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Yane Marques comemora carreira e diz que 2017 vai ser para refletir futuro

Por Nill Júnior
Yane com equipe da Pajeú: feliz com Rio2016, mesmo que não tenha vindo medalha
Yane com equipe da Pajeú: feliz com Rio2016, mesmo que não tenha vindo medalha

A pentatleta Yane Marques esteve no Debate das Dez do programa Manhã Total, das Rádio Pajeú, nesta quinta. Yane contou como foi a preparação e a participação nos Jogos Rio2016 e revelou que o ano de 2017 será para reflexão sobre o futuro de sua carreira, principalmente em relação à participação ou não nos Jogos de Tóquio, em 2020.

“São 18 anos a serviço do esporte. Preciso me voltar um pouco pra mim e passar um 2017 me dando o direito de avaliar em que competições vou participar e decidir meu futuro”, revelou. A atleta está na sua terra natal, Afogados da Ingazeira, revendo familiares e descansando um pouco, pois já tem os Jogos Mundiais Militares na Alemanha para disputar, a partir de 19 deste mês.

Dentre os projetos futuros, Yane revelou o sonho de tocar um projeto de formação de atletas em Afogados da Ingazeira. “Tenho vontade de fazer isso. Claro, não posso fazer sozinha”, revelou.

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Sobre a participação na Olimpíada, Yane disse não ter do que reclamar, mesmo que uma outra medalha não tenha vindo. Ela comemorou a participação de brasileiros vibrando mesmo quando não havia mais chances de medalha. “Quando terminei a esgrima, sabia que era muito difícil ganhar uma medalha”, revelou. Mas, disse ter saído recompensada com tanto carinho.

Outra grande emoção foi  ser porta-bandeira do Brasil na abertura da competição. Yane revelou que achou estranho que os porta-bandeiras das outras delegações eram muito parados, quase protocolares. “Achei que era alguém da organização dizendo que tinha que ser daquele jeito. Mas já tinha comigo que aquela bandeira não iria ficar parada de jeito nenhum”, brincou.

Outras Notícias

Pernambuco registra 675 novos casos e 63 óbitos por Covid-19

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou, nesta terça-feira (14.07), 675 novos casos da Covid-19. Entre os confirmados hoje, 557 (83%) são casos leves, ou seja, pacientes que não demandaram internamento hospitalar e que estavam na fase final da doença ou já curados. Os outros 118 (17%) se enquadram como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). […]

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou, nesta terça-feira (14.07), 675 novos casos da Covid-19. Entre os confirmados hoje, 557 (83%) são casos leves, ou seja, pacientes que não demandaram internamento hospitalar e que estavam na fase final da doença ou já curados.

Os outros 118 (17%) se enquadram como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Agora, Pernambuco totaliza 73.576 casos já confirmados, sendo 21.321 graves e 52.255 leves.

Também foram confirmados 63 óbitos, ocorridos desde o dia 7 de abril. Do total de mortes no informe de hoje, 38 (60%) ocorreram entre 7 de abril a 10 de julho. As outras 25 (40%) ocorreram nos últimos 3 dias. Com isso, o Estado totaliza 5.715 óbitos pela doença. Os detalhes epidemiológicos serão repassados ao longo do dia pela Secretaria Estadual de Saúde.

Sustentabilidade é abordada em oficina realizada no 2º Congresso Pernambucano de Municípios

Em meio aos diversos temas tratados durante o 2º Congresso Pernambucano de Municípios, a oficina “Meio Ambiente: Construindo um pacto de sustentabilidade” movimentou a tarde desta terça-feira de evento. A mesa contou com a participação de Carlos Cavalcanti (Secretário Estadual do Meio Ambiente), Eduardo Werneck (Gerente de Projeto do Departamento de Coordenação do SISNAMA/Ministério do […]

Claudio (24)

Em meio aos diversos temas tratados durante o 2º Congresso Pernambucano de Municípios, a oficina “Meio Ambiente: Construindo um pacto de sustentabilidade” movimentou a tarde desta terça-feira de evento. A mesa contou com a participação de Carlos Cavalcanti (Secretário Estadual do Meio Ambiente), Eduardo Werneck (Gerente de Projeto do Departamento de Coordenação do SISNAMA/Ministério do Meio Ambiente), André Felipe  Menezes (Coordenador do CAOP Meio Ambiente/MPPE) e Francisco José (Repórter Especial da Rede Globo). Em comum, os palestrantes trouxeram o tema da sustentabilidade como um desafio urgente e necessário para a atenção das políticas públicas, não somente como forma de garantir a preservação da natureza, mas também impulsionar a economia.

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Carlos Cavalcanti, apresentou o momento de vulnerabilidade ambiental que o país e o estado atravessam, sendo sujeitos a constantes mudanças climáticas em meio a uma crise no gerenciamento dos resíduos sólidos e na matriz energética. O secretário ressaltou que é preciso definir propostas objetivas que possam gerir de modo eficaz e de áreas naturais a partir de políticas que o Governo do Estado já está desempenhando para o setor, como o edital para criação de áreas de conservação e regeneração.

Eduardo Werneck trouxe a reflexão de que todas as atividades sociais e econômicas devem ter uma ligação direta com o meio ambiente. Ele afirma que os modelos desenvolvimentistas que não respeitam o meio ambiente não representam o desenvolvimento e que é preciso pensar na sustentabilidade sistematicamente como uma oportunidade de gerar receita, não se limitando ao licenciamento ambiental, mas introduzindo políticas novas relacionadas à outros elementos que contemplam os temas ambientais.

O promotor e representante do Ministério Público do Estado, André Felipe de Barbosa Menezes, levou para a discussão a responsabilidade que o município tem para os temas relacionados ao meio ambiente, envolvendo políticas que cuidam desde a gestão da água à poluição sonora, visual passando pelo patrimônio histórico e imaterial da localidade. André convocou os gestores a assumirem a postura de servidor público no trato dessas questões de impacto ambiental, cobrando comprometimento por parte do cidadão e da sociedade.

O repórter Francisco José encerrou a oficina trazendo relatos sobre as experiências de profissão com questões ambientais, tema marcante de sua carreira. Tendo como exemplos a cidade de Bonito (MS) e o arquipélago de Fernando de Noronha (PE), o jornalista apresentou cenários onde as paisagens naturais, que antes eram desvalorizadas pelo poder público e pelos órgãos de fiscalização e conservação, passaram a ser ambientes marcados pelo turismo ecológico, gerando empregos e aquecendo a economia local. Por fim, criticou fortemente as gestões nos três âmbitos (municipal, estadual e federal), quando considerou “fajutas” as políticas públicas de meio ambiente e exigiu que o tema fosse tratado como prioridade.

Sertânia: Ângelo 54%; Guga 37% e Júlio, 4,7%

O ex-prefeito socialista Ângelo Ferreira continua na frente do atual prefeito Guga Lins  e do candidato Júlio Leite nas intenções de voto rumo a Prefeitura de Sertânia, de acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla entre 10 e 11 deste mês. De acordo com levantamento estimulado, em que são oferecidas as opções de voto para […]

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O ex-prefeito socialista Ângelo Ferreira continua na frente do atual prefeito Guga Lins  e do candidato Júlio Leite nas intenções de voto rumo a Prefeitura de Sertânia, de acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla entre 10 e 11 deste mês.

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De acordo com levantamento estimulado, em que são oferecidas as opções de voto para o entrevistado, ele tem 54% das intenções de voto contra 37% do atual prefeito e 4,7% de Júlio César Leite. Neste cenário estimulado, 4,3% não sabem ou não opinaram.

Comparando com a última pesquisa, Ângelo oscilou negativamente dois pontos. Guga cresceu 3,7% e Júlio, 0,7%. Com base na última pesquisa estimulada, veja a evolução dos candidatos:

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Piso e teto da estimulada: Com base no piso e teto de cada candidato, Ângelo tem entre 48,3% e 59,7% das intenções de voto. Guga Lins tem entre 31,3% e 42,7% Já Júlio Leite tem entre 0% e 10,4%.

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Na pesquisa espontânea, em que o eleitor livremente se manifesta, 50% disseram votar no candidato socialista, contra 36,7% que optaram pelo prefeito e candidato a reeleição Guga e 1% que disseram votar em Júlio César Leite. Neste levantamento, 12,3% não sabem ou não opinaram.

Avaliação da gestão Guga Lins:  gestão contra 53% que desaprovam a gestão. quando é chamada a classificar  a gestão, 14% a classificam como ótima, 20,3% boa, 21% regular, 10,3% ruim, 32,7% péssima e 1,7% não sabe ou não opinou.

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A pesquisa foi registrada sob o número PE-08857/2016. O período de realização da coleta aconteceu entre 10 e 11 de setembro, com 300 entrevistados. A margem de erro é de 5,7% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. Foram 300 entrevistas.

Bairros pesquisados: Centro, Ferro Novo, Ferro Velho, Alto do Céu, Laje dos Pires, Vila da COHAB, COHAB 2, Nova Sertânia, Alto da Conceição, Jardim Cocane, Alto do Rio Branco, Alto do Cemitério, Pedra Grande, Mário Melo, Mário Melo Nova, Marcelo Mota, Odilon Pierre, Cerâmica e Nossa Senhora da Conceição.

Localidades rurais: São Francisco, Cipó, Barra, Pernambuquinho, Fazenda Penha, Fazenda Cachoeira/ IPA, Lambedor/ Estrada para Pernambuquinho, Amarra Canela, Cacimba do Mato, Jibóia, Cerecé, Cerecé de Cima, Estrada de Sertânia para Sítio São Bento, São José, Malhadinha, Barreiro, Bom Nome, Açude Barra, Pitomba, Carnaúba, Caldeirão, Laje da Onça, Cabaceira / Cacimba de Baixo, Imbé, Caianas, Campos, Barro Branco, Chácara Pau Darco/ Lagoa do Peixe, Caroá, Riacho do Caroá, Riacho Verde, Caboclo, Distrito Albuquerque Né, Caatinga, Brejinho, Umburanas, Fazenda Conceição, Fazenda Santa Rita, Pantaleão, Baixa dos Cavalos, Riacho dos Porcos, Severo, Serrote Branco, Jacu, Estrada para Jacu, Cachoeira dos Cadetes, Baixa Grande, Lambedor, Distrito Algodões, Cacimba Velha, Tiú, Distrito Cruzeiro do Nordeste, Umburanas, Serrinha, Piutá, Distrito Henrique Dias, Estrada do Tigre para os Brabos, Estrada para Poço de Cazuza/ Maniçoba,  Cacimba Nova, Pinheiro, Pinheiro de Cima, Distrito Rio da Barra, Piões, Empoeirinha, Xique – Xique, Brabo Novo, Maxixe, Ameixa, Tapagem, Pitombeira, Estrada para escola Pé de Serrote/ Caroá de Baixo, Caroá de Cima, Caroá de Baixo, Estrada para escola Pé de Serrote/ Riacho do Caroá, Cachoeira, Estrada para Cachoeira, Mansinha, Povoado Caroalina, Feliciano, Viana, Frade, Salgadinho, Salgado, Valdemar Siqueira, São Gonçalo, Barro Vermelho, Baraúnas, Favela, Jatobá, Dois Serrotes, Caldeirão dos Bois, Estrada para Quixaba, Estrada para Quixaba / Jardim e Povoado Várzea Velha.

Câmara Municipal de Solidão reelege Adriana Lima para o biênio 2023/2024

A Câmara de Vereadores de Solidão, realizou na noite desta quinta-feira (27), uma sessão ordinária em que elegeu a nova Mesa Diretora para o biênio de 2023/2024.  A sessão contou com a presença do prefeito Djalma Alves, do vice-prefeito José Nogueira, secretários municipais, e vereadores de outros municípios, entre eles o presidente da Câmara de […]

A Câmara de Vereadores de Solidão, realizou na noite desta quinta-feira (27), uma sessão ordinária em que elegeu a nova Mesa Diretora para o biênio de 2023/2024. 

A sessão contou com a presença do prefeito Djalma Alves, do vice-prefeito José Nogueira, secretários municipais, e vereadores de outros municípios, entre eles o presidente da Câmara de Afogados da Ingazeira, Rubinho do São João.

Por unanimidade, a nova Mesa é composta pela atual presidente da Câmara, Adriana Lima, que foi reeleita, vereadores Luiz Vicente – 1º Secretário e Viturino Melo – 2º Secretário.

Os nove vereadores da Casa se fizeram presentes para a eleição, Antônio Marinheiro, Djalma Barros, Edileuza Godê, Genivaldo Barros, Jacinete Goiz, Luiz Vicente Junior, Telma Melo e Viturino Melo e presidente Adriana Lima.

Convênios com ONGs terão mais controle, diz Humberto

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), avaliou como positiva, nessa quarta-feira (11), a aprovação da proposta que altera regras sobre parcerias voluntárias entre organizações não governamentais e a administração pública e também adia para fevereiro de 2016 a entrada em vigor do novo marco regulatório das ONGs – sancionado em julho do […]

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O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), avaliou como positiva, nessa quarta-feira (11), a aprovação da proposta que altera regras sobre parcerias voluntárias entre organizações não governamentais e a administração pública e também adia para fevereiro de 2016 a entrada em vigor do novo marco regulatório das ONGs – sancionado em julho do ano passado.

Na análise de Humberto, o texto, que segue agora à sanção presidencial, garante segurança jurídica para as relações entre o terceiro setor e o Estado e fortalece as políticas públicas executadas pelas entidades.

“Esse tipo de convênio é assinado para que a ONG, como as APAEs e as Santas Casas, realize trabalhos que são de responsabilidade dos governos federal, estaduais ou municipais. Em troca, ela recebe dinheiro público para executá-los. Por isso, é muito importante que haja rigor na aplicação das normas e no controle dos recursos para manter os importantes trabalhos sociais desenvolvidos”, avalia.

O parlamentar ressalta que, segundo o IBGE, existem no país mais de 300 mil ONGs, sendo que pelo menos 54 mil atuam na área de assistência social e da saúde. “Há um número impressionante de pessoas sendo contempladas pelos trabalhos dessas entidades. Não devemos deixar que isso se perca. As normas estão aí para serem respeitadas”, afirma.

Humberto avalia que a aplicação do novo marco regulatório das ONGs requer significativas alterações e adaptações dos órgãos públicos nos âmbitos federal, estadual, municipal e distrital. Por isso, segundo ele, a aprovação do projeto de lei de conversão aprovado pelo Senado, oriundo da Medida Provisória nº 684/2015, é fundamental.

Na sessão dessa quarta-feira, os senadores também aprovaram a Medida Provisória (MP) 685/2015, que cria o Programa de Redução de Litígios Tributários (Prorelit). O objetivo é desestimular disputas judiciais entre empresas e a Receita Federal. A matéria volta à Câmara dos Deputados.