os seus novos governadores. Outros 13 Estados fizeram essa escolha no primeiro turno.
Além do Distrito Federal, Acre,Amazonas, Amapá, Goiás, Pará,Paraíba, Rio de Janeiro, Rondônia,Roraima, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Ceará e Mato Grosso do Sul vão às urnas para a escolha dos governadores.
Em seis deles, há empate técnico de acordo com as últimas pesquisas divulgadas pelos institutos Ibope e Datafolha. As eleições em que menos Estados decidiram no primeiro turno seus governadores ocorreram em 1994. Naquele ano, apenas nove governadores foram eleitos na primeira votação. Em comparação, nas eleições de 2010, esse número foi recorde, com 18 Estados decidindo em primeiro turno. As eleições deste ano se igualam ao número de 2002, com 13 eleitos.
Parte dessa falta de candidatos “favoritos” no primeiro turno foi causada pela insatisfação da população. Muitos deles, apesar de bem posicionados nas disputas estaduais, tinham também índice de rejeição superior a 40% nas pesquisas de intenção de voto.
As votações devem ser mais apertadas no Acre, em que Tião Viana (PT) aparece com 53% dos votos válidos e Márcio Bittar (PSDB) com 47%, em Rondônia, ondeConfúcio Moura (PMDB) tem 51% contra 49% de Expedito Junior (PSDB), na Paraíba, em que Ricardo Coutinho (PSB) tem 53% contra 47% de Cassio Cunha Lima (PSDB) e no Amazonas, em que José Melo (Pros) tem 53% contra 47% deEduardo Braga (PMDB). Nos quatro casos, as pesquisas mais recentes são as do Ibope, de 17 de outubro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Ainda em situação de empate técnico estão Helder Barbalho (PMDB) com 52% contra 48% de Simão Jatene (PSDB), na disputa pelo governo do Pará (Ibope de 18 de outubro), assim como Reinaldo Azambuja (PSDB), com 51%, contra 49% de Delcídio do Amaral (PT) no Mato Grosso do Sul (Ibope de 20 de outubro).
Em situação menos apertada estão Suely Campos (PP) com 56% contra 44% deChico Rodrigues (PSB), em Roraima (Ibope de 17/10), Camilo Santana (PT) tem 57% contra 43% de Eunício Oliveira no Ceará (Datafolha de 23 de outubro), e Robinson Faria (PSD) com 54% contra 46% de Henrique Eduardo Alves (PMDB) no Rio Grande do Norte (Ibope de 15 de outubro).
No Centro-Oeste, Rodrigo Rollemberg (PSB) tem 57% contra 43% de Jofran Frejat (PR) no Distrito Federal (Datafolha de 23 de outubro). Em Goiás, a vantagem é de Marconi Perillo (PSDB), com 60%, contra 40% de Iris Rezende (PMDB), de acordo com pesquisa Ibope de 21 de outubro.
No Rio de Janeiro, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) tem 55% contra 45% de Marcelo Crivella (PRB), segundo pesquisa Ibope de 23 de outubro. No Rio Grande do Sul, a vantagem é de José Ivo Sartori (PMDB), com 59%. Tarso Genro (PT) tem 41% (Ibope, de 24 de outubro).
Em reunião realizada esta semana, a Secretaria Municipal da Mulher de Afogados da Ingazeira firmou parceria com representantes da torcida Força Feminina Tricolor e da diretoria do Afogados da Ingazeira Futebol Clube. O encontro teve como objetivo consolidar iniciativas de apoio mútuo e promover ações conjuntas durante o Campeonato Pernambucano de futebol 2025. A reunião […]
Em reunião realizada esta semana, a Secretaria Municipal da Mulher de Afogados da Ingazeira firmou parceria com representantes da torcida Força Feminina Tricolor e da diretoria do Afogados da Ingazeira Futebol Clube. O encontro teve como objetivo consolidar iniciativas de apoio mútuo e promover ações conjuntas durante o Campeonato Pernambucano de futebol 2025.
A reunião aconteceu na sede da Secretaria Municipal da Mulher, e discutiu o papel fundamental das torcedoras no incentivo à inclusão e à segurança das mulheres nos estádios. Representantes da Força Feminina Tricolor apresentaram as ações já desenvolvidas pela torcida, incluindo campanhas de conscientização contra o assédio e apoio a projetos sociais voltados para a comunidade local.
Com o novo acordo, serão realizadas campanhas educativas e atividades de sensibilização no Estádio Vianão durante os jogos do campeonato. A secretária da Mulher, Erivânia Barros, ressaltou a importância da parceria: “unir forças com o futebol é uma maneira estratégica de alcançar mais pessoas e promover uma cultura de respeito e igualdade de gênero.”
A única mulher a compor a diretoria do Afogados Futebol Clube, Sandra Torres demonstrou entusiasmo com a colaboração, reforçando o compromisso do time com causas sociais e a promoção de um ambiente acolhedor para todos os torcedores. As próximas etapas da parceria incluem a definição de um calendário de ações e a mobilização de voluntários para as atividades no estádio.
O Campeonato Pernambucano de 2025 promete ser um marco para a cidade, não apenas pela expectativa dentro de campo, mas também pelas iniciativas fora dele, que buscam transformar o futebol em um espaço cada vez mais inclusivo e seguro.
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