Triunfo tem o 1º lugar no índice de desenvolvimento do Pajeú e Calumbi, o último
Por André Luis
Por Anchieta Santos
O índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) avalia o nível de desenvolvimento econômico dos mais de 5 mil municípios brasileiros e considera indicadores em três áreas: emprego e renda; educação; e saúde.
Levantamento da produção do Rádio Vivo, mostra que em Pernambuco Fenando de Noronha é a 1a colocada.
Triunfo é a mais desenvolvida da região do Pajeú e 20ª lugar no estado; em segundo lugar Carnaíba, que é 30ª no estado; em terceiro na região Tabira que ocupa o 40º lugar no geral; em seguida vem Serra Talhada, Afogados da Ingazeira, Santa Terezinha, Quixaba, Tuparetama, Solidão, Ingazeira, São José do Egito, Flores, Iguaraci, Santa Cruz da Baixa Verde e Calumbi.
Número de casos ativos está caindo e agora são 2.792 Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta sexta-feira (11), foram notificados 408 novos casos de Covid-19, 809 recuperados e nenhum novo óbito na região nas últimas 24h. As dezessete cidades do […]
Número de casos ativos está caindo e agora são 2.792
Por André Luis
De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta sexta-feira (11), foram notificados 408 novos casos de Covid-19, 809 recuperados e nenhum novo óbito na região nas últimas 24h.
As dezessete cidades do Pajeú confirmaram novos casos. Foram 58 em Afogados da Ingazeira, 11 em Brejinho, 13 em Calumbi, 17 em Carnaíba, 31 em Flores, 26 em Iguaracy, 10 em Ingazeira, 20 em Itapetim, 6 em Quixaba, 10 em Santa Cruz da Baixa Verde, 4 em Santa Terezinha, 26 em São José do Egito, 124 em Serra Talhada, 3 em Solidão, 23 em Tabira, 19 em Triunfo e 7 em Tuparetama.
Agora o Sertão do Pajeú conta com 48.339 casos confirmados, 44.856 recuperados (92,79%), 691 óbitos e 2.792 casos ativos da doença.
Na última terça-feira (30), o prefeito de Brejinho, Gilson Bento, acompanhado pelo deputado estadual Gustavo Gouveia, esteve no Palácio do Campo das Princesas, em Recife, em uma importante visita ao gabinete do Secretário da Casa Civil de Pernambuco, Túlio Vilaça. O objetivo da reunião foi buscar investimentos e oportunidades para o desenvolvimento do município de […]
Na última terça-feira (30), o prefeito de Brejinho, Gilson Bento, acompanhado pelo deputado estadual Gustavo Gouveia, esteve no Palácio do Campo das Princesas, em Recife, em uma importante visita ao gabinete do Secretário da Casa Civil de Pernambuco, Túlio Vilaça. O objetivo da reunião foi buscar investimentos e oportunidades para o desenvolvimento do município de Brejinho.
Durante o encontro, o prefeito Gilson Bento destacou a importância de parcerias entre o governo municipal e o governo estadual para promover melhorias e avanços na cidade. Ele ressaltou o compromisso de sua gestão em buscar recursos e apoio para atender às necessidades da população brejinhense.
“A visita ao Palácio do Campo das Princesas foi uma oportunidade de apresentar as demandas do nosso município e buscar investimentos que possam contribuir para o desenvolvimento local. Estamos empenhados em trabalhar em conjunto com o governo estadual para garantir mais qualidade de vida e oportunidades para os nossos munícipes”, afirmou o prefeito.
O prefeito anunciou que em breve serão divulgadas novidades para a população de Brejinho, resultado das tratativas realizadas durante a visita ao Palácio do Campo das Princesas.
“Foi ato de irresponsabilidade”. Instituição diz que mantém trabalho de referência na região A Direção da Escola Municipal José Paulino de Siqueira acusou dois alunos matriculados no 8º e 9º ano da escola de “ato de irresponsabilidade” ao oferecer merenda escolar para cães em vídeos que circularam nas redes sociais do município. Segundo o texto, […]
“Foi ato de irresponsabilidade”. Instituição diz que mantém trabalho de referência na região
A Direção da Escola Municipal José Paulino de Siqueira acusou dois alunos matriculados no 8º e 9º ano da escola de “ato de irresponsabilidade” ao oferecer merenda escolar para cães em vídeos que circularam nas redes sociais do município.
Segundo o texto, assinado pela Diretora Geiza Souza Silva, no lugar de colocar os pratos em local adequado, alunos os deixaram dispersos. “Sem que fosse percebido, um cachorro comeu os restos das merendas e os alunos filmaram “em um momento de brincadeira”.
Antes da divulgação das imagens a Direção já havia tomado conhecimento do caso e se posicionado, resolvendo de acordo com as normas da escola, segundo a nota. Disse ainda que o fato não é corriqueiro e que a escola oferece uma educação de qualidade, respeito e compromisso. “Infelizmente fomos vítimas de uma atitude imprudente dos alunos e mediante esta situação algumas pessoas aproveitaram-se para apelar politicamente”.
A nota ainda questiona o fato de que a divulgação nas redes sociais e blog aconteceram sem ouvir a escola. “Venham conhecer nossa instituição e presenciar o quanto progredimos na limpeza, merenda, trabalho pedagógico, organização, estrutura física, estrutura de eventos e principalmente na receptividade de toda a comunidade escolar que vem sempre convidada a estar presente no nosso dia-a-dia de trabalho”, conclui.
Foi publicado nesta terça-feira (15), no Diário Oficial da União, o decreto presidencial que regulamenta a Lei da Reciprocidade Econômica. A norma estabelece critérios para que o Brasil possa suspender concessões comerciais, de investimentos ou de propriedade intelectual em resposta a ações unilaterais de países ou blocos econômicos que afetem a competitividade do país no […]
Foi publicado nesta terça-feira (15), no Diário Oficial da União, o decreto presidencial que regulamenta a Lei da Reciprocidade Econômica. A norma estabelece critérios para que o Brasil possa suspender concessões comerciais, de investimentos ou de propriedade intelectual em resposta a ações unilaterais de países ou blocos econômicos que afetem a competitividade do país no cenário internacional.
O texto também institui o Comitê Interministerial de Negociação e Contramedidas Econômicas e Comerciais, que será responsável por deliberar sobre a adoção de medidas provisórias e acompanhar negociações voltadas à superação dos entraves impostos por terceiros ao Brasil.
O comitê será presidido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e contará com a participação dos ministros da Casa Civil, da Fazenda e das Relações Exteriores. A Secretaria-Executiva ficará a cargo do MDIC, e a participação de outros ministérios poderá ser solicitada conforme a pauta discutida.
O decreto permite ao Brasil adotar contramedidas provisórias, de caráter excepcional e com tramitação acelerada. Os pedidos deverão ser encaminhados à Secretaria-Executiva do comitê, que consultará os demais ministérios e poderá ouvir representantes do setor privado antes de submeter a questão à deliberação.
Essas contramedidas podem ser aplicadas em casos como:
Ações unilaterais que tentem interferir em decisões soberanas do Brasil;
Violações de acordos comerciais que prejudiquem benefícios pactuados;
Requisitos ambientais impostos por outros países que ultrapassem os padrões adotados no Brasil.
Além disso, o decreto regulamenta as contramedidas ordinárias, previstas nos artigos 3º, 9º, 10º e 11º da Lei da Reciprocidade. Nesse caso, os pedidos serão analisados pela Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) e deverão passar por consulta pública antes de serem deliberados pelo Comitê Executivo de Gestão (Gecex). A decisão final caberá ao Conselho Estratégico da Camex.
A atuação do Ministério das Relações Exteriores (MRE) está prevista em todas as fases do processo. Caberá à pasta notificar os países ou blocos econômicos afetados e conduzir as consultas diplomáticas, em articulação com o MDIC e outros órgãos da Camex. O Itamaraty também deverá apresentar relatórios periódicos ao Gecex com informações sobre o andamento das negociações.
A regulamentação reforça a posição do governo federal de responder de forma coordenada e técnica a ações internacionais que prejudiquem os interesses comerciais e econômicos do Brasil.
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