Advogado de suspeito de apagar imagens do Caso Beatriz diz que cliente não vai se entregar e explica motivos
Por André Luis
Imagem divulgada pela Polícia Civil de Pernambuco que mostra suspeito no Colégio Auxiliadora. Foto: Divulgação
Imagem divulgada pela Polícia Civil de Pernambuco que mostra suspeito no Colégio Auxiliadora. Foto: Divulgação
Do blog do Carlos Britto
O advogado Wank Medrado, que faz a defesa de Allinson Henrique de Carvalho Cunha, suspeito de ter apagado imagens de câmeras de segurança do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, confirmou a este Blog que seu cliente não vai se entregar à polícia, mesmo após o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) decretar a sua prisão preventiva.
Wank explicou que entrou com um recurso e, “por enquanto, ele [Allinson] vai aguardar o julgamento“. A apreciação desse recurso, segundo Wank, só deverá acontecer em 2019, “talvez depois do Carnaval“.
A reportagem questionou como ficaria a situação de Allinson, caso a polícia chegue até ele com o mandado de prisão em mãos, ou se essa eventual detenção seria arbitrária. Sobre isso, o advogado respondeu que “a prisão não é arbitrária porque há uma ordem do tribunal“.
Questionamos, também, como ficará a situação do suspeito, uma vez que a delegada Polyana Neri, responsável pelas investigações do Caso Beatriz, já disse que ele está na condição de “foragido“. Wank Medrado respondeu que “essa expressão [foragido] foi cunhada pela imprensa” e que “o STF permite a impugnação da decisão que decretou a prisão, sem a necessidade de se entregar para ser preso“.
Decreto de prisão
O TJPE decretou a prisão do Allinson Henrique na quarta-feira (12), reformando a decisão da juíza de primeiro grau de Petrolina, Elayne Brandão, que havia negado a prisão em julho deste ano. Allinson nega a acusação de ter apagado imagens do sistema de videomonitoramento do dia do assassinato de Beatriz Angélica Mota, ocorrido em 10 de dezembro de 2015.
Artur Amorim, secretário de Saúde, deve permanecer na pasta. O blog Mais Pajeú, de Romero Morais, trouxe uma análise antecipada sobre os possíveis nomes que devem compor o secretariado na gestão “Sandrinho 2.0”, em Afogados da Ingazeira. De acordo com a publicação, alguns nomes de confiança do atual prefeito devem permanecer, enquanto novos nomes e […]
Artur Amorim, secretário de Saúde, deve permanecer na pasta.
O blog Mais Pajeú, de Romero Morais, trouxe uma análise antecipada sobre os possíveis nomes que devem compor o secretariado na gestão “Sandrinho 2.0”, em Afogados da Ingazeira. De acordo com a publicação, alguns nomes de confiança do atual prefeito devem permanecer, enquanto novos nomes e figuras conhecidas podem integrar a equipe de governo.
Na lista de permanentes, aparecem Arthur Amorim (Saúde), Lúcia Gomes (Finanças), Madalena Leite (Assistência Social), Carlos Alberto (Procurador) e Rodrigo Lima (Imprensa). Segundo Romero Morais, uma mudança esperada é na Educação, onde Wiviane Fonseca não deve continuar.
Quase confirmados
Ainda segundo o blog, outros nomes estão próximos da confirmação: Augusto Martins (Cultura e Esportes), Bombinha (Infraestrutura), Flaviana Rosa (Transportes), Valberto Amaral (Agricultura), Igor Mariano (Assessoria Especial), Ney Quidute (Administração) e Odilio Lopes (Governo). Esses nomes já possuem algum histórico de colaboração com a atual gestão, o que aumenta as chances de sua permanência.
Cartas na manga
São coringas ou correm por fora Rubinho do São João, Edygar Santos, Veratânia Lacerda, Alexandre Moraes, Risomar Lemos, Rubinho Pires, Carlinhos Neves, Heleno Mariano, Rivelton Santos e Miguel Góis, o Miguel da Gráfica.
G1 O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, falou nesta segunda-feira (19), no Recife, sobre as investigações que estão ocorrendo no Brasil. “Investigação sim, abuso não. Não se combate crime, cometendo outro crime. E é preciso que a sociedade diga isso de maneira clara. Estado de […]
O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, falou nesta segunda-feira (19), no Recife, sobre as investigações que estão ocorrendo no Brasil. “Investigação sim, abuso não. Não se combate crime, cometendo outro crime. E é preciso que a sociedade diga isso de maneira clara. Estado de direito não comporta soberanos. Todos estão submetidos à lei”, declarou.
O ministro participou de um evento promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais de Pernambuco (Lide-PE), na capital pernambucana, onde fez uma palestra por quase uma hora e, depois, respondeu a questões feitas por empresários, advogados e autoridades públicas. A palestra foi transmitida ao vivo no YouTube.
Mendes condenou as investigações contra magistrados do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo ele, foram abertos inquéritos para apurar encontros de magistrados com deputados e com a ex-presidente Dilma Rousseff para, supostamente, pleitear uma vaga no Tribunal.
“Agora, um grande sujeito, grande acadêmico e grande juiz é alvo de inquérito. Isso vai dar em alguma coisa? Claro que não. Isso era para constranger a pessoa, o Tribunal e a magistratura”, disse. “Quem não fez? Quem não pediu para ser indicado?”
Para o ministro do STF, em alguns casos, “expandiu-se demais a investigação, além dos limites.” Para Mendes, o objetivo era colocar medo nas pessoas. Diante disso, o presidente do TSE defendeu a imposição de limites a algumas práticas.
Na palestra, Mendes criticou a ideia de que juízes e promotores poderiam ocupar o lugar de políticos. “É preciso que se respeite o Congresso Nacional. É preciso que se respeite a política. Vamos abominar, sim, as más práticas, mas não se faz democracia sem política e sem políticos. E isto precisa ser reconhecido e reconhecido pelas instituições”, afirmou. “Os autoritarismos que nós vemos aí já revelam que nós teríamos, não um governo, mas uma ditadura de promotores ou de juízes”, disse.
Mendes também criticou a forma como algumas decisões dos magistrados afetam os recursos públicos e, como exemplo, citou o auxílio-moradia de juízes.
“Não pensem que nós, juízes e promotores, seríamos melhores gestores. Temos uma decisão no Supremo de um juiz que manda pagar auxílio-moradia, inclusive para quem tem casa, para todos os juízes do Brasil. Isto custa R$ 800 milhões por ano. Nunca a decisão foi ao Supremo, nunca foi ao plenário. E está sendo paga a todos os juízes., mimetizando o que já se paga a promotores. Ninguém cumpre teto, só o Supremo. Vamos confiar a esta gente que viola o princípio da legalidade a ideia de gerir o país? Não dá.”
“Os padrões que nós adotamos hoje na gestão do Judiciário não nos recomendam para sermos gestores do país. Deus me livre juízes na Presidência.”
Após o encontro com empresários, Mendes deu entrevista e falou sobre sua relação com políticos. “Amizade eu tenho com város políticos. Eu estou em Brasília há muitos anos e tenho dedicado inclusive a este diálogo com os políticos em realizar a reforma política”, falou.
Mendes também comentou a transcrição de áudio da Polícia Federal em que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) pede ajuda ao ministro na tramitação da lei de abuso de autoridade, combinando supostas articulações para a tramitação do projeto.
“Em relação a este diálogo, nenhuma novidade também. Eu defendo a lei de abuso de autoridade há muito tempo”, disse.
“O que acontece agora? Parece que há um pensamento totalitário. Qualquer definição de limites para MP e polícia se tornou algo perigoso. Perigoso para quem? Para eles. Aí se tornou obstrução de Justiça. Como se não pudesse se discutir uma nova lei de delação. Uma nova lei de abuso de autoridade.”
Em 9 de março de 1999 Eliane Castanhêde – Folha de São Paulo Em entrevista a uma rádio local, o prefeito de Recife, Roberto Magalhães (PFL), disse que o país sairia mais rapidamente da crise se o presidente Fernando Henrique Cardoso “tirasse umas longas férias” e o vice-presidente Marco Maciel assumisse. Magalhães criticou a equipe […]
Em entrevista a uma rádio local, o prefeito de Recife, Roberto Magalhães (PFL), disse que o país sairia mais rapidamente da crise se o presidente Fernando Henrique Cardoso “tirasse umas longas férias” e o vice-presidente Marco Maciel assumisse.
Magalhães criticou a equipe de governo como “um grupo de intelectuais que estudou nos Estados Unidos e conhece muito bem Nova York”, fazendo um contraponto a favor de Maciel, pernambucano e pefelista assim como ele.
Com FHC viajando, disse Magalhães, o país passaria a ser governado “por um homem que sabe das necessidades do Nordeste e o que é pobreza”.
Na própria entrevista à rádio, o prefeito frisou que estava brincando ao sugerir que FHC fizesse uma longa viagem para a Europa. Ontem, ele repetiu para a Folha que foi “só uma brincadeira” e que estava arrependido. Entretanto, fez críticas à política econômica.
“Cometi uma falha imperdoável e me penitencio. Em política, não se brinca com coisa séria. Eu brinquei e me dei mal. Estou amargurado. As pessoas vão pensar que sou doido ou golpista”, disse, por telefone.
Depois, o prefeito admitiu que tem queixas, sim, contra o governo federal: “É verdade que Recife está perdendo muito por erros de Brasília. A situação social é grave”.
Segundo ele, a capital pernambucana tem uma arrecadação anual próxima a R$ 500 milhões e perdeu em torno de R$ 101 milhões nos dois últimos anos por culpa de Brasília.
Metade da perda foi com o FEF (Fundo de Estabilização Fiscal), com a Lei Kandir (que acabou com o ICMS sobre exportações) e com o Fundef (o fundo da educação). A outra metade, “com o atraso enorme no repasse das verbas orçamentárias”.
A entrevista de Magalhães à rádio foi na terça-feira e repercutiu negativamente ontem em Brasília, onde um terceiro pernambucano do PFL, o deputado Inocêncio Oliveira, já havia dado um prazo de 90 dias para o governo controlar a crise do câmbio.
Ontem mesmo, Magalhães tentou se justificar com Maciel, que estava em Londrina (PR). Conseguiu apenas falar com o chefe de gabinete do vice-presidente, Roberto Parreira, insistindo que tudo fora uma brincadeira.
O prefeito visitou obras ontem ao lado do presidente da CEF (Caixa Econômica Federal), o também pernambucano Emílio Carazzai, ligado ao PFL.
Num discurso, o prefeito de Recife disse que gostaria mesmo de ver Marco Maciel na Presidência, “mas nunca por meio de um golpe”.
O Seminário sobre apicultura, meliponicultura e caprinovinocultura para o Seminárido encerrou as atividades do Sebrae em 2017 no Sertão No último sábado (09), a Unidade do Sebrae no Sertão Central, Moxotó, Pajeú e Itaparica, em parceria com o Governo do Estado e Prefeitura Municipal de Carnaíba, promoveram o Seminário Potencialidades da Apicultura, meliponicultura e caprinovinocultura para […]
O Seminário sobre apicultura, meliponicultura e caprinovinocultura para o Seminárido encerrou as atividades do Sebrae em 2017 no Sertão
No último sábado (09), a Unidade do Sebrae no Sertão Central, Moxotó, Pajeú e Itaparica, em parceria com o Governo do Estado e Prefeitura Municipal de Carnaíba, promoveram o Seminário Potencialidades da Apicultura, meliponicultura e caprinovinocultura para o Semiárido, em Carnaíba – PE.
De acordo com a Analista do Sebrae e Gestora do projeto, Auxiliadora Vasconcelos, o objetivo é levar conhecimento e oportunidades de negócios, aos produtores. “O SEBRAE atua em 34 municípios e em cima da demanda solicitada pelos próprios produtores. Focamos sempre em promover encontros de negócios, articular o mercado, fortalecer o comércio e disseminar as tecnologias a fim de fomentar o desenvolvimento da região, por meio das capacitações, pois assim tentamos mudar o cenário econômico”, afirma a analista.
O antigo Armazém Ferroviário de Carnaíba foi cenário para as exposições de animais, insumos, equipamentos, produtos e derivados dos caprinos, ovinos e do mel, além de palestras sobre empreendedorismo com foco na apicultura e meliponicultura e, manejo de apicultura, caprinos e ovinos.
“Em números, a apicultura, oriunda de abelhas com ferrão, produz cerca de 60 Kg de mel por ano, enquanto que a meliponicultura, com abelhas sem ferrão e nativas do semiárido, produz apenas 5 Kg de mel. Com isso, a ideia é estimular ainda mais as duas culturas e preparar esses produtores para a certificação, a fim de que os mesmos tenham a possibilidade de exportar todo o mel da região. Mas para isso é necessário que todos se enquadrem nos critérios com relação ao conforto térmico, garantindo a qualidade do mel para a exportação”, finaliza Adailson Freire, Consultor do Sebrae, que falou sobre manejo, empreendedorismo e o desenvolvimento da região.
Com o Seminário, o Sebrae fecha com chave de ouro a programação das ações de 2017, fortalecido com os eventos Inova Sertão, realizado em Serra Talhada nos dias 23 e 24 de novembro e o Fomenta Sertão, que aconteceu, nos dias 5 e 6 de dezembro.
Em Afogados da Ingazeira, o programa “Visão de Futuro” garante óculos gratuitos para a população de baixa renda, além de consultas e exames oftalmológicos. Numa parceria firmada entre a Prefeitura de Afogados e o Governo de Pernambuco, mais de 240 pessoas já foram beneficiadas. Nesta terça (20), ocorreram novas entregas de óculos no Centro de […]
Em Afogados da Ingazeira, o programa “Visão de Futuro” garante óculos gratuitos para a população de baixa renda, além de consultas e exames oftalmológicos. Numa parceria firmada entre a Prefeitura de Afogados e o Governo de Pernambuco, mais de 240 pessoas já foram beneficiadas.
Nesta terça (20), ocorreram novas entregas de óculos no Centro de Reabilitação física, auditiva e visual – CER lll, unidade de saúde que coordena as ações do “Visão de Futuro”.
Segundo o coordenador do CER III, Verandilson Zuza, as próximas entregas ocorrerão em Agosto.
“O programa visa garantir à população de baixa renda, após consultas e exames oftalmológicos, óculos gratuitos para quem não pode comprar um. Essa já é a quinta entrega só este ano e a determinação do prefeito Alessandro Palmeira é a de ampliarmos o programa, levando essa conquista para ainda mais pessoas,” destacou Verandílson.
O acesso se dá tanto pelo encaminhamento via unidade básica de saúde quanto pelo atendimento no próprio CER.
Você precisa fazer login para comentar.