Notícias

Raquel Lyra empossa novos secretários estaduais em cerimônia no Palácio do Campo das Princesas

Por André Luis

Na tarde desta segunda-feira (19), a governadora Raquel Lyra conduzirá a cerimônia de posse dos novos secretários estaduais, em um evento marcado para às 18h, no Palácio do Campo das Princesas, em Recife. A solenidade, que representa um momento importante para a gestão pública estadual, marca a entrada de quatro novos integrantes para importantes pastas do governo.

Cícero Moraes assumirá a Secretaria de Desenvolvimento Agrário, Agricultura, Pecuária e Pesca; Carlos Braga será empossado como secretário de Assistência Social, Combate à Fome e Política sobre Drogas, Rodrigo Ribeiro assumirá a pasta de Projetos Estratégicos; e Paulo Paes será o novo titular da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização, assumindo uma responsabilidade crucial na gestão do sistema prisional e na promoção da ressocialização de detentos.

Outras Notícias

Senado rejeita Projeto de Lei da “minirreforma eleitoral” enviado pela Câmara

Senador Humberto Costa (PT-PE) foi um dos poucos que defendeu mais recursos para o financiamento dos partidos. Por André Luis – Com informações da Agência Senado Com a decisão de rejeitarem todas as mudanças polêmicas do Projeto de Lei 11.021/18, que altera várias regras eleitorais – chamado de minirreforma eleitoral, o Senado Federal funcionou como […]

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Senador Humberto Costa (PT-PE) foi um dos poucos que defendeu mais recursos para o financiamento dos partidos.

Por André Luis – Com informações da Agência Senado

Com a decisão de rejeitarem todas as mudanças polêmicas do Projeto de Lei 11.021/18, que altera várias regras eleitorais – chamado de minirreforma eleitoral, o Senado Federal funcionou como freio de contenção para impedir uma indecência proposta pela Câmara dos Deputados aprovado na terça-feira (03.09).

Nesta terça-feira (17), o Plenário do Senado Federal aprovou o substitutivo do senador Weverton (PDT-MA) ao PL 5.029/2019. Em suma, decidiram rejeitar todas as mudanças polêmicas do projeto e manter apenas a garantia de que o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (Fundo Eleitoral) não será aumentado e terá para as eleições de 2020 o mesmo montante das eleições de 2018, ou seja, R$ 1,7 bilhão.

O texto original do projeto enviado pela Câmara previa exceções ao limite de gastos de campanhas; estabelecia novos itens nos quais podem ser usados recursos do Fundo Partidário; definia critérios para análise de inelegibilidade; e autorizava o retorno da propaganda partidária semestral. Também alterava regras relacionadas à gestão de partidos políticos.

Ampliava, ainda, as possibilidades de uso dos recursos do Fundo Partidário por parte das legendas, com a permissão para contratação de serviços de consultoria contábil e advocatícia, inclusive em qualquer processo judicial e administrativo de interesse ou litígio que envolva candidatos do partido, eleitos ou não, relacionados ao processo eleitoral, ao exercício de mandato eletivo ou que possa acarretar reconhecimento de inelegibilidade.

O texto enviado pela Câmara dos Deputados foi considerado por muitos senadores como uma aberração e grave retrocesso recheado de equívocos e vícios que trariam prejuízos nas questões de inelegibilidade de candidatos e enfraqueceria a Lei da Ficha Limpa.

O senador Humberto Costa (PT-PE) defendeu não apenas mais recursos para o financiamento dos partidos, mas a volta do direito de as legendas falarem ao país por meio de programas de TV semestrais.

Os senadores alertam que há risco de os deputados reintroduzirem pontos rejeitados por eles, visto que agora a proposta volta para nova votação na Câmara dos Deputados. Cabe agora à sociedade fiscalizar os deputados para que não aprovem esse pacote de retrocessos e aberrações.

FBC comemora resultado de reunião entre Bolsonaro e governadores

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), afirmou nesta sexta-feira (22) que a reunião do presidente Jair Bolsonaro com os governadores foi uma “inflexão” na política de enfrentamento à pandemia do coronavírus. Ele voltou a defender as medidas de isolamento social para conter o avanço da Covid-19 no País, mas ponderou que […]

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), afirmou nesta sexta-feira (22) que a reunião do presidente Jair Bolsonaro com os governadores foi uma “inflexão” na política de enfrentamento à pandemia do coronavírus.

Ele voltou a defender as medidas de isolamento social para conter o avanço da Covid-19 no País, mas ponderou que governos estaduais e prefeituras devem começar a traçar planos para a retomada gradual das atividades.

“Todos reconheceram que a reunião do presidente com os governadores foi um momento de inflexão, de busca de diálogo e entendimento, para que possamos focar as atenções em políticas coordenadas no sentido de vencer esse momento mais crítico de enfrentamento do coronavírus”, disse o senador durante entrevista a emissoras de rádio de Pernambuco.

Fernando Bezerra Coelho ressaltou que estados e municípios devem começar a planejar o retorno gradual das atividades produtivas e do comércio após o pico de contaminação do coronavírus. “Não faz sentido reabrir as atividades antes de atingirmos o pico de disseminação. É importante aguardar, mas governos estaduais e prefeituras devem começar a traçar planos, mesmo que de forma gradual, para o retorno das atividades.”

Ele defendeu, por exemplo, que o governador Paulo Câmara comece a discutir com as prefeituras a flexibilização das medidas de isolamento a partir de junho considerando a realidade de cada município. “A disseminação em Pernambuco não se dá de forma igual. Temos uma situação muito crítica na Região Metropolitana e temos o contágio de forma diferenciada em outras regiões do estado. Não se pode ter uma política igual para Pernambuco inteiro”, explicou o senador.

“Petrolina, por exemplo, é o município que mais testou no estado. O índice de contágio é três vezes menor que na Região Metropolitana. O índice de letalidade é cinco vezes menor. É evidente que Petrolina já está em condições de retomar algumas atividades. Não faz sentido colocar as restrições de forma igual para o estado todo. Acredito que, através do diálogo com as prefeituras, o governo fará algum tipo de flexibilização para que os municípios, de forma cautelosa e planejada, possam promover a volta gradual de algumas atividades”, acrescentou.

Convite de Dilma a Levy é visto como um “gesto”

Do Blog da Folha Quando decidiu viajar a São Paulo para o velório de Thomaz Alckmin, filho do governador daquele Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), a presidente Dilma Rousseff (PT) convidou o ministro Joaquim Levy, da Fazenda, para acompanhá-la no voo. A viagem, segundo matéria da Folha de S. Paulo, foi considerada um “gesto” por auxiliares […]

10

Do Blog da Folha

Quando decidiu viajar a São Paulo para o velório de Thomaz Alckmin, filho do governador daquele Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), a presidente Dilma Rousseff (PT) convidou o ministro Joaquim Levy, da Fazenda, para acompanhá-la no voo. A viagem, segundo matéria da Folha de S. Paulo, foi considerada um “gesto” por auxiliares da petista e uma oportunidade para que os dois pudessem acertar os ponteiros. Levy é amigo de Alckmin.

O convite surge quase uma semana depois de Levy ter dito que a presidente tem intenções “genuínas”, mas nem sempre “efetivas”.

Ao desembarcarem na base aérea do aeroporto de Congonhas, Dilma e Joaquim Levy foram recebidos pelos ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e de Comunicação Social, Edinho Silva, e seguiram juntos par ao local do velório.

A chegada de Dilma onde estava sendo realizada a cerimônia fúnebre ocorreu cerca de cinco minutos antes da entrada do senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB. Os dois se cumprimentaram cordialmente, mas não conversaram.

Exército espera 3ª onda da COVID-19, diz general Paulo Sérgio

Foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press Responsável pelo setor de recursos humanos do Exército, inclusive da área de saúde, general acredita que o Brasil enfrentará nova etapa da pandemia em 2 meses Por Renato Souza – Correio Braziliense Assim que o Brasil registrou as primeiras infecções pelo novo coronavírus, em fevereiro do ano passado, o Exército percebeu […]

Foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press

Responsável pelo setor de recursos humanos do Exército, inclusive da área de saúde, general acredita que o Brasil enfrentará nova etapa da pandemia em 2 meses

Por Renato Souza – Correio Braziliense

Assim que o Brasil registrou as primeiras infecções pelo novo coronavírus, em fevereiro do ano passado, o Exército percebeu que o país enfrentaria um dos maiores desafios de saúde do século.

Os números de mortes e casos que aumentavam rapidamente na Europa enviaram o alerta para a tropa terrestre mais poderosa da América Latina. Ao Departamento-Geral de Pessoal foi incumbida a missão de aplicar medidas sanitárias, realizar campanhas e proteger o contingente da COVID-19.

Além dos militares da ativa, são de responsabilidade da Força os que estão na reserva e os dependentes — o que engloba uma rede de 700 mil pessoas.

Com 60 unidades de saúde, entre hospitais, policlínicas e postos avançados, o Exército mantém uma taxa de mortalidade pela doença de 0,13%, bem abaixo do índice de 2,5% registrado na população em geral do país. A receita é uma política totalmente oposta à adotada pelo governo federal.

Autoridade máxima de saúde no Exército, o general Paulo Sérgio conta que a Força entrou em uma espécie de lockdown, em que integrantes de grupos de risco foram enviados para home office e cerimônias militares acabaram suspensas em todos os quartéis.

Além disso, estão sendo realizadas campanhas massivas de distanciamento social e outras ações, como uso de máscaras e higienização das mãos.

Os novos recrutas, que ingressam para o serviço militar obrigatório, estão em regime de internato e passam semanas sem ir para casa, a fim de evitar infecções pelo novo coronavírus.

Apesar das medidas intensas, a segunda onda já começa a ter efeitos severos no Exército, com o registro de internação de militares jovens e colapso nos hospitais da rede — obrigando o uso de unidades de saúde privadas.

Enquanto o país enfrenta a segunda onda e vê a taxa de mortes explodir, a Força já prevê uma terceira onda, que pode ser ainda mais grave e começar por Manaus, dentro de dois meses.

Em entrevista, o general Paulo Sérgio fala sobre as ações que evitaram mortes no Exército, lamenta as perdas no meio civil e destaca que integração, logística e planejamento são as armas mais eficazes para entrar na guerra contra o vírus. Leia os principais trechos no Estado de Minas.

IML espera a chegada de material genético da família de Eduardo Campos para identificação do corpo

Os trabalhos de identificação dos corpos das vítimas do acidente aéreo que vitimou o presidenciável Eduardo Campos (PSB) ainda não começaram nesta quinta-feira (14), no Instituto Médico Legal em São Paulo (IML-SP). A equipe aguarda a chegada do material genético da família do ex-governador, que está chegando do Recife. Quatro perítos da Polícia Federal (PF) […]

Eduardo Campos - Foto Aluisio MoreiraSEI-749572

Os trabalhos de identificação dos corpos das vítimas do acidente aéreo que vitimou o presidenciável Eduardo Campos (PSB) ainda não começaram nesta quinta-feira (14), no Instituto Médico Legal em São Paulo (IML-SP). A equipe aguarda a chegada do material genético da família do ex-governador, que está chegando do Recife. Quatro perítos da Polícia Federal (PF) já estão no local para auxiliar no trabalho de identificação.

O dentista particular de Eduardo, o Dr. Francisco Cavalcante, chegou ontem a São Paulo com exames e amostras da arcádia dentária do gestor e deve voltar nesta manhã para ajudar nos trabalhos. Os procedimentos preliminares de identificação se deu início nesta quarta-feira (13), após a chegada do primeiro caminhão frigorífico que trazia alguns restos mortais das vítimas da tragédia. Todos os restos mortais das vítimas estão previstos para chegar ainda hoje pela manhã.

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella Vieira, determinou a abertura de inquérito para investigar o acidente. Segundo as primeiras informações cerca de 10% dos fragmentos da aeronave ainda não foram encontrados pela equipe de resgaste.