TSE pede a STF que investigue Bolsonaro por fake news contra sistema eleitoral
Por Nill Júnior
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta segunda-feira (2), por unanimidade, a abertura de um inquérito administrativo sobre ataques à legitimidade das eleições.
O inquérito irá investigar crimes de corrupção, fraude, condutas vedadas, propaganda extemporânea, abuso de poder político e econômico na realização desses ataques.
O plenário do TSE também aprovou, com votação unânime, um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o presidente Jair Bolsonaro seja investigado no inquérito que apura a disseminação de fake news.
O pedido de apuração é baseado nos constantes ataques, sem provas, feitos pelo presidente da República às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral do país.
Bolsonaro passou os últimos dois anos e meio afirmando que houve fraudes nas eleições de 2018. Nunca apresentou provas. Na semana passada, chegou a convocar uma transmissão ao vivo para apresentar o que seriam as supostas provas, mas na ocasião admitiu não ter provas e disseminou fake news.
As medidas foram aprovadas na sessão que marcou a retomada dos trabalhos do Tribunal Superior Eleitoral após o recesso de julho. Presidente da Corte, o ministro Luís Roberto Barroso afirmou que ameaçar a realização de eleições é uma “conduta antidemocrática”.
Ao apresentar seu apoio à proposta de inquérito administrativo, o ministro Alexandre de Moraes ressaltou que “com a democracia não se brinca, não se joga”.
O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e presidente estadual do PSDB, Álvaro Porto, comentou a possível candidatura do prefeito do Recife, João Campos (PSB), ao Governo do Estado em 2026. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Ponto de Encontro da CBN Recife, neste domingo (13), apresentado pelo jornalista Elielson Lima. Segundo […]
O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e presidente estadual do PSDB, Álvaro Porto, comentou a possível candidatura do prefeito do Recife, João Campos (PSB), ao Governo do Estado em 2026.
A declaração foi feita durante entrevista ao programa Ponto de Encontro da CBN Recife, neste domingo (13), apresentado pelo jornalista Elielson Lima.
Segundo Álvaro, o desempenho de João Campos à frente da Prefeitura do Recife e a maneira como o prefeito conduz sua política têm gerado receio entre adversários. “A gente nota que isso é um medo de que João venha disputar a eleição. A classe política vê isso aí. É um medo de disputar eleição com João, porque a gente está vendo que as pesquisas no estado hoje, se a eleição fosse hoje, não tinha nem graça a eleição no estado”, afirmou.
De acordo com o presidente da Alepe, o favoritismo de João Campos nas pesquisas reflete o trabalho realizado na capital pernambucana e a aceitação popular.
Álvaro ressaltou ainda que, independentemente das siglas partidárias, o mais importante são as pessoas. “Ficam criticando porque é partido A, partido B, mas para mim o que vale são as pessoas. E se realmente ele for candidato a governador, vai ser uma disputa forte. Não tem eleição fácil”, disse.
Ainda segundo Álvaro Porto, embora reconheça a dificuldade natural de qualquer campanha, acredita que João Campos teria uma vitória tranquila se o pleito fosse realizado hoje. “Vai ser uma campanha difícil, mas eu tenho certeza que vai ser uma vitória fácil de João”, concluiu.
O Ministério da Integração Nacional se manifestou sobre a manifestação de credores da empresa Mendes Júnior que fecharam na sexta-feira (6) a comporta da Barragem de Tucutu. A comporta faz parte do eixo Norte do projeto de Transposição do Rio São Francisco. De acordo com o grupo, o Ministério da Integração não cumpriu o acordo de pagamento […]
O Ministério da Integração Nacional se manifestou sobre a manifestação de credores da empresa Mendes Júnior que fecharam na sexta-feira (6) a comporta da Barragem de Tucutu.
A comporta faz parte do eixo Norte do projeto de Transposição do Rio São Francisco. De acordo com o grupo, o Ministério da Integração não cumpriu o acordo de pagamento de R$ 24 milhões em créditos.
Já o Ministério da Integração diz que o ato teve danos à estrutura das instalações e repudiou o episódio. Também se manifestou sobre a questão entre eles e a Mendes Júnior. Leia:
1) Na última sexta-feira (6/10), um grupo de pessoas invadiu e depredou instalações do canteiro das obras de construção do Trecho N1 do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco. O incidente aconteceu no município de Salgueiro (PE). Foram identificados danos nas mangueiras das comportas do Reservatório de Tucutu. Mais cedo, ainda na sexta-feira, a estrutura de controle do reservatório já havia sido danificada por pichação (fotos anexas). A suspeita é de que as depredações tenham sido feitas por comerciantes e credores da Mendes Jr, empresa que havia sido contratada para a obra, mas que não a concluiu;
2) Esse ato criminoso põe em risco o abastecimento de pelo menos três mil pessoas em cerca de 17 comunidades que poderão vir a ser favorecidas pela chegada da água no Reservatório de Terra Nova, seguinte ao de Tucutu;
3) A administração da construtora Emsa – líder do consórcio que venceu a disputa para completar as obras do trecho N1 – registrou um Boletim de Ocorrência (em anexo) denunciando e informando os acontecimentos às autoridades policiais e a existência de ameaças contra a integridade física de seus empregados;
4) Há suspeitas de que a depredação possa ter sido liderada por comerciantes da região, que cobram dívidas da Construtora Mendes Jr. Segundo os credores, os débitos são da ordem de R$ 24 milhões. A empreiteira era a responsável pelas obras de implantação do trecho N1, mas foi obrigada a se afastar da obra após ter sido considerada inidônea pela CGU por estar envolvida nas investigações da Operação Lava Jato;
5) O Ministério da Integração Nacional destaca que não há passivos seus em relação à empresa Mendes Jr. Ao contrário: a empresa é que tem dívidas pendentes com a Pasta, referentes a multas por readequação de preços e a penalidades contratuais. Os valores totaisdas dívidas da Mendes Jr. com o Ministério da Integração superam os R$ 200 milhões;
6) Os débitos da Mendes Jr. com os comerciantes da região referem-se a uma relação contratual entre empresas privadas. Pela legislação em vigor, o Ministério da Integração Nacional está impedido de saldar dívidas da construtora com seus fornecedores. Os pagamentos aos fornecedores e comerciantes da região devem, assim, ser quitados pela empresa Mendes Jr., que foi a responsável pela contratação dos serviços e aquisição dos materiais;
7) Ainda assim, sempre na tentativa de buscar uma solução para a questão e mediar um acordo entre as partes, a equipe do Ministério da Integração manteve reuniões tanto com a construtora como com os credores. Mas, até o momento, nenhum acordo foi fechado;
8) Na quinta-feira (5), a Coordenadoria-Geral de Acompanhamento de Obras e Fiscalização do Projeto de Integração do Rio São Francisco comunicou à Secretaria de Infraestrutura Hídrica do Ministério da Integração Nacional a existência de ameaças de credores da Mendes Jr. a funcionários do Ministério e do consórcio construtor que toca conclusão das obras;
9) As ameaças verbais são frequentes e agressivas. Se referem à intenção de fechar o prédio onde funciona a Coordenação do Eixo Norte e a Gerenciadora, instalados em Salgueiro (PE); invadir e paralisar o canteiro da empreiteira Emsa, assim como das suas subcontratadas; fechar a BR 116 no trecho em frente aos escritórios da Coordenação; e depredar o canal e as obras em funcionamento. Existem áudios comprobatórios de tais ameaças – ainda sem identificação dos autores (ouça aqui – áudio 1; áudio 2; áudio 3).
10) Devido aos danos nas mangueiras, foi verificado vazamento de óleo no Reservatório de Tucutu. Para garantir a segurança das pessoas e da estrutura, as equipes técnicas do Ministério optaram por fechar a comporta responsável pela passagem da água do Rio São Francisco para os canais subsequentes;
11) No momento, o Ministério da Integração analisa as medidas legais cabíveis;
12) A Pasta também está avaliando todos os prejuízos causados para que as comportas sejam reabertas o mais rápido possível.
Santa Terezinha que havia informado o terceiro óbito, fez retificação e voltou a ter dois. Itapetim registrou o terceiro óbito. Região chega a quase 80% de pacientes recuperados da Covid-19. Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados nesta quarta-feira (29), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 3.290 […]
Santa Terezinha que havia informado o terceiro óbito, fez retificação e voltou a ter dois.
Itapetim registrou o terceiro óbito.
Região chega a quase 80% de pacientes recuperados da Covid-19.
Por André Luis
De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados nesta quarta-feira (29), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 3.290 casos confirmados de Covid-19. Dez, cidades registraram 109 novos casos nas últimas 24 horas.
Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 1.920 confirmações. Logo em seguida, com 321 casos confirmados está Tabira, São José do Egito está com 219 casos confirmados e Afogados da Ingazeira está com 196.
Carnaíba está com 99 casos, Triunfo está com 82 casos, Flores está com 75, Calumbi (a Secretaria de Saúde informou que o boletim de ontem, vai ser divulgado hoje) está com 64, Quixaba tem 50, Iguaracy tem49, Brejinho esta com 43, e Tuparetama tem 42 casos confirmados.
Itapetim está com 39 casos confirmados, Solidão tem 35, Santa Cruz da Baixa Verde tem 27, Santa Terezinha tem 18, e Ingazeira tem 11 casos confirmados.
Mortes –Itapetim registrou mais um óbito e Santa Terezinha que havia informado o terceiro, retificou o boletim e voltou a contabilizar dois.A Região tem agora no total, 74 óbitos por Covid-19. Até o momento, treze cidades registraram mortes. São elas: Serra Talhada 25, Triunfo 9, Afogados da Ingazeira tem 7 óbitos, Carnaíba tem 6, Tabira e Flores tem 5 óbitos cada, Quixaba, Iguaracy, Tuparetama e Itapeitm tem 3 cada, São José do Egito e Santa Terezinha tem 2 óbitos cada, Calumbi tem 1 óbito.
Recuperados – Nas últimas 24 horas, a região registrou cento e setenta e três novas curas clínicas, totalizando 2.600 recuperados. O que corresponde a 79,02% dos casos confirmados.
O levantamento foi fechado às 06h30 desta quinta-feira (30.07), com os dados fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.
Por André Luis A governadora Raquel Lyra (PSDB), usou as suas redes sociais nesta sexta-feira (27), para informar que determinou à polícia a “investigação rigorosa do crime bárbaro em São João, para que os responsáveis sejam identificados e levados à Justiça. Na noite desta quinta-feira (26), cinco pessoas foram mortas durante ataque a tiros registrado, […]
A governadora Raquel Lyra (PSDB), usou as suas redes sociais nesta sexta-feira (27), para informar que determinou à polícia a “investigação rigorosa do crime bárbaro em São João, para que os responsáveis sejam identificados e levados à Justiça.
Na noite desta quinta-feira (26), cinco pessoas foram mortas durante ataque a tiros registrado, no município de São João, Agreste de Pernambuco. Entre as vítimas da chacina está uma bebê de apenas 2 anos.
Segundo informações, um grupo de homens armados chegaram atirando contra as pessoas que estavam em um espetinho no Centro da cidade. Dez pessoas foram baleadas – três delas morreram na hora e duas no Hospital Dom Moura, em Garanhuns. As outras cinco feridas seguem internadas.
“Minha solidariedade às famílias, em especial a da pequena Maria Sophia. Vamos enfrentar pra valer a violência em Pernambuco”, destacou a governadora.
A Polícia Civil confirmou a prisão de dois homens suspeitos de envolvimento na chacina.
Nicinha Melo queria saber sobre a possibilidade do afastamento de conselheiro para participar, sem prejuízo a sua remuneração, de curso de pós-graduação O Pleno do Tribunal de Contas firmou entendimento, na manhã desta quarta-feira, 28, de que conselheiros tutelares de todo o Estado não possuem vínculo empregatício ou mesmo estatutário com a Administração Pública. O […]
Nicinha Melo queria saber sobre a possibilidade do afastamento de conselheiro para participar, sem prejuízo a sua remuneração, de curso de pós-graduação
O Pleno do Tribunal de Contas firmou entendimento, na manhã desta quarta-feira, 28, de que conselheiros tutelares de todo o Estado não possuem vínculo empregatício ou mesmo estatutário com a Administração Pública.
O julgamento é uma resposta à consulta formulada pela prefeita da cidade de Tabira, Maria Claudenice Pereira, Nicinha Melo, sobre a possibilidade do afastamento de conselheiro tutelar para participar, sem prejuízo à sua remuneração, de curso de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado).
“Os conselheiros não são investidos em cargos ou empregos públicos efetivos ou temporários, de qualquer natureza. Não existindo, com efeito, entre os conselheiros e a Administração Pública vínculos de submissão e dependência laboral. Além disso, eles são eleitos pela comunidade, para exercer um mandato, sendo sua atividade inteiramente autônoma”, disse o procurador do Ministério Público de Contas, Ricardo Alexandre. Ainda segundo ele, a atual legislação não garante aos conselheiros tutelares jornada de trabalho de oito horas diárias ou quarenta e quatro horas semanais.
Segundo o parecer elaborado, os conselheiros tutelares, embora possuam alguns direitos inerentes aos trabalhadores em geral e que são reconhecidos pelo art. 134 do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) – tais como: cobertura previdenciária, gozo de férias anuais remuneradas acrescidas de 1/3 da remuneração mensal, licença maternidade, licença-paternidade, gratificação natalina, entre outros – não possuem vínculo empregatício ou estatutário.
Em seu voto (n° 21101041-8), seguido em unanimidade pelos demais conselheiros presentes, o conselheiro Marcos Loreto, relator, explicou que conselheiro tutelar é agente honorífico e não mantém vínculo empregatício ou estatutário com a Administração Pública.
“A própria natureza temporária do mandato de Conselheiro Tutelar não recomenda, em face do interesse público, que a Administração incorra em gastos com cursos de longa duração (especialização lato sensu, mestrado e doutorado) para formação desses agentes públicos honoríficos”, apontou ele.
O voto foi aprovado por unanimidade pelos conselheiros Carlos Neves, Carlos Porto e Valdecir Pascoal. A sessão foi presidida pela conselheira Teresa Duere, em substituição ao conselheiro Ranilson Ramos. O Ministério Público de Contas foi representado pelo seu procurador-geral, Gustavo Massa.
Você precisa fazer login para comentar.