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Tuparetama: Câmara atinge 100% de transparência pública pela 1ª vez e conquista Selo Diamante  

Por André Luis

A Câmara Municipal de Tuparetama alcançou, pela primeira vez em sua história, 100% de transparência pública, conquistando também o Selo Diamante, certificado máximo concedido pela Atricon (Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil). O reconhecimento coloca o Legislativo tuparetamense entre as instituições mais transparentes do Brasil, segundo os critérios nacionais de avaliação dos portais públicos. 

Foi analisada dezenas de itens obrigatórios de divulgação, como organização institucional, dados orçamentários, controle interno, acessibilidade, gestão de pessoal, informações legislativas e ferramentas de interação com o cidadão — e a Câmara atingiu excelência em todos os indicadores. 

O presidente do Legislativo, vereador Valmir Tunú, destacou a importância simbólica e administrativa do resultado.

 “A transparência sempre foi um eixo central e fundamental na nossa gestão. Fico extremamente feliz por alcançar 100% na transparência pública concedida pela Atricon. É um marco histórico, nunca antes a Câmara havia atingido essa pontuação máxima. O Selo Diamante mostra nosso cuidado, organização e responsabilidade com o poder público”, afirmou. 

Valmir também fez questão de reconhecer o trabalho da equipe administrativa.

 “Quero parabenizar todos os funcionários da Câmara. Deram o melhor de si, trabalharam com responsabilidade e amor. Sem eles, não conseguiríamos alcançar esse resultado.” 

“Alcançar a excelência máxima em transparência pública reforça nosso compromisso com uma administração moderna, eficiente e alinhada às melhores práticas de gestão”, concluiu Valmir Tunu.

Outras Notícias

Serra Talhada fechou mais uma semana com aumento de casos de Covid-19

Coletiva de imprensa nesta segunda-feira (22), vai detalhar medidas que o município irá adotar para tentar barrar a taxa de transmissão da doença Por André Luis O município de Serra Talhada fechou mais uma semana com aumento de casos de Covid-19. Na sexta-feira (12) o município possuía 10.389 casos da doença. No boletim da terça-feira (16), […]

Coletiva de imprensa nesta segunda-feira (22), vai detalhar medidas que o município irá adotar para tentar barrar a taxa de transmissão da doença

Por André Luis

O município de Serra Talhada fechou mais uma semana com aumento de casos de Covid-19. Na sexta-feira (12) o município possuía 10.389 casos da doença. No boletim da terça-feira (16), com 21 casos confirmados, a cidade já contava com 10.410. 

Na última sexta-feira (19), Serra fechou a semana com 10.464, foram 75 novos casos registrados na cidade em uma semana, 24 casos a mais que na semana anterior que já havia registrado 51 casos da doença.

O município também somou mais um óbito pela doença esta semana. Se trata de paciente do sexo feminino, 73 anos, moradora do bairro Bom Jesus. Comorbidades: Doença cardiovascular crônica, obesidade. Era ex-tabagista. Faleceu no dia 15 de novembro de 2021, no Hospital Eduardo Campos. 

De acordo com o último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde do município, Serra conta com 10.464 casos confirmados, 10.184 pacientes recuperados, 40 exames aguardando resultados, 56.132 casos descartados,  85 pacientes em isolamento domiciliar e 6 pacientes em tratamento hospitalar, somando 91 casos ativos, além de 189 óbitos.

Em relação à ocupação hospitalar, o Hospital Eduardo Campos está com 10% de ocupação dos leitos de UTI, com 8 pacientes internados, sendo 3 serra-talhadenses. Não há pacientes na enfermaria da unidade. 

O HOSPAM está com 40% de ocupação dos leitos de UTI, com 4 pacientes internados, sendo 3 serra-talhadenses. Não há pacientes na enfermaria da unidade.

Não há pacientes internados nos Leitos de Retaguarda do Hospital São José.

Portanto, são 6 serra-talhadenses internados na rede pública de Serra Talhada, sendo todos em leitos de UTI.

Diante do aumento de casos e da taxa de transmissão do novo coronavírus nas últimas semanas, a Prefeitura de Serra Talhada anunciou medidas necessárias para incentivar a vacinação das pessoas que ainda não se vacinaram ou não completaram o esquema vacinal contra a Covid-19. As medidas foram anunciadas nesta sexta-feira (19) durante reunião virtual com a participação de diversos segmentos da sociedade.  

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a partir da próxima segunda-feira (22/11) será implantada a vacinação itinerante em todo o município. Através da Estratégia Mobiliza Saúde, as equipes de saúde da família farão busca ativa e vacinação domiciliar das pessoas que se recusaram ou não completaram o esquema vacinal contra a Covid-19. Além disso, haverá o Carro de Vacinação Itinerante circulando pelos espaços públicos na zona urbana e zona rural para atender toda a população.

Outra medida anunciada é o Passaporte de Vacina Serra Talhada, que começará a ser exigido nos ambientes fechados públicos e privados, a exemplo das repartições públicas, agências bancárias, lojas, bares, restaurantes e eventos sociais, de acordo com a Lei Nº 1.852, de 21 de setembro de 2021.

Todas as informações referentes aos casos de Covid-19, campanha de vacinação, vacinação itinerante e Passaporte de Vacina serão repassadas na próxima segunda-feira (22), em Coletiva de Imprensa, às 08h, na sede da Secretaria Municipal de Saúde de Serra Talhada.

Chega equipamento para projeção de filmes no Cine São José

Chegou esta manhã via transportadora de São Paulo o projetor da marca Christie, modelo 2K CP 2000, mais servidor, lente, lâmpada 3 mil watts, processador de áudio, rack, no breack, revisado, mais exaustor. O equipamento foi adquirido pela Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios junto à empresa Base Post Alexandre Andrade Barros ME, por […]

Chegou esta manhã via transportadora de São Paulo o projetor da marca Christie, modelo 2K CP 2000, mais servidor, lente, lâmpada 3 mil watts, processador de áudio, rack, no breack, revisado, mais exaustor.

O equipamento foi adquirido pela Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios junto à empresa Base Post Alexandre Andrade Barros ME, por R$ 229 mil.

Para a aquisição ser possível, a Fundação entra com R$ 129 mil e os outros R$ 100 mil oriundos de repasse da Secretaria de Turismo/Empetur (R$ 50 mil) e de convênio com a Prefeitura de Afogados da Ingazeira (R$ 50 mil) para realização de atividades culturais no prédio.

Agora é aguardada a adaptação da cabine, sob responsabilidade da DNJ Construções, contratada pela prefeitura de Afogados, e chegada dos equipamentos adquiridos pela Fundarpe. A previsão é da retomada das atividades do cinema no segundo semestre, caso avancem os protocolos de convivência do Estado.

Ministros pernambucanos não empolgam sacerdote ligado a movimentos sociais no Pajeú

De longe, o nome mais criticado pelos chamados movimentos sociais, ligados à esquerda em Pernambuco é o de Mendonça Filho, principalmente a partir do cargo que ocupará no governo Temer, de ministro da Educação e Cultura, para o qual, segundo setores que questionam a mudança, não tem alguma identificação. Representante de movimentos sociais da Igreja, […]

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De longe, o nome mais criticado pelos chamados movimentos sociais, ligados à esquerda em Pernambuco é o de Mendonça Filho, principalmente a partir do cargo que ocupará no governo Temer, de ministro da Educação e Cultura, para o qual, segundo setores que questionam a mudança, não tem alguma identificação.

Representante de movimentos sociais da Igreja, o Padre Luiz Marques Ferreira avaliou em entrevista à Rádio Pajeú a escolha de Temer por cinco nomes pernambucanos. “Não sei se a quantidade vai de acordo com o que existe necessidade de mudanças. Não acredito que uma figura como o (Ministro) da Educação vai fazer mudanças de avanços da educação do no Brasil, pois sempre foi comprometido com outro projeto”.

Mesmo questionamento foi feito aos demais ministros. “Eles se identificam muito mais com outro jeito de ver o Estado, não comungam com a forma que a gente vê hoje”. Sobre o Ministro Fernando Filho, das Minas e Energia, para o sacerdote ele “faz parte de um grupo do PSB que perdeu a identidade quando se aliou ao um projeto que não condizia com seus líderes históricos”.

Por outro lado, avaliou que o discurso de temer ontem foi equilibrado. Mas a formação dfo Ministério também teve sinais simbólicos. ”Não aparece uma mulher, um negro,  com figuras que se identificaram com a ditadura”.

Ele também critica o PT pelos erros cometidos que culminaram com a queda de Dilma Roussef. “Irresponsabilidades aconteceram e muitas pessoas que chegaram ao poder não souberam lidar com ele, o dinheiro, perdendo de vista um projeto maior”.

Moraes proíbe acampamentos na Praça dos Três Poderes e vê tentativa de coação contra o STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu a instalação de acampamentos ou qualquer forma de obstrução na Praça dos Três Poderes, em Brasília. A medida, determinada no âmbito do inquérito das fake news, foi a base legal usada para remover o deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ), aliado de Jair Bolsonaro, que […]

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu a instalação de acampamentos ou qualquer forma de obstrução na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

A medida, determinada no âmbito do inquérito das fake news, foi a base legal usada para remover o deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ), aliado de Jair Bolsonaro, que havia montado uma barraca no local na sexta-feira (25).

Lopes havia anunciado greve de silêncio e acampamento na praça para protestar contra medidas do tribunal. Jair Bolsonaro e ex-assessores são réus no STF por tentativa de golpe de Estado.

Na decisão de remover a barraca do local, Moraes destacou que o espaço é uma área de segurança institucional e que não será permitido transformar a praça em palco de manifestações com potencial de intimidação contra ministros do Supremo, especialmente em um momento em que réus por tentativa de golpe de Estado começam a ser julgados.

“É vedada qualquer ocupação ou obstrução da Praça dos Três Poderes. A tentativa de repetir os acampamentos golpistas que antecederam os ataques de 8 de janeiro exige uma reação proporcional do Estado”, afirmou o ministro.

Norte e Nordeste apresentam maiores gargalos para universalizar saneamento básico

Juntas, as duas regiões tiveram gasto de R$ 32,6 milhões com doenças de veiculação hídrica, atreladas à falta de saneamento básico Segundo dados do “Painel de Saneamento Brasil”, a partir das informações públicas mais recentes do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) e do DATASUS, portal do Ministério da Saúde, o Nordeste é a […]

Juntas, as duas regiões tiveram gasto de R$ 32,6 milhões com doenças de veiculação hídrica, atreladas à falta de saneamento básico

Segundo dados do “Painel de Saneamento Brasil”, a partir das informações públicas mais recentes do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) e do DATASUS, portal do Ministério da Saúde, o Nordeste é a região com mais casos de internações por doenças de veiculação hídrica – foram mais de 59 mil internações em 2021. Por outro lado, no Norte, ocorreram 25 mil hospitalizações por enfermidades associadas à falta de saneamento.

A maior parte das internações por doenças foi provocada pela falta de saneamento básico. Como um dos maiores desafios, na região Nordeste apenas 30,2% da população possui coleta de esgoto – enquanto apenas 35,5% do esgoto produzido é tratado. A mesma dificuldade é vista no Norte do país, onde somente 14% da população possui coleta de esgoto e somente 20,6% do esgoto gerado é tratado.

Em 2021, as mais de 84.000 mil hospitalizações decorrentes das internações por doenças de veiculação hídrica nas regiões Norte e Nordeste, resultaram num custo de aproximadamente R$ 33 milhões. 

A região Nordeste apresenta a maior despesa com internações por doenças de veiculação hídrica: R$ 23,3 milhões, enquanto no Norte os gastos foram de R$ 9,3 milhões. A falta de acesso à água tratada e ao esgotamento sanitário resultaram em 2021, em um total de 746 óbitos nas regiões.

Ainda relacionando saneamento e doenças em 2021, os dados mostram que o país teve uma despesa de mais de R$ 54 milhões por doenças de veiculação hídrica (diarreicas, dengue, leptospirose, esquistossomose e malária).

Tabela 1 – Indicadores de saúde nas regiões brasileiras em 2021