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Vai ter debate em Recife

Por André Luis

A TV Jornal, afiliada do SBT em Pernambuco, realiza, nesta terça-feira (1º), um debate com os candidatos à prefeitura do Recife. O encontro acontecerá às 18h30, no horário do programa O Povo Na TV.

O debate terá transmissão simultânea na Rádio Jornal e nas plataformas digitais do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (SJCC), com cobertura completa do Jornal do Commercio.

Foram convidados para o evento os cinco candidatos cujos partidos possuem pelo menos cinco parlamentares no Congresso Nacional, como determina a legislação eleitoral. São eles: Dani Portela (PSOL), Daniel Coelho (PSD), Gilson Machado (PL), João Campos (PSB) e Técio Teles (Novo).

“O debate é a oportunidade para os eleitores confrontarem as propostas dos candidatos. E debates têm sido uma tradição no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. Debater a cidade, como fizemos com o especial “Desafios do Recife”, é uma de nossas missões, do nosso compromisso com a sociedade”, afirma o diretor de jornalismo do Jornal do Commercio, Laurindo Ferreira.

Outras Notícias

Staff de Armando confiante no apoio de Luciano Duque. Prefeito diz “estar conversando”

Aliados do Senador e candidato Armando Monteiro (PTB) estão confiantes de que conseguirão fisgar o apoio do Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque. O gestor da maior cidade do Pajeú e uma das maiores do Estado vive um dilema político. Seu principal adversário político, Sebastião Oliveira (PR), tem corrido solto no apoio a Paulo Câmara. […]

Armando e Duque, em foto de arquivo

Aliados do Senador e candidato Armando Monteiro (PTB) estão confiantes de que conseguirão fisgar o apoio do Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque.

O gestor da maior cidade do Pajeú e uma das maiores do Estado vive um dilema político. Seu principal adversário político, Sebastião Oliveira (PR), tem corrido solto no apoio a Paulo Câmara.

Duque pode apoiar um candidato com menor potencial político ou ser pragmático e apoiar Armando, mesmo com o fato de ter no seu palanque aliados do presidente Temer, criticados por ele e seu partido. Tomada a decisão, Luciano colocará a última peça que faltava no seu quebra-cabeças e evita sair fragilizado no processo local.

Falando ao blog, o gestor disse que está dialogando com os candidatos. “Vou conversar com Armando, assim como conversei com Júlio Lóssio e Maurício Rands”, afirmou. Duque apoiou o Senador em 2014.

Antes, em pré-campanha, Armando já havia sinalizado que buscaria o apoio de Duque.  “Primeiro o reconhecimento de que Luciano Duque é uma grande liderança, prefeito que tem se destacado e que tem claramente um posicionamento em Pernambuco: ele é oposição. A depender de como esse quadro venha a se definir ele poderá sim estar nessa frente. Se vier será muito bem vindo”.

Morre Alex Brassan, fotógrafo da AMUPE

A AMUPE informou em nota o falecimento de Alex Brassan. “Funcionário da área de comunicação que prestou brilhantes serviços e muito contribuiu para a entidade e inúmeros municípios. É uma perda lamentável”, diz a Associação. “Que Deus o receba em seus braços e dê força e fé a sua esposa Maria Brassan e sua filhinha”, acrescenta. […]

A AMUPE informou em nota o falecimento de Alex Brassan. “Funcionário da área de comunicação que prestou brilhantes serviços e muito contribuiu para a entidade e inúmeros municípios. É uma perda lamentável”, diz a Associação.

“Que Deus o receba em seus braços e dê força e fé a sua esposa Maria Brassan e sua filhinha”, acrescenta. Alex não resistiu a complicações cardíacas, fruto de um problema na válvula aórtica.

Sexta passada chegou a fazer uma terceira cirurgia para tentar resolver o problema congênito. Uma campanha para doação de sangue chegou a ser feita, mas ele faleceu na capital pernambucana.

As fotos de Brassan estamparam muitas matérias na história recente do blog, em notas assinadas pela associação. Profissional competente e muito jovem – tinha apenas 28 anos – Brassan era admirado por colegas, muitos no Pajeú.

O velório acontecerá no Jardim Metropolitano, em Olinda, rua da Tijuca 1335, Águas Claras, conhecido pelo Alto da Conquista, a partir das 15h. O sepultamento será nesta quinta, às 10h.

Acusação não prova que Dilma cometeu crime de responsabilidade, afirma Humberto‏

Responsável por fazer questionamentos ao procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, Júlio Marcelo, na sessão desta quarta-feira (8) da Comissão Especial do Impeachment do Senado, o líder do Governo Dilma na Casa, Humberto Costa (PT-PE), criticou a tese de que houve crime de responsabilidade. O senador disse que saiu convencido, […]

27512213176_0b53c52427_zResponsável por fazer questionamentos ao procurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, Júlio Marcelo, na sessão desta quarta-feira (8) da Comissão Especial do Impeachment do Senado, o líder do Governo Dilma na Casa, Humberto Costa (PT-PE), criticou a tese de que houve crime de responsabilidade.

O senador disse que saiu convencido, mais uma vez, de que forçaram a barra para tirar a presidenta do poder. “É como se quisessem pegar uma criança de oito anos de idade e colocar nela a roupa de um bebê de seis meses”, declarou.

De acordo com Humberto, que bateu na tecla das chamadas pedaladas fiscais – consideradas o atraso do Governo para ressarcir o Banco do Brasil pelos desembolsos do Plano Safra -, as respostas do procurador reforçam a ideia de que o afastamento é golpe.

“Disse aqui no Senado, inclusive no período da admissibilidade do processo, que é evidente que se trata de forçar a barra tentar caracterizar essa relação União/Plano Safra/Banco do Brasil como uma operação de crédito”, afirmou.

Para o senador, trata-se de uma operação de prestação de serviço em que é possível ter atrasos que não transformam e não mudam qualitativamente o tipo de relação estabelecida para uma relação de contrato de crédito. “Este é o caso concreto que analisamos aqui”, resumiu.

Humberto perguntou ao procurador, arrolado por aliados de Michel Temer como testemunha de acusação no processo do impeachment, qual era opinião dele sobre a conduta do Banco do Brasil.

“Por que razão o banco não abre mão de operar um sistema como esse, se é deficitário e lhe gera prejuízo? Lembrando que o débito foi posteriormente saldado, assim como ocorreu com todos os bancos oficiais”.

Júlio Marcelo disse que não tinha condição de opinar, mas que possivelmente porque há remuneração de juros e porque banco público não tem a liberdade de fazer essa escolha.

O senador voltou a afirmar que não houve qualquer desrespeito por parte da presidenta em relação à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

A fase de depoimento das testemunhas, tanto da acusação quanto da defesa, deve se encerrar no dia 17 deste mês. Pelo calendário aprovado ontem, a votação do relatório na comissão deverá ocorrer em 27 de julho.

Sávio quer relação “paz e amor” com a nova Câmara

Na tarde desta terça-feira (05) o prefeito Sávio Torres (PTB) se reuniu com o novo presidente da Câmara de Tuparetama, Arlã Markson (PTB), para estreitar a relação entre os poderes. Na oportunidade, o chefe do Executivo recebeu em seu Gabinete o presidente da Casa José Perazzo Leite, Arlã Markson, que está em seu quarto mandato […]

Na tarde desta terça-feira (05) o prefeito Sávio Torres (PTB) se reuniu com o novo presidente da Câmara de Tuparetama, Arlã Markson (PTB), para estreitar a relação entre os poderes.

Na oportunidade, o chefe do Executivo recebeu em seu Gabinete o presidente da Casa José Perazzo Leite, Arlã Markson, que está em seu quarto mandato como vereador, e está presidindo o biênio 2021/2022.

Sávio volta a ter uma Mesa Diretora alinhada politicamente, depois de dois anos com o pedetista Danilo Augusto, da oposição, presidindo a Casa.

Na pauta, as autoridades buscam a reaproximação entre os poderes com o intuito de dar celeridade aos projetos do Executivo. Além de Arlã Markson na Presidência, a Diretoria ainda tem Vandinha da Saúde na vice,  Luciana Paulinho na Primeira Secretaria e Valmir Tunu na Segunda Secretaria.

Fundação Leonel Brizola critica Joel da Harpa por fala sobre Cid Gomes

A Fundação Leonel Brizola de Pernambuco publicou uma nota para criticar as declarações do deputado estadual Joel da Harpa (PP), sobre o episódio com o senador Cid Gomes no Ceará, ocorrido na tarde desta quarta-feira (19). O parlamentar que também é policial militar, disse que “os PMs cearenses agiram em legítima defesa”, pois o senador […]

Pedro Josephi, presidente da Fundação Leonel Brizola em Pernambuco. Foto: Divulgação.

A Fundação Leonel Brizola de Pernambuco publicou uma nota para criticar as declarações do deputado estadual Joel da Harpa (PP), sobre o episódio com o senador Cid Gomes no Ceará, ocorrido na tarde desta quarta-feira (19).

O parlamentar que também é policial militar, disse que “os PMs cearenses agiram em legítima defesa”, pois o senador “pilotava uma retroescavadeira avançou, passando por cima de policiais no Batalhão da Polícia Militar, além de mulheres e crianças”.

Para Joel, Cid Gomes premeditou o ato quando minutos antes falou que tomaria tal atitude. “Estamos falando de profissionais de segurança, pais e mães de família, que estão reivindicando a devida valorização profissional. Eles é que estão sofrendo a verdadeira agressão por parte do Governo do Ceará”, conclui o parlamentar.

Em resposta a essas declarações, o presidente da instituição pedetista emitiu a seguinte nota:

As declarações do deputado estadual Joel da Harpa em homenagem aos homens encapuzados que atiraram contra o senador da República, Cid Gomes, denotam pouco apreço pelo Estado de Direito e respeito à Constituição Federal.

Havia uma mesa de negociação estabelecida com o Governo Estadual, com a participação do Ministério Público, de parlamentares da oposição e líderes das corporações, que resultou em avanços e conquistas significativas para toda a tropa.

Todavia, minoria dissidente, insuflada por interesses partidários, iniciou a esvaziar pneus de viaturas, impedir que policiais trabalhassem normalmente, a coagir comerciantes e a população a não saírem de suas casas, tudo isto encapuzados, sem a farda, usando veículos e armas da Polícia Militar. Além disto, realizaram motins e bloqueios em batalhões, provocando e disseminando o caos.

Tais condutas deveriam gerar repúdio de qualquer cidadão, sobretudo, alguém investido em cargo político, que deveria respeitar a Constituição, segundo a qual é proibida a greve de militares, e à justiça, que já havia determinado a suspensão daquelas ações.

Neste momento, um homem público deveria se solidarizar e não desvirtuar o conceito de legítima defesa, que só se ocorre quando alguém é vítima de violência injusta, hipótese nao configurada porque quem estava em atos ilícitos eram os encapuzados amontinados.

Confio que as instituições punirão exemplarmente e manifesto preocupação com as declarações do parlamentar.

Pedro Josephi

Presidente da Fundação Leonel Brizola em Pernambuco (PDT)