Zé Raimundo diz que disputa pela Câmara é “página virada”
Por Nill Júnior
O vereador Zé Raimundo (Republicanos) declarou que a disputa pela presidência da Câmara de Vereadores de Serra Talhada é um “assunto encerrado”.
Apesar das especulações no meio político de que ele poderia concorrer contra Manoel Enfermeiro (PT) pela liderança da Casa Joaquim de Souza Melo, o parlamentar descartou qualquer possibilidade de confronto.
Procurado pela reportagem da Vilabela FM neste final de semana, Zé Raimundo foi direto ao abordar o tema. “Não, não. Isso aí é assunto encerrado, não tem disputa. O voto é por indicação, deixa pra lá. Vou continuar fazendo o que faço de melhor, que é trabalhar para o povo”, declarou.
Como destacou a Coluna do Domingão, a decisão de Zé Raimundo de romper com a prefeita Márcia Conrado, se dizendo traído na condução da escolha da Mesa Diretora da Câmara em detrimento de Manoel Enfermeiro não terá impacto matemático, dada a maioria folgada da petista.
Mas tem forte impacto político, dada a liderança natural e peso de fala do vereador. Matematicamente, conta como menos um, mas simbolicamente, pesa mais…
Blog do Magno Em entrevista ao programa Frente a Frente, a presidente da Câmara de Arcoverde, Célia Galindo (PSB), reaparece, depois de sumir, inesperadamente, falando da CPI destinada a investigar corrupção na gestão da prefeita Madalena Brito, também do PSB. Justifica seu sumiço do plenário na segunda-feira, quando quatro vereadores, à sua revelia, instalaram a […]
Em entrevista ao programa Frente a Frente, a presidente da Câmara de Arcoverde, Célia Galindo (PSB), reaparece, depois de sumir, inesperadamente, falando da CPI destinada a investigar corrupção na gestão da prefeita Madalena Brito, também do PSB.
Justifica seu sumiço do plenário na segunda-feira, quando quatro vereadores, à sua revelia, instalaram a CPI, e também seu ato anulando a mesma investigação, no dia seguinte, com o pretexto de que só iria servir de palanque eleitoral.
“A gente ia fazer uma investigação que depois teria que voltar para o mesmo Ministério Público que investigou. Isso não está certo, só ia atender a quem está querendo palanque para oposição”, desabafou.
Galindo disse que não cumpriu a palavra de que iria instalar a CPI porque os vereadores que convocou se recusaram a compor a comissão. “O regimento aqui é diferente da Câmara dos Deputados. Não são os partidos que indicam os integrantes da CPI, mas o presidente”, afirmou.
A presidente da Casa Legislativa de Arcoverde cuidou de salvar a pele da prefeita Madalena Brito. Disse que, em nenhum momento, ela fez qualquer tipo de pressão ou pedido para não instalar a CPI.
“Há mais de dez dias que não falo nem vejo a prefeita e jamais, recebi qualquer tipo de orientação para contrariar os interesses da Câmara”, garantiu.
O grupo de oposição de São José do Egito esteve reunido nesse final de semana numa confraternização na propriedade do empresário Fredson Brito. No encontro, como apurou o blogueiro Marcelo Patriota, estiveram presentes os principais nomes da oposição, como o ex-deputado Zé Marcos de Lima, ex-prefeito Romério Guimarães, o ex-vereador Nenen Dudu e Ed Ek […]
O grupo de oposição de São José do Egito esteve reunido nesse final de semana numa confraternização na propriedade do empresário Fredson Brito.
No encontro, como apurou o blogueiro Marcelo Patriota, estiveram presentes os principais nomes da oposição, como o ex-deputado Zé Marcos de Lima, ex-prefeito Romério Guimarães, o ex-vereador Nenen Dudu e Ed Ek Silva.
O grupo ganhou gordura política depois da movimentação pela reeleição de João de Maria, com apoio de oposicionistas e ex-governistas.
Além de João de Maria, integram o bloco Aldo da Clipsi , Albérico Thiago, Jota Ferreira, Maurício do São João, Damião de Carminha e Patrícia de Bacana. Maurício, Damião e Patrícia eram governistas e mudaram de bloco.
O grupo prepara um nome para enfrentar o candidato de Evandro Valadares em 2024, ainda não definido. Romério Guimarães e o próprio empresário Fredson estão entre os cotados.
A empresa já concluiu 103 obras e outras 23 encontram-se em execução em diversos municípios onde a Companhia atua A contratação e elaboração de projetos de sistemas de tratamento de esgoto implantados pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) em pequenos municípios do Nordeste e Norte de Minas foi […]
A empresa já concluiu 103 obras e outras 23 encontram-se em execução em diversos municípios onde a Companhia atua
A contratação e elaboração de projetos de sistemas de tratamento de esgoto implantados pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) em pequenos municípios do Nordeste e Norte de Minas foi tema de palestra proferida pelo diretor de Revitalização de Bacias Hidrográficas da Codevasf, Inaldo Guerra, no Seminário Região Nordeste – Projeto Reúso, que acontece em Recife (PE), na sede da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa).
“Essa questão do reúso ou da reutilização da água deve ser debatida tanto tecnicamente como conceitualmente porque passa pela mudança na forma de pensar o uso, uma mudança de paradigma. A Codevasf trabalha no nível técnico com grandes contribuições e obras importantes. Mas também estamos ligados nas mudanças da sociedade que requerem uma constante atualização da nossa parte. Por isso, achamos de fundamental importância participar desse evento do programa Interáguas”, explica Guerra.
Foto: Codevasf/Divulgação
Em sua apresentação, ele abordou as ações desenvolvidas pela Codevasf na implantação de sistemas de esgotamento sanitário no âmbito do Programa de Revitalização de Bacias Hidrográficas do São Francisco e do Parnaíba, destacando a situação das obras nos estados onde a empresa atua. O chefe do Escritório de Representação da Codevasf em Recife (PE), Marcelo Teixeira, acompanhou os trabalhos.
A Codevasf jáinvestiu cerca de R$ 1,8 bilhão na implantação de sistemas de esgotamento sanitário. Já foram concluídas 103 obras e outras 23 encontram-se em execução. As ações promovem a recuperação e a conservação hidroambiental da bacia, melhoram as condições sanitárias locais e contribuem para a conservação dos recursos naturais e para eliminação de focos de poluição.
Projeto Reúso – O Seminário Regional – Projeto Reúso, que termina nesta sexta-feira (07), visa apresentar e discutir sobre resultados preliminares das potencialidades de reúso e critérios de qualidade, além de coletar informação específica a cada região, incluindo iniciativas relacionadas ao tema de água de reúso. O projeto foi concebido especificamente para propor um plano de ações voltado à elaboração de uma política de reuso de efluentes sanitários no Brasil.
O evento está inserido no âmbito do Programa de Desenvolvimento do Setor Água (Interáguas), que tem como instituição executora o Ministério das Cidades, por meio da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental (SNSA/MCidades), em parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e financiamento do Banco Mundial.
A pesquisa mostra também que Lula (PT) seria eleito presidente caso as eleições fossem hoje IstoÉ A um ano das eleições presidenciais, o cenário indica que haveria um segundo turno entre Lula (42,6%) e Bolsonaro (24,2%) no pleito, com ampla vantagem para o ex-presidente. Mas os brasileiros estão dispostos a votar em um candidato da […]
A pesquisa mostra também que Lula (PT) seria eleito presidente caso as eleições fossem hoje
IstoÉ
A um ano das eleições presidenciais, o cenário indica que haveria um segundo turno entre Lula (42,6%) e Bolsonaro (24,2%) no pleito, com ampla vantagem para o ex-presidente. Mas os brasileiros estão dispostos a votar em um candidato da terceira via: 61,9% dos eleitores admitem que não votariam nem no petista e nem no atual presidente da República caso tenham outra opção.
É o que aponta a primeira pesquisa Sensus/ISTOÉ, realizada entre os dias 24 e 28 de novembro, de forma presencial, junto a dois mil eleitores, em 136 municípios de 24 estados.
A maior possibilidade de crescimento dos candidatos da terceira via, alinhados nos partidos do espectro do centro, está nos erros que petistas e bolsonaristas podem cometer até as eleições.
Bolsonaro pode perder votos por causa da crise econômica (90% se declaram atingidos pela elevada inflação e 65% acham que o governo não conduz a política econômica de forma adequada) e pelo seu radicalismo à direita, enquanto que Lula deve ser atingido pela defesa que faz das ditaduras, como Cuba e Nicarágua, além do seu envolvimento com a Lava Jato, de acordo com o cientista político Ricardo Guedes, presidente do Instituto Sensus, que coordenou a pesquisa exclusiva feita para a ISTOÉ.
Com margem de erro de 2,2% para mais ou para menos, a pesquisa mostra que Lula (PT) seria eleito presidente caso as eleições fossem hoje. Os 42,6% dados a ele representam 50,8% dos votos válidos, o que poderia lhe garantir a vitória ainda no primeiro turno.
Bolsonaro (PL) ficou em segundo com 24,2% das intenções de votos, seguido à distância pelos candidatos da terceira via: Sergio Moro (Podemos) está com 7,5%, Ciro Gomes (PDT) com 5,3% e João Doria (PSDB), 1,8%. O governador de São Paulo pode ter sido prejudicado pela confusão nas prévias tucanas, realizadas no período do levantamento de dados.
Outros candidatos da terceira via somaram apenas 2,8%: Simone Tebet (MDB) com 1,2%; Luiz Henrique Mandetta (DEM) com 1%; Rodrigo Pacheco (PSD) com 0,3%; Luiz Felipe D’Ávila (Novo) com 0,2%; e Alessandro Vieira (Cidadania) com 0,1%.
A pesquisa revela que em razão da radicalização do processo eleitoral, que já tomou conta do País de forma antecipada, os eleitores estão definindo os votos bem antes do normal. Tanto que Lula e Bolsonaro receberam elevado porcentual de votos espontâneos (33,6% para o petista e 21,5% para capitão).
De qualquer forma, ainda há uma margem de 38% de votos indefinidos, que podem ir para um candidato da terceira via.
Bolsonaro é o candidato que enfrenta as maiores dificuldades, segundo a pesquisa. Ele registrou uma rejeição de 59,2%, com a qual jamais seria eleito. E tropeça no baixo desempenho de sua administração: 50,5% dos eleitores fizeram uma avaliação negativa de seu governo, enquanto 23,5% a consideram positiva e outros 24,2%, apenas regular.
Só 8,2% classificam o governo como ótimo, enquanto 37,8% o consideram péssimo e 12,7%, ruim. Diante disso, 63,6% dos eleitores consultados desaprovam seu desempenho e 30,2% aprovam.
Ele é pior avaliado no Nordeste (54,8%), entre as mulheres (55,6%), entre os jovens de 16 a 17 anos (59,5%) e entre as classes com rendas mais baixas. Uma explicação para isso seria a crise econômica, como o desemprego, e a falta de políticas sociais mais efetivas.
A economia, aliás, deverá ser o calcanhar de Aquiles de Bolsonaro. Afinal, 65% dos eleitores dizem que a política econômica do governo não está sendo conduzida de forma adequada, contra 21,4% que acham que está sendo bem conduzida, enquanto 8,6% acham que está “mais ou menos”.
Mais grave, no entanto, é que as pessoas ouvidas na pesquisa se dizem vítimas da crise econômica: 90% disseram que estão sendo afetadas pela inflação e apenas 6,9% dizem não estarem sendo prejudicadas pela alta dos preços.
Outro ponto negativo para o mandatário é que 65,4% dos eleitores disseram que ele não lidou adequadamente com o combate à Covid. Só 25,7% entendem que ele se portou bem diante da pandemia.
Impeachment
A imagem do capitão está tão combalida que 53,2% acreditam que ele vai viabilizar o Auxílio Brasil apenas como projeto para se reeleger: somente 38,1% acham que ele pretende realmente ajudar os menos favorecidos.
Para 53% dos eleitores, a Educação piorou nos últimos seis meses (22,7% acham que está como sempre esteve e 17,7% acreditam que melhorou).
Por mais paradoxal que pareça, inclusive pelo fracasso do Brasil na COP-26, os brasileiros consultados estão divididos quanto à preservação da Amazônia: 39,9% acreditam que Bolsonaro não está contribuindo para o desmatamento das florestas e 38,6% entendem que ele tem contribuído para a destruição do meio ambiente na região.
A imagem do Brasil no exterior, porém, se deteriorou com Bolsonaro: 62,1% dizem que ele não tem tido um bom desempenho nas relações internacionais, enquanto 20% acham que está melhor, apesar dos fiascos promovidos pelo presidente em eventos externos.
Além da economia, a crise política também é um dos focos das preocupações dos eleitores. A importância de se preservar a democracia é o pensamento de 89,4% das pessoas entrevistadas pelo Sensus. Enquanto 68,6% acreditam que as instituições democráticas correm risco, apenas 20,5% não veem ameaças à normalidade institucional.
Os brasileiros também estão insatisfeitos com a desarticulação dos canais de combate ao crime, com o aparelhamento das instituições de combate aos malfeitos, especialmente com o fim da Operação Lava Jato: 56,7% acham que a corrupção aumentou nos últimos seis meses e apenas 22,3% avaliam que a corrupção diminuiu.
Em razão dos desatinos do mandatário, a maioria dos eleitores consultados é favorável ao impeachment: 46% desejam que o capitão seja afastado do governo, enquanto que 44,6% opinam que ele deveria terminar o mandato. Mesmo que dificilmente consiga se reeleger, aparentemente ele terá mais 13 meses garantidos no Palácio do Planalto.
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, recebeu Larissa Espíndola, engenheira da empresa Triedro Ltda, responsável pela implantação do sistema de esgotamento sanitário do município, e Gileno Gomes, engenheiro da Compesa. A obra, que será no valor de R$ 10 milhões, já foi iniciada no Riacho dos Gatos e terá a duração de 18 meses. Serão […]
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, recebeu Larissa Espíndola, engenheira da empresa Triedro Ltda, responsável pela implantação do sistema de esgotamento sanitário do município, e Gileno Gomes, engenheiro da Compesa.
A obra, que será no valor de R$ 10 milhões, já foi iniciada no Riacho dos Gatos e terá a duração de 18 meses. Serão 35 quilômetros de rede construídos, com três estações elevatórias e uma estação de tratamento de esgoto (ETE).
A promessa é de que Itapetim será a primeira cidade totalmente saneada no Pajeú. Outras cidades até iniciaram o projeto antes como Afogados e Tabira, mas pararam ou próxima do trecho final, como Afogados, ou no início, caso de Tabira.
O prefeito agradeceu ao governador Paulo Câmara pela ação. A promessa dos engenheiros é de que, no máximo em 2 meses, serão iniciadas as obras. Como toda obra do gênero, algumas ruas serão interditadas, causando transtornos temporários.
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