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Vamos aprender com Garanhuns ou ficar na gambiarra de novo?

Por Nill Júnior

Esta semana,  foi iniciado oficialmente o Encantos do Natal de Garanhuns.

A solenidade de abertura, que contou com a presença de autoridades da cidade, também teve um momento de puro encanto com o acendimento das luzes e um show de pirotecnia.

A noite também foi marcada pela abertura das praças, que entregam toda a beleza do Parque Encantado do Noel, tema do Natal da Cidade das Flores em 2024.

No Sertão,  algumas cidades,  como Arcoverde e Serra Talhada seguiram o bom exemplo e investiram no Natal iluminado,  atraindo turistas,  emprego e renda.

Mas outras cidades com vocação,  como Afogados da Ingazeira,  patinam. À exceção da iluminação da Catedral,  fruto da Festa do Padroeiro Senhor Bom Jesus dos Remédios,  que já ocorre em dezembro,  a cidade improvisa com uma iluminação geralmente reaproveitada de anos anteriores,  sem profissionalismo,  na base da gambiarra.

E a discussão nada tem a ver com o empenho dos artistas e profissionais envolvidos. Há pelo menos três anos, a sugestão à Prefeitura de Afogados e Secretaria de Cultura, é trazer profissionais envolvidos no projeto de Garanhuns ou outras praças para capacitar os responsáveis pelo trabalho em Afogados.

Não é só pelo caráter estético: é pela atração de turistas,  geração de emprego e renda e valorização do potencial da cidade,  que tem o conjunto arquitetônico,  viário e de áreas como a Praça Arruda Câmara mais propícios para desenvolver um projeto como esse.

A bola está com a prefeitura de Afogados e Secretaria de Cultura e Esportes: se vão aprender com Garanhuns ou se vão recorrer novamente às gambiarras de anos anteriores…

Outras Notícias

Real Time Big Data Senado em PE: Humberto Costa tem 22%; Costa Filho, 17%

O senador Humberto Costa (PT) lidera a disputa pela reeleição no Senado em Pernambuco, com 22% das intenções de voto, segundo levantamento do instituto Real Time Big Data. Ele é seguido pelo atual ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos), que aparece com 17%. O ex-deputado federal, Anderson Ferreira (PL), surge na terceira […]

O senador Humberto Costa (PT) lidera a disputa pela reeleição no Senado em Pernambuco, com 22% das intenções de voto, segundo levantamento do instituto Real Time Big Data.

Ele é seguido pelo atual ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos), que aparece com 17%.

O ex-deputado federal, Anderson Ferreira (PL), surge na terceira posição, com 15%. Logo após, está o senador Fernando Dueire (MDB), com 9%. A deputada Jô Cavalcanti (PSOL) registra 4% das intenções de voto.

Votos nulo e em branco somam 17%, enquanto os que não souberam ou não responderam representam 16%.

Foram entrevistadas 1.200 pessoas, entre os dias 20 e 22 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

Cenário 1

Humberto Costa (PT): 22%

Silvio Costa Filho (Republicanos): 17%

Anderson Ferreira (PL): 15%

Fernando Dueire (MDB): 9%

Jô Cavalcanti (PSOL): 4%

Nulo/branco: 17%

Não sabe/não respondeu: 16%

Cenário 2

Humberto Costa (PT): 21%

Silvio Costa Filho (Republicanos): 15%

Eduardo da Fonte (PP): 15%

Anderson Ferreira (PL): 14%

Jô Cavalcanti (PSOL): 5%

Nulo/branco: 16%

Não sabe/não respondeu: 14%

Cenário 3

Humberto Costa (PT): 19%

Miguel Coelho (União): 18%

Anderson Ferreira (PL): 14%

Silvio Costa Filho (Republicanos): 14%

Jô Cavalcanti (PSOL): 5%

Nulo/branco: 16%

Não sabe/não respondeu: 14%

Wellington Maciel entrega nova Praça Santa Terezinha, na Cohab I

Fazendo parte do conjunto de obras efetivadas pela Prefeitura de Arcoverde na área de infraestrutura urbana e de lazer, houve entrega da nova Praça Santa Terezinha, na Cohab I. Na ocasião, o prefeito Wellington Maciel também entregou a nova parada de ônibus da localidade, em homenagem à Mestra Severina Lopes, integrante do Coco das Irmãs […]

Fazendo parte do conjunto de obras efetivadas pela Prefeitura de Arcoverde na área de infraestrutura urbana e de lazer, houve entrega da nova Praça Santa Terezinha, na Cohab I.

Na ocasião, o prefeito Wellington Maciel também entregou a nova parada de ônibus da localidade, em homenagem à Mestra Severina Lopes, integrante do Coco das Irmãs Lopes, que possui mais de 100 anos de história.

O referido grupo cultural colaborou para o início do Samba de Coco em Arcoverde, exatamente na Boa Vista, bairro da zona leste da cidade e onde se originou a comunidade da Cohab I.

“São mais ações concretizadas pelo trabalho da nossa gestão municipal, que nos deixam felizes e animados para concluir em 2024, outras obras já em andamento, focando em proporcionar melhorias para a população de Arcoverde, especialmente em localidades periféricas do nosso município”, ressaltou o prefeito Wellington.

A revitalização e a ampliação da referida praça foi realizada pela equipe da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, através de projeto de autoria do arquiteto e urbanista Gustavo Farias, em parceria com a também arquiteta e urbanista Marília Carolina Roque, responsável pela execução.

Com 2.348,40m² de área total de reforma e de revitalização, o novo espaço urbano agora dispõe uma sensação de pertencimento da comunidade, ao contrário de como antes se encontrava, com depredações e no total abandonado.

A praça também passa a contar com áreas de convivência, incluindo a disponibilidade de mesas de jogos do tabuleiro com pergolados, além da otimização de espaço para a realização de eventos com a construção de um palco para apresentações locais e culturais, proporcionando também mais usualidade para moradores do entorno e para o público em geral.

O espaço público também está acessível, contando com rampas de acessibilidade para promover a integração de pessoas com deficiências, além de bancos de jardim, iluminação, compostos ornamentais de jardim e compostos mais pontuais que embelezam todos os seus atrativos.

O projeto reúne arborização e um colorido na paginação do piso, envolvendo sofisticação e modernidade, principalmente quando a praça é vista de cima, sendo repleta de hexágonos que mudam de cores, contando com brinquedos na área de playground para as crianças, além de áreas de convivência e de lazer para jovens, adultos e idosos.

Cidade com serra-talhadense secretária avança vacinação para 16 anos

Em Cortês,  a Secretaria de Saúde anunciou esta tarde a vacinação para o público a partir de 16 anos. Isso mesmo, 16 anos sem comorbidades.  Lá a prefeita Fátima Borba (Republicanos) anunciou a façanha.  Cortês é a terra natal do médico Edson Moura. A relação com o Pajeú não pára por aí.  Fátima morou muitos […]

Em Cortês,  a Secretaria de Saúde anunciou esta tarde a vacinação para o público a partir de 16 anos.

Isso mesmo, 16 anos sem comorbidades.  Lá a prefeita Fátima Borba (Republicanos) anunciou a façanha.  Cortês é a terra natal do médico Edson Moura.

A relação com o Pajeú não pára por aí.  Fátima morou muitos anos em São José do Egito.  Em Cortês foi vereadora por cinco mandatos até se credenciar para disputar a prefeitura.

E tem mais: a Secretária de Saúde de Cortês, Flaviana Marques de Sousa Melo Sampaio é serra-talhadense,  nora da prefeita. Cortês é uma das primeiras cidades do Brasil a vacinar o público alvo a partir dos 16 anos.

História: há 50 anos, Dom Francisco firmava voto de simplicidade sem privilégios no “Pacto das Catacumbas”. Entenda:

Dom Hélder Câmara também esteve entre os signatários Há exatos 50 anos, era redigido e assinado por quarenta religiosos participantes do Concílio Vaticano II, entre eles muitos bispos latino-americanos e brasileiros,  o chamado Pacto das Catacumbas. Em 16 de novembro de 1965, pouco antes da conclusão do Concílio. Este documento foi firmado após a eucaristia na Catacumba de Domitila. […]

Dom Francisco dentre participantes  do Concílio Vaticano II
Dom Francisco (direita) dentre participantes do Concílio Vaticano II

Dom Hélder Câmara também esteve entre os signatários

Há exatos 50 anos, era redigido e assinado por quarenta religiosos participantes do Concílio Vaticano II, entre eles muitos bispos latino-americanos e brasileiros,  o chamado Pacto das Catacumbas. Em 16 de novembro de 1965, pouco antes da conclusão do Concílio. Este documento foi firmado após a eucaristia na Catacumba de Domitila.

Por este documento de 13 itens, os signatários comprometeram-se a levar uma vida de pobreza, rejeitar todos os símbolos, os privilégios do poder e a colocar os pobres no centro do seu ministério pastoral. Comprometeram-se também com a colegialidade e com a co-responsabilidade da Igreja como Povo de Deus, e com a abertura ao mundo e a acolhida fraterna. Um dos proponentes do pacto foi Dom Hélder Câmara. Este pacto influenciou a nascente teologia da libertação e os rumos da Segunda Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano, realizada em Medellín.

Os bispos brasileiros signatários do pacto foram Dom Antônio Fragoso, da Diocese de Crateús-CE, Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho da Diocese de Afogados da Ingazeira, PE, Dom João Batista da Mota e Albuquerque, arcebispo da Arquidiocese de Vitória, ES, o Pe. Luiz Gonzaga Fernandes sagrado bispo auxiliar de Vitória dias depois, Dom Jorge Marcos de Oliveira, da diocese de Santo André, SP, Dom Helder Câmara, Dom Henrique Golland Trindade, OFM, arcebispo da arquidiocese de Botucatu, SP, Dom José Maria Pires, arcebispo da arquidiocese da Paraíba, PB.

Dentre os compromissos firmados, procurar viver segundo o modo ordinário da população, no que concerne à habitação, à alimentação, aos meios de locomoção e a tudo que daí se segue.” Para sempre renunciamos à aparência e à realidade da riqueza, especialmente no traje (fazendas ricas, cores berrantes), nas insígnias de matéria preciosa (devem esses signos ser, com efeito, evangélicos).”

E segue: Não possuiremos nem imóveis, nem móveis, nem conta em banco, etc., em nosso próprio nome; e, se for preciso possuir, poremos tudo no nome da diocese, ou das obras sociais ou caritativas”. O texto ainda define que no comportamento, nas relações sociais, evitariam aquilo que pode parecer conferir privilégios, prioridades ou mesmo uma preferência qualquer aos ricos e aos poderosos, como banquetes oferecidos ou aceitos, classes nos serviços religiosos.

“Do mesmo modo, evitaremos incentivar ou lisonjear a vaidade de quem quer que seja, com vistas a recompensar ou a solicitar dádivas, ou por qualquer outra razão. Convidaremos nossos fiéis a considerarem as suas dádivas como uma participação normal no culto, no apostolado e na ação social.”

12246787_1714641135445032_6665726398996676997_nDiz ainda :”Poremos tudo em obra para que os responsáveis pelo nosso governo e pelos nossos serviços públicos decidam e ponham em prática as leis, as estruturas e as instituições sociais necessárias à justiça, à igualdade e ao desenvolvimento harmônico e total do homem todo em todos os homens, e, por aí, ao advento de uma outra ordem social, nova, digna dos filhos do homem e dos filhos de Deus”.

O Bispo Diocesano Dom Egídio Bisol, de Afogados da Ingazeira, comentou em artigo na sua página no Facebook a decisão tomada por aqueles religiosos, principalmente Dom Francisco. “Quem teve a graça de conviver, de perto, com Dom Francisco, pode testemunhar o quanto ele levou a sério o compromisso assumido no documento, que marcou seu longo caminho de despojamento, de entrega aos mais pobres, de cuidado com o povo do Pajeú”.

Diz Dom Bisol que “Dom Francisco viveu a pobreza: vestia com simplicidade, não amava insígnias, muito menos luxuosas. Por muitos anos sua alimentação vinha na marmita do hotel vizinho. Para se locomover usou, enquanto pôde, os transportes públicos. Sua residência era sóbria e aberta a todos”.

“Estava sempre disponível para atender os que o procuravam: ele passava manhãs inteiras acolhendo as pessoas, em sua maioria pobres, ouvindo, falando, aconselhando, oferecendo ajuda. Tudo o que possuía estava a serviço do povo e do trabalho pastoral”.

Clique aqui e leia O Pacto das Catatumbas na íntegra

Serra Talhada em 5º lugar na geração de empregos no primeiro semestre no Sertão

Por Juliana Lima  O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgou o balanço de empregos no primeiro semestre de 2022 no Sertão de Pernambuco. As 56 cidades sertanejas somaram saldo de 4.179 postos formais de trabalho no período, tendo Petrolina na liderança com saldo de 1.848 e Brejinho na última posição do ranking com […]

Por Juliana Lima 

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgou o balanço de empregos no primeiro semestre de 2022 no Sertão de Pernambuco.

As 56 cidades sertanejas somaram saldo de 4.179 postos formais de trabalho no período, tendo Petrolina na liderança com saldo de 1.848 e Brejinho na última posição do ranking com perca de 97 postos.

No acumulado por região, o Sertão do São Francisco obteve saldo de 2622 postos, seguido pelo Sertão do Pajeú com 458, Sertão do Araripe com 455, Sertão Central com 389, Sertão do Moxotó com 148 e Sertão de Itaparica com 107 postos.

No Sertão do Pajeú o melhor resultado é de Serra Talhada, que obteve saldo de 247 vagas formais no acumulado do ano. Afogados da Ingazeira com 70 e São José do Egito com 65 vêm em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Os piores resultados do Pajeú são de Carnaíba (-30) e Brejinho (-97).

No Ranking geral do Sertão, os dez melhores desempenhos são de Petrolina (1.848), Lagoa Grande (445), Salgueiro (298), Araripina (258), Serra Talhada (247), Afrânio (206), Custódia (88), Floresta (72), Afogados da Ingazeira (70), São José do Belmonte (65) e São José do Egito (65), estando Belmonte e São José do Egito empatadas com 65 postos cada uma.

Entre as maiores cidades sertanejas, tiveram desempenho positivo as cidades de Petrolina (1.848), Salgueiro (298), Araripina (258) e Serra Talhada (247). Arcoverde somou apenas 05 postos formais de saldo no primeiro semestre.

Sertão do Moxotó 

  1. Custódia (88)
  2. Inajá (37)
  3. Manari (18)
  4. Arcoverde (05)
  5. Betânia (-4)
  6. Sertânia (-11)
  7. Ibimirim (-12)

Sertão do Pajeú

  1. Serra Talhada (247)
  2. Afogados da Ingazeira (70)
  3. São José do Egito (65)
  4. Triunfo (20)
  5. Iguaracy (14)
  6. Tuparetama (14)
  7. Santa Terezinha (11)
  8. Itapetim (9)
  9. Calumbi (5)
  10. Ingazeira (3)
  11. Quixaba (0)
  12. Santa Cruz da Baixa Verde (-1)
  13. Solidão (-7)
  14. Flores (-10)
  15. Tabira (-14)
  16. Carnaíba (-30)
  17. Brejinho (-97)

Sertão Central

  1. Salgueiro (298)
  2. São José do Belmonte (65)
  3. Mirandiba (12)
  4. Parnamirim (8)
  5. Serrita (4)
  6. Cedro (2)
  7. Verdejante (-6)

Sertão de Itaparica

  1. Floresta (72)
  2. Petrolândia (33)
  3. Carnaubeira da Penha (1)
  4. Itacuruba (1)
  5. Tacaratu (-2)
  6. Belém do São Francisco (-32)
  7. Jatobá (-64)

Sertão do Araripe

  1. Araripina (258)
  2. Trindade (61)
  3. Exu (50)
  4. Santa Filomena (38)
  5. Ipubi (29)
  6. Santa Cruz (10)
  7. Granito (05)
  8. Moreilândia (4)
  9. Bodocó (-23)
  10. Ouricuri (-74)

Sertão do São Francisco 

  1. Petrolina (1.848)
  2. Lagoa Grande (445)
  3. Afrânio (206)
  4. Cabrobó (64)
  5. Santa Maria da Boa Vista (52)
  6. Dormentes (7)
  7. Orocó (-12)
  8. Terra Nova (-15)

Ranking geração de empregos no Sertão de janeiro a junho de 2022:

  1. Petrolina (1.848)
  2. Lagoa Grande (445)
  3. Salgueiro (298)
  4. Araripina (258)
  5. Serra Talhada (247)
  6. Afrânio (206)
  7. Custódia (88)
  8. Floresta (72)
  9. Afogados da Ingazeira (70)
  10. São José do Belmonte (65)
  11. São José do Egito (65)
  12. Cabrobó (64)
  13. Trindade (61)
  14. Santa Maria da Boa Vista (52)
  15. Exu (50)
  16. Santa Filomena (38)
  17. Inajá (37)
  18. Petrolândia (33)
  19. Ipubi (29)
  20. Triunfo (20)
  21. Manari (18)
  22. Iguaracy (14)
  23. Tuparetama (14)
  24. Mirandiba (12)
  25. Santa Terezinha (11)
  26. Santa Cruz (10)
  27. Itapetim (9)
  28. Parnamirim (8)
  29. Dormentes (7)
  30. Arcoverde (05)
  31. Calumbi (5)
  32. Granito (05)
  33. Moreilândia (4)
  34. Serrita (4)
  35. Ingazeira (3)
  36. Cedro (2)
  37. Carnaubeira da Penha (1)
  38. Itacuruba (1)
  39. Quixaba (0)
  40. Santa Cruz da Baixa Verde (-1)
  41. Tacaratu (-2)
  42. Betânia (-4)
  43. Verdejante (-6)
  44. Solidão (-7)
  45. Flores (-10)
  46. Sertânia (-11)
  47. Ibimirim (-12)
  48. Orocó (-12)
  49. Tabira (-14)
  50. Terra Nova (-15)
  51. Bodocó (-23)
  52. Carnaíba (-30)
  53. Belém do São Francisco (-32)
  54. Jatobá (-64)
  55. Ouricuri (-74)
  56. Brejinho (-97)