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Ventos levam tapumes que isolavam o Terminal Rodoviário de Tabira

Por André Luis

O ano começou sem reforma e nem construção de um novo Terminal Rodoviário em Tabira que foi parcialmente destruído pelo fogo que queimou um ônibus da Progresso em 2019.

O espaço de ônibus e passageiros que estava isolado por tapumes foi atingido por um forte vento no último dia 14 de janeiro. Parte dos tapumes o vento levou.

Enquanto isso a população espera pela ação prometida pelo governo Paulo Câmara através da EPTI – Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal, comandada pela Diretora Presidente Marília Bezerra.

Outras Notícias

Covid: Bairro São Brás lidera números de casos em Afogados

Novidade é que com a divulgação dos bairros, moradores chegaram a informar outro endereço , com receio da identificação . Cidade tem 150 casos. Com 43 casos, o Bairro São Braz lidera o número de casos de Covid-19 no município de Afogados da Ingazeira,  segundo a Secretaria de Saúde do município. Na sequência estão centro, […]

Novidade é que com a divulgação dos bairros, moradores chegaram a informar outro endereço , com receio da identificação . Cidade tem 150 casos.

Com 43 casos, o Bairro São Braz lidera o número de casos de Covid-19 no município de Afogados da Ingazeira,  segundo a Secretaria de Saúde do município.

Na sequência estão centro, com 33 casos, Manoela Valadars, com 17 casos, São Francisco (14 casos), Sobreira e Brotas (9 cada), Costa (8), São Sebastião (6), Padre Pedro Pereira (5), São Cristóvão (3), zona rural (2) e Borges, um caso.

A Prefeitura informou ontem que foram detectados mais três casos positivos de covid-19 no município.

A cidade chegou a 150 casos confirmados, com 115 recuperados e quatro óbitos.  Afogados é uma das cidades que msis testa na região, com 1.248, atrás apenas de Serra Talhada e Solidão. 

A novidade é que, após a prefeitura passar a informar os nomes das ruas dos infectados às sextas,  alguns pacientes, semana passada, informaram o endereço errado, talvez por receio de discriminação.

“Essa semana, durante o monitoramento dos isolamentos e cruzamento de dados em sistemas de informação sob domínio da saúde, pudemos identificar os endereços corretos”. 

A partir da próxima semana, será necessária a apresentação de comprovante de residência para realização da testagem na unidade de campanha.

Coluna do Domingão

Não tem meio termo. É rua! Se Bolsonaro quer sair com menos desgaste e só com arranhões desse episódio envolvendo os candidatos laranjas do PSL, não tem outro caminho. É , como já sinalizou, exonerar o Bebianno.  A última informação dá conta de que tomará a medida contra o Secretário Geral da Presidência porque  sua […]

Não tem meio termo. É rua!

Se Bolsonaro quer sair com menos desgaste e só com arranhões desse episódio envolvendo os candidatos laranjas do PSL, não tem outro caminho.

É , como já sinalizou, exonerar o Bebianno.  A última informação dá conta de que tomará a medida contra o Secretário Geral da Presidência porque  sua condição ficou insustentável. Principalmente depois que ele foi desmentido em uma rede social por um dos filhos do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro. A postagem foi compartilhada por Jair Bolsonaro.

A crise com Bebianno começou após o jornal “Folha de S.Paulo” ter publicado reportagens sobre suspeitas de candidatos “laranjas” do PSL nas eleições do ano passado. O partido era presidido pelo agora ministro.

Nos últimos dias, a permanência do ministro no cargo começou a ser colocada em dúvida Bolsonaro afirmou que, se Bebianno estiver envolvido em irregularidades, não terá outro “destino” a não ser “voltar às suas origens”. Interlocutores da Presidência dão como certa a demissão do ministro e dizem que a situação dele é “insustentável”.

No entanto, há um grupo dentro do governo que acha que ainda pode haver uma reconciliação entre Bolsonaro e Bebianno. Mas como ficará o governo que usou a bandeira da moralidade mantendo um Secretário com status de ministro que teve atitudes imorais, tais quais as que o candidato questionava?

Se Bebianno ficar, Bolsonaro é que será pressionado. Porque ficou, ficou porque? – perguntarão os jornais e observadores. Vai cheirar a mão na cabeça de um homem que sabe demais. Não tem coluna do meio. As perguntas que ficam é de como será depois da saída. Bebianno pode ameaçar, mesmo fora, a estabilidade do governo?

O mesmo rigor deve se aplicar a Luciano Bivar, que no comando do partido foi padrinho da candidatura de Lourdes Paixão, que recebeu R$ 400 mil do fundo partidário destinado ao PSL, a terceira maior cifra repassada a um candidato do partido ano passado, para ter 274 votos. Bivar disse que o  partido não criou candidatas inexistentes, mas fez ‘apostas erradas’ em mulheres com poucas chances de serem eleitas. Ah, vá…

Lourdes Paixão é natural de Gravatá. Tem 68 anos. É Secretária, datilógrafa e tem ensino superior completo. Cada voto dela custou R$ 1.459 reais. A maioria em Recife (127 votos), Olinda (15 votos), mas também em Betânia (1 voto), Belmonte (1 voto), Arcoverde (1 voto), Serra Talhada (1 voto), muito provavelmente de quem foi digitar para um candidato e votou errado ou por estratégia para buscar “materializar”, provar que houve campanha. Tem um patrimônio avaliado em R$ 515 mil, incluindo um apartamento de R$ 460 mil. Nunca foi candidata antes. Não foi vista pedindo um voto. Não se achou um santinho e a gráfica que teria recebido R$ 380 mil não tem condição alguma de produzir o material. Muito provavelmente, foi cooptada para o serviço sujo e aceitou por amizade, afinidade ou burrice.

O mesmo se aplica à jornalista Érika Siqueira, de 42 anos, ex assessora de Bebianno, que teve apenas 1315 votos e R$ 250 mil para tocar a campanha. Érika não declarou nenhum bem à Justiça Eleitoral. Ainda bem que não usou o limite de gastos de R$ 1 milhão.  Elas, Bebianno e Bivar tem muito a explicar.

E Bolsonaro a fazer, para ficar longe desse laranjal. Já tem um filho enrolado e ter gente em quem confiou com essa prática também pode manchar seu início de governo, ainda sem a paz necessária para começar de fato.

Nasceu morta

A notícia da semana foi o lançamento da pré candidatura do Capitão Sidney Cruz à prefeitura de Afogados pelo PSL, dizendo que comunicou o fato ao presidente Toninho Valadares e que estava vacinado contra rasteiras internas. Praticamente 72 horas depois, o partido, incluindo o grupo que coordenou a campanha de Bolsonaro, anunciou apoio ao próprio Toninho. Já?

Mas ressuscita?

Pelo perfil com histórico militar, mesmas bandeiras e pelas reações nas redes sociais, a candidatura do capitão poderia ter um apelo midiático maior que a do próprio Toninho, que, mesmo com vida política curta e vivendo da caprinovinocultura, vai ser sempre ligado ao pai Totonho Valadares, político mais que tradicional. Internamente, ainda tem gente mais ao capitão que ao Valadares, mesmo que em menor número. Se o sentimento crescer, o enterro pode voltar da porta do cemitério.

Ô lapa de voto

Tal qual a jabuticaba, que só existe no Brasil, teve voto que misturou fidelidade com intenção pessoal e gerou um escrutínio único em Serra Talhada por conta da arrumação política. Além da revelação de Victor Oliveira de que, pasmem, entregava santinhos de Haddad mas votou em Bolsonaro, teve mais gente que escolheu o Capitão e na outra ponta, votou por exemplo em Humberto Costa pra Senador. A urna chega fumaçou

Já faltou?

A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira voltou a se reunir essa semana. E em meio à discussão de que vai ter mais rigor com vereadores extremamente faltosos, que além de desconto podem até sofrer pedido de cassação por representantes da comunidade, dois legisladores faltaram, Wellington JK e Zé Negão. O primeiro, diz Igor Mariano, justificou. O segundo, diz a Coluna, já é viciado em ausências e precisa corrigir o rumo neste ano. E não pode mais pôr a culpa nas atividades no Caldinho da Nenêm, que  fechou…

Olha o gás!

E Serra Talhada, a polêmica do preço estratosférico do gás de cozinha, custando R$ 88, colocou contra a parede o empresário João Batista Carvalho, que não explicou porque há diferença média de R$ 30 a R$ 35 para o valor em outras cidades e o próprio MP, que precisa dizer à sociedade se já concluiu a investigação contra a prática. O Procon também pode entrar na roda. Vereadores como Zé Raimundo pediram em 2017 uma providência.

Vices que querem chegar

Dos vices que querem mais em 2020, Sandrinho está mais próximo de ser ungido como pré candidato a prefeito de Afogados. Márcio Oliveira mandou dizer que desistiu, achando que Luciano Duque já escolheu Márcia Conrado.  Zé Amaral continua achando que vai ser candidato na tora em Tabira, tenha ou não o apoio de Sebastião Dias.

Ex que querem voltar

Estão mirando o “pode se preparar estou voltando” Carlos Evandro (Serra Talhada), Zé Pretinho (Quixaba), Cida Oliveira (Solidão), Totonho Valadares (Afogados da Ingazeira), e Luciano Torres (Ingazeira). No caso de Carlos e Totonho, se não tiverem problema com a justiça, podem costurar logo a pré campanha. Os demais tem que combinar com Tião de Gaudêncio, Djalma Alves e Lino Morais que estão com a caneta na mão e podem não querer largar tão cedo…

Frase da semana:  “Fui nascida rica”. De Guimar Mendes, mulher de Gilmar Mendes, dizendo que não tem medo de investigação da Receita porque não precisa pegar no alheio. Então desculpe…

Congresso da Amupe gerou renda para os agricultores familiares de Afogados da Ingazeira

O estande da Prefeitura de Afogados da Ingazeira no  7º Congresso Perrnambucano de municípios, foi um dos mais visitados, seja pela localização privilegiada (logo na entrada do evento), seja pela variedade e qualidade do produtos em amostra.  Coordenado pelas secretarias municipais de administração e desenvolvimento econômico e de agricultura, o espaço apresentou aos participantes do […]

O estande da Prefeitura de Afogados da Ingazeira no  7º Congresso Perrnambucano de municípios, foi um dos mais visitados, seja pela localização privilegiada (logo na entrada do evento), seja pela variedade e qualidade do produtos em amostra. 

Coordenado pelas secretarias municipais de administração e desenvolvimento econômico e de agricultura, o espaço apresentou aos participantes do encontro, a produção dos agricultores familiares de Afogados, como licores e geleias de jabuticaba e umbu, cocadas de coco catolé, castanhas, biscoito de castanha, dentre outros. o projeto conta com o apoio do SEBRAE, na orientação e fomento à produção, aquisição de insumos e de processos industriais que permitam agregar valor à produção.

Além da divulgação, visibilidade e prospecção de novos negócios, o estande gerou renda para os agricultores, uma vez que toda a produção que foi levada para o congresso foi comercializada durante os três dias do evento, gerando uma receita de R$ 1.788,00, direto na conta dos agricultores, uma vez que as chaves-pix disponibilizadas para os pagamentos foram as dos próprios produtores. 

“Estou muito feliz e gratificado com o sucesso e a repercussão positiva do projeto, e mais ainda em poder, com o nosso estande, viabilizar a geração de renda e estimular a venda dos produtos da nossa agricultura familiar,” destacou o Prefeito Alessandro Palmeira. 

Comunidades beneficiadas – o projeto atende atualmente a 98 famílias das comunidades da Serra da Opa, Minador, Brejo, Umbuzeiro e Leitão da Carapuça. O projeto conta com capacitação, assessoria técnica e suporte para o incremento da produção, agregando valor aos produtos. Desde sua implementação, o projeto diminuiu o desperdício de frutas em 53%, colocando no mercado 11 produtos derivados da produçao de umbu, jaboticaba, castanha e coco-catolé. Os interessados em adquirir os produtos podem entrar em contato com o telefone da secretaria de administração: (87) 9.9978 1331. 

Além do público presente ao evento, o estande recebeu a visitação dos jornalistas Magno Martins e Tarcísio Rigueira, do Presidente da Câmara de vereadores de Afogados, Rubinho do São João, da Vereadora Gal Mariano, e dos vereadores Reinaldo Lima, Sargento Argemiro, Douglas eletricista, Edson Henrique, Erickson Torres, Agnaldo Rodrigues e Toinho da Ponte.

2ª Noite da ExpoSerra 2017 foi marcada com homenagem à João Duque

Por André Luis A segunda noite da 18º ExpoSerra, foi marcada pela palestra do Senhor João Duque de Souza, um dos mais antigos comerciantes da cidade de Serra Talhada, fundador do grupo JD e da CDL, pai de 8 filhos e filhas que lhe deram 16 netos e bisnetos. Duque pai, como é conhecido na […]

Foto: Wellington Júnior

Por André Luis

A segunda noite da 18º ExpoSerra, foi marcada pela palestra do Senhor João Duque de Souza, um dos mais antigos comerciantes da cidade de Serra Talhada, fundador do grupo JD e da CDL, pai de 8 filhos e filhas que lhe deram 16 netos e bisnetos.

Duque pai, como é conhecido na cidade, contou ao público presente a sua trajetória de vida e de sucesso como empreendedor, desde quando começou aos 19 anos com uma bodega na antiga Rua 15, atual Rua Enock Inácio de Oliveira, até os dias atuais.

Nascido em 1928, Duque pai, mostrou um vigor invejável e fez o público presente, em sua maioria empresários e expositores da feira, sorrir e se emocionar. Mostrando ser um homem extremamente religioso, por diversas vezes citou a fé em Deus como uma das principais forças que o fizeram vencer as dificuldades impostas pela vida e alcançar o sucesso.

João Duque disse que: “a única forma de amar o seu trabalho é gostar do que faz” e incentivou as pessoas dizendo que aqueles que ainda não encontram que não parem de procurar.

Duque pai falou sobre a sua experiência com a ditadura militar: “era um governo forte, mas com muitos excessos”, e falou sobre os períodos difíceis da economia brasileira durante os governos de José Sarney e do plano Collor.

João Duque ainda recitou poesias, contou piadas, contou causos, citou músicas e se emocionou ao falar de seu filho o empresário Adriano Duque, falecido em 2012, aos 40 anos, vitima do câncer.

Foto: Wellington Júnior

Homenagem – Ao final da palestra de João Duque, a Câmara de Dirigentes Lojista (CDL), a Câmara de Vereadores de Serra Talhada, Sindcom, FIS e Revista Movimentto, homenagearam Duque pai, com o título de “Sertanejo do Ano”.

Falando à Rádio Pajeú e ao blog. Ele disse que estava surpreso e emocionado com a homenagem recebida, disse que tudo que fez na vida, “foi pensando no bem estar da minha família, do nosso negócio e acima de tudo buscando o Deus que nos criou, eu só tenho nesse momento agradecer a CDL, por esse gesto amigo e nobre e desejar que a ExpoSerra continue crescendo e se afirmando para o engrandecimento de Serra Talhada e região.

Duque pai, lembrou ainda que foi um dos primeiros anunciantes da Rádio Pajeú, não lembrou quem foi que lhe procurou, mas afirmou que a divulgação deu muito certo.

Foto: Wellington Júnior
Greve Geral foi ato histórico, afirma Humberto

Após acompanhar por todo o trajeto a manifestação contra as Reformas Trabalhista e da Previdência no Recife, o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), disse que a greve geral foi uma das maiores manifestações políticas desde a democratização do país. Segundo a CUT, cerca de 40 milhões de trabalhadores pararam as atividades no dia de hoje em todo […]

Após acompanhar por todo o trajeto a manifestação contra as Reformas Trabalhista e da Previdência no Recife, o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), disse que a greve geral foi uma das maiores manifestações políticas desde a democratização do país.

Segundo a CUT, cerca de 40 milhões de trabalhadores pararam as atividades no dia de hoje em todo o Brasil. Somente no Recife, os organizadores calculam que 200 mil pessoas participaram do ato.

“Foi um momento histórico. Uma das maiores manifestações políticas da história do País. Desde 1980, o Brasil não sabia o que era uma greve geral e hoje vimos os trabalhadores pararem para dizer que não aceitam o governo Temer e nem o modelo que ele quer implantar para o povo.”

No Recife, o ato saiu da Praça do Derby, seguiu pela Conde da Boa Vista até chegar na Praça do Independência, num trajeto de cerca de três quilômetros. Centenas de municípios em todo o País tiveram manifestações semelhantes. Só no Recife, mais de 50 categorias confirmaram a sua adesão à greve, entre elas a Polícia Civil, os metroviários, rodoviários e bancários. Igrejas Católicas e Evangélicas também apoiaram o movimento.

Para Humberto, a greve de hoje aumenta a pressão contra os projetos de Reforma Trabalhista e da Previdência no Congresso Nacional e mostram o desejo da sociedade do fim do governo de Michel Temer.

“Acho que esse ato de hoje dá ainda mais força contra essas reformas. O debate contra a Reforma da Previdência na Câmara e a Reforma Trabalhista no Senado ganham outra dimensão após o dia de hoje. O governo Temer acabou e a gente pode ver isso com a greve geral de hoje. Precisamos ouvir as vozes das ruas”, analisou Humberto.