Notícias

Tuparetama promove Dia C de Vacinação Infantil e campanha contra o tabagismo

Por Nill Júnior

Durante a semana, a Secretaria de Saúde de Tuparetama realizou atividades nas unidades básicas de saúde para garantir o acesso da população às campanhas do Ministério da Saúde. Neste sábado (26), o PNI municipal promoveu a campanha nacional do Dia C de Vacinação Infantil contra a Covid-19.

A Estratégia de Saúde da Família Vanilda Patriota, localizada no Bairro da Patrona, recebeu o público infantil com idades entre 5 e 11 anos, com e sem comorbidades, que reside na cidade e na Zona Rural do município. O objetivo da campanha é reduzir a transmissão do vírus e amenizar os sintomas da infecção causada pela Covid-19.

Ainda durante a semana, as UBSs também receberam a visita da equipe do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), que esteve promovendo a campanha contra o tabagismo. Foram realizadas diversas ações voltadas ao tema e durante os encontros foram criados novos grupos antitabagismo para auxiliar os participantes a largarem o vício do cigarro.

As palestras tiveram o objetivo de conscientizar os participantes sobre doenças como câncer de boca, laringe, pulmão e tuberculose, que são as principais causas pelo consumo das substâncias presentes no cigarro.

Segundo, Elizabeth Gomes, secretária de Saúde, as campanhas tiveram resultados positivos na vida da população. “O tabagismo é uma dependência química e precisa de tratamento para ser deixado, por isso, as nossas UBSs estão prontas para darem esse auxílio de extrema importância para quem quer largar o vício do cigarro. A campanha do DIA C, foi outra que nos trouxe um maior número de crianças vacinadas e protegidas contra o vírus”, destacou.

Ainda de acordo com Elizabeth, o município dispõe de ajuda profissional e medicamentos, com métodos que vão desde o aconselhamento oferecido nas palestras e suporte psicológico até o uso do adesivo de reposição de nicotina, devendo os cidadãos procurar as unidades de atendimento ou os Agentes de Saúde.

Outras Notícias

Célia Galindo responde nota: “não foi oposição que deu tiro no pé”

Caro Nill Júnior, Em relação à sua nota com o título “Ao questionar o São João, oposição dá tiro no pé”, é importante me posicionar. Quanto aos shows, não questiono se cantor ou cantora tal vale mais ou vale menos. O que questiono é a mentira que se vende nas redes oficias da prefeitura que […]

Caro Nill Júnior,

Em relação à sua nota com o título “Ao questionar o São João, oposição dá tiro no pé”, é importante me posicionar.

Quanto aos shows, não questiono se cantor ou cantora tal vale mais ou vale menos. O que questiono é a mentira que se vende nas redes oficias da prefeitura que se está gastando menos. Em 2022 foram gastos R$ 2.755.000,00 com as 18 principais atrações da festa na Praça da Bandeira. Agora, em 2023, serão R$ 3.775.000,00. Uma diferença a maior de R$ 1.020.000,00 só nos shows e outros mais de R$ 2 milhões na infraestrutura. Quem está mentindo afinal? Quem quer enganar o povo e colocar em risco o São João de Arcoverde?

É lamentável que o governo que se diz transparente, que solta mentiras em redes sociais dizendo que vai gastar menos nesse São João. É vergonhoso para Arcoverde, para o povo que quer saber a verdade e não aceita a forma misteriosa como contratos estão sendo feitos à revelia da real transparência. Nesse caso, fiscalizar não é dar “tiro no pé” como o texto sugere. É cumprir nosso papel.

Prova de que o governo não quer debater a questão foi comprovada de forma vergonhosa ontem. Nós vereadores da oposição prometíamos desmascarar a nota mal elaborada e cheia de inverdades da prefeitura sobre o processo do São João 2023, mas todos os vereadores governistas faltaram. Não apareceu nenhum dos que formam a bancada do governo Wellington da LW. Faltaram Luciano, Zirleide, Everaldo Lira, João Marcos, João Taxista, Luiza Margarida e Sargento Brito. Só três vereadores teriam justificado as ausências. Um fato negativo para o Poder Legislativo. Assim, não é a oposição que deu tiro no pé.

Célia Galindo – Vereadora

Lava Jato tenta reaver R$ 54,9 bilhões

Por Josias de Souza A força-tarefa de Curitiba atualizou na última sexta-feira (12) a soma dos pedidos de ressarcimento feitos em processos judiciais da Lava Jato. Incluindo-se as ações penais (R$ 39,97 bilhões) e as ações por improbidade administrativa (R$ 14,93 bilhões), reivindica-se a devolução de R$ 54,9 bilhões em verbas roubadas do Estado. Eloquente, […]

Por Josias de Souza

A força-tarefa de Curitiba atualizou na última sexta-feira (12) a soma dos pedidos de ressarcimento feitos em processos judiciais da Lava Jato. Incluindo-se as ações penais (R$ 39,97 bilhões) e as ações por improbidade administrativa (R$ 14,93 bilhões), reivindica-se a devolução de R$ 54,9 bilhões em verbas roubadas do Estado. Eloquente, a cifra corresponde a tudo o que o BNDES pretende investir em projetos de infra-estrutura até o final de 2019. Entretanto, a verba efetivamente devolvida aos cofres públicos em quatro anos e meio de Lava Jato soma, por ora, pouco mais de R$ 2,5 bilhões —ou 4,5% do total requisitado.

Desde 2014, quando foi às ruas, a Lava Jato corroeu a Presidência de Dilma Rousseff, passou na chave o projeto presidencial de Lula e está perto de acertar as contas com Michel Temer. A operação também trancafiou a nata da oligarquia política e empresarial. Gente que estava escondida atrás da imunidade parlamentar foi surrada nas urnas de domingo passado, despencando na primeira instância Judiciário. Não se via tamanha movimentação nos salões do poder e nas cadeias desde a chegada das caravelas.

Quebraram-se paradigmas também na recuperação da verba roubada. Antes da Lava Jato, os pedidos de reparação rodavam na casa dos milhões. Depois, passaram a ser computados em bilhões. Mas o resultado, quando confrontado com o tamanho da pilhagem, não chega a entusiasmar. Graças aos acordos de delação premiada, os procuradores de Curitiba conseguiram obter de criminosos: confissões, provas e compromissos de devolver algo como R$ 12,3 bilhões. O problema é que o dinheiro roubado à vista será devolvido a prazo.

Há parcelamentos de até duas décadas. Daí a disparidade entre os valores solicitados e o montante ressarcido até o momento. A coisa se complica ainda mais nos casos em que a devolução depende não de acordos de colaboração, mas do desfecho de batalhas judiciais. Ouvido pelo blog, um dos procuradores da força-tarefa de Curitiba resumiu o drama:

“É um milagre termos no Brasil esse ressarcimento de pouco mais de R$ 2,5 bilhões. A Lava Jato é uma árvore frondosa crescendo no deserto. A regra no país era não recuperar nada. Antes da Lava Jato, todo o dinheiro repatriado somava menos de R$ 45 milhões. Mesmo depois, houve apenas um outro caso envolvendo repatriação de cerca de R$ 70 milhões. Desconheço qualquer outro caso que envolva recuperação superior a R$ 100 milhões. ”

O procurador acrescentou: “Nas ações penais e de improbidade, o dinheiro só será recuperado no final do processo, quando tudo transitar em julgado. Ou seja: no Dia de São Nunca. É muito comum que esses processos durem mais de dez anos. O réu tem que ter muito azar e a sociedade tem que ter muita sorte para conseguir a recuperação. Pedidos de ressarcimento viraram piada no Brasil. Quando se esgotam as possibilidades de recurso, o réu já se desfez de todo o patrimônio.”

“A gente tenta obter bloqueios cautelares”, prosseguiu o procurador. “Mas se você vai bloquear recursos de uma empreiteira, elas trabalham alavancadas. A indústria, a fábrica, todos os fornecedores já têm uma, duas ou três hipotecas. O Estado entra em quarto lugar na fila. Não pode bloquear capital de giro, porque mata a empresa e gera desemprego. Quando conseguimos bloquear o patrimônio dos réus, pessoas físicas, o bloqueio permanece até o final do processo. Um dia, se os crimes não prescreverem, a gente conseguirá recuperar.”

Como se vê, mesmo nos casos submetidos aos novos padrões de investigação e julgamento, o dinheiro surrupiado do Estado continua sendo como pasta de dente que sai do tubo. Colocar de volta não é tarefa simples. A encrenca não se restringe a Curitiba. No Rio de Janeiro, a Lava Jato pleiteia ressarcimentos de R$ 2,3 bilhões. A Receita Federal já aplicou a empresas e pessoas enroladas no petrolão autuações fiscais de R$ 17,1 bilhões. Só nesses três guichês, o Estado tenta receber notáveis R$ 74,3 bilhões.

Alheios à guerra de assessores, Márcia e Duque cumprem agenda juntos em Serra Talhada

Apesar dos rumores de separação entre os dois, a prefeita Márcia Conrado e o ex-prefeito Luciano Duque seguem cumprindo agendas juntos em Serra Talhada. Neste sábado (21) eles almoçaram juntos na comunidade da Extrema e à noite prestigiaram a vaquejada organizada pelos moradores da Cabana, na zona rural. Márcia estava acompanhada pelo esposo Breno Araújo […]

Apesar dos rumores de separação entre os dois, a prefeita Márcia Conrado e o ex-prefeito Luciano Duque seguem cumprindo agendas juntos em Serra Talhada.

Neste sábado (21) eles almoçaram juntos na comunidade da Extrema e à noite prestigiaram a vaquejada organizada pelos moradores da Cabana, na zona rural.

Márcia estava acompanhada pelo esposo Breno Araújo e Duque por Karina Rodrigues. Se combinaram as agendas juntos  ou se encontraram por coincidência no local não se sabe, o fato é que fizeram questão de posar juntos e sorridentes para várias fotos.

“Pense em uma noite animada, ao lado de gente querida, como o ex-prefeito, Luciano Duque, sua esposa e secretária, Karina Rodrigues; o vereador Romério do Carro de Som; e muitos amigos. Eu e meu esposo, Breno Araújo, agradecemos todos vocês por nos receberem com tanto carinho”, escreveu Márcia nas redes sociais, enfatizando a presença de Duque.

Duque, por outro lado, não fez referência à Márcia nas suas redes. “Hoje nosso almoço foi na zona rural de Serra Talhada, na comunidade Extrema, na casa do amigo Naldo, que está completando mais um ano de vida. Fiquei muito feliz em poder participar desse momento especial e com certeza quem ganhou o presente fomos nós, com esse carinho e a receptividade maravilhosa de vocês”, disse.

A relação que já estava estremecida ganhou mais combustível nos últimos dois meses com a saída de Marília Arraes do PT e lançamento de sua pré-candidatura à governadora pelo Solidariedade, o que colocou Márcia e Duque em palanques opostos. Embora ambos mantenham o discurso de que essa posição não afeta a relação dos dois em Serra Talhada, na prática já há um ringue armado por seus apoiadores e fiéis escudeiros.

Os debates calorosos são frequentes nas redes sociais e nos grupos de WhatsApp. Apoiadores de Duque apontam as deficiências da gestão de Paulo Câmara no estado e questionam a aliança do PT com o PSB, relembrando constantemente o voto favorável de Danilo Cabral para derrubar Dilma Rousseff. Já apoiadores de Márcia insinuam que Marília traiu Lula por sair do PT e a apelidam pejorativamente de “Marília Arroz”.

Desde que não ultrapassem o campo democrático, os debates são absolutamente normais em ano eleitoral. O curioso, no entanto, é que a prefeita Márcia Conrado vem executando uma série de obras de pavimentação na cidade bancadas por emendas da deputada Marília Arraes. Parte das obras são da gestão de Duque e parte já foram autorizadas na gestão Márcia, em 2021.

Pernambuco inicia 2026 com saldo positivo de empregos com destaque para construção civil

O Estado de Pernambuco obteve uma recuperação de 130,5% das vagas formais de emprego no último mês de janeiro, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Foram 3.804 postos de trabalho gerados a mais na comparação, com destaque para a construção civil, setor responsável por 3.069 vagas. O desempenho reflete a continuidade dos […]

O Estado de Pernambuco obteve uma recuperação de 130,5% das vagas formais de emprego no último mês de janeiro, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Foram 3.804 postos de trabalho gerados a mais na comparação, com destaque para a construção civil, setor responsável por 3.069 vagas. O desempenho reflete a continuidade dos investimentos em infraestrutura, a execução de obras estruturadoras e as ações de estímulo à atividade econômica implementadas pelo Governo do Estado. No contexto regional, Pernambuco ocupa a quarta colocação na geração de emprego de carteira entre os estados do Nordeste no mês.

“Pernambuco mantém o pé no acelerador com obras estruturadoras em todas as regiões do Estado, retomando as que estavam paradas há décadas e tirando do papel construções sonhadas pelo nosso povo, como o Arco Metropolitano, que já é realidade. Além disso, o Governo tem estimulado a construção civil com programas, como o Morar Bem Pernambuco, que desenvolve toda a cadeia, do fornecedor ao construtor, entregando os benefícios para a população e emprego e renda aos nossos trabalhadores”, afirmou a governadora Raquel Lyra.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Guilherme Cavalcanti, o resultado confirma a trajetória de fortalecimento do ambiente produtivo no Estado. “A construção civil tem papel estratégico na dinamização da economia pernambucana. O resultado de janeiro demonstra que os investimentos estruturadores e a retomada de projetos relevantes estão gerando impacto direto no emprego formal. Seguimos trabalhando para ampliar a atração de investimentos e garantir crescimento sustentável ao longo de 2026”, afirmou.

O secretário de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo, Manuca, destacou o trabalho do Governo para promover emprego e renda à população. “Começar o ano com geração de empregos é sinal de esperança e de novas oportunidades para o povo pernambucano. Esse resultado mostra o compromisso do Governo de Pernambuco em transformar crescimento econômico em trabalho, renda e mais dignidade para quem busca uma oportunidade”, disse.

No acumulado da atual gestão (janeiro de 2023 a janeiro de 2026), Pernambuco soma 183.254 empregos formais gerados, superando o total registrado entre 2010 e 2022 (173.985). A diferença é de 9.269 postos, crescimento de 5,3%. Os números consolidam a estratégia do Governo de Pernambuco de fortalecer cadeias produtivas, ampliar investimentos e criar um ambiente favorável à geração de emprego e renda.

Sexta Turma do STJ devolve direitos políticos retirados do Cacique Marcos Xukuru

O processo que condenou o cacique Marcos Xukuru foi reconhecido como falho pelos ministros do STJ. A liderança foi vítima de erro judiciário. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) acolheu um recurso que reconheceu o cacique Marcos Xukuru como vítima de erro judiciário em processo criminal que terminou com a perda dos direitos políticos da […]

O processo que condenou o cacique Marcos Xukuru foi reconhecido como falho pelos ministros do STJ. A liderança foi vítima de erro judiciário.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) acolheu um recurso que reconheceu o cacique Marcos Xukuru como vítima de erro judiciário em processo criminal que terminou com a perda dos direitos políticos da liderança indígena. Em decisão nesta terça-feira (3), a Sexta Turma considerou a sentença proferida falha ao utilizar depoimentos de pessoas com interesse na condenação. 

Para os ministros, a sentença não considerou provas da inocência do cacique, liderança do povo Xukuru do Ororubá, cuja Terra Indígena está localizada no município de Pesqueira, no agreste de Pernambuco.