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Unidade produtiva do Sertão do São Francisco foi georreferenciada pelo Iterpe

Por André Luis
Foto: Divulgação/Iterpe

As famílias rurais que vivem na Unidade Produtiva João Rodrigues Primo, localizada na região do São Francisco, foram beneficiadas com o georreferenciamento de 90 hectares de terra do imóvel rural. O trabalho desenvolvido pelo Instituto de Terras e Reforma Agrária de Pernambuco (Iterpe) teve como objetivo a medição dos lotes, para que as 15 famílias sejam contempladas com os mapas cartográficos individualizados necessários para cada um adquirir a escritura individual da terra.

O georreferenciamento finalizado nesta sexta-feira (11) foi resultado do compromisso assumido pelo Iterpe no mês de fevereiro deste ano, durante a visita da equipe à unidade produtiva junto com sua equipe gestora de execução de ações agrárias. “A individualização dos lotes representa mais um avanço no desenvolvimento agrário em Pernambuco, principalmente porque a comunidade rural a partir de agora terá mais chances de ampliar a sua autonomia”, comemorou o presidente da instituição, Altair Correia.

“O atendimento da demanda da unidade produtiva foi fruto da solicitação formal ao Iterpe e da sua adimplência nos pagamentos da aquisição do imóvel rural. A terra foi adquirida pelas famílias em 2007 de forma coletiva, teve a preocupação de formalizar o pedido para a individualização”, explicou a gestora do PNCF em Pernambuco, Alcineide Nascimento.

As medições realizadas pela equipe de Ações Fundiárias do Instituto em prol da Associação de Agricultoras e Agricultores João Rodrigues Primo, localizada em Lagoa Grande, foi resultado da integração das áreas que gerenciam o Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) e a Regularização Fundiária do Iterpe.

Entre alguns dos resultados esperados, os beneficiários poderão acessar mais créditos rurais e outras políticas públicas que viabilizem o crescimento da produção. Atualmente a unidade produtiva realiza o cultivo irrigado de alimentos como banana, macaxeira, manga e goiaba, que são comercializados na região.

Outras Notícias

Audiência pública discutiu crise hídrica em Tuparetama e no Pajeú

Câmara de Vereadores e Prefeitura se aliaram em Audiência Pública para discutir soluções quanto ao iminente colapso nos reservatórios de água e abastecimento de Tuparetama e municípios do Pajeú.  Todos os parlamentares tuparetamenses compareceram, a partir de Thiago Lima, Presidente da casa. O Prefeito Dêva Pessoa, o vice Ivaí Cavalcanti e representantes de sua equipe […]

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Com informações e fotos de Marcelo Patriota

Câmara de Vereadores e Prefeitura se aliaram em Audiência Pública para discutir soluções quanto ao iminente colapso nos reservatórios de água e abastecimento de Tuparetama e municípios do Pajeú.  Todos os parlamentares tuparetamenses compareceram, a partir de Thiago Lima, Presidente da casa. O Prefeito Dêva Pessoa, o vice Ivaí Cavalcanti e representantes de sua equipe de governo também estiveram lá.

Pela Compesa, o Gerente Regional Sérgio Bruno Cavalcante e Washington Jordão, Chefe do Setor de Distribuição da Compesa.

O foco dos discursos foi a conclusão da etapa da Adutora do Pajeú até São José do Egito. O termino dessa obra, nessa fase, torna-se a solução para a crise de abastecimento de água em diversos municípios da região que são abastecidos pelo Sistema Adutor de Rosário. A Barragem que abastecia estas cidades está usando o pouco que resta do volume morto e já há distribuição por carros pipa em algumas áreas.

A continuação das obras na Barragem da Ingazeira também foi citada como fundamental para sanar problemas futuros.

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A  Câmara formulou documento que será encaminhado a instituições como Dnocs, Compesa e Ministério da Integração. Deva Pessoa estará em Brasília com o Ministro da Integração Nacional para tratar especificamente do tema.

A COPAP – Comissão Parlamentar do Pajeú, através dos seus representantes reforçará o pleito, segundo Joel Gomes. Ele  convocou  os vereadores a participarem de ato em defesa do povo da região, intensificando a luta e unindo-se para somar forças.

O prefeito Deva Pessoa cobrou mais agilidade na execução dos serviços e criticou a falta de apoio do Governo Federal diante da crise hídrica. Ainda fez um resumo das ações de convivência e combate à seca desenvolvidas no município, com destaque para a perfuração de poços artesianos, construção de sistemas de abastecimento e construção e restauração de açudes.

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Memória: 25 anos sem Ricardo Rocha, da Banda D’Gritos

Por Paulo César Gomes* Ricardo Henrique de Araujo Rocha, nasceu no dia 29 de novembro de 1969, na cidade de Salgueiro, filho de Alípio Rocha de Olimpio e Maria Juracy de Araujo Rocha. Foi o quinto filho, o caçula do primeiro casamento de Maria Juracy. Já órfão de pai, mudou-se com a família, em 1981, […]

Por Paulo César Gomes*

Ricardo Henrique de Araujo Rocha, nasceu no dia 29 de novembro de 1969, na cidade de Salgueiro, filho de Alípio Rocha de Olimpio e Maria Juracy de Araujo Rocha. Foi o quinto filho, o caçula do primeiro casamento de Maria Juracy.

Já órfão de pai, mudou-se com a família, em 1981, para Serra Talhada e logo fez amizade com Camilo Melo, seu parceiro em composições na fundação da banda de rock D.Gritos. Ricardo Rocha foi casado com Célia Rocha, e entre idas e vindas para São Paulo, o casal teve dois filhos: Jéssica e Julian Richard. Ricardo Rocha foi cantor, compositor, instrumentista e poeta.

É autor de mais 2 mil músicas, a maioria inédita, muitas delas feitas em parceria com o amigo Camilo Melo. A dupla compôs verdadeiros clássicos da música do interior de Pernambuco e que são tocadas até hoje, entre elas, está “Escravos de Ninguém (Porra)”, um verdadeiro hino da juventude dos anos de 1980.

O grupo lançou 3 discos, sendo que os dois últimos não foram comercializados. Ao lado dos amigos das diversas fases da Banda D.Gritos, a exemplo de, Jorge Stanley, Gisleno Sá, Toinho Harmonia, Paulo Rastafári, Edésio, Nilsão, Derivan, Tota, Jario, Cleobulo, Eltinho, Ditinho e César Rasec, Ricardo Rocha tornou-se um símbolo da sua geração através da rebeldia, dos conflitos internos e dos sonhos de muitos jovens sertanejos, que foram retratados através de suas letras e de suas poesias.

Ricardo Morreu precocemente aos 23 anos, no dia 30 de agosto de 1993, vitima de um ataque cardíaco, motivado por uma descarga elétrica sofrida durante a apresentação de um show da banda na Praça Sergio Magalhães, em Serra Talhada, diante de familiares, amigos e admiradores.

O musico deixou alguns poemas inéditos e outros publicados na série de livros da coleção “Coletânea de Poesia do Jornal Desafio”, ele também escreveu crônicas para o extinto Jornal “O Veredicto”, que circulou em Serra Talhada durantes as décadas de 1980 e 1990.

Em 2013, Ricardo Rocha e a banda D.Gritos foram os temas centras do livro “D.Gritos: do sonho à tragédia. A história da maior banda de rock do Sertão Pernambucano”, escrito por Paulo César Gomes. Em 2017, o músico tornou-se patrono da cadeira No. 10, da Academia de Letras do Sertão Pernambucano (ALESPE), tendo como ocupante o escritor Paulo César Gomes.

* Paulo César Gomes é escritor

Prefeitura de Itapetim entrega novos computadores em Centro de Inclusão Digital

A Escola Municipal Antônio Piancó Sobrinho recebeu a doação de 10 novos computadores para o Centro de Inclusão Digital. A entrega, para educação digital dos alunos, é resultado de uma emenda do deputado Felipe Carreras. Durante a cerimônia de entrega, estiveram presentes o prefeito Adelmo Moura, a secretária de Educação Luciana Paulino, membros da equipe […]

A Escola Municipal Antônio Piancó Sobrinho recebeu a doação de 10 novos computadores para o Centro de Inclusão Digital.

A entrega, para educação digital dos alunos, é resultado de uma emenda do deputado Felipe Carreras.

Durante a cerimônia de entrega, estiveram presentes o prefeito Adelmo Moura, a secretária de Educação Luciana Paulino, membros da equipe da Escola Antônio Piancó Sobrinho e alguns integrantes da equipe da Secretaria de Educação.

Morre aos 79 anos Vavá, irmão de Lula

Genival Inácio da Silva, de 79 anos, conhecido como Vavá, irmão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, morreu nesta terça-feira (29) em São Paulo. Segundo reportagem da revista Época de 2018, Vavá lutava contra um câncer no sangue. A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, disse no Twitter, que trata-se de “mais uma tristeza para […]

Genival Inácio da Silva, de 79 anos, conhecido como Vavá, irmão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, morreu nesta terça-feira (29) em São Paulo.

Segundo reportagem da revista Época de 2018, Vavá lutava contra um câncer no sangue.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, disse no Twitter, que trata-se de “mais uma tristeza para Lula”.”Morre seu irmão mais velho, Vavá, vítima de um câncer. Lula tinha em Vavá uma figura paterna. Nossos sentimentos à família. Abraço afetuoso e de força a Lula. Esperamos que ele possa ver Vavá pela última vez”, disse.

G1 procurou o advogado criminal de Lula, Cristiano Zanin, para perguntar se o ex-presidente vai pedir autorização para ele vir a São Paulo para o enterro, saída prevista na Lei de Execução Penal.

Segundo a lei, a permissão de saída deve ser concedida pelo diretor do estabelecimento onde se encontra o preso. Como Lula é preso provisório, poderá ser necessário autorização judicial, já que ele está detido na sede da PF em Curitiba.

Em nota, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC lamentou o falecimento de Vavá.

“O companheiro Vavá sempre esteve nas lutas em todos os momentos no Partido dos Trabalhadores de São Bernardo do Campo, que a exemplo de seu irmão e nosso grande líder Lula sempre foi ativo militante e sua dedicação em favor da classe trabalhadora e dos menos favorecidos é exemplo a ser seguido.

Em razão do seu falecimento informamos o cancelamento da reunião da direção da executiva que ocorreria nessa data, bem como, de todas as nossas agendas no presente dia”, diz a nota.

Apesar de ter sido indiciado na Operação Xeque-Mate, em 2007, Vavá não chegou a ser denunciado e nem preso. O Ministério Público Federal (MPF) de Mato Grosso do Sul apresentou à Justiça Federal denúncia contra 39 dos 58 indiciados, e não inclui Vavá por não haver na investigação “elementos que indiquem a sua participação em qualquer uma das quadrilhas denunciadas”.

Mendonça faz panfletagem no comércio de Afogados

O candidato ao Senado, Mendonça Filho iniciou o dia de agendas no Sertão do Pajeú fazendo panfletagem no comércio de Afogados da Ingazeira. O deputado cumprimentou comerciantes e moradores e apresentou seu histórico de trabalho e material de campanha. “A população precisa de atenção e esse contato com o povo é sempre gratificante. Somente dessa […]

O candidato ao Senado, Mendonça Filho iniciou o dia de agendas no Sertão do Pajeú fazendo panfletagem no comércio de Afogados da Ingazeira.

O deputado cumprimentou comerciantes e moradores e apresentou seu histórico de trabalho e material de campanha. “A população precisa de atenção e esse contato com o povo é sempre gratificante. Somente dessa forma você conhece a realidade de cada cidade”, declarou Mendonça.

No meio da caminhada, o ex ministro da Educação foi abraçado por alguns eleitores fiéis, entre eles a professora aposentada, Luzinete Amorim. “Mendonça é meu eterno voto. Conheço a história desde quando ele começou e não deixo de votar nele. Sou ligada a educação e não podia votar em outra pessoa”, declarou emocionada.

Mendonça, acompanhado do candidato ao governo, Armando Monteiro e ao senado , Bruno Araújo participou da inauguração Comitê da coligação, na Av. Rio Branco, em Afogados. De Afogados, Mendonça seguiu para São José do Egito e Serra Talhada.