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Versão final de “A Lenda”, que abriu Velho Chico, no novo CD de Maciel Melo. Veja:

Por Nill Júnior

Vídeo na NJTV, nosso canal no YouTube, gentilmente cedido por Cláudio Gomes

O cantor Maciel Melo falou esta semana a este blogueiro no Programa Manhã Total (Rádio Pajeú) dos seus projetos, após o sucesso que faz como o trovador Egídio na novela O Velho Chico. “Ultimamente eu tô morando debaixo do chapéu”, diz brincando, sobre a agenda carregada dos shows.

“Essa história da novela tá dando um gás danado. Tô trabalhando mais, pela visibilidade que você tem numa novela da Rede Globo num horário nobre. Por causa da novela já fiz show em Minas, Porto Alegre, Santa Catarina”, comemora.

Maciel afirmou que ajudou muito ter sido convidado para um papel com tamanha identidade com sua história. “O tema é maravilhoso porque é o São Francisco. Minha obra e vida tem relação com Pajeú e São Francisco. Não tive problema com isso”.

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Foto: Cláudio Gomes

Convidado para todas as fases da novela, Maciel diz que deve ter uma participação especial com Xangay no final. “Mas se não der, pra mim já tá de bom tamanho”, brinca. Antes mesmo da novela, Maciel trabalhou muito nas composições das músicas para chamadas de 40 segundos anunciando a novela, cantadas por Xangay.

Sobre a música “A Lenda”, que abriu o primeiro capítulo da novela, Maciel explicou que Benedito Rui Barbosa pediu pra abrir o primeiro capítulo cantando sobre a lenda do Rio.

“Já conhecia a história mas fui pesquisar mais. Era uma saga e tinha dois dias pra fazer. A musica ficou com cinco minutos. Disseram que eu tinha que fazer ficar em um. Tive que fazer praticamente outra”.

A música, sua composição com “pitacos” de Xangay como ele brinca,  será cantada no seu próximo disco. Ele deu uma canja ao vivo no programa, no belo registro de Cláudio Gomes.

Outras Notícias

João Campos conduz reuniões políticas em Gravatá e anuncia pré-candidatura de Ninha Professora a estadual

Em visita a Gravatá, no Agreste de Pernambuco, o pré-candidato a governador João Campos (PSB) reuniu-se com lideranças políticas e conduziu definições sobre as estratégias da Frente Popular no município. Um dos anúncios foi a pré-candidatura da vereadora Ninha Professora (PSB) a deputada estadual. A postulação terá o objetivo de reforçar o legado do PSB […]

Em visita a Gravatá, no Agreste de Pernambuco, o pré-candidato a governador João Campos (PSB) reuniu-se com lideranças políticas e conduziu definições sobre as estratégias da Frente Popular no município.

Um dos anúncios foi a pré-candidatura da vereadora Ninha Professora (PSB) a deputada estadual. A postulação terá o objetivo de reforçar o legado do PSB na cidade, marcada pela atuação presente do deputado Waldemar Borges (PSB).

“Uma alegria fazer o anúncio da pré-candidatura de Ninha a deputada estadual. Ela já tem uma atuação destacada na Câmara Municipal e agora vai colocar seu nome à disposição para representar o município na Assembleia Legislativa. O deputado Waldemar Borges, que fez esse trabalho de forma primorosa por tantos anos no parlamento estadual e vai continuar fazendo nos espaços que ocupar, decidiu não concorrer à reeleição, mas tenho certeza que ele terá na postulação de Ninha uma grande homenagem a esse legado. Para a gente, é fundamental ter um projeto em Gravatá”, afirmou João.

Também presente na agenda, o advogado Waldemar Borges Filho disse que o grupo político liderado por seu pai se sente muito contemplado com a postulação. “Gravatá tem muita gratidão ao trabalho do deputado Waldemar Borges e dos governos do PSB. As pré-candidaturas do nosso futuro governador, João Campos, e de Ninha para deputada estadual reafirmam esse compromisso com o nosso povo”, avaliou.

A vereadora Ninha agradeceu a confiança e o interesse do grupo em oferecer ao eleitorado uma opção que represente a trajetória da Frente Popular na região. “Seguimos somando forças por uma Gravatá melhor e por um Pernambuco que ande para frente. Vou trabalhar para honrar essa história e tudo o que Waldemar Borges e o meu partido trouxeram de realizações para cá”, disse.

Ainda na cidade, João Campos se reuniu com lideranças de outros municípios da região e concedeu entrevista a uma rádio local. As agendas se somaram a outras atividades políticas realizadas pelo pré-candidato no Agreste, o que, nos últimos dias, já incluiu cidades como Agrestina, Bonito e Brejo da Madre de Deus.

Raquel Lyra destaca investimento de R$ 5,1 bilhões em energia para o Estado

O aporte irá garantir o reforço do sistema elétrico em todas as regiões de Pernambuco, além de gerar mais empregos Em cerimônia realizada no Palácio do Campo das Princesas nesta segunda-feira (29), a Neoenergia Pernambuco anunciou o investimento de R$ 5,1 bilhões em todo o Estado de Pernambuco. Acompanhada da vice-governadora, Priscila Krause, a governadora […]

O aporte irá garantir o reforço do sistema elétrico em todas as regiões de Pernambuco, além de gerar mais empregos

Em cerimônia realizada no Palácio do Campo das Princesas nesta segunda-feira (29), a Neoenergia Pernambuco anunciou o investimento de R$ 5,1 bilhões em todo o Estado de Pernambuco. Acompanhada da vice-governadora, Priscila Krause, a governadora Raquel Lyra destacou que o aporte irá atrair mais desenvolvimento econômico para Pernambuco, beneficiando a população e colaborando para a instalação de mais indústrias.

“Os investimentos da Neoenergia dialogam com as pautas de desenvolvimento sustentável e de justiça social que tanto defendemos, pois significam a energia chegando na eletrificação de poços e nas subestações das nossas escolas, por exemplo. Estamos trabalhando para que o Estado volte a crescer e tenha protagonismo no Nordeste, mas isso só é possível se tivermos a infraestrutura adequada. Por isso, a energia é fundamental para permitir que os nossos arranjos produtivos possam se desenvolver do Litoral ao Sertão”, ressaltou a governadora Raquel Lyra.

Somente em 2024, serão investidos R$ 928 milhões, com o objetivo de disponibilizar mais energia para os pernambucanos. “Prestamos um serviço essencial para a sociedade e o fornecimento de energia de qualidade é um insumo indispensável para que o Estado possa se desenvolver cada vez mais. Ao projetar investimentos recordes para os próximos cinco anos, renovamos nosso compromisso em distribuir energia de forma contínua e confiável para os pernambucanos contribuindo ainda mais para o desenvolvimento social e econômico do Estado”, o CEO da Neoenergia, Eduardo Capelastegui.

Até 2028, serão instalados mais de 1,1 mil religadores na rede de distribuição, equipamentos que realizam a recomposição automática do sistema em casos de interrupção. O volume de obras previstas também fomentará a abertura de postos de trabalho no Estado. A estimativa é que sejam gerados mais de 2 mil empregos para a execução dos serviços.

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Guilherme Cavalcanti, destacou que o Governo do Estado tem acompanhado de perto a distribuição de energia em Pernambuco. “A novidade esse ano é que o investimento é 30% maior do que a média histórica que a Neoenergia vinha fazendo em Pernambuco. O governo Raquel Lyra tem dado todo o apoio à distribuidora para que ela possa cumprir o seu contrato, mas principalmente a gente tem cobrado de forma estruturada aquilo que melhora a vida dos pernambucanos e das empresas que aqui estão instaladas”, explicou.

Nos próximos cinco anos, a distribuidora irá construir ou expandir 13 subestações e mais de 270 quilômetros de linhas de alta tensão. Também haverá a ampliação de mais de 10% da disponibilidade energética no Estado para a realização de mais de 680 mil ligações, do Litoral ao Sertão. De acordo com a Neoenergia, esses empreendimentos irão impactar no aumento da disponibilidade de energia para mais de 395 mil clientes dessas cidades e regiões nas quais estão inseridas.

Estiveram presentes o deputado federal Túlio Gadelha, os estaduais Debora Almeida, Edson Vieira, Mário Ricardo, Antônio Morais e Aglailson Victor. Também participaram os secretários estaduais Wilson José de Paula (Fazenda); Fernando Holanda (Assessoria Especial e Relações Internacionais) e Ana Luiza Ferreira (Meio Ambiente, Sustentabilidade e Fernando de Noronha), a administradora da Ilha de Fernando de Noronha, Thallyta Figuerôa, o diretor-presidente da CPRH, José Anchieta, além do presidente da Adepe, André Teixeira.

Elias apresenta a Lula propostas para a área de segurança pública no país

Ex-prefeito e pré-candidato do PT à Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes, Elias Gomes apresentou nesta sexta-feira (19), durante um encontro reservado com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), um documento com propostas para o setor da segurança pública e defesa social para o Brasil. A agenda aconteceu um dia após o […]

Ex-prefeito e pré-candidato do PT à Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes, Elias Gomes apresentou nesta sexta-feira (19), durante um encontro reservado com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), um documento com propostas para o setor da segurança pública e defesa social para o Brasil.

A agenda aconteceu um dia após o ex-gestor ter participado da cerimônia de retomada das obras da Refinaria Abreu e Lima, no Complexo Portuário de Suape.

Em uma carta, entregue em mãos ao presidente, Elias ressalta que a gestão municipal figura como a instância da administração pública mais próxima à população, e, com efeito, tem um grande potencial para gerir e implementar estratégias de prevenção voltadas a territórios, ao redesenho das cidades e a grupos populacionais específicos, como crianças, jovens e mulheres.

Ex-prefeito de cidades como o Cabo de Santo Agostinho e Jaboatão dos Guararapes, Elias citou como exemplos de resultados expressivos os programas Segurança Amiga, pioneiro no Nordeste na implementação da Polícia Interativa, e o Jaboatão em Ordem, que acabou por dar origem ao primeiro Estatuto da Ordem Pública, ambos implantados durante as suas gestões.

A proposta central, segundo ele, é inserir os governos locais como protagonistas de um Plano Nacional Integrado de Segurança Pública e Paz Social.

“O desafio da segurança é grande, mas a oportunidade é ímpar. A proposta tem como umas das ações basilares a convocação de uma Conferência Nacional de Segurança Pública, envolvendo todos os 5.570 municípios brasileiros, os 26 estados, o Distrito Federal e a União, além das variadas forças sociais, visando oxigenar e democratizar o debate e tirar o monopólio de um tema que é muito sério e delicado para ficar a cargo de poucos, sobretudo das polícias”, destacou Elias.

A nova conferência remeteria à construção de uma concertação nacional pela segurança e paz social, “tarefa inadiável para o Ministério da Justiça e Segurança Pública, que deverá agir nas diversas dimensões, observando a intersetorialidade e completa interação com os municípios, os estados, a sociedade e os meios de comunicação, observando as causas da violência e as correspondentes ações para superá-las”.

“Chegaremos então aos bolsões de pobreza, onde há ausência de serviços públicos, de oportunidades às famílias e de perspectivas para os nossos jovens”, observou Elias. “O custo da violência ao país é de 6% do Produto Interno Bruto (PIB). É um custo muito alto e que inibe o desenvolvimento, a geração de emprego e a prosperidade para o nosso povo”, acrescentou.

O próximo passo é aprofundar o debate junto à bancada federal de Pernambuco em Brasília e apresentar a proposta, ainda, aos presidentes da Câmara dos Deputados e Senado, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-AL), respectivamente, além do futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski.

“Apenas a ampla participação de todos os setores da cidade – e cito aqui os especialistas, a academia, os trabalhadores, os empresários, as mulheres, a juventude e os movimentos sociais – nos permitirá sair da mesmice de armar polícias e procurar culpados, deixando de lado o imprescindível papel da sociedade, dos municípios, dos estados e da União num grande pacto nacional pela defesa da vida e da paz social”, pontuou Elias.

Emendas de Danilo Cabral à MP 927 buscam garantir direitos dos trabalhadores

Com objetivo de preservar os direitos dos trabalhadores, o deputado federal Danilo Cabral (PSB) apresentou sete emendas à medida provisória 927/2020, editada pelo presidente Jair Bolsonaro na semana passada. O texto trata sobre as relações trabalhistas durante a vigeria do estado de calamidade pública provocada pela pandemia do novo coronavírus. “Não podemos permitir que os […]

Foto: Chico Ferreira

Com objetivo de preservar os direitos dos trabalhadores, o deputado federal Danilo Cabral (PSB) apresentou sete emendas à medida provisória 927/2020, editada pelo presidente Jair Bolsonaro na semana passada.

O texto trata sobre as relações trabalhistas durante a vigeria do estado de calamidade pública provocada pela pandemia do novo coronavírus. “Não podemos permitir que os trabalhadores sofram com perdas justamente quando mais precisam. Nesse momento, precisam proteger as pessoas”, afirma o parlamentar.

Danilo Cabral lembra que a MP 927 passou por alteração, com a supressão do artigo que tratava sobre a suspensão dos contratos de trabalho e dos salários por quatro meses. “Apesar desse recuo, que foi uma vitória da sociedade, há muitos pontos que precisam ser modificados e aperfeiçoados”, diz. Ele acrescenta que o texto atendeu o setor empresarial, baseado na redução das prerrogativas dos trabalhadores, com alteração nas regras relativas à jornada, a férias e vigência de acordos e convenções coletivas.

A primeira emenda restringe as mudanças nas relações de trabalho apenas ao período que durar a pandemia. O deputado lembra que o Poder Legislativo reconheceu que os efeitos da declaração do estado de calamidade pública limitam-se ao cumprimento dos resultados fiscais e limitações financeiras da União, não podendo servir de anteparo para uma maior limitação dos direitos trabalhistas dos empregados do país.

Outra emenda trata sobre a alteração do regime de trabalho presencial teletrabalho ou trabalho à distância. Na redação original, há a possibilidade de o empregador convocar o trabalhador a retornar às atividades presenciais sem qualquer formalidade ou garantia quanto à cessação do risco que motivou o afastamento do trabalho presencial. O deputado sugere que essa convocação dependerá da cessação das medidas de contenção existentes em decretos federais ou locais acaba por fragilizar a finalidade da norma.

Danilo Cabral também apresentou emenda para que a antecipação de férias se limite aos períodos aquisitivos concluídos até 31 de dezembro de 2020, não sendo autorizada a negociação de períodos futuros de férias.

Há outra emenda que impede a negociação direta entre empregador e empregado, mantendo a primazia da negociação coletiva, mas sugere que poderá haver mudanças em acordos pela anuência do sindicato, por meios telemáticos, dispensada a assembleia geral, bem como que possam ser incluídas cláusulas excepcionais de garantia de emprego e medidas sanitárias de controle de exposição ao risco biológico de adoecimento pelo covid19.

Na sexta emenda, o deputado trata sobre os trabalhadores do grupo de risco, gestantes e lactantes. Ela assegura seu o afastamento das atividades laborais, quando não for possível o regime de trabalho remoto, de forma a minimizar o contato social e os riscos de contágio pela Covid-19. Por fim, há uma emenda que anula a retirada do poder de Polícia Administrativa da atividade de Inspeção do Trabalho. Para Danilo Cabral, reduzir os poderes dos Auditores Fiscais do Trabalho é um manifesto contrassenso.

Desembargador sertanejo gera polêmica ao defender “pau nos bolsonaristas” que pedem golpe

O desembargador Bartolomeu Bueno de Freitas Morais, do Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco, virou notícia essa semana. Ele criticou apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) que têm bloqueado rodovias federais e pedido um golpe militar desde que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) anunciou a vitória do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva […]

O desembargador Bartolomeu Bueno de Freitas Morais, do Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco, virou notícia essa semana.

Ele criticou apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) que têm bloqueado rodovias federais e pedido um golpe militar desde que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) anunciou a vitória do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno.

Bartolomeu é natural de Ingazeira com história também em Tabira, por onde já foi homenageado. A posição dele nas redes sociais ganhou destaque nacional com matéria no portal UOL.

“Os babacas de direita estão rezando no muro dos quartéis, pedindo a intervenção das Forças Armadas. É hilário. Eu quero é pau nessa direita idiota”, escreveu o magistrado em seu perfil no Facebook.

No exercício público há 40 anos, o desembargador pernambucano é um critico assíduo de Bolsonaro.

“Se preciso for, deixo minha família (que não concorda com o que digo, falo e escrevo) e me aposento como juiz só para combater Bolsonaro e seus seguidores milicianos”, escreveu Bartolomeu em outra publicação em suas redes sociais.

Em novembro de 2021, o magistrado chegou a dizer que desejava que aliados do mandatário tivessem morrido no lugar da cantora Marília Mendonça.

O desembargador também se manifestou contra o senador eleito Sergio Moro (UB-PR), que, após deixar o Ministério da Justiça e Segurança Pública em 2020, foi contratado pela empresa Alvarez & Marsal. A companhia recebeu ao menos R$ 65,1 milhões de empresas envolvidas na extinta operação Lava Jato.

“É estarrecedor que Moro esteja fazendo bico como contratado da empresa de consultoria que atuou na administração da massa falida da Odebrecht. Parece-me caso de suspeição, o que leva a nulidade desses julgamentos, salvo melhor juízo dos outros”, afirmou.