Vereador defende que Prefeito de Quixaba Zé Pretinho escolha o sucessor através de pesquisa
Por Nill Júnior
Quem terá a bênção de Zé Pretinho ? Já tem vereador querendo…
Por Anchieta Santos
Em Quixaba as pedras do xadrez da sucessão municipal já estão se mexendo. Considerado um vereador de boa atuação, Venceslau Alves, o “Lau” (PR), sonha com a indicação do seu nome pelo grupo liderado pelo Prefeito José Pretinho (PR).
Na última eleição estadual, Lau não votou nos candidatos do prefeito, mas não considera que isto seja um empecilho para sua escolha.
Em contato com a produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, Venceslau deixou claro que respeita muito o prefeito Zé Pretinho e defende que o “ungido” por ele e o grupo, saia de uma pesquisa.
Uma equipe de técnicos da Secretaria Municipal de Saúde esteve nesta sexta (27), visitando os estabelecimentos comerciais que estão autorizados a funcionar neste período de isolamento social, a obedecer as normas de higienização e de distanciamento entre seus clientes, seja na área fora, próxima ao estabelecimento, seja no interior destes. Foram visitados supermercados, mercadinhos, bancos, […]
Uma equipe de técnicos da Secretaria Municipal de Saúde esteve nesta sexta (27), visitando os estabelecimentos comerciais que estão autorizados a funcionar neste período de isolamento social, a obedecer as normas de higienização e de distanciamento entre seus clientes, seja na área fora, próxima ao estabelecimento, seja no interior destes.
Foram visitados supermercados, mercadinhos, bancos, lotérica, açougues, dentre outros.
“A recomendação principal para os proprietários é garantir, seja nas filas do atendimento, seja dentro do estabelecimento, a manutenção de uma distância mínima de dois metros entre as pessoas. Além das recomendações de higienização das mãos com água e sabão. Em não havendo água, com álcool gel a 70%,” destacou Madalena Brito, coordenadora da vigilância em saúde de Afogados.
Outra recomendação importante, para as pessoas que precisam sair nesse momento de isolamento social, seja para comprar mantimentos, seja para comprar remédios, é a de procurar não se demorar, evitar locais com muita gente, e, ao chegar em casa, lavar imediatamente as mãos com água e sabão, colocar a roupa no cesto de roupa suja, tomar um banho, e vestir roupas limpas. Além de esterilizar objetos pessoais como relógios, adereços (anéis, pulseiras, brincos), celulares e óculos, uma vez que o vírus sobrevive até 72 horas na superfície dos objetos.
O prefeito de Sertânia, no Sertão do Moxotó, Ângelo Ferreira, deu posse aos secretários que ficarão à frente das pastas no seu governo municipal. Uma das primeiras atividades, que marcou o dia de trabalho da última segunda-feira (02), foi a reunião com esses nomes selecionados para comandar as mais diversas áreas do município. A posse […]
O prefeito de Sertânia, no Sertão do Moxotó, Ângelo Ferreira, deu posse aos secretários que ficarão à frente das pastas no seu governo municipal.
Uma das primeiras atividades, que marcou o dia de trabalho da última segunda-feira (02), foi a reunião com esses nomes selecionados para comandar as mais diversas áreas do município.
A posse dos secretários se deu no gabinete do prefeito, que se encontra em péssimas condições estruturais, deixado pelo gestor anterior.
Na ocasião, o prefeito lembrou que o momento era apenas uma formalidade, pois muitos dos secretários já estavam efetivamente trabalhando desde o momento da transição.
Além disso, reforçou o pedido de compromisso dos profissionais com o povo do município. “Vamos trabalhar sem horário definido, em tempo integral, a favor a melhoria de vida da população, que tanto precisa”, alertou. Segundo o governante, todos os escolhidos têm competência, critério fundamental para a decisão dos nomes.
Confira o secretariado sertaniense:
Valk de Moraes (Gabinete)
Gilberto Rodrigues (Finanças)
Toinho Almeida, vice-prefeito (Agricultura e Meio Ambiente)
Salviano Rufino (Serviços Públicos)
Marco Aurélio (Infraestrutura e Projetos Especiais)
Wilson Zalma (Administração e Gestão de Pessoas)
Rita Rodrigues (Desenvolvimento Social e Direitos Humanos)
Do Causos & Causas O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Serra Talhada, instaurou o Inquérito Civil nº 02165.000.064/2023 para apurar a possível existência de um servidor fantasma na estrutura da Secretaria Municipal de Esportes. A portaria de instauração foi publicada no Diário Oficial do MPPE nesta quarta-feira […]
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Serra Talhada, instaurou o Inquérito Civil nº 02165.000.064/2023 para apurar a possível existência de um servidor fantasma na estrutura da Secretaria Municipal de Esportes. A portaria de instauração foi publicada no Diário Oficial do MPPE nesta quarta-feira (16).
A investigação teve origem em um procedimento preparatório anterior, de mesmo número, aberto para examinar indícios de que uma servidora estaria vinculada à pasta sem cumprir efetivamente suas funções, o que poderia caracterizar ato de improbidade administrativa.
De acordo com o promotor Vandeci Sousa Leite, responsável pelo caso, os elementos até agora reunidos são considerados insuficientes para delimitar com precisão o objeto da apuração e identificar eventuais responsáveis. Por isso, foi considerada imprescindível a conversão do procedimento preparatório em inquérito civil, instrumento que permite aprofundar as investigações.
Na portaria, o MPPE reforça seu papel institucional de defesa da moralidade administrativa e do patrimônio público, destacando que a conduta de agente público que obtém vantagem patrimonial indevida mediante omissão dolosa configura violação aos princípios da Administração Pública.
Como primeira medida, foi determinado o envio de ofício à Secretaria de Esportes de Serra Talhada, solicitando, no prazo de dez dias, o encaminhamento de relatórios, documentos ou quaisquer atos administrativos que comprovem o efetivo exercício das atividades pela servidora investigada ao longo dos últimos cinco anos.
Além disso, a portaria será comunicada ao Centro de Apoio Operacional (CAOP), ao Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) e à Corregedoria Geral do MPPE, conforme os trâmites institucionais.
O MPPE não divulgou o nome da servidora sob suspeita, preservando o sigilo necessário nesta fase da apuração. A investigação segue em curso.
Filhos, netos, bisnetos, demais familiares e amigos se reuniram na noite de sábado no espaço Olga Cajueiro para uma justa homenagem ao odontólogo Aloísio Arruda, o Doutor Aloísio, que no auge dos seus 94 anos, é parte da memória viva de Afogados da Ingazeira, cidade que abraçou como sua. A convite da família, fui acompanhar […]
Filhos, netos, bisnetos, demais familiares e amigos se reuniram na noite de sábado no espaço Olga Cajueiro para uma justa homenagem ao odontólogo Aloísio Arruda, o Doutor Aloísio, que no auge dos seus 94 anos, é parte da memória viva de Afogados da Ingazeira, cidade que abraçou como sua. A convite da família, fui acompanhar e brindar a justa homenagem.
Alvirrubro apaixonado, daqueles que chamam os amigos em casa só para brindar fracassos de rubro-negros e tricolores com muito bom humor, compensa o que o tempo lhe tirou da visão com os ouvidos, como radio ouvinte de prefixos como Jornal, CBN e Pajeú de Afogados da Ingazeira. Com isso, é mais atualizado que a geração WhatsApp, capaz de discutir os temas mais contemporâneos com plena lucidez.
Quantos bons frutos a partir de seu Aloísio e Dona Ivone! Mais que a formação acadêmica e caminho de cada um, fica o sentimento de que o casal soube edificar personalidades, construir um legado, replicar na prole os valores que não são definidos por fatores econômicos, mas sim por patrimônio humano.
Gentilmente, o historiador Fernando Pires nos cedeu texto a partir de entrevista com o homenageado do ultimo sábado:
Aloisio Arruda nasceu em Cabaceiras (PB) no dia 29 de setembro de 1924, na fazenda Riacho Grande, em virtude de seus genitores, naturais de Surubim (PE), estarem residindo naquela localidade, onde permaneceram 10 anos.
Quando tinha três anos de idade, a família retornou para Surubim, onde fez o curso primário. O ginasial cursou em Limoeiro. E para dar continuidade aos estudos, teve que se deslocar para o Recife, em 1943, quando contava 19 anos, e onde, no Ginásio Pernambucano fez o curso científico.
Em 1945 foi submetido ao vestibular de Odontologia e, logrando êxito, estudou na Faculdade de Odontologia do Recife, formando-se em 1948. Em seguida foi para Lajedo (PE) para exercer a profissão de Odontólogo, ficando naquela cidade uns 5 meses. Mas, a sua aspiração era o sertão pernambucano.
Através de um amigo do Recife, Heraldo Reis da Silva Rêgo, que conhecia o então comerciante afogadense José Torreão, foi conhecer a cidade de Afogados da Ingazeira em companhia do Heraldo, aonde chegaram em meados de 1949. Na cidade iria conhecer o médico Hermes de Sousa Canto, contemporâneo do seu irmão, também médico.
Recorda-se que a viagem foi de trem, pela Rede Ferroviária Federal que acabara de chegar a Afogados da Ingazeira. O trecho entre Sertânia e o seu destino final estava em fase de testes, senão teria vindo em cima de caminhão ou em marinete que faziam essa rota.
Tem vaga lembrança sobre sua estada na cidade, mas que passou um dia fazendo o reconhecimento, e ficou na hospedaria de dona Milinha, localizada nas imediações dos Correios e Telégrafos, onde funcionou a X Dires. Aqui tomou conhecimento da existência do Doutor Wilfredo, também odontólogo, e do protético Otávio Ferreira.
Sua decisão foi imediata: gostou da cidade e disse que viria residir no sertão. Voltou no dia seguinte à capital pernambucana para se organizar e retornar àquela que seria o seu porto seguro para o resto da vida.
Não havendo qualquer objeção da família, em 9 de agosto de 1949 se mudou para o sertão do Pajeú. Vizinho à hospedaria alugou uma sala onde instalou seu consultório odontológico. Na sua bagagem, trouxe uma carta de apresentação do irmão que foi colega de turma (em 1938 ) do médico Hermes Canto, lhe apresentando.
Aqui também encontrou os médicos Herbert Miranda Henriques e Vicente Jesus Lima.
Estabelecido na pequena cidade sertaneja, exerceu com dedicação, por muitos anos, sua profissão de dentista em Afogados e cidades circunvizinhas, além de atender através do sindicato, aos funcionários da Rede Ferroviária Federal.
Seu primeiro contato com a jovem Ivone Góes, aquele que viria a ser sua esposa, se deu no dia 8 de dezembro de 1949, em meio às festas de final de ano, quando se colocavam mesas defronte à Igreja e as famílias envolvidas pelos momentos festivos natalinos e de final de ano, se confraternizavam.
Algum tempo depois eles iniciaram o namoro pra valer. Dona Ivone dizia: “Aloísio era muito assediado pelas garotas afogadenses, por ser jovem, bonito e com graduação superior”.
No dia 4 de setembro de 1955, na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, o jovem casal subiu ao altar para selar o compromisso de amor. O celebrante, Padre Antônio de Pádua Santos abençoou a união. Aloísio contava 31 anos de idade incompletos e dona Ivone 28.
Os frutos desse matrimônio foram 6 filhos: Alexandre, Valéria, Verônica, Aloísio, Isabel e Ana Tereza.
O imóvel onde reside até hoje foi construído por Herbert de Miranda Henriques, quando médico em Afogados da Ingazeira, na déc de 50.
Exímio professor de matemática, Dr. Aloísio Arruda ensinou nas principais escolas da cidade. Recorda-se de alguns alunos: Josezito Padilha, Virgílio Amaral, Newton César, José Virgínio Nogueira, Alberto Virgínio Nogueira, Cláudio Virgínio Nogueira, Silvano Queiróz (Bombinha), Silvério Queiróz, Claudete Oliveira, Adailton Vidal, Fernando Pires entre muitos outros.
Dentre os inúmeros postos de responsabilidade assumidos por ele, citamos a Secretaria da Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira nos governos de Miguel de Campos Góes, José Rodrigues de Brito e João Alves Filho (no primeiro mandato). Também secretário da Escola Normal Rural e do Ginásio Mons. Pinto de Campos; diretor do ACAI e Fiel da Companhia de Armazéns Gerais do Estado de Pernambuco – CAGEP. Manteve convênio com o Sindicato dos Ferroviários.
Recorda-se do bar do senhor Aurélio Pires, avô de Fernando Pires, localizado na praça Domingos Teotônio, hoje Mons. Alfredo de Arruda Câmara, onde ele, Doutor Hermes, Doutor Serpa e outros amigos passavam momentos de descontração.
Dr. Aloísio se aposentou nos anos 1970. Em janeiro desde ano sofreu uma grande perda com o falecimento de dona Ivone Arruda, sua esposa. Sentiu, e decidiu viver pelos dois. Que seja por um bom tempo.
Em despacho divulgado hoje, o juiz Sérgio Moro recuou e decidiu não investigar mais o blogueiro Eduardo Guimarães, que divulgou informações sobre a condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No início da semana, Moro determinou a condução coercitiva do blogueiro para investigar quem era a fonte que teria passado a informação para […]
Em despacho divulgado hoje, o juiz Sérgio Moro recuou e decidiu não investigar mais o blogueiro Eduardo Guimarães, que divulgou informações sobre a condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
No início da semana, Moro determinou a condução coercitiva do blogueiro para investigar quem era a fonte que teria passado a informação para Guimarães. A medida do juiz responsável pela Java Jato em Curitiba foi criticada por entidades que representam jornalistas. De acordo com a Constituição, os jornalistas não são obrigados a revelar suas fontes.
“Não obstante, a manifestação de alguns membros da classe dos jornalistas e de algumas associações de jornalistas no sentido de que parte da atividade de Eduardo Cairo Guimarães teria natureza jornalística, embora não vincule o Juízo, não pode ser ignorada como elemento probatório e valorativo. Nesse contexto e considerando o valor da imprensa livre em uma democracia e não sendo a intenção deste julgador ou das demais autoridades envolvidas na investigação colocar em risco essa liberdade e o sigilo de fonte, é o caso de rever o posicionamento anterior e melhor delimitar o objeto do processo”, disse Moro.
“Deve a investigação prosseguir em relação às condutas de violação do sigilo funcional pelo agente público envolvido e, quanto aos demais, somente pelo suposto embaraço à investigação pela comunicação da decisão judicial sigilosa diretamente aos próprios investigados, já que esta conduta não está, em princípio, protegida juridicamente pela liberdade de imprensa”.
E conclui: “Deve ser excluído do processo e do resultado das quebras de sigilo de dados, sigilo telemático e de busca e apreensão, isso em endereços eletrônicos e nos endereços de Carlos Eduardo Cairo Guimarães, qualquer elemento probatório relativo à identificação da fonte da informação”, afirma o juiz no despacho.
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