Zeca Cavalcanti tem aprovação de 86%, diz Múltipla
Por Nill Júnior
O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti (Podemos) manteve estabilidade na sua avaliação de governo, segundo levantamento do Instituto Múltipla realizado dias 3 e 4 de junho.
Segundo o levantamento, 86% da população aprovam sua gestão nos primeiros cinco meses de trabalho. Em fevereiro, esse número era de 87%.
Estabilidade: No começo de abril, 89%. Considerando a margem de erro de 5,6% para mais ou para menos, o quadro é de estabilidade.
O fato é positivo, considerando o alto percentual de aprovação, acima de 85%, cenário desejado por muitos prefeitos segundo estatísticos.
A desaprovação é de 12% e os que não opinaram são 2%.
Quando chamada a classificar a gestão, 22% disseram ser ótima, 50% afirmaram ser boa, 16% avaliaram como regular positiva, 3% como regular negativa, 3% ruim e 4%, péssimo. Não opinaram 2%.
Feita em parceria com o blog, a pesquisa foi realizada dias 3 e 4 de junho, com 310 entrevistas. O intervalo de confiança é de 95%, com margem de erro de 5,6% para mais ou para menos. Fonte pública para realização da pesquisa: Censo 2010/2022 e TSE.
O Palácio do Campo das Princesas nega não ter convidado os deputados Zeca e Júlio Cavalcanti (PTB) para participarem da inauguração da Escola Técnica Estadual de Arcoverde. A informação é do jornalista Inaldo Sampaio. Garante o Palácio que o convite seguiu por e-mail e que ambos confirmaram o recebimento. Essa regra é respeitada pelo governador […]
O Palácio do Campo das Princesas nega não ter convidado os deputados Zeca e Júlio Cavalcanti (PTB) para participarem da inauguração da Escola Técnica Estadual de Arcoverde. A informação é do jornalista Inaldo Sampaio.
Garante o Palácio que o convite seguiu por e-mail e que ambos confirmaram o recebimento. Essa regra é respeitada pelo governador Paulo Câmara sempre que se desloca para o interior: convida os políticos locais para acompanhá-lo, conclui a nota.
De qualquer forma, imagina-se como seria o ambiente caso Zeca e o irmão Júlio tivessem aceito o convite e ido ao ato com a prefeita Madalena Brito. também como iria se virar o cerimonial. Com mandatos eletivos, Zeca e Júlio até teriam direito a fala para uma plateia composta em grande maioria por “madalenistas”. Seria tenso…
do O Globo A oposição reagiu nesta quinta-feira depois que duas autoridades do governo defenderam as doações à campanha da presidente Dilma Rousseff. O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), derrotado em outubro, afirmou que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, estão fazendo “defesa prévia” […]
A oposição reagiu nesta quinta-feira depois que duas autoridades do governo defenderam as doações à campanha da presidente Dilma Rousseff. O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), derrotado em outubro, afirmou que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, estão fazendo “defesa prévia” e atuando como advogados do PT.
Para Aécio, ambos estariam assumindo o papel que caberia a João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, citado na delação premiada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como um dos operadores do esquema de distribuição de propinas na estatal. Vaccari se nega a dar entrevistas sobre o assunto.
“Acho extremamente preocupante quando o ministro da Justiça, que é chefe da Polícia Federal, e o advogado-geral da União assumem um papel que deveria ser do tesoureiro do PT. Essa defesa prévia feita pelo ministro da Justiça e pelo advogado-geral mostra uma proximidade e familiaridade muito grande deles com a contabilidade do partido. E isso pode gerar problemas para eles no futuro. Não me parece adequado que eles se transformarem em advogados de um partido político”, afirmou Aécio ao GLOBO.
O senador cobrou explicações do PT sobre as denúncias e disse que, se comprovadas, o mandato da presidente Dilma perde “legitimidade”:
“Não sabemos ainda a extensão dessas denúncias, mas é um alerta que fica. Se comprovado que houve dinheiro de propina da Petrobras para pagar a campanha petista, isso é extremamente grave e o atual mandato da presidente fica sem legitimidade. O PT tem que dar explicações sobre como chegou ao poder do ponto de vista político, legal e explicar essas denúncias sobre o financiamento das campanhas”, disse o tucano.
Em Itapetim, aproveitando que os reservatórios estão todos secos por conta de uma das maiores estiagens da história, a Prefeitura de Itapetim, através da Diretoria de Agricultura, não tem tido outra opção senão melhorar a estrutura de algumas barragens e açudes para quando a chuva voltar. No Sítio Santo Antônio de Lima, a administração municipal […]
Em Itapetim, aproveitando que os reservatórios estão todos secos por conta de uma das maiores estiagens da história, a Prefeitura de Itapetim, através da Diretoria de Agricultura, não tem tido outra opção senão melhorar a estrutura de algumas barragens e açudes para quando a chuva voltar.
No Sítio Santo Antônio de Lima, a administração municipal informa em nota que concluiu a restauração de mais dois açudes,ampliando a capacidade de armazenamento de água da comunidade.
Além de construir e restaurar açudes, para amenizar os efeitos da estiagem a Prefeitura também está investindo na perfuração e instalação de poços artesianos, construção de sistemas de abastecimento de água, construção e limpeza de cacimbas.
Onde não é possível achar água no subsolo, já que o lençol freático também está reduzindo sua produção, o caminho tem sido distribuição de água através de caminhões pipa.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a utilizar as redes sociais para ameaçar a democracia brasileira. Em publicação no X (antigo Twitter) nesta quinta-feira (2), o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro condicionou a realização das eleições de 2026 à aprovação de uma anistia ampla para investigados e condenados pelos atos golpistas de 8 de […]
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a utilizar as redes sociais para ameaçar a democracia brasileira. Em publicação no X (antigo Twitter) nesta quinta-feira (2), o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro condicionou a realização das eleições de 2026 à aprovação de uma anistia ampla para investigados e condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
“Sem anistia não haverá eleição em 2026”, escreveu o parlamentar, em tom de intimidação. Ele ainda afirmou que a anistia seria “o mínimo tolerável em defesa da democracia”, numa clara tentativa de inverter os papéis entre os que atacaram as instituições e aqueles que as defenderam.
A declaração provocou forte reação de analistas políticos e de setores democráticos. Para críticos, Eduardo Bolsonaro reforça, mais uma vez, o projeto autoritário da família, que tenta deslegitimar as instituições brasileiras ao mesmo tempo em que mantém articulações nos Estados Unidos — país onde o deputado passa longos períodos e onde o próprio Jair Bolsonaro se refugiou após deixar o poder.
O episódio expõe a estratégia bolsonarista de tentar transformar criminosos condenados pelos atos antidemocráticos em “perseguidos políticos”, ignorando que os ataques de 8 de janeiro deixaram claro o objetivo de destruir a democracia e instaurar um regime de exceção.
Ao colocar em xeque as eleições de 2026, Eduardo Bolsonaro age contra a Constituição, que garante a realização periódica e inegociável do processo eleitoral. O gesto revela, mais uma vez, que a família Bolsonaro não aceita a regra básica da democracia: o voto popular.
Decisão ocorre após derrubada de vetos presidenciais na Lei das Eólicas Offshore, que geraria um impacto estimado de R$ 40 bilhões no custo da energia elétrica O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma medida provisória (MP) para reduzir os impactos financeiros da derrubada de vetos presidenciais à Lei nº 15.097/2025, conhecida como Lei […]
Decisão ocorre após derrubada de vetos presidenciais na Lei das Eólicas Offshore, que geraria um impacto estimado de R$ 40 bilhões no custo da energia elétrica
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma medida provisória (MP) para reduzir os impactos financeiros da derrubada de vetos presidenciais à Lei nº 15.097/2025, conhecida como Lei das Eólicas Offshore, e evitar o aumento na conta de luz dos brasileiros. A MP nº 1.304/2025, publicada nesta sexta-feira, 11 de julho, em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), também estabelece mecanismos para o aprimoramento do mercado de gás natural.
A edição da MP tornou-se necessária após a derrubada dos vetos presidenciais na Lei das Eólicas Offshore, que, com o início da vigência dos pontos vetados, geraria um impacto estimado de R$ 40 bilhões no custo da energia elétrica. Isso representaria um aumento na conta de luz para os consumidores brasileiros.
Para evitar que esses custos sejam repassados diretamente aos consumidores, a MP estabelece medidas como a definição de um teto para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) — fundo que financia políticas públicas no setor, custeado pelos consumidores de energia. O valor de referência para este teto será o orçamento da CDE de 2026.
LUZ PARA TODOS – Em caso de insuficiência de recursos da CDE para subsidiar as políticas do setor, será criado o Encargo de Complemento de Recursos, destinado a garantir que o limite não seja ultrapassado. Este encargo será pago pelos beneficiários da CDE, com exceção de pessoas de baixa renda, como as beneficiárias do Luz para Todos e da Tarifa Social de Energia Elétrica. O pagamento será escalonado, sendo 50% do total devido em 2027 e 100% a partir de 2028.
A MP também propõe a contratação de PCHs, em substituição à contratação compulsória de térmicas inflexíveis — que geram energia de forma ininterrupta, mesmo sem demanda. A contratação de PCHs estará submetida a decisões de planejamento setorial. A previsão é que até 3 GW de centrais hidrelétricas de até 50 MW sejam contratados por meio de leilão de reserva de capacidade até o primeiro trimestre de 2026, com início de suprimento escalonado entre 2032 e 2034.
GÁS — Quanto ao mercado de gás natural, a MP fixa os valores de acesso aos sistemas integrados de escoamento, processamento e transporte para a comercialização do gás natural da Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) em US$ 2 por milhão de BTU. Atualmente, esse valor pode chegar a aproximadamente US$ 8 por milhão de BTU, com picos de US$ 16.
A medida visa propiciar melhores condições de comercialização do gás natural da União e da PPSA, com o objetivo de reverter os elevados preços do gás natural no mercado nacional e permitir que a PPSA oferte seu gás a preços competitivos. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) será o responsável por determinar as condições de acesso e seus valores.
VALIDADE — A MP entra em vigor a partir desta sexta-feira, com exceção do novo teto da CDE, que passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2026.
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