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Artigo: Usina nuclear indesejada

Por André Luis

Imagem Ilustrativa

Por Heitor Scalambrini Costa*

O setor nuclear brasileiro tem em sua trajetória um passado nebuloso, repleto de episódios controversos. Desde o contrabando e exportação de areias monazíticas do litoral capixaba/baiano/fluminense, a cabulosa venda de urânio para o Iraque, o legado de morte e contaminação provocado pela Nuclemon (antiga estatal) na extração de minerais radioativos e de terras raras, o secretismo do Programa Nuclear Paralelo/Clandestino, a tragédia do Césio-137 em Goiânia, o enorme passivo ambiental no Planalto de Poços de Caldas/MG e em Caetité/BA, a falta de transparência e de controle social, o recebimento de propinas milionárias por gestores do setor, roubos e sumiços de radiofármacos e de fontes radioativas, inclusive a omissão de informações cruciais para a população sobre ocorrências (por exemplo: vazamentos de água radioativa) nas usinas nucleares em Angra dos Reis.

Estes episódios aprofundaram perante a opinião pública crescente desgaste e descrédito sobre a política nuclear brasileira e de seus gestores, mostrando a falta de controle, fiscalização e transparência. Ficando claro o descumprimento das obrigações e deveres perante a população, além dos privilégios com supersalários.

O perigo potencial da contaminação, provocado pela radiação, desde a mineração, as diversas aplicações e usos, é um tema que afeta a saúde pública e o meio ambiente. E como tal é de interesse da população, que infelizmente não é informada devidamente dos reais riscos, e segue propositadamente alijada destas discussões.

Este histórico desvirtuoso do setor nuclear é no mínimo preocupante diante da decisão que está prestes a ser tomada pelo governo federal sobre a construção da 3a usina nuclear no país. Relançando assim a possibilidade de novas usinas serem construídas, posicionando o país na direção da nuclearização em seu território, e estimulando outros países da América Latina a fazerem o mesmo. Lembrando que somente o Brasil, Argentina e México dispõe hoje de 7 usinas nucleares (Brasil-2, Argentina-3 e México-2).

Será o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), órgão de assessoramento da presidência da república nas questões energéticas quem decidirá a construção ou não da usina de Angra 3. Esta obra, que teve início em 1985 em plena ditadura militar, no âmbito do Acordo Brasil-Alemanha, sofreu períodos de descontinuidade na sua construção por diferentes motivos. Todavia os equipamentos já estão comprados desde então, e atualmente obsoletos, diante dos novos requisitos de segurança.

O próprio governo federal está dividido quando o assunto é investir mais de 23 bilhões de reais em um elefante branco, sem maiores discussões com a sociedade, que está à margem desta decisão importantíssima para o presente e o futuro do país. A finalização deste empreendimento está sendo defendida pelo ministro de Minas e Energia, um dos principais, senão o principal lobista pró-nuclear, que tem atuado utilizando o cargo para impor esta insanidade sem tamanho, que é a nucleoeletricidade, em um país que conta com mais de 85% de fontes renováveis em sua matriz elétrica. O ministro tem atuado como um “cavalo de troia” dentro do governo, provocando a cizânia entre ministérios.

O que está em jogo, caso seja autorizado o prosseguimento de Angra 3, não é somente mais uma usina nuclear que o país terá, mas sim “abrir a porteira” para que novas usinas sejam construídas, conforme propõe o Plano Nacional de Energia (PNE2050), que prevê mais 10.000 MW de nuclear na matriz elétrica até meados do século. Além da nuclearização do país, os “negócios do nuclear” miram a possibilidade de que outros países do continente se aventurem na eletricidade nuclear. Uma corrida perigosa, que sem dúvida levará ao desenvolvimento de armas de aniquilação em massa, principalmente diante do atual contexto geopolítico mundial.

Não podemos deixar de mencionar a forte resistência da sociedade civil organizada contrária a nuclearização, cuja proposta é de investir os 23 bilhões de reais em fontes renováveis de energia, e assim mostrar concretamente ao mundo que na transição energética sustentável, não há lugar para as usinas nucleares.

Mais usinas nucleares e avanços na mineração do urânio sem dúvida aumentarão a probabilidade de ocorrências de acidentes. Não há como dar garantias de zero acidentes. E caso ocorram, com a liberação de material radioativo, a radiação ionizante contamina o ar, a terra e a água, provocando desastres catastróficos para a vida.

Respondendo as falácias e mentiras propagadas, motivadas principalmente por questões de interesse econômico, alguns esclarecimentos são necessários:

A energia nuclear é inesgotável, ilimitada. As 2 usinas nucleares do país, assim como a indesejada Angra 3, utilizam a tecnologia PWR (sigla em inglês, que quer dizer Reator a Água Pressurizada), cujo combustível é o urânio 235 (isótopo do urânio encontrado na natureza). Este tipo de urânio, que se presta a fissão nuclear, é encontrado na proporção, em média, de 0,7%. Todavia é necessária uma concentração deste isótopo em torno de 4% para ser usado como combustível. Assim é necessário aumentar o teor do elemento físsil (tecnicamente chamado de enriquecimento). Assim pode-se afirmar que haverá urânio 235, suficiente para mais 30-50 anos, para atender as usinas nucleares existentes com esta tecnologia.

A energia nuclear é barata. Grande mentira amplamente divulgada. Esta fonte de energia elétrica é muito mais cara do que querem nos fazer crer. O custo do kWh produzido pela nucleoeletricidade é superior ao das termelétricas a combustíveis fósseis, e 4 a 6 vezes superior à eletricidade gerada com fontes renováveis. Mesmo não levando em conta, como geralmente o fazem, os custos de armazenagem do lixo radioativo produzido, e o custo de descomissionamento (próximo ao de construção) no fim da vida útil da usina. Sem sombra de dúvida, estes custos serão repassados para o consumidor final na conta de energia.

A taxa de mortalidade de um desastre nuclear é baixa. O contato com seres vivos, em particular de humanos com a radiação, ocasiona alterações genéticas. Os efeitos biológicos são dramáticos, e dependem de uma série de fatores, entre os quais: o tipo de radiação, o tipo de tecido vivo atingido, o tempo de exposição e a intensidade da fonte radioativa. Conforme a dose recebida os danos às células podem levar um tempo para que as consequências apareçam. Podendo ser, desde queimaduras até o câncer em diferentes partes do organismo humano. Portanto, o número de mortes logo após o contato com material radioativo pode não ser grande; mas as mortes posteriores podem ser expressivas. Segundo entidades não governamentais que monitoram os efeitos da radiação em desastres já ocorridos, a real taxa de mortalidade é dificultada pela mobilidade das pessoas, que após as catástrofes se deslocam. Pessoas que moravam próximas ao local destas tragédias, e que foram contaminadas, mudam de local e a evolução da saúde individual fica praticamente impossível de se acompanhar (causa e efeito).

O nuclear é seguro. Embora o risco de acidente nuclear seja pequeno, é preciso considerá-lo, haja visto que já aconteceu em diferentes momentos, com resultados devastadores. Um acidente nuclear severo torna a área em que ocorreu inabitável. Rios, lagos, lençóis freáticos, ar, e solos são contaminados.

O uso da energia nuclear está em pleno crescimento no mundo. Esta é uma falácia recorrente dos que creditam a esta tecnologia um crescimento mundial. Vários países têm criado dificuldades para a expansão de usinas, e mesmo abandonando a nucleoeletricidade. Como exemplos temos a Alemanha, Áustria, Bélgica, Itália, Portugal, …. E em outros países o movimento antinuclear tem crescido, como é o caso na França e no Japão.

A energia nuclear é necessária, é inevitável e resolverá nosso problema energético, evitando os apagões e o desabastecimento. No caso do Brasil, as 2 usinas existentes participam da matriz elétrica com menos de 2% da potência total instalada. E mesmo que as projeções governamentais apontem para mais 10.000 MW até 2050, assim mesmo a contribuição da nucleoeletricidade será inferior aos 4%. A energia nuclear não é necessária no Brasil que conta com fontes renováveis em abundância. Logo, a afirmativa de que a solução para eventuais desabastecimentos de energia pode ser compensada pela energia nuclear é uma mentira das grandes.

A energia nuclear é limpa. A ciência mostra que não existe energia limpa. No caso da energia nuclear ela é responsável por emissões de gases de efeito estufa ao longo do ciclo do combustível nuclear (da mineração a produção das pastilhas combustíveis). Os rejeitos produzidos por tudo que teve contato com a radioatividade, além das substâncias químicas resultantes das reações produzidas pela fissão, entra nessa categoria, Da mineração, as tubulações e equipamentos das usinas, as vestimentas dos funcionários, as ferramentas utilizadas, entre outros, fazem parte deste lixo, que por ser extremamente radioativo, precisa ser isolado do meio ambiente por centenas, e mesmo milhares de anos. Não existe uma solução definitiva de como armazenar de maneira totalmente segura. Um problema não solucionado que será herdado pelas gerações futuras.

O que está ocorrendo no país, caso prossiga a atual política energética nefasta, comandada pelo MME, no sentido econômico, social e ambiental, é um verdadeiro desastre que deve ser evitado. Diversificação e complementaridade de fontes renováveis na matriz é quem garantirá a sustentabilidade energética almejada, desde que sem nuclear e combustíveis fósseis.

Não se pode aceitar que uma decisão de tal importância para o presente e futuro do país seja tomada por meros interesses econômicos, e por grupos minoritários da sociedade brasileira.

A gravidade da ameaça nuclear paira sobre toda a humanidade, e não somente devido às armas nucleares, mas também ao fato das usinas nucleares produzirem elementos radioativos que podem ser utilizados para a fabricação da bomba.

Reagir e resistir às usinas nucleares é defender a vida. Investir na exploração de usinas nucleares é um péssimo negócio. Poucos lucram muito, mas a maioria arca com os prejuízos socioambientais e econômicos desta tecnologia obsoleta, arcaica e perigosa que não responde às exigências de um mundo diante do desafio do aquecimento global.

Para saber mais sugiro a leitura: “Por um Brasil livre das usinas nucleares”- Chico Whitaker, “Bomba atômica pra quê?'”-Tania Malheiros. E os artigos de opinião “Energia nuclear é suja, cara e perigosa”- Chico Whitaker, “O Brasil não precisa de mais usinas nucleares” – Ildo Sauer e Joaquim Francisco de Carvalho, “Porque o Brasil não precisa de usinas nucleares” – Heitor Scalambrini Costa e Zoraide Vilasboas, “Pelo radicalismo ambiental”- Aldo Fornazieri; e o estudo sobre a “Insegurança na usina nuclear de Angra 3”- Célio Bermann e Francisco Corrêa.

* Professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco, graduado em Física pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP/SP), mestrado em Ciências e Tecnologias Nucleares na Universidade Federal de Pernambuco (DEN/UFPE) e doutorado em Energética, na Universidade de Marselha/Aix, associado ao Centro de Estudos de Cadarache/Comissariado de   Energia Atômica (CEA)-França.

Outras Notícias

Baile municipal agitou o final de semana em Afogados da Ingazeira

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira realizou no último sábado (15) a 18ª edição do Baile Municipal, um dos eventos mais tradicionais e aguardados do calendário pré-carnavalesco da cidade. A ação teve a coordenação da Secretaria Municipal de Cultura e Esportes. O homenageado do Carnaval 2025, escolhido através de votação popular nas rádios Pajeú e […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira realizou no último sábado (15) a 18ª edição do Baile Municipal, um dos eventos mais tradicionais e aguardados do calendário pré-carnavalesco da cidade. A ação teve a coordenação da Secretaria Municipal de Cultura e Esportes.

O homenageado do Carnaval 2025, escolhido através de votação popular nas rádios Pajeú e Afogados FM, é Beijamim Almeida Barros. Beijamim tem uma forte relação com a tradição do carnaval de Afogados. Desde os dez anos de idade corre como tabaqueiro. É um incentivador das máscaras de papel machê, confeccionada pelo próprio folião. Já realizou diversas oficinas para repassar a arte da máscara original do tabaqueiro tradicional de Afogados, inclusive para alunos da rede municipal de ensino.

“Quero agradecer a todos que prestigiaram o 18° Baile Municipal e tambem agradecer as emissoras de rádio que nos ajudaram na escolha do homenageado deste ano. Uma homenagem mais do que justa a Beijamim, por tudo que fez e continua fazendo pelo carnaval de Afogados. Estou feliz em ver o ótimo publico que veio prestigiar mais uma edição do baile”, destacou o Secretário de Cultura e Esportes, Augusto Martins.

Embalada por muita música Pernambucana, a festa iniciou ao som da Orquestra Show de Frevo e a animação dos passistas que compõe os grupos andarilhos e cultural sanfonar. A noite também contou com apresentações das cantoras Fabiana Santiago e Bruna Pegon.

O Prefeito Alessandro Palmeira participou do baile e fez questão, em sua fala, de parabenizar o homenageado do carnaval 2025. “Quero parabenizar o nosso homenageado deste ano, Beijamim, que tem uma história longa com o carnaval de Afogados, de muito amor e de muita dedicação para preservar a tradição dos nossos tabaqueiros. Esse ano vamos fazer mais um carnaval para entrar na história, com mais de trinta blocos, com trios elétricos e sempre valorizando a tradição dos nossos tabaqueiros,”destacou Sandrinho Palmeira.

A noite também contou com o tradicional desfile/concurso de fantasias, nas categorias individual e grupo.

As fantasias vencedoras no individual foram “a rainha dos vampiros” (3° lugar), “o palhaço que sequestra gente” (2° lugar), e “a rainha do gelo” (1° lugar).

Na categoria grupo, os vencedores foram as fantasias “la vida és una fiesta” (3° lugar), “bumba meu boi e o vaqueiro de fita” (2° lugar), e o “mega robô Gudan” (1° lugar).

Ao todo, a prefeitura distribuiu R$ 4.400,00 em premiações, além de troféus. O corpo de jurados foi formado por Emerson Gustavo, Darilene Maria e Luciano Kleber.

O baile contou com as presenças do vice-prefeito Daniel Valadares, do secretário executivo de cultura e esportes, Luciano Pires, e do vereador César Tenório.

Concurso para Câmara Municipal de Custódia tem novo cronograma

Foi divulgado o novo cronograma referente ao edital n° 001/2020 do Concurso para Câmara Municipal de Custódia. A seleção prevê a contratação imediata e formação de cadastro reserva para o quadro de servidores.  O certame está sendo organizado pela Consulpam Consultoria Pública e Privada e terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado por prazo […]

Foi divulgado o novo cronograma referente ao edital n° 001/2020 do Concurso para Câmara Municipal de Custódia. A seleção prevê a contratação imediata e formação de cadastro reserva para o quadro de servidores. 

O certame está sendo organizado pela Consulpam Consultoria Pública e Privada e terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado por prazo igual. 

A oferta é de 16 vagas abrangendo vários níveis de escolaridade. Entre as oportunidades abertas e aquelas que podem surgir dentro do período de validade do Concurso, 5% de cada função será destinado a pessoas com deficiência. 

As inscrições estavam suspensas em razão da pandemia do novo coronavírus, mas serão reabertas e realizadas no período previsto de 1º a 20 de setembro de 2020. 

Para isso o profissional interessado deverá acessar o endereço eletrônico da banca organizadora, no site do Consulpam, e fazer seu cadastro. 

Os candidatos que precisarem de atendimento especial no dia da prova devem indicar sua situação no ato da inscrição, sendo necessário anexar cópia do RG e CPF digitalizados e laudo médico, além de informar o tipo de condição que deseja receber.

Prefeitos socialistas criticam Raquel e acusam governo de “só agir para aliados”

Os prefeitos socialistas Berg Gomes, de Carnaíba,  e Aline Karina,  de Itapetim,  estiveram no Debate das Dez do programa Manhã Total. Eles cobraram a governadora Raquel Lyra por ações efetivas nos municípios e sugeriram uso político da máquina,  ao priorizar cidades onde os gestores são aliados. Um dos exemplos é o da área de eventos. […]

Os prefeitos socialistas Berg Gomes, de Carnaíba,  e Aline Karina,  de Itapetim,  estiveram no Debate das Dez do programa Manhã Total.

Eles cobraram a governadora Raquel Lyra por ações efetivas nos municípios e sugeriram uso político da máquina,  ao priorizar cidades onde os gestores são aliados.

Um dos exemplos é o da área de eventos. Prestes a realizar o lançamento da programação do São Pedro,  Aline diz que já encaminhou vários ofícios ao governo pedindo apoio para atrações,  em vão. “Enquanto isso,  prefeitos aliados dela dizem que tem boa parte da programação bancada pelo Estado”.

Berg Gomes chamou atenção para Festa de Zé Dantas,  um dos maiores compositores do país. “Gastamos R$ 1,5 milhão na festa e não tivemos um centavo do governo do Estado,  apesar dos inúmeros pedidos”. Ele acrescentou que graças ao planejamento e equilíbrio fiscal,  conseguiu fazer o evento e pagar a todos até o dia seguinte da realização. Mas lamentou que o Estado não tenha olhar para a importância do evento.

Um dos exemplos da disparidade foi o Pernambuco Meu País. Segundo levantamento,  praticamente a totalidade do evento é realizado em cidades geridas por aliados do governo.

Lucas Ramos: “novos fóruns buscam universalizar acesso à justiça em Pernambuco”

O município de Salgueiro, no Sertão Central, contará com um novo e moderno prédio onde funcionará o Fórum da cidade. A solenidade de lançamento da pedra fundamental ocorreu na manhã desta quinta-feira (25) na Avenida Coronel Veremundo Soares, à margem do km 120 da BR-232, nas imediações do Ginásio Municipal Poliesportivo e foi prestigiada pelo […]

O município de Salgueiro, no Sertão Central, contará com um novo e moderno prédio onde funcionará o Fórum da cidade. A solenidade de lançamento da pedra fundamental ocorreu na manhã desta quinta-feira (25) na Avenida Coronel Veremundo Soares, à margem do km 120 da BR-232, nas imediações do Ginásio Municipal Poliesportivo e foi prestigiada pelo deputado Lucas Ramos (PSB).

“Quando ficar pronto, o Fórum permitirá o avanço dos serviços judiciais em Salgueiro e região, possibilitando aos cidadãos maior facilidade na entrada e acompanhamento de processos. É uma demonstração do esforço da gestão do presidente Leopoldo Raposo em universalizar o acesso à Justiça, melhorando e ampliando as instalações do TJPE em todas as regiões do estado em respeito àqueles que necessitam do poder público”, afirmou Lucas Ramos.

Participaram do evento o Dr. Leopoldo Raposo (presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco), Dr. Ricardo Lins (diretor-geral do TJPE), Dr. Humberto Vasconcelos (desembargador), Dr. José Alencar (diretor do Fórum de Salgueiro), Dr. Jander Pinheiro (juiz), Dr. Dalyson Torres (presidente da OAB – Seccional Salgueiro), Clebel Cordeiro (prefeito do município), Dr. Chico (vice-prefeito e desembargador) e Auremar (presidente da Câmara de Vereadores).

Santa Maria da Boa Vista – Seguindo a agenda ao lado do presidente do TJPE, o deputado Lucas Ramos também participou da inauguração do fórum de Santa Maria da Boa Vista. A unidade ficou pronta em menos de um ano e faz parte do plano de obras da atual gestão. “O Dr. Leopoldo Raposo encerra seu mandato mês que vem deixando como maior marca a responsabilidade com o erário público e a eficiência na gestão fiscal inaugurando como presidente mais de 57 mil metros quadrados de obras construídas, reformadas ou reestruturadas”, afirmou Lucas Ramos. “Foram 51 grandes obras tocadas, além da entrega de sete novos fóruns que oferecem à comunidade um atendimento digno e a estrutura adequada ao trabalho dos servidores do Poder Judiciário”, lembrou o parlamentar.

O novo Fórum de Santa Maria da Boa Vista fica na Rua Projetada, Quadra 15 do Loteamento Santa Maria. Também estiveram presentes na inauguração do prédio o Dr. João Alexandrino Neto (juiz da Comarca), Humberto Mendes (prefeito do município), Marcílio Cavalcanti (prefeito de Cabrobó), o deputado federal Fernando Monteiro, o deputado estadual Augusto César, os vereadores Anderson Harlem, Carlos Augusto, Gil do Gás e Jorge do Futuro, além do Sargento PM Domingos (representante da 7ª CIPM) e o delegado Emanuel Caldas.

UPE perde diretor do Multicampi Garanhuns

O Magnífico Reitor da Universidade de Pernambuco, Pedro Henrique de Barros Falcão emitiu nota de pesar pela morte prematura do professor Clóvis Gomes da Silva Júnior. Clóvis era diretor do Multicampi Garanhuns (Arcoverde, Salgueiro, Serra Talhada e Caruaru) e faleceu nesta quinta-feira (01), em Caruaru, onde residia. Lá acontecerão velório e funeral. “A perda de professor […]

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O Magnífico Reitor da Universidade de Pernambuco, Pedro Henrique de Barros Falcão emitiu nota de pesar pela morte prematura do professor Clóvis Gomes da Silva Júnior.

Clóvis era diretor do Multicampi Garanhuns (Arcoverde, Salgueiro, Serra Talhada e Caruaru) e faleceu nesta quinta-feira (01), em Caruaru, onde residia. Lá acontecerão velório e funeral.

“A perda de professor Clóvis abre uma lacuna no Campi Garanhuns, pela dinâmica de sua gestão, mas principalmente por sua presença e a amizade, e tantas ideias e objetivos que estavam ainda em construção, e que serão motivo de muito orgulho dar continuidade com a nossa Comunidade Acadêmica”, diz Pedro Falcão.

Há cerca de um mês, Profº Clovis Gomes, recebeu a reitoria e o Governador Paulo Câmara, para a inauguração da Clínica de Psicologia da UPE Garanhuns, marcando mais uma importante ação, que deixa como marca de sua gestão, profícua e humana.