Zeca visita barraqueiros e destaca geração de renda no São João de Arcoverde
Por Nill Júnior
O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, e o vice-prefeito Siqueirinha visitaram os barraqueiros e ambulantes que atuam no São João de Arcoverde, acompanhando de perto o funcionamento da estrutura montada para os comerciantes e o movimento registrado durante os festejos.
Durante a visita, os gestores conversaram com trabalhadores que comercializam alimentos, bebidas e outros produtos no Pátio de Eventos. Eles receberam avaliações positivas sobre a organização da festa e as oportunidades de geração de renda proporcionadas pelo evento, segundo nota.
Zeca destacou a satisfação em perceber o entusiasmo dos comerciantes e ressaltou que o sucesso da edição deste ano já pode ser observado pelo fluxo de pessoas e pelas vendas registradas.
“São essas palavras de recepção que nos deixam muito felizes. Estamos vendo os barraqueiros satisfeitos, com um movimento muito bom. O sucesso do São João realmente já está consolidado”, afirmou o prefeito.
Um dos pontos destacados pela gestão municipal foi a disponibilização gratuita das barracas utilizadas pelos comerciantes. Segundo Zeca, a Prefeitura organiza toda a estrutura sem cobrar aluguel, reduzindo custos para os trabalhadores e aumentando as possibilidades de lucro durante a festa.
“A Prefeitura não compra nada dos comerciantes, mas cede todas as barracas para que eles possam trabalhar de forma organizada e sem nenhum custo com aluguel da estrutura”, explicou.
O prefeito Zeca Cavalcanti e a primeira-dama falaram ao Portal Panorama sobre mais uma grande noite do São João de Arcoverde. Durante a entrevista, destacaram a importância da festa para a cultura, o turismo e a economia do município, além da alegria de ver milhares de pessoas reunidas celebrando uma das tradições mais fortes do Nordeste.
A Secretaria de Turismo e Eventos e a Secretaria de Cultura e Comunicação da Prefeitura de Arcoverde estão convocando os responsáveis legais pelas troças e grupos carnavalescos do Carnaval Folia dos Bois versão 2019, para comparecerem à sede do Esporte Clube Municipal de Arcoverde, até o dia 05 de fevereiro, no horário de 9h às […]
A Secretaria de Turismo e Eventos e a Secretaria de Cultura e Comunicação da Prefeitura de Arcoverde estão convocando os responsáveis legais pelas troças e grupos carnavalescos do Carnaval Folia dos Bois versão 2019, para comparecerem à sede do Esporte Clube Municipal de Arcoverde, até o dia 05 de fevereiro, no horário de 9h às 12h, de segunda a sexta, para fazer a atualização cadastral e cadastramento.
A atualização cadastral deve ser feita por todas as troças e grupos já cadastrados e que desejam participar dos desfiles oficiais do Carnaval Folia dos Bois 2019, de acordo com o resultado final dos desfiles realizados em 2018, a saber: Grupo I – Especial: Boi Maracatu (hors concours), Boi Diamante, Boi Fantástico, Boi Estrelinha, Boi Estrela Solar, Boi Arcoverde, Boi Milagroso, Boi Bola de Fogo, Boi Estrela Maluquinha, Boi Atrevido e Boi Dourado. Grupo II- Acesso: Boi Misterioso, Boi Maluco, Boi Valente, Boi Tutebim, Boi Arco de Ouro e Boi Lulu + Boi Os Boiolas e Boi Cafuné (troças homenageadas). Grupo Geral de Ursos e Similares: Urso Pé de Lã (hors concours), Urso da Peleja, Urso da Cara Preta, Urso Teimoso, Urso da Bagunça, Urso Catatau e La Ursa Rosinha.
O cadastramento deve ser feito pelas troças que participaram do grupo de acesso em 2018 e não obteve classificação entre os seis primeiros colocados; as que por contrariar as normas do concurso tenham sido desclassificadas e/ou eliminadas; e para troças novas de bois, ursos e similares, que desejarem participar do grupo de acesso do Carnaval 2019, além de troças de outras cidades.
O secretário de Turismo, Albérico Pacheco, explica que com exceção de grupos de outras cidades que poderão ser inscritos na condição de convidados, as troças locais – dependendo da quantidade de inscrições -, poderão passar por uma prévia classificatória ao grupo de acesso, em data e local a serem divulgados.
O Carnaval Folia dos Bois 2019 será realizado no período de 02 a 05 de março, na Praça da Bandeira, conhecido como Boiódromo, e em pontos de animação espelhados pela cidade. No sábado dia 02 acontece o tradicional Desfile do Zé Pereira, com mais de 40 anos de história, descendo as ladeiras do São Geraldo em direção a Praça da Bandeira. Os desfiles oficiais da Folia dos Bois e Ursos acontecem no domingo dia 03, a partir das 16h (Grupo II – Acesso da Folia dos Bois e Grupo Geral dos Ursos em Folia) e na terça dia 05, também a partir das 16h (Grupo I – Especial da Folia dos Bois).
Terminou sem acordo a primeira reunião da Comissão Especial criada para analisar o projeto de autoria do senador José Serra (PSDB-SP) que retira a obrigatoriedade da Petrobras de ser a operadora exclusiva na exploração e produção de petróleo no pré-sal. O impasse se deu na sessão da tarde desta quarta-feira (5) depois que o líder do […]
Terminou sem acordo a primeira reunião da Comissão Especial criada para analisar o projeto de autoria do senador José Serra (PSDB-SP) que retira a obrigatoriedade da Petrobras de ser a operadora exclusiva na exploração e produção de petróleo no pré-sal.
O impasse se deu na sessão da tarde desta quarta-feira (5) depois que o líder do PT do Senado, Humberto Costa (PE), e outros senadores da base aliada questionaram os critérios para a eleição do presidente e do relator da comissão.
Humberto afirmou que a composição dos cargos deve respeitar os princípios da proporcionalidade dos partidos, como determina o regimento interno da Casa. Além disso, segundo ele, “não há pressa nenhuma em discutir um projeto que quer desmantelar o regime de partilha e impedir a posição hegemônica da Petrobras sobre o Pré-Sal”.
Uma articulação sem consulta à maioria dos membros pretendia colocar o senador Otto Alencar (PSD-BA) na presidência da Comissão, como desejava o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e selar a indicação de Ricardo Ferraço (PMDB-ES) para a relatoria. Humberto, porém, ressaltou que os dois fazem parte do Bloco da Maioria (PMDB-PSD) e ainda têm posição favorável à proposta, o que poderia prejudicar o debate sobre a matéria.
“Nós estamos agora com duas pessoas do mesmo bloco na presidência e na relatoria. Não vamos aceitar isso, sem respeito ao critério de proporcionalidade: ambos do mesmo bloco parlamentar e favoráveis ao projeto tucano”, disse. Sem acordo, a reunião foi encerrada.
Além de retirar a obrigatoriedade da Petrobras de ser a operadora única nos campos de exploração do pré-sal, o Projeto de Lei do Senado nº 131/2015, proposto por Serra, exclui também a a participação mínima de 30% da estatal nos consórcios de empresas que venham a ser contratados, mediante licitação, para exploração e produção de petróleo no pré-sal e em áreas estratégicas.
“A proposta fragiliza a estatal brasileira diante das companhias estrangeiras, ansiosas por expandir sua presença no riquíssimo mercado brasileiro de óleo e gás. A Petrobras já fez investimentos significativos no pré-sal e não pode ser, agora, jogada para fora do negócio dessa forma, em seu prejuízo e benefício dos seus concorrentes”, avalia o líder do PT.
Movimento agroecológico, temática que já vem sendo apontada desde 2010 pela Organização das Nações Unidas (ONU), como a única saída para eliminar a fome no mundo, aproveita ato com o ativista Alexandre Pires para coletar alimentos da agricultura familiar que serão doados às vítimas dos deslizamentos ocorridos na RMR no fim de maio Agroecologia, Agricultura […]
Movimento agroecológico, temática que já vem sendo apontada desde 2010 pela Organização das Nações Unidas (ONU), como a única saída para eliminar a fome no mundo, aproveita ato com o ativista Alexandre Pires para coletar alimentos da agricultura familiar que serão doados às vítimas dos deslizamentos ocorridos na RMR no fim de maio
Agroecologia, Agricultura de Baixo Carbono, Agricultura Resiliente ao Clima: práticas que produzem alimentos saudáveis, preservam e recuperam as florestas, resgatam a fertilidade dos solos, fomentam trabalho e renda no campo e são resilientes à emergência climática que tende a afetar a produção de alimentos para a humanidade.
Essas são técnicas e saberes que a ONU já aponta como única forma de eliminar a fome no mundo desde 2010 e que o ativista pernambucano Alexandre Pires defende, há mais de 20, como solução para pensar o desenvolvimento de Pernambuco com sustentabilidade e inclusão socioprodutiva de jovens, mulheres e homens no campo e nas cidades.
Depois de participar da elaboração e articulação de diversas políticas públicas como o Programa Cisternas, que culminou com a implementação de mais de 1,4 milhão de unidades pelo Semiárido brasileiro (sendo uma iniciativa de tecnologia social para acesso e armazenamento da água premiada pela ONU), agora Alexandre aceitou uma nova missão: representar o movimento agroecológico na Assembleia Legislativa de Pernambuco.
E para o lançamento de uma pré-candidatura pautada pela agroecologia, nada mais justo que seu lançamento seja realizado dentro de uma experiência concreta de agroecologia: será no próximo domingo, 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, no sítio Lagoa Escondida, zona rural de Vertentes (agreste Setentrional, 149 km do Recife), deslocando o ato do “centro do poder” para o meio rural.
Estarão presentes lideranças da esquerda como João Arnaldo, pré-candidato a governador pelo PSOL, Tiago Paraíba, presidente estadual do PSOL, Paulo Rubem Santiago pré-candidato a deputado federal pela REDE, Carol Vergolino, Luiza Carolina, Janielly Azevedo, Robeyoncé Lima e Laís Araújo pré-candidatas a deputadas federais pelo PSOL.
“Para mim que sou do interior e tenho minha vida de luta em defesa da agroecologia, há uma simbologia importante de mobilizar pessoas da capital para a zona rural do interior, dando visibilidade às práticas sustentáveis dos agricultores e agricultoras”, afirmou Alexandre que é pré-candidato a deputado estadual pelo PSOL.
A pré-candidatura de Alexandre é fomentada pelo coletivo Agroecologia Urgente, formado por agricultoras e agricultores, agroecologistas, professoras e professores, pesquisadoras e pesquisadores, artistas, extensionista rurais e militantes de diversas organizações e movimentos sociais atuantes em Pernambuco que veem nesta plataforma diversas soluções para as crises socioeconômicas e climáticas, em especial a fome que já assola mais de 77 milhões de brasileiros, segundo dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas no fim de maio.
O grupo, inclusive, está coletando alimentos orgânicos de agricultores de todo o agreste para enviar a Recife em solidariedade às vítimas dos deslizamentos no fim de maio.
DA CIDADE AO CAMPO – A escolha do local e da data revelam o respeito e valorização da pré-candidatura às famílias do campo e à uma agenda socioambiental relevante nesse contexto de emergência climática e fome que se passa no Brasil.
“As potencialidades da agricultura familiar ainda são invisíveis ao “centro do poder”, nós precisamos olhar para o campo em outra perspectiva. É necessário jogar luz sobre a Caatinga, as nascentes e rios, e às experiências de Convivência com o Semiárido que comprovadamente geram maior resiliência aos efeitos climáticos e garantem a geração de trabalho e renda no campo além da ótica do agronegócio. Precisamos fazer reforma agrária, abandonar os venenos e as sementes transgênicas e usar sementes crioulas e insumos naturais, produzir alimentos saudáveis para as pessoas do campo e das cidades, conservando a biodiversidade, florestas e fontes de água. Ainda é importante fortalecer os saberes e cultura camponesa, em especial o diálogo com as comunidades quilombolas, indígenas e pescadores. A agroecologia tem essa característica de respeito aos conhecimentos tradicionais, como aliada na defesa dessas populações aos seus territórios e seus modos de vida”, pontua.
As práticas agroecológicas incluem estratégias que são fundamentais: assistência técnica e extensão rural (ATER) de qualidade e feiras agroecológicas em cada município, por exemplo. Porém, hoje, essas ações dependem de articulações como as que Alexandre Pires desenvolveu no Centro Sabiá e na Articulação do Semiárido Pernambucano (ASAPE), que resultou em mais de 140 feiras agroecológicas pelo estado e assistência técnica para mais de 10.000 famílias em todas as regiões de PE. “Temos um déficit no Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) de mais de 2.000 técnicos extensionistas, embora universidades, escolas e institutos federais formem centenas de profissionais todos os anos. A miopia político-eleitoral não permite os governos fazer concurso e executarem a política pública de ATER, mas essa será uma bandeira nossa”, garante.
A ampliação do acesso à água, e em especial a política de cisternas, é outro ponto que Alexandre considera urgente para a retomada da autonomia das famílias do campo: a tecnologia social oportuniza armazenar água para uso das famílias, para produção de alimento para as pessoas e para os animais.
Porém a política pública vem sendo enfraquecida desde o governo Temer e piorou ainda mais sob a gestão Bolsonaro: após o recorde de 111 mil e 106 mil cisternas em 2013 e 2014, respectivamente, ano após ano a construção dessas tecnologias no Semiárido vem caindo, até atingir o número pífio de menos de 3 mil em 2021.
QUEM SÃO OS AGRICULTORES FAMILIARES? – O universo do campo abriga uma população diversa: há indígenas, quilombolas, negras e negros, LGBTQIA+, familias lideradas por mulheres camponesas, e todas essas populações também precisam dos direitos básicos adaptados a elas – acesso à saúde e à educação de qualidade, segurança, saneamento, cultura, mobilidade e inclusão digital.
Logo, Alexandre vê em seu campo de atuação um leque que vai além do processo produtivo: “se queremos falar de desenvolvimento rural sustentável, precisamos olhar para o todo. Precisamos colocar “na mesa” e tratar com respeito as demandas históricas das populações camponesas que permanecem governo após governo, e o legislativo estadual não pode acompanhar essa onda, precisamos ter um papel questionador do estado e propositivo. O que transforma a vida das pessoas são as políticas públicas.”
BIOGRAFIA – Alexandre Pires é natural do município de Iguaracy. Filho de agricultores, saiu do vilarejo de Jabitacá e, desde os 14 anos, mora em Recife, onde formou-se em Biologia e, depois, fez mestrado em Extensão Rural e Desenvolvimento Local, na UFRPE.
Desde 2002 atua no Centro Sabiá, ONG que atua com Agroecologia há 28 anos em Pernambuco. Desde 2011, atua na Articulação no Semiárido Pernambucano (ASA/PE), rede que influenciou fortemente o Programa Cisternas do Governo Federal.
Também foi membro de conselhos e comissões de controle social de políticas públicas, como o Conselho de Segurança Alimentar de Pernambuco e a comissão que construiu a Política Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica, sancionada em janeiro de 2021.
“São espaços onde fui e sigo sendo defensor da agroecologia como caminho para promoção de uma sociedade mais justa e inclusiva”, finaliza. Nas redes Alexandre pode ser encontrado a partir do @AlexandrePires.PE.
SERVIÇO:
Organizações sociais se reúnem em Vertentes (PE) para celebrar Dia do Meio Ambiente
Domingo, 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, 12h, no sítio Lagoa Escondida, zona rural de Vertentes, no agreste Setentrional.
O Plenário da Assembleia Legislativa aprovou, nesta terça (24), a criação de uma Frente Parlamentar em Defesa dos Bancos Públicos. O grupo de trabalho foi instituído por meio do Requerimento 4011/2017, de autoria da deputada Teresa Leitão (PT), que atuará como coordenadora-geral. Hoje, 25 de outubro, a deputada participa de uma audiência pública na Câmara dos Vereadores […]
O Plenário da Assembleia Legislativa aprovou, nesta terça (24), a criação de uma Frente Parlamentar em Defesa dos Bancos Públicos. O grupo de trabalho foi instituído por meio do Requerimento 4011/2017, de autoria da deputada Teresa Leitão (PT), que atuará como coordenadora-geral.
Hoje, 25 de outubro, a deputada participa de uma audiência pública na Câmara dos Vereadores de Escada, mata sul, para discutir a ameaça de fechamento da agência do Banco do Brasil no município, o que prejudicaria milhares e o comércio da região.
O objetivo da Frente será “acompanhar o processo de sucateamento dos bancos públicos, que tem prejudicado milhares de trabalhadores em Pernambuco”. A proposição aprovada durante a Reunião Plenária aponta o risco de esvaziamento destas instituições, tidas como instrumentos de promoção do desenvolvimento econômico e social, em detrimento dos bancos privados.
Além da petista, o colegiado será integrado pelos deputados Lucas Ramos (PSB), Odacy Amorim (PT), Augusto César (PTB) e Rodrigo Novaes (PSD).
Ainda ao longo da Ordem do Dia, a Indicação 9353/2017, de autoria do deputado Pastor Cleiton Collins (PP), foi acatada pela maioria dos parlamentares. O texto faz um apelo ao ministro da Educação “no sentido de retirar da Base Nacional Comum Curricular expressões que contenham relação com a ideologia de gênero”.
A matéria havia sido debatida, na semana passada, em duas outras Reuniões Plenárias, quando não houve votação por obstrução dos deputados que se opunham à proposição. Durante a apreciação da iniciativa nesta terça, o texto recebeu os votos contrários de Priscila Krause (DEM), Teresa Leitão (PT), Edilson Silva (PSOL), Sílvio Costa Filho (PRB) e Laura Gomes (PSB).
Fotos: Luiz Carlos, especialmente cedidas para o blog O Bloco A Cobra Vai Subir trouxe uma inovação que pode servir de referência para outros blocos do gênero no carnaval de Afogados da Ingazeira: a campanha “Brincando e Limpando” foi a novidade anunciada pelo presidente do bloco, Anchieta Mascena. Segundo o bloco, foi contratado um carro […]
Anchieta e Genilda Mascena, Wagner e Lívia Nascimento, fundadores do bloco, com equipe da limpeza contratada para o desfile: folião sujou, o bloco limpou
Fotos: Luiz Carlos, especialmente cedidas para o blog
O Bloco A Cobra Vai Subir trouxe uma inovação que pode servir de referência para outros blocos do gênero no carnaval de Afogados da Ingazeira: a campanha “Brincando e Limpando” foi a novidade anunciada pelo presidente do bloco, Anchieta Mascena.
Segundo o bloco, foi contratado um carro compactador e pessoal para fazer a limpeza das ruas logo na dispersão do bloco. Com isso, o lixo produzido pelos foliões era imediatamente recolhido. Resultado: após o desfile, as ruas de Afogados da Ingazeira permaneceram limpas.
No seu ano 11, o Bloco mais uma vez, arrastou uma grande multidão pelas principais ruas de Afogados da Ingazeira. A chuva chegou um pouco antes do desfile, mas não intimidou os foliões. Ao som da Banda Vizu tocando ritmos pernambucanos e músicas sem duplo sentido, outra marca do bloco, tricolores de Afogados e cidades vizinhas se divertiram até as 20h.
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