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Uma cadeira para a emoção

Por Nill Júnior

 

O fim do jogo e o abraço emocionado do presidente do Afogados FC, João Nogueira no narrador da Rádio Pajeú Aldo Vidal. Vídeo de Tito Barbosa 

Vejam como o futebol mexe com o interior e o papel do rádio. Onde você veria um presidente de clube partindo para uma cabine de rádio e comemorando com o narrador esportivo uma conquista de seu clube?

O presidente do Afogados FC, João Nogueira, teve como primeira reação entrar na cabine da Rádio Pajeú para comemorar o terceiro lugar e uma incrível vaga na Copa do Brasil, que vale mais de R$ 500 mil, para um clube com folha de R$ 60 mil em média. Partiu para abraçar o narrador Aldo Vidal, da Rádio Pajeú, emissora pioneira do Sertão do Estado, não menos emocionado.

“Cinquenta minutos agora! Ele vai pedir a bola! Acaboooou! Acaboooou! Acaboooou!! É festa torcedor!! Os jogadores se abracam!! Essa festa é sua!!” – bradava o narrador, para em seguida ser abraçado pelo presidente do clube, que agradeceu à importância que o prefixo teve em levar as emoções para sertanejos em casa.

E teve razão de fazê-lo. A  partida, que foi encarada como uma final do interior, só tinha a presença de veículos de imprensa do Sertão, quase todos de Salgueiro. Não havia imagens porque a TV não se interessou. Chegou a se comentar uma transmissão de uma TV paga. Nada.  Nem a TV Web contratada pela Federação esteve lá. Deveria, mas não esteve. Rádios de Recife? Nenhuma. Uma afiliada da Globo ainda gravou algumas imagens para a fria edição da segunda. E só.

Quem estava na região do Pajeú, como nos velhos tempos, só teve o bom e velho rádio como companheiro. E na hora do gol de Grafite, no fim do jogo, que valeu o 3×2 para o time de Afogados da Ingazeira, era possível ouvir a vibração das ruas, como nos tempos onde o rádio era o único meio de informação e entretenimento. Ontem na verdade, para um pedaço do estado, voltou a ser. E que bom que foi assim!

 

O gol de Grafite, narrado por Aldo Vidal

No WhatsApp da emissora, mensagens indicando que aquela transmissão correu o mundo. Pessoas de vários estados e de fora com raízes no Sertão davam notícias de que pela net, ouviram a transmissão histórica. Páginas e contas no Twitter especializadas souberam o que aconteceu pela cobertura da emissora, como a @FutebolDeRaizes, que destacou as entrevistas emocionadas após o jogo e os feitos. “Busquei várias rádios do Estado. Muitas não transmitiram a decisão de terceiro lugar do Pernambucano. Vibrei com a Rádio Pajeú de Afogados da Ingazeira”, disse Paulo Peterson no Twitter.

Na região, muitos ouvindo em várias cidades. Esse ambiente criado pela emissora também contribui com o projeto, pois reverbera a dimensão e feitos heróicos do clube, com os seus veículos associados, como este blog, o Portal Pajeú Radioweb, as redes sociais desses canais. Isso facilita no envolvimento social e consequentemente econômico do clube. Veja Arcoverde, sem rádio esportivo, e o sobe desce de divisão do seu Flamengo. Não é “o fator”, mas se soma a todos os outros. Daí a palavra consciente do João e a cena atípica da entrada na cabine para festejar, inimaginável em outros cenários e contextos. Imagine o presidente do Flamengo invadindo a cabine da Globo para comemorar um título? Assim, só e ainda se vê aqui.

Viva a força de emissoras como a Rádio Pajeú, que colocou o Afogados FC na cadeira da frente e o levou para muito mais longe que os 400 quilômetros que separam a cidade da Arena Pernambuco, por exemplo. A vida, os caminhos que ela toma e principalmente as pessoas podem até nos surpreender, com traição, falsidade, vitórias que são fracassos para a alma manchada.

Mas o rádio não trai. É verdadeiro, paixão, emoção que não nos engana. Por isso o amo tanto. Sempre foi parceiro, sentindo a emoção que o povo sente, nunca entrega menos que promete. Sempre estende a mão, incondicionalmente!

Outras Notícias

Waldemar e Sebastião Oliveira articulam ações de qualificação e empreendedorismo para Serra Talhada

A Secretaria de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo de Pernambuco (Sedepe) levará uma série de atendimentos a Serra Talhada nos próximos dias. A iniciativa é fruto da articulação do deputado federal Waldemar Oliveira e do ex-deputado Sebastião Oliveira, em parceria com órgãos vinculados à pasta, como a Agência de Empreendedorismo de Pernambuco (AGE) e a Junta […]

A Secretaria de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo de Pernambuco (Sedepe) levará uma série de atendimentos a Serra Talhada nos próximos dias. A iniciativa é fruto da articulação do deputado federal Waldemar Oliveira e do ex-deputado Sebastião Oliveira, em parceria com órgãos vinculados à pasta, como a Agência de Empreendedorismo de Pernambuco (AGE) e a Junta Comercial de Pernambuco (Jucepe).

Durante a 25ª edição da Exposerra, que acontece entre os dias 17 e 19 de julho, a Sedepe apresentará o Programa de Qualificação Profissional do Estado (Qualifica PE) e o Programa ALI Produtividade. Haverá ainda atendimentos voltados a microempreendedores individuais (MEIs), com orientações sobre parcelamento de débitos e regularização empresarial.

A Jucepe também estará presente, oferecendo orientações sobre abertura de empresas, emissão de certidões e serviços digitais.

Antes da feira, nos dias 15 e 16 (terça e quarta-feira), a AGE promoverá no município a “Caravana do Crédito”, com linhas de financiamento voltadas a empreendedores formais e informais. Durante a Exposerra, a Agência também realizará uma palestra sobre empreendedorismo.

O secretário da Sedepe, Manuca, participará das atividades. Ele é ex-prefeito de Custódia e atualmente integra o Governo do Estado pelo Avante.

“A qualificação profissional e o empreendedorismo são prioridades do meu mandato, especialmente no Sertão”, afirmou o deputado Waldemar Oliveira. Sebastião Oliveira destacou que a ação busca ampliar o acesso a oportunidades: “Conseguimos articular essa iniciativa para beneficiar quem precisa de uma chance para crescer”, declarou.

Humberto entra com representação contra Bolsonaro na PGR por racismo

O líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), juntamente com outros parlamentares do PT e do PCdoB, entrou com uma representação, nessa quinta-feira (6), contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) por racismo. Organizações quilombolas e de direitos de negros e negras defendem a iniciativa. Durante palestra no clube Hebraica, no Rio de Janeiro, na última […]

O líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), juntamente com outros parlamentares do PT e do PCdoB, entrou com uma representação, nessa quinta-feira (6), contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) por racismo. Organizações quilombolas e de direitos de negros e negras defendem a iniciativa.

Durante palestra no clube Hebraica, no Rio de Janeiro, na última segunda-feira, Bolsonaro provocou indignação e revolta, mais uma vez, com discurso de ordem racista e fascista. Ele já é réu no Supremo Tribunal Federal (STF), acusado de incitação ao estupro.

Para Humberto, o Congresso Nacional não pode mais dar abrigo a alguém que tem esse tipo de atitude odiosa. “É impossível que esse tipo de prática, que o deputado Bolsonaro já exerceu em várias ocasiões nos últimos anos, continue a se repetir dentro e fora do Parlamento. Temos de dar um basta em tudo isso”, declarou Humberto.

O senador afirma que as indignidades pronunciadas por Jair Bolsonaro são, costumeiramente, de uma violência atroz contra todas as mulheres, homossexuais, negros e contra a própria sociedade brasileira. “É um comportamento inaceitável. Esperamos, inclusive, que o Supremo puna o deputado, com rigor, naquele caso absurdo contra a deputada Maria do Rosário (PT-RS)”, ressaltou.

Bolsonaro responde a duas ações penais no STF por acusações de apologia ao crime e injúria, e já teve recursos negados, por unanimidade, pelos ministros da Primeira Turma da Corte.

“Um homem que diz que uma mulher não merece ser estuprada porque é feia, que afrodescendentes de comunidades quilombolas não servem nem para procriar e que o seu filho não seria gay porque recebeu boa educação tem de ser responsabilizado por seus atos e tantas falas de ódio. As ofensas não podem sair impunes”, avalia.

A representação na PGR pede que seja instaurado inquérito também para apurar atos de improbidade administrativa por violação aos princípios da administração pública e que seja avaliada a possibilidade de ação devido à violação da dignidade de membros de todas as populações indígenas e comunidades quilombolas do país.

Prefeitura de Afogados e Sebrae comemoram sucesso da semana “Compre do Pequeno”‏

Colaborou Rodrigo Lima De 30 de Setembro a 02 de Outubro, a Prefeitura de Afogados e o SEBRAE promoveram a Semana “compre do pequeno”, iniciativa de caráter nacional, que teve por objetivo estimular a formalização e o desenvolvimento dos pequenos negócios, fundamentais nesses tempos de crise econômica. As atividades incluíram palestras, oficinas, feira de negócios […]

descontos

Colaborou Rodrigo Lima

De 30 de Setembro a 02 de Outubro, a Prefeitura de Afogados e o SEBRAE promoveram a Semana “compre do pequeno”, iniciativa de caráter nacional, que teve por objetivo estimular a formalização e o desenvolvimento dos pequenos negócios, fundamentais nesses tempos de crise econômica.

As atividades incluíram palestras, oficinas, feira de negócios e acesso ao microcrédito. A semana aconteceu na Praça Monsenhor de Arruda Câmara e movimentou mais de duzentos empreendedores nos três dias de evento.

Outro saldo positivo, além da movimentação da economia local, foi a assinatura de convênio entre Prefeitura e AGEFEPE (Agência de Fomento do Estado de Pernambuco), que permitirá a utilização da sala do empreendedor de Afogados pelos técnicos da autarquia estadual. Durante a semana, inclusive, a AGEFEPE aprovou a liberação de microcrédito para empreendedores afogadenses.

feira de negócios (2)

Durante a semana vários empreendedores credenciados para o evento, concederam descontos em seus produtos, que variavam de 10 a 30%. O evento terminou no último dia dois de outubro, mas você pode aproveitar esses descontos, que tem validade até hoje (05).

Confiram os negócios que integram a programação de descontos:Salão Ellus, Moto Peças Cordeiro, GM Eletro, Planeta Cyber, Academia Treino Fitness, Zeus Moda Masculina, Zeus para Mulheres, Brincal, LIGPLIG noivas, Pizzaria Estação, Conexão cursos, Espaço de Beleza Bijouterias, Marmitaria Bom sabor, Yakisoba Flower, Jirê Salão, Floricultura Plafam, Poliana Docerias, Nutriforma, CSS Pajeú, Edna Modas, Galeria São José, Valério Construções e Stok Miudezas.

Marília participa de jantar com Lula e Alckmin em São Paulo

A deputada federal Marília Arraes foi a única parlamentar da bancada de Pernambuco que teve lugar garantido no jantar com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (sem partido). O evento, realizado pelo Grupo Prerrogativas, no restaurante Figueira Rubayat, em São Paulo, foi o primeiro a […]

A deputada federal Marília Arraes foi a única parlamentar da bancada de Pernambuco que teve lugar garantido no jantar com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (sem partido).

O evento, realizado pelo Grupo Prerrogativas, no restaurante Figueira Rubayat, em São Paulo, foi o primeiro a reunir o ex-tucano e o líder petista após os rumores sobre uma chapa formada pela dupla para a disputa presidencial de 2022 ganharem fôlego.

Marília, que vem pontuando bem nas pesquisas para as eleições majoritárias, mesmo na fase final da gestação, fez questão de prestigiar o encontro. O grupo Prerrogativas é formado por advogados, juristas e artistas.

Audiência destaca riqueza da Caatinga e alerta para efeitos das mudanças climáticas no bioma

Na véspera do Dia Nacional da Caatinga, celebrado em 28 de abril, senadores e especialistas alertaram para o efeito das mudanças climáticas no bioma e a necessidade de preservação e incentivo a práticas de adaptação para a convivência e produção no Semiárido. Entre as medidas defendidas pelos debatedores durante audiência pública nesta quarta-feira (27), na […]

Na véspera do Dia Nacional da Caatinga, celebrado em 28 de abril, senadores e especialistas alertaram para o efeito das mudanças climáticas no bioma e a necessidade de preservação e incentivo a práticas de adaptação para a convivência e produção no Semiárido.

Entre as medidas defendidas pelos debatedores durante audiência pública nesta quarta-feira (27), na Comissão de Meio Ambiente (CMA), estão a retomada da Política Nacional de Combate à Desertificação, ações efetivas de apoio à agricultura familiar, formação de consórcios e projetos colaborativos que visem à segurança alimentar.

Requerente da audiência, o senador Jaques Wagner (PT-BA) destacou a importância do debate para esclarecer a população brasileira sobre os potenciais socioeconômicos, as riquezas do bioma e sua biodiversidade que, segundo ele, são desconhecidas. Wagner destacou a relevância do trabalho desempenhado pela sociedade organizada e dos consórcios que têm auxiliado no fortalecimento da agricultura familiar no semiárido, gerando emprego e renda nessas localidades. 

— Hoje nossas cooperativas, inclusive na Caatinga, no Semiárido, já exportam, já verticalizam produtos em várias áreas da economia. Eu pessoalmente me orgulho muito, porque o estado da Bahia tem 60% do seu território no Semiárido (…). E quem conhece sabe o quanto quem está no Semiárido está aprendendo a conviver com ele, com seu regime de águas, o quanto nós podemos tirar ou extrair. 

Degradação

Bioma exclusivamente brasileiro e responsável por abrigar o Semiárido, a Caatinga ocupa cerca de 11% do território nacional e 54% da Região Nordeste. O representante do Centro de Assessoria e Apoio aos Trabalhadores e Instituições Não Governamentais Alternativas (Caatinga), Paulo Pedro de Carvalho, advertiu que o bioma que mais sofreu degradação com as mudanças climáticas foi a Caatinga. Ele observou que o combate a esse avanço nocivo passa pelo cuidado com o povo da região e a implantação de políticas públicas integradas de combate à pobreza. 

Segundo Carvalho, é preciso sair da ideia de “combate à seca” para “convivência com a seca”, por meio da recuperação e valorização de projetos que possibilitem o armazenamento de água, alimentos e sementes. Ele citou como exemplo a instalação de cisternas para captação das águas da chuva, que visa estocar o recurso para o período de maior estiagem, mantendo a produtividade da região. 

— Temos um conjunto de tecnologias em que o Brasil vinha avançando e que, infelizmente, a gente está estagnado. Por exemplo, o programa de cisternas, que ganhou prêmio internacional, que resolveu a vida de milhões. Um milhão de pessoas com acesso à água de beber e cozinhar, em torno de 300 mil cisternas, além de outras tecnologias de captação de chuva do programa P1+2 da Asa [Articulação no Semiárido Brasileiro] em parceria com o governo federal e demais organizações. Mas 2021 foi o ano de menor execução do programa de cisternas aqui no Brasil. Como é que um programa que ganhou prêmio internacional, superou a pobreza aqui na região, é desvalorizado e jogado para o esquecimento pelo governo do nosso país? 

Pesquisadora do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Francinete Francis Lacerda reforçou a importância de projetos e parcerias que buscam a adaptação das culturas e atividades ao clima semiárido, que é afetado por secas extremas e períodos de estiagem.

Ela classificou a alteração do ciclo hidrológico como sério e grave, o que necessita de um olhar atento e urgente: 

—  O diagnóstico é que já há uma diminuição de chuvas, um aumento na velocidade de desertificação do Semiárido, diminuição da disponibilidade de água no solo, aumento de seca e chuvas torrenciais e que está avançando para o Agreste e Zona da Mata (…). Esse é o cenário que hoje a gente enfrenta. Nós já estamos nesse processo, já está em andamento e acelerado.

Flora

A professora e pesquisadora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Márcia Vanusa da Silva ressaltou que a Caatinga tem grande diversidade e potenciais, principalmente em relação à vegetação. 

Uma das maiores preocupações do campo científico, segundo ela, é subsidiar a população com estudos que venham a comprovar a efetividade dessa flora (de preferência não madeira) para uso medicinal ou alimentação, estimulando assim seu cultivo e exploração de forma sustentável. 

A professora citou estudo, feito de forma colaborativa com as populações locais, que mostra resultados positivos do fruto umbu como fitoterápico no combate à gastrite e do uso da farinha gerada a partir da semente para produção de biscoitos. 

— Que essa sabedoria seja repassada e valorizada a partir da prática e reprodução dos saberes do povo sertanejo, envolvendo jovens nos processos de formação e ação cotidiana das comunidades tradicionais locais — defendeu. 

Outras produções citadas pelos debatedores como de grande potencial para o futuro da bioeconomia do Nordeste — e já desenvolvidas por meio da agricultura familiar ou de consórcios — são as de algodão orgânico, gergelim, abóbora, milho e mel, que são cultivados de forma sustentável, segundo os especialistas, gerando emprego e renda para as comunidades locais. 

Agropecuária

O coordenador regional do Projeto Rural Sustentável Caatinga da Fundação Araripe, Francisco Carneiro Barreto Campello, destacou que práticas simples já em uso pela agropecuária na Caatinga trazem o conceito de agricultura regenerativa e podem servir de exemplo como cultura de preservação e regeneração do meio ambiente. Como exemplo, citou a criação do “gado solto” na pastagem que, segundo ele, contribui para a redução da emissão de gases do efeito estufa. 

— Os animais, sejam eles bovinos, caprinos, ovinos, equinos, estão literalmente comendo aquela biodiversidade, se alimentando da Caatinga. Se alimentando de várias espécies de forma diversificada. Só esse elemento já é extremamente impactante na diminuição dos gases pela pecuária. Tem também o impacto no meio ambiente. Se o gado está solto na Caatinga, eu estou fazendo uso do potencial forrageiro da Caatinga sem ter que desmatar para formar pastagem. Então estou tendo uma pastagem verde. 

Essa atividade, de acordo com Campello, é estratégica e estruturante para evitar o desmatamento e conservar a biodiversidade, já que esse tipo de criação descarta o consumo da soja pelo gado.

 — Adapta o sistema produtivo aos processos de mudanças climáticas trazendo segurança alimentar, energética e hídrica para a região — completou. As informações são da Agência Senado