Vacinação dos idosos alcança 100,19% da meta em Serra Talhada
Por André Luis
A primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe (Influenza), direcionada a idosos a partir de 60 anos e trabalhadores da saúde, foi concluída na última quarta-feira (15.04), em Serra Talhada.
De acordo com balanço divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, por meio do PNI – Programa Nacional de Imunização, foram imunizados 9.004 idosos, o que representa 100,19% da meta de cobertura vacinal. Ou seja, mais de 100% do que estava previsto, que não correspondente a 100% dos idosos do município. Entre os trabalhadores da saúde, foram aplicadas 2.496 doses da vacina, representando 116,31% de cobertura.
Além da vacinação nas Unidades de Saúde da Família, Unidades Básicas de Saúde e no Centro Municipal de Saúde, a campanha adotou a estratégia de vacinação através de “drive-thru”, na Praça Barão do Pajeú, para evitar aglomerações e contágio pelo novo Coronavírus.
“Com o empenho de toda a equipe da Saúde envolvida na campanha e a colaboração da população, ultrapassamos a meta de cobertura vacinal proposta pelo Ministério da Saúde e vacinamos os idosos e trabalhadores da saúde de Serra Talhada; agora, o nosso foco é na segunda etapa da campanha, que é destinada a um novo público-alvo”, destacou a secretária de Saúde, Márcia Conrado.
SEGUNDA FASE
A segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe de 2020 começou no dia 16 de abril. O público-alvo é composto por: caminhoneiros e profissionais de transporte coletivo e portuários; indígenas; doentes crônicos; profissionais das forças de segurança e salvamento; população privada de liberdade, inclusive adolescentes; e funcionários do Sistema Prisional.
De acordo com o artigo 8º da própria legislação, aprovada no último mês de março, o prazo legal para a regulamentação é de quatro meses Autora da Lei 14.214/2021 – Lei da Dignidade Menstrual – que cria o programa nacional de distribuição da absorventes higiênicos para mais de 6 milhões de brasileiras, a deputada federal […]
De acordo com o artigo 8º da própria legislação, aprovada no último mês de março, o prazo legal para a regulamentação é de quatro meses
Autora da Lei 14.214/2021 – Lei da Dignidade Menstrual – que cria o programa nacional de distribuição da absorventes higiênicos para mais de 6 milhões de brasileiras, a deputada federal e pré-candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes, apresentou um Requerimento de Informação direcionado ao Ministério da Saúde cobrando a regulamentação da legislação, que completou, no último sábado, 120 dias de publicação.
O projeto que deu origem a Lei da Dignidade Menstrual foi apresentado por Marília em 2019. Inicialmente aprovada em outubro de 2021, a lei foi parcialmente vetada pelo presidente Jair Bolsonaro dias após sua votação no Congresso Nacional. O veto extirpou cinco artigos, restando apenas dois, que deixaram a lei apenas com formulações genéricas. Encabeçada por Marília Arraes uma ampla mobilização política e social culminou com a derrubada do veto, em março de 2022.
“Já se passaram 120 dias desde que a lei foi publicada após a derrubada do veto e o Governo Federal não cumpriu com sua obrigação que é a de regulamentar. O prazo para a regulamentação está previsto no artigo 8º da própria lei. Sem isso milhares de mulheres estão sendo prejudicadas porque continuam sem acesso a distribuição gratuita de absorventes e outras garantias conquistadas depois de uma luta enorme que envolveu não só o Congresso Nacional, mas inúmeros setores da sociedade. O Executivo precisa dar uma resposta. Exigimos a regulamentação imediata da lei”, destacou Marília Arraes.
O Decreto nº 10.989, de 8 de março de 2022, determinou que Ato do Ministério da Saúde estabelecerá a forma de execução e os procedimentos para adesão dos entes federativos ao Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS.
No Requerimento de Informação 547/2022, protocolado por Marília Arraes, o Ministério da Saúde é questionado sobre: o andamento do processo de elaboração da regulamentação e a data em que ele será publicado; a garantia da participação social nas discussões; qual a previsão para a inclusão dos absorventes higiênicos nas cestas básicas distribuídas pelo Governo Federal para a população de baixa renda, entre outras questões. O Ministério da Saúde tem um prazo de até 30 dias para responder o requerimento.
“O Poder Legislativo tem a função primária de fiscalizar os demais Poderes. Tivemos o protagonismo de aprovar o projeto que deu origem à Lei nº 14.214, de 2021. Agora temos de também garantir que a Lei seja efetivamente cumprida, em benefício da saúde, da dignidade e da vida das milhões de pessoas que menstruam neste País”, afirmou Marília.
DIREITO – Desde 2014, a Organização das Nações Unidas (ONU) considera o acesso à higiene menstrual um direito que precisa ser tratado como uma questão de saúde pública e de direitos humanos. Diante da falta de condições de adquirir produtos de higiene menstrual milhares de brasileiras acabam recorrendo a produtos inadequados, que trazem riscos e prejuízos à saúde.
Ainda segundo a ONU, no mundo, uma em cada dez meninas faltam às aulas durante o período menstrual. No Brasil, esse número é ainda maior: uma entre quatro estudantes já deixou de ir à escola por não ter absorventes. A falta do absorvente afeta diretamente o desempenho escolar dessas estudantes e, como consequência, restringe o desenvolvimento de seu potencial na vida adulta.
Atualmente, o Brasil registra mais de 37 mil mulheres presas, segundo dados do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen). Na maioria das unidades prisionais espalhadas pelo país, o kit de higiene distribuído é o mesmo para mulheres e homens. Apenas algumas unidades disponibilizam absorventes para as presidiárias e mesmo assim em uma quantidade muito pequena, que não atende às suas necessidades.
Faleceu na manhã desse sábado mais uma vítima da COVID-19 na região. A professora aposentada da rede pública municipal de educação do município Helena Lira, de 53 anos. Havia 17 dias que ela estava internada na UTI do Hospital Regional Emília Câmara em Afogados da Ingazeira, lutando dia a dia pela vida. Infelizmente, diante do […]
Faleceu na manhã desse sábado mais uma vítima da COVID-19 na região.
A professora aposentada da rede pública municipal de educação do município Helena Lira, de 53 anos.
Havia 17 dias que ela estava internada na UTI do Hospital Regional Emília Câmara em Afogados da Ingazeira, lutando dia a dia pela vida.
Infelizmente, diante do agravamento do quadro clínico não resistiu e veio a óbito.
O sepultamento ocorreu hoje ao meio dia no cemiterio de Ingazeira.
Helena deixa três filhos, Jacira, Jerry e Jonas e o esposo, Sargento Valdo, da PMPE.
O prefeito Luciano Torres (PSB) postou em suas redes sociais nota de pesar, relembrando os relevantes serviços prestados pela professora à Secretaria de Educação do Município.
A Nutricionista Mayhara Pires, especialista nas áreas clínica e esportiva, Nutri Coach em emagrecimento, Saúde da Família, professora em nutrição e dietética está de volta no nosso post consultório de hoje. Ela traz os dez segredos para o emagrecimento. Dentre eles, um bom planejamento alimentar, organizando sua rotina e refeições diárias com metas atingíveis. […]
A Nutricionista Mayhara Pires, especialista nas áreas clínica e esportiva, Nutri Coach em emagrecimento, Saúde da Família, professora em nutrição e dietética está de volta no nosso post consultório de hoje.
Ela traz os dez segredos para o emagrecimento. Dentre eles, um bom planejamento alimentar, organizando sua rotina e refeições diárias com metas atingíveis. Outra dica é ser acompanhado por uma nutricionista que direcione e oriente promovendo um emagrecimento sustentável. O resto é no vídeo! Confira!
Mayhara Pires atende através de seus canais de comunicação, no Instagram @mayharapires, no facebook.com/mayharapires ou no WhattsApp (87) 99611-8098. A clínica fica na Rua Cleto Campelo, °80 – 1° Andar, em Afogados. Acompanhe nas redes sociais e confira a agenda em outras cidades.
Congresso em Foco O presidente Michel Temer (PMDB) sancionou, nesta sexta-feira (3), com vetos parciais, a Medida Provisória nº 782, convertida em Lei nº 13.502, que estabelece a organização básica dos órgãos da presidência da República e dos ministérios. A medida concede ao posto ocupado por Moreira Franco, a Secretaria-Geral da Presidência, o status de ministério, conferindo ao […]
O presidente Michel Temer (PMDB) sancionou, nesta sexta-feira (3), com vetos parciais, a Medida Provisória nº 782, convertida em Lei nº 13.502, que estabelece a organização básica dos órgãos da presidência da República e dos ministérios. A medida concede ao posto ocupado por Moreira Franco, a Secretaria-Geral da Presidência, o status de ministério, conferindo ao titular o benefício de só ser julgado no Supremo Tribunal Federal (STF). A exemplo de Temer, Moreira foi denunciado ao STF com acusação de integrar organização criminosa, processo interrompido pelos governistas na Câmara em 25 de outubro.
Ex-governador do Rio de Janeiro (1987-1991), Moreira Franco é um dos principais aliados de Temer. Segundo opositores da MP, a proposição foi feita sob medida para garantir ao ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, denunciado por integrar o “quadrilhão do PMDB”, o direito ao foro especial por prerrogativa de função para autoridades federais, mais conhecido como foro privilegiado.
A nova lei foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (3). Entre outras alterações, a lei modifica a organização administrativa do Executivo, vinculando a Secretaria da Pesca à Presidência da República e cria o Ministério dos Direitos Humanos, comandado pela ministra Luislinda Valois (PSDB).
O texto foi sancionado com seis vetos, entre eles está o trecho em que tira da responsabilidade de Moreira Franco a tarefa de executar as atividades de cerimonial da Presidência sob a justificativa de que “dadas as atribuições mais amplas afetas à secretaria-geral, busca-se alocar a execução das atividades de cerimonial em órgão com competências mais afetas à atividade, o que será oportunamente equacionado por via regulamentar”.
Antes da edição da MP 782, Moreira Franco era secretário-executivo do Programa de Parcerias em Investimentos (PPI), um cargo sem peso político, apesar da importância na recuperação da infraestrutura de transportes do país. Ele foi o coordenador do grupo de economistas que elaboraram o programa “Uma ponte para o futuro”, que marcou a dissidência de Temer em relação ao governo Dilma Rousseff, ainda em 2015. Entre outras funções administrativas, a Secretaria-Geral de Moreira vai abrigar a Secretaria de Comunicação.
O presidente da Câmara de Vereadores de Santa Terezinha, Neguinho de Danda, acompanhado do ex-presidente, Adalberto Júnior (Dr.º Júnior), representando a Câmara de Vereadores, estiveram nesta segunda-feira (16), na capital pernambucana, cumprindo agenda administrativa junto a equipe da governadora Raquel Lyra. Os parlamentares terezinhenses protocolaram na Casa Civil, junto ao secretário executivo Rubens Júnior, ofício […]
O presidente da Câmara de Vereadores de Santa Terezinha, Neguinho de Danda, acompanhado do ex-presidente, Adalberto Júnior (Dr.º Júnior), representando a Câmara de Vereadores, estiveram nesta segunda-feira (16), na capital pernambucana, cumprindo agenda administrativa junto a equipe da governadora Raquel Lyra.
Os parlamentares terezinhenses protocolaram na Casa Civil, junto ao secretário executivo Rubens Júnior, ofício solicitando o recapeamento, com roço, capina e sinalização, dos trechos críticos da PE 285, que liga Santa Terezinha a Riacho do Meio.
Ainda segundo informações, os vereadores pediram também reforço no policiamento na área do município. As informações são do Blog do Pereira.
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