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Advogado comenta história recente da política em Arcoverde

Por Nill Júnior

Ilustre Jornalista Nill Júnior,

À guisa de esclarecimentos, em relação à sua Coluna do Domingão, que fala do atual momento politico em Arcoverde, e, também no que concerne à eleição em 2004, é de curial sabença que o Dr. Zeca Cavalcanti não bateu todas as lideranças municipais.

A Prefeita Rosa Barros o apoiou, cuja aliança juntamente com a maioria dos vereadores, foi decisiva para o apertado resultado eleitoral.
Sem falar também que, não obstante o apoio da Prefeitura Municipal Rosa Barros, ainda à véspera da eleição, um vereador que dizia apoiar o ex-prefeito Julião Guerra foi cooptado pelo grupo do ex-deputado.
Por último, insta esclarecer que houve a candidatura pela chamada de “terceira via” do ex-deputado Eduíno Brito, dividindo as oposições, obtendo apenas 1.509 votos, e favorecendo a eleição de Zeca.

O ex-deputado agora, estando na oposição, no entanto, é o responsávelpelo atual quadro politico e administrativo vicenciado em Arcoverde, quando sequer quis ouvir pessoas próximas em 2012. Deu nisso que está aí.

Edilson Xavier 

Advogado e ex-presidente da Câmara Municipal de Arcoverde.

Outras Notícias

Em nota, Simpol reclama de convocação de policiais para operação em dia de Assembleia

O Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco) vem a público denunciar uma estranha convocação de centenas de policiais civis, na capital e no interior, para execução de Operações Policiais, todas, concentradas no dia 28 de janeiro, próxima quarta-feira, dia da Assembleia Geral Extraordinária dos policiais civis. É de se estranhar tal convocação extraordinária, uma […]

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O Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco) vem a público denunciar uma estranha convocação de centenas de policiais civis, na capital e no interior, para execução de Operações Policiais, todas, concentradas no dia 28 de janeiro, próxima quarta-feira, dia da Assembleia Geral Extraordinária dos policiais civis.

É de se estranhar tal convocação extraordinária, uma vez que há quase um mês se divulga amplamente a realização de nossa assembleia geral, cuja pauta é a campanha salarial 2015. O Sinpol entende que esta manobra do Governo do Estado tem o intuito de tentar desmobilizar os policiais civis, que estão se unindo junto ao sindicato para debater seus direitos como trabalhadores e servidores públicos, e ressalta que tal atitude só vai acirrar ainda mais os ânimos dos policiais civis, já insatisfeitos com os baixos salários e o valor pago nas diárias dos plantões de carnaval.

O Sinpol continuará a mobilizar a categoria para nossa grande Assembleia Geral e não dará nenhum passo atrás, nem tampouco deixará o Governo do Estado jogar a entidade contra o povo pernambucano. O Sinpol seguirá reivindicando melhores salários, condições de trabalho e equipamentos adequados para que, cada vez mais, o policial civil possa oferecer segurança aos pernambucanos.

A direção do Sinpol

Afogados: Câmara convoca gerente da Compesa para audiência pública sobre abastecimento de água

Requerimento do vereador Edson Henrique foi aprovado por unanimidade Por André Luis A Câmara Municipal de Afogados da Ingazeira aprovou, por unanimidade, na Sessão Ordinária desta terça-feira (7), o requerimento 396/2023, do vereador Edson Henrique, que convoca o gerente regional da Compesa, Kaio Maracajá, para comparecer à Câmara Municipal no dia 29 de novembro de […]

Requerimento do vereador Edson Henrique foi aprovado por unanimidade

Por André Luis

A Câmara Municipal de Afogados da Ingazeira aprovou, por unanimidade, na Sessão Ordinária desta terça-feira (7), o requerimento 396/2023, do vereador Edson Henrique, que convoca o gerente regional da Compesa, Kaio Maracajá, para comparecer à Câmara Municipal no dia 29 de novembro de 2023, para tratar do abastecimento de água no município.

O requerimento justifica a convocação por conta da insatisfação da população afogadense com o formato do abastecimento de água. “A população vem sendo castigada com o formato do abastecimento de água e clama por soluções em detrimento desta situação estarrecedora”, diz o vereador.

A audiência pública será aberta à participação da população, que poderá fazer perguntas e apresentar sugestões ao gerente da Compesa.

O abastecimento de água em Afogados da Ingazeira é um problema histórico. A cidade enfrenta, há anos, falta de água constante, principalmente nos bairros mais distantes do centro.

A audiência pública é uma oportunidade para a população afogadense cobrar soluções para o problema do abastecimento de água.

São José do Egito terá novo mutirão de perícias médicas do INSS

O prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, anunciou a realização de um novo mutirão de perícias médicas do INSS na agência da Previdência Social do município. Os atendimentos estão marcados para os dias 26, 27 e 28 de setembro (sexta, sábado e domingo), com o objetivo de ampliar o acesso da população aos […]

O prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, anunciou a realização de um novo mutirão de perícias médicas do INSS na agência da Previdência Social do município.

Os atendimentos estão marcados para os dias 26, 27 e 28 de setembro (sexta, sábado e domingo), com o objetivo de ampliar o acesso da população aos serviços sem a necessidade de deslocamentos para outras cidades.

“Estamos garantindo que nossa população possa resolver suas pendências aqui mesmo em São José do Egito, com comodidade e menos gastos. Qualquer dúvida pode ser esclarecida diretamente na Secretaria de Assistência Social”, afirmou o prefeito.

“A ação é resultado de parceria entre a Prefeitura de São José do Egito e o INSS”, afirmou a assessoria de comunicação.

Cunha diz que já era esperado resultado da rejeição das contas de Dilma

Do JC Online O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou nesta quarta-feira (7) que o parecer do Tribunal de Contas da União (TCU) pela rejeição das contas do governo Dilma Rousseff em 2014 “já era esperado”. “Já estava praticamente anunciado por todos. Agora o parecer vai vir para o Congresso e a última palavra […]

Cunha afirmou ainda que a tentativa do governo em adiar o julgamento, pedindo o afastamento do relator das contas Augusto Nardes, alegando que ele havia antecipado o seu voto, foi um
Cunha afirmou ainda que a tentativa do governo em adiar o julgamento, pedindo o afastamento do relator das contas Augusto Nardes, alegando que ele havia antecipado o seu voto, foi um “erro político grave”

Do JC Online

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou nesta quarta-feira (7) que o parecer do Tribunal de Contas da União (TCU) pela rejeição das contas do governo Dilma Rousseff em 2014 “já era esperado”. “Já estava praticamente anunciado por todos. Agora o parecer vai vir para o Congresso e a última palavra é e será do Congresso”, disse.

Por unanimidade, os ministros do TCU entenderam que o balanço apresentado pela União continha irregularidades que feriram preceitos constitucionais, a Lei Orçamentária e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). A reprovação tem como base, principalmente, as “pedaladas fiscais” – manobras reveladas no ano passado pelo jornal O Estado de S.Paulo, que consistiram em atrasar repasses do Tesouro Nacional para bancos pagarem despesas de programas sociais obrigatórios.

Cunha afirmou ainda que a tentativa do governo em adiar o julgamento, pedindo o afastamento do relator das contas Augusto Nardes, alegando que ele havia antecipado o seu voto, foi um “erro político grave”. “Quando o governo foi pedir a suspeição do relator praticamente já antecipou o resultado. Ali foi um erro político grave do governo, para tentar talvez politizar o processo”, disse.

Para o presidente da Câmara, que ainda tem sobre a mesa sete pedidos de impeachment contra a presidente Dilma para avaliar, a decisão do TCU não necessariamente interfere no andamento do processo. “O importante é o conteúdo que ainda vai vir, o conteúdo vai ser apreciado pela Comissão Mista de Orçamento e depois pelas duas casas”, disse.

Segundo Cunha, há ainda uma decisão preliminar ao parecer das contas, que é o de avaliar se atos cometidos em um mandato anterior valem para o próximo. “A minha opinião, até agora formulada, tem sido que o mandato é novo, então a gente não contamina um mandato com outro. Essa é opinião que expressei até agora. Não mudei ainda não”, disse.

Juíza libera candidaturas sem filiação partidária na eleição deste ano

Do Estadão Conteúdo A juíza eleitoral Ana Cláudia Veloso Magalhães, da 132ª Zona Eleitoral de Goiás, autorizou candidaturas avulsas – possibilidade de uma pessoa não filiada a um partido se candidatar – nas eleições deste ano. A decisão, tomada na quarta-feira, 17, tem caráter liminar. A magistrada comunicou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que […]

Do Estadão Conteúdo

A juíza eleitoral Ana Cláudia Veloso Magalhães, da 132ª Zona Eleitoral de Goiás, autorizou candidaturas avulsas – possibilidade de uma pessoa não filiada a um partido se candidatar – nas eleições deste ano. A decisão, tomada na quarta-feira, 17, tem caráter liminar. A magistrada comunicou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que inscreva “candidato não vinculado a partidos políticos”.

“Forte no disposto no artigo 300 do Código de Processo Civil, concedo a medida cautelar, para determinar que o Tribunal Superior Eleitoral, órgão responsável pelos programas das urnas eletrônicas a serem utilizadas nas Eleições Gerais de 2018, através de sua unidade de Tecnologia da Informação, desenvolva naqueles seus softwares e códigos fontes para que estejam inscritos os códigos necessários para inscrição de candidato não vinculado a partidos políticos, com previsão de número próprio”, ordenou.

A decisão da juíza atende pleito do advogado Mauro Junqueira e da União dos Juízes Federais (Unajufe). Ana Cláudia pediu que, em cinco dias, o TSE cumpra a decisão e informe “as medidas adotadas para implementação da presente decisão e o prazo para sua execução, sem prejuízo dos testes que se devem ser executados juntamente com o sistema, na forma das audiências públicas já previstas”.

A Lei nº 13.488/2017, a chamada Minirreforma Eleitoral, estabeleceu, no ano passado, que é “vedado o registro de candidatura avulsa, ainda que o requerente tenha filiação partidária”.

Em outubro, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a existência de repercussão geral em uma ação sobre candidaturas avulsas. Não houve julgamento de mérito na ocasião.

O Tribunal Superior Eleitoral, na mesma época, encaminhou à presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, um estudo em que alerta para os riscos do lançamento de candidatos sem vinculação partidária nas próximas eleições.

Já a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou parecer à Corte máxima no qual defende a possibilidade de que haja candidaturas avulsas nas campanhas eleitorais no Brasil.

Raquel sustentou que, com base no Pacto de São José da Costa Rica e por ausência de proibição constitucional, é possível haver candidaturas avulsas no sistema eleitoral brasileiro.