Tuparetama: Dêva e família Galvão confirmam apoio a Danilo
Por Nill Júnior
Mais uma pergunta ganhou resposta hoje em Tuparetama.
O ex-prefeito Dêva Pessoa confirmou seu apoio ao pré-candidato Danilo Augusto, do Avante. O anúncio acaba com especulações sobre seu futuro político.
Outro anúncio foi o do apoio da família Galvão, através dos empresários Alexandre Galvão,Gustavo Galvão e Augusto César Galvão. O posicionamento da família também era muito aguardado no município.
A notícia chegou horas antes da convenção da Frente Popular em Tuparetama, que acontece hoje às 16 horas na Quadra Esportiva Eduardo Campos, na Vila Bom Jesus. No ato serão oficializadas as candidaturas de Danilo, do vice, Plécio Galvão e dos candidatos a vereador.
Foi divulgada na noite desta sexta-feira (6) pelo ministro do STF, Teori Zavascki, a lista dos políticos que o procurador geral da República, Rodrigo Janot, pede que sejam investigados por suposto envolvimento no desvio de recursos da Petrobras. O ministro tinha dito desde ontem (5) que era favorável à divulgação da lista, porém antes de […]
Foi divulgada na noite desta sexta-feira (6) pelo ministro do STF, Teori Zavascki, a lista dos políticos que o procurador geral da República, Rodrigo Janot, pede que sejam investigados por suposto envolvimento no desvio de recursos da Petrobras.
O ministro tinha dito desde ontem (5) que era favorável à divulgação da lista, porém antes de fazê-lo precisava examinar a documentação com o máximo de cuidado.
O partido que contribuiu com o maior número de nomes para a lista foi o PP, seguido pelo PMDB e o PT.
De Pernambuco serão investigados o senador Humberto Costa (PT), o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) e os ex-deputados Pedro Corrêa (PP), Roberto Teixeira (PP) e Aline Corrêa (PP). Esta última, filha de Pedro, era deputada por São Paulo.
Diferentemente do que se chegou a especular, os nomes do ex-governador Eduardo Campos (PSB) e do ex-deputado Sérgio Guerra (PSDB), ambos falecidos, não constaram da lista.
Outros nomes do PP que serão investigados são os senadores Ciro Nogueira (PI) e Benedito de Lira (AL) e os deputados federais Otávio Germano (RS), João Pizollati (SC), Arthur Lira (AL) e Simão Sessim (RJ).
Do PMDB serão investigados os senadores Renan Calheiros (AL), Édison Lobão (MA), Romero Jucá (RR) e Valdir Raupp (RO), o deputado federal Eduardo Cunha (RJ) e a ex-governadora Roseana Sarney (MA).
Do PT estão na lista os senadores Humberto Costa (PE), Lindberg Farias (RJ) e Gleisi Hoffmann (SC), o deputado José Mentor (SP) e o ex-deputado Cândido Vacarezza (SP).
O PSDB tem na lista o senador Antonio Anastasia (MG), substituto de Aécio Neves no governo de Minas, e o PTB o senador Fernando Collor (AL).
Os pedidos para o arquivamento das investigações tiveram como interessados os senadores Delcídio Amaral (PT-MS) e Aécio Neves (PSDB-MG), o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) e o ex-deputado Henrique Alves (PMDB-RN), dentre outros.
A lista foi elaborada com base na delação premiada do doleiro Alberto Yousseff e do ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.
Agora, atenção: a partir dessa lista é que os inquéritos serão instalados, o que significa dizer que após a apresentação do “contraditório” a maioria dessas pessoas será inocentada.
Imagem Ilustrativa Por Heitor Scalambrini Costa* O setor nuclear brasileiro tem em sua trajetória um passado nebuloso, repleto de episódios controversos. Desde o contrabando e exportação de areias monazíticas do litoral capixaba/baiano/fluminense, a cabulosa venda de urânio para o Iraque, o legado de morte e contaminação provocado pela Nuclemon (antiga estatal) na extração de minerais […]
O setor nuclear brasileiro tem em sua trajetória um passado nebuloso, repleto de episódios controversos. Desde o contrabando e exportação de areias monazíticas do litoral capixaba/baiano/fluminense, a cabulosa venda de urânio para o Iraque, o legado de morte e contaminação provocado pela Nuclemon (antiga estatal) na extração de minerais radioativos e de terras raras, o secretismo do Programa Nuclear Paralelo/Clandestino, a tragédia do Césio-137 em Goiânia, o enorme passivo ambiental no Planalto de Poços de Caldas/MG e em Caetité/BA, a falta de transparência e de controle social, o recebimento de propinas milionárias por gestores do setor, roubos e sumiços de radiofármacos e de fontes radioativas, inclusive a omissão de informações cruciais para a população sobre ocorrências (por exemplo: vazamentos de água radioativa) nas usinas nucleares em Angra dos Reis.
Estes episódios aprofundaram perante a opinião pública crescente desgaste e descrédito sobre a política nuclear brasileira e de seus gestores, mostrando a falta de controle, fiscalização e transparência. Ficando claro o descumprimento das obrigações e deveres perante a população, além dos privilégios com supersalários.
O perigo potencial da contaminação, provocado pela radiação, desde a mineração, as diversas aplicações e usos, é um tema que afeta a saúde pública e o meio ambiente. E como tal é de interesse da população, que infelizmente não é informada devidamente dos reais riscos, e segue propositadamente alijada destas discussões.
Este histórico desvirtuoso do setor nuclear é no mínimo preocupante diante da decisão que está prestes a ser tomada pelo governo federal sobre a construção da 3a usina nuclear no país. Relançando assim a possibilidade de novas usinas serem construídas, posicionando o país na direção da nuclearização em seu território, e estimulando outros países da América Latina a fazerem o mesmo. Lembrando que somente o Brasil, Argentina e México dispõe hoje de 7 usinas nucleares (Brasil-2, Argentina-3 e México-2).
Será o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), órgão de assessoramento da presidência da república nas questões energéticas quem decidirá a construção ou não da usina de Angra 3. Esta obra, que teve início em 1985 em plena ditadura militar, no âmbito do Acordo Brasil-Alemanha, sofreu períodos de descontinuidade na sua construção por diferentes motivos. Todavia os equipamentos já estão comprados desde então, e atualmente obsoletos, diante dos novos requisitos de segurança.
O próprio governo federal está dividido quando o assunto é investir mais de 23 bilhões de reais em um elefante branco, sem maiores discussões com a sociedade, que está à margem desta decisão importantíssima para o presente e o futuro do país. A finalização deste empreendimento está sendo defendida pelo ministro de Minas e Energia, um dos principais, senão o principal lobista pró-nuclear, que tem atuado utilizando o cargo para impor esta insanidade sem tamanho, que é a nucleoeletricidade, em um país que conta com mais de 85% de fontes renováveis em sua matriz elétrica. O ministro tem atuado como um “cavalo de troia” dentro do governo, provocando a cizânia entre ministérios.
O que está em jogo, caso seja autorizado o prosseguimento de Angra 3, não é somente mais uma usina nuclear que o país terá, mas sim “abrir a porteira” para que novas usinas sejam construídas, conforme propõe o Plano Nacional de Energia (PNE2050), que prevê mais 10.000 MW de nuclear na matriz elétrica até meados do século. Além da nuclearização do país, os “negócios do nuclear” miram a possibilidade de que outros países do continente se aventurem na eletricidade nuclear. Uma corrida perigosa, que sem dúvida levará ao desenvolvimento de armas de aniquilação em massa, principalmente diante do atual contexto geopolítico mundial.
Não podemos deixar de mencionar a forte resistência da sociedade civil organizada contrária a nuclearização, cuja proposta é de investir os 23 bilhões de reais em fontes renováveis de energia, e assim mostrar concretamente ao mundo que na transição energética sustentável, não há lugar para as usinas nucleares.
Mais usinas nucleares e avanços na mineração do urânio sem dúvida aumentarão a probabilidade de ocorrências de acidentes. Não há como dar garantias de zero acidentes. E caso ocorram, com a liberação de material radioativo, a radiação ionizante contamina o ar, a terra e a água, provocando desastres catastróficos para a vida.
Respondendo as falácias e mentiras propagadas, motivadas principalmente por questões de interesse econômico, alguns esclarecimentos são necessários:
A energia nuclear é inesgotável, ilimitada. As 2 usinas nucleares do país, assim como a indesejada Angra 3, utilizam a tecnologia PWR (sigla em inglês, que quer dizer Reator a Água Pressurizada), cujo combustível é o urânio 235 (isótopo do urânio encontrado na natureza). Este tipo de urânio, que se presta a fissão nuclear, é encontrado na proporção, em média, de 0,7%. Todavia é necessária uma concentração deste isótopo em torno de 4% para ser usado como combustível. Assim é necessário aumentar o teor do elemento físsil (tecnicamente chamado de enriquecimento). Assim pode-se afirmar que haverá urânio 235, suficiente para mais 30-50 anos, para atender as usinas nucleares existentes com esta tecnologia.
A energia nuclear é barata. Grande mentira amplamente divulgada. Esta fonte de energia elétrica é muito mais cara do que querem nos fazer crer. O custo do kWh produzido pela nucleoeletricidade é superior ao das termelétricas a combustíveis fósseis, e 4 a 6 vezes superior à eletricidade gerada com fontes renováveis. Mesmo não levando em conta, como geralmente o fazem, os custos de armazenagem do lixo radioativo produzido, e o custo de descomissionamento (próximo ao de construção) no fim da vida útil da usina. Sem sombra de dúvida, estes custos serão repassados para o consumidor final na conta de energia.
A taxa de mortalidade de um desastre nuclear é baixa. O contato com seres vivos, em particular de humanos com a radiação, ocasiona alterações genéticas. Os efeitos biológicos são dramáticos, e dependem de uma série de fatores, entre os quais: o tipo de radiação, o tipo de tecido vivo atingido, o tempo de exposição e a intensidade da fonte radioativa. Conforme a dose recebida os danos às células podem levar um tempo para que as consequências apareçam. Podendo ser, desde queimaduras até o câncer em diferentes partes do organismo humano. Portanto, o número de mortes logo após o contato com material radioativo pode não ser grande; mas as mortes posteriores podem ser expressivas. Segundo entidades não governamentais que monitoram os efeitos da radiação em desastres já ocorridos, a real taxa de mortalidade é dificultada pela mobilidade das pessoas, que após as catástrofes se deslocam. Pessoas que moravam próximas ao local destas tragédias, e que foram contaminadas, mudam de local e a evolução da saúde individual fica praticamente impossível de se acompanhar (causa e efeito).
O nuclear é seguro. Embora o risco de acidente nuclear seja pequeno, é preciso considerá-lo, haja visto que já aconteceu em diferentes momentos, com resultados devastadores. Um acidente nuclear severo torna a área em que ocorreu inabitável. Rios, lagos, lençóis freáticos, ar, e solos são contaminados.
O uso da energia nuclear está em pleno crescimento no mundo. Esta é uma falácia recorrente dos que creditam a esta tecnologia um crescimento mundial. Vários países têm criado dificuldades para a expansão de usinas, e mesmo abandonando a nucleoeletricidade. Como exemplos temos a Alemanha, Áustria, Bélgica, Itália, Portugal, …. E em outros países o movimento antinuclear tem crescido, como é o caso na França e no Japão.
A energia nuclear é necessária, é inevitável e resolverá nosso problema energético, evitando os apagões e o desabastecimento. No caso do Brasil, as 2 usinas existentes participam da matriz elétrica com menos de 2% da potência total instalada. E mesmo que as projeções governamentais apontem para mais 10.000 MW até 2050, assim mesmo a contribuição da nucleoeletricidade será inferior aos 4%. A energia nuclear não é necessária no Brasil que conta com fontes renováveis em abundância. Logo, a afirmativa de que a solução para eventuais desabastecimentos de energia pode ser compensada pela energia nuclear é uma mentira das grandes.
A energia nuclear é limpa. A ciência mostra que não existe energia limpa. No caso da energia nuclear ela é responsável por emissões de gases de efeito estufa ao longo do ciclo do combustível nuclear (da mineração a produção das pastilhas combustíveis). Os rejeitos produzidos por tudo que teve contato com a radioatividade, além das substâncias químicas resultantes das reações produzidas pela fissão, entra nessa categoria, Da mineração, as tubulações e equipamentos das usinas, as vestimentas dos funcionários, as ferramentas utilizadas, entre outros, fazem parte deste lixo, que por ser extremamente radioativo, precisa ser isolado do meio ambiente por centenas, e mesmo milhares de anos. Não existe uma solução definitiva de como armazenar de maneira totalmente segura. Um problema não solucionado que será herdado pelas gerações futuras.
O que está ocorrendo no país, caso prossiga a atual política energética nefasta, comandada pelo MME, no sentido econômico, social e ambiental, é um verdadeiro desastre que deve ser evitado. Diversificação e complementaridade de fontes renováveis na matriz é quem garantirá a sustentabilidade energética almejada, desde que sem nuclear e combustíveis fósseis.
Não se pode aceitar que uma decisão de tal importância para o presente e futuro do país seja tomada por meros interesses econômicos, e por grupos minoritários da sociedade brasileira.
A gravidade da ameaça nuclear paira sobre toda a humanidade, e não somente devido às armas nucleares, mas também ao fato das usinas nucleares produzirem elementos radioativos que podem ser utilizados para a fabricação da bomba.
Reagir e resistir às usinas nucleares é defender a vida. Investir na exploração de usinas nucleares é um péssimo negócio. Poucos lucram muito, mas a maioria arca com os prejuízos socioambientais e econômicos desta tecnologia obsoleta, arcaica e perigosa que não responde às exigências de um mundo diante do desafio do aquecimento global.
Para saber mais sugiro a leitura: “Por um Brasil livre das usinas nucleares”- Chico Whitaker, “Bomba atômica pra quê?'”-Tania Malheiros. E os artigos de opinião “Energia nuclear é suja, cara e perigosa”- Chico Whitaker, “O Brasil não precisa de mais usinas nucleares” – Ildo Sauer e Joaquim Francisco de Carvalho, “Porque o Brasil não precisa de usinas nucleares” – Heitor Scalambrini Costa e Zoraide Vilasboas, “Pelo radicalismo ambiental”- Aldo Fornazieri; e o estudo sobre a “Insegurança na usina nuclear de Angra 3”- Célio Bermann e Francisco Corrêa.
* Professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco, graduado em Física pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP/SP), mestrado em Ciências e Tecnologias Nucleares na Universidade Federal de Pernambuco (DEN/UFPE) e doutorado em Energética, na Universidade de Marselha/Aix, associado ao Centro de Estudos de Cadarache/Comissariado de Energia Atômica (CEA)-França.
O Diretório do Partido dos Trabalhadores de Tabira divulgou em nota o Regulamento para Definição de Candidaturas do PT em 2020, tendo em vista o registro de candidatos a vereador e prefeito. O prazo de inscrição já iniciado desde dia 05/05 se encerrá no próximo dia 15 de maio de 2020, conforme estabelecido pelo Diretório […]
O Diretório do Partido dos Trabalhadores de Tabira divulgou em nota o Regulamento para Definição de Candidaturas do PT em 2020, tendo em vista o registro de candidatos a vereador e prefeito.
O prazo de inscrição já iniciado desde dia 05/05 se encerrá no próximo dia 15 de maio de 2020, conforme estabelecido pelo Diretório Nacional do PT.
A presidenta do PT- Tabira, Socorro Veras, alerta que os pré-candidatos devem estar atentos aos prazos.
“É indispensável que os interessados cumpram rigorosamente o calendário eleitoral para não correr o risco de seu nome ficar fora do pleito”, destaca Socorro Veras.
Ela ressalta ainda que os pré-candidatos e as possíveis alianças partidárias deverão ser validados em Encontro Municipal do Partido.
Entre as atrações que o Prefeito Guga Lins anuncia hoje em coletiva a imprensa para apresentação da programação da III Exposertânia – 43a Exposição Nordestina Especializada em Caprinos e Ovinos, estará a famosa cantora Paula Fernandes. O site da cantora anuncia na agenda o show de Paula Fernandes para o dia 26 de julho. Segundo […]
Entre as atrações que o Prefeito Guga Lins anuncia hoje em coletiva a imprensa para apresentação da programação da III Exposertânia – 43a Exposição Nordestina Especializada em Caprinos e Ovinos, estará a famosa cantora Paula Fernandes.
O site da cantora anuncia na agenda o show de Paula Fernandes para o dia 26 de julho. Segundo Anchieta Santos, a produção do Rádio Vivo (Rádio Pajeú) sabia da vinda de Paula Fernandes desde a quarta-feira dia 1º de julho. Guardou a notícia a pedido dos governistas, mas depois que a informação foi publicada no site de Paula Fernandes, não dá mais para segurar.
Assessoria confirmou: A entrevista acontece no gabinete do prefeito, prédio sede do Poder Executivo, daqui a pouco. Ao vivo, Celso Brandão armou e a Assessoria da Prefeitura confirmou que de fato a cantora estará no evento, mas não foram passados outros detalhes da programação.
Prezado Nill Júnior, Diante de um fato ocorrido e publicado nas redes oficiais do Governo Municipal, esta semana em nossa cidade, a prefeita divulgou a instalação de um poço artesiano no Bairro Espírito Santo Velho. A verdade é que, no local já existia uma caixa d’água que era abastecida apenas com um carro pipa. Relato […]
Diante de um fato ocorrido e publicado nas redes oficiais do Governo Municipal, esta semana em nossa cidade, a prefeita divulgou a instalação de um poço artesiano no Bairro Espírito Santo Velho.
A verdade é que, no local já existia uma caixa d’água que era abastecida apenas com um carro pipa. Relato a inverdade, haja vista, que lá são amparadas 32 famílias que agora contam com água encanada em suas residências.
A conquista deste serviço essencial se deu através da solicitação dos moradores daquela localidade, que me procuraram na tentativa de juntos solucionarmos o problema e com a união de todas as famílias, realizamos a encanação até as residências que já desfrutam do líquido precioso nas suas torneiras numa parceria com a Compesa que fez o ligamento da rede hídrica até as residências.
Com essa conquista, evitamos o transtorno e o sacrifício de continuar carregando “latas d’água na cabeça” para atender as suas necessidades básicas do dia a dia.
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