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Transnordestina emite nota sobre acidente com mortes em Serra Talhada

Por Nill Júnior

A Transnordestina Logística emitiu nota à Rádio Cultura FM sobre o acidente que ocorreu com três mortes na tarde desta segunda (2), quando uma composição atingiu um carro de passeio.

Morreram Adelmo Leite, 59 anos, que foi presidente da Associação do Poço do Serrote por muito tempo, sua esposa Geralda Leite, 52 anos e o filho do casal, Fabiano Leite, 32 anos.

Segundo a apuração dos bombeiros, o veículo de passeio colidiu com o trem SD 40-2 da Transnordestina, sendo arrastado por aproximadamente 100 metros do local da colisão, resultando no óbito das três vítimas da mesma família que estavam no carro. O maquinista do trem e o auxiliar do maquinista não sofreram lesões.

“A Transnordestina Logística lamenta profundamente as mortes de três pessoas em uma ocorrência nesta segunda-feira envolvendo um veículo de passeio e um trem em uma Passagem em Nível na altura do município de Serra Talhada, em Pernambuco”.

Segundo segue a nota, na região circulam trens de serviço que fazem a manutenção da linha férrea. “A Passagem em Nível é o dispositivo apropriado para a travessia de veículos e pedestres e, na aproximação do trem, há uma série de procedimentos de segurança, como acionamento da buzina e redução da velocidade, praticados regularmente. A empresa está colaborando com as autoridades responsáveis pela investigação do acidente e dará assistência aos familiares das vítimas”.

Em sua rede social, a prefeita Márcia Conrado também lamentou o ocorrido. “Foi com muita tristeza que recebemos a notícia da morte precoce e trágica de Adelmo Leite, que foi presidente da Associação do Poço do Serrote por muito tempo, sua esposa Geralda, e o filho do casal, Fabiano. Que nesse momento difícil, Deus conforte o coração da família e amigos, dando forças para seguir em frente, e que Ele os receba em sua morada”.

Outras Notícias

Encontro de Jipeiros do Pajeú tem participação recorde e competidores do Nordeste

Clique aqui e veja todas as imagens de Cláudio Gomes, na Fanpage do Blog O IV Encontro de Jipeiros de Afogados da Ingazeira aconteceu nestes dias 1,2 e 3 de maio, com uma grande movimentação na trilha que foi montada entre as comunidades de Curral Velho e Colônia, com premiação de R$ 3 mil. A […]

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Edvaldo Xavier de Albuquerque Filho, que todos só conhecem por Guí, teve dois primeiros lugares, nas categorias Força Livre e Jeep Adaptado. Na foto, ao lado da esposa, Dayse Dantas, em parte das provas. Na foto, ao menos, a cara dela é de quem tava com medo. Ou não?

Clique aqui e veja todas as imagens de Cláudio Gomes, na Fanpage do Blog

O IV Encontro de Jipeiros de Afogados da Ingazeira aconteceu nestes dias 1,2 e 3 de maio, com uma grande movimentação na trilha que foi montada entre as comunidades de Curral Velho e Colônia, com premiação de R$ 3 mil.

A organização foi da Associação dos Jipeiros do Pajeú, presidida por Denylson Inácio, com locução de Wellington Rocha. O grande ganhador foi o afogadense Edvaldo Xavier de Albuquerque Filho, que todos só conhecem por Guí. Ele teve dois primeiros lugares, nas categorias Força Livre e Jeep Adaptado. O legal foi vê-lo disputando ao lado da esposa, Dayse Dantas, em parte das provas.

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O evento teve a presença de varios Jeep clubes de Serra Talhada, Salgueiro, Garanhuns e outros estados, como Paraíba e Rio Grande do Norte. Foram 70 inscritos. A cronometragem foi de uma empresa oficial da Paraíba.

A nota triste, segundo a organização foi a ausência do Destacamento do Corpo de Bombeiros. “Já PM e Prefeitura foram de com a gente”, diz Denilson em nota. Foram 35 patrocinadores.

As belas fotos são do parceiro Cláudio Gomes, que registrou as imagens ao lado de Petrônio Pires, cinegrafista. Veja todas as fotos através da Fanpage do Blog.

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Afogados: Prefeitura entrega novo ônibus para TFD

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira entregou  mais um ônibus para auxiliar no transporte fora de domicílio (TFD). A entrega aconteceu em frente à Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, logo após a missa. O ônibus é da marca Mercedes-Benz, comar-condicionado, frigobar, banheiro, poltronas reclináveis, televisão e aparelho de DVD. Será usado para os pacientes […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira entregou  mais um ônibus para auxiliar no transporte fora de domicílio (TFD). A entrega aconteceu em frente à Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, logo após a missa.

O ônibus é da marca Mercedes-Benz, comar-condicionado, frigobar, banheiro, poltronas reclináveis, televisão e aparelho de DVD. Será usado para os pacientes que precisam se deslocar para consultas, exames ou outros procedimentos médicos fora de Afogados.

“Esse é um momento muito gratificante na minha vida como gestor. Poder através da ação pública, garantir mais conforto, segurança e comodidade para as pessoas na hora em que elas mais precisam,”avaliou o Prefeito José Patriota.

A cerimônia contou com a benção do Padre Joaci e as presenças do vice-prefeito, Alessandro Palmeira, Secretários e servidores municipais, moradores e dos vereadores Augusto Martins, Franklin Nazário, Cancão, Luiz Besourão e Raimundo Lima. O layout do ônibus traz homenagens a Dom Francisco e celebra pontos importantes da cidade, como a Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, a Serra do Giz, o cineteatro São José e o Museu do Rádio.

O novo ônibus foi adquirido com recursos  do IPTU  e custou R$ 169.850,00. Também foram  entregues dois veículos ônix, 0 quilômetro para auxiliar os trabalhos desenvolvidos pela Secretaria Municipal de Saúde.

Logo após a entrega oficial, o ônibus seguiu para a sua primeira viagem ao Recife, transportando passageiros que necessitam utilizar os serviços do TFD. Esse é o segundo ônibus adquirido pela Prefeitura de Afogados em pouco mais de três anos, segundo nota. O primeiro foi entregue em 2014, e é da marca Scania.

Pernambuco tem o ano mais violento da história, diz Silvio

O ano de 2017, infelizmente, vai ficar marcado como o ano mais violento da história de Pernambuco. Em 11 meses, já foram registrados em Pernambuco mais de 5 mil assassinatos, a pior marca desde que esse tipo de crime passou a ser acompanhado pela SDS, em 2004. Nos três anos do governo Paulo Câmara, 13.398 […]

Foto: Roberto Soares/Alepe

O ano de 2017, infelizmente, vai ficar marcado como o ano mais violento da história de Pernambuco. Em 11 meses, já foram registrados em Pernambuco mais de 5 mil assassinatos, a pior marca desde que esse tipo de crime passou a ser acompanhado pela SDS, em 2004. Nos três anos do governo Paulo Câmara, 13.398 pernambucanos foram assassinados, número que ainda deverá crescer quando foram contabilizados os números de dezembro.

A sensação de insegurança no Estado amedronta o povo pernambucano e já compromete o ambiente de negócios em Pernambuco, que tem atraído cada vez menos investimentos privados. A sociedade pernambucana é penalizada duplamente, quando paga o pior dos impostos, o imposto do medo, e assiste o baixo crescimento econômico nos levar ao posto de campeão nacional do desemprego.

Lamentavelmente, o atual governo revela-se completamente incapaz de reagir. As ações anunciadas, como entrega de novas viaturas e contratação de mais policiais, são importantes, mas na verdade é mais uma tentativa de confundir a opinião pública, uma vez que as novas viaturas apenas repõem as que saíram de circulação e os novos soldados apenas substituem os policiais que passaram para reserva.

Na prática, as ações do governo na segurança se limitaram à troca de comando da Polícia Militar e da Civil e a substituição de secretários – já foram três na atual gestão. Iniciativas que não se traduziram em resultados. Além do recorde de assassinatos, temos um dos menores índices de resolubilidade de crimes, elevado déficit de homens nas policias, baixos investimentos em inteligência e prevenção da violência, além de integração com os municípios para combater a criminalidade.

O povo de Pernambuco merece respostas. Uma política de segurança pública eficaz só se constrói com a participação de toda a sociedade. A hora é de unir os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário; as entidades da sociedade civil, como a OAB, as universidades; os agentes de segurança e os movimentos sociais em prol da redução da violência. O governo do Estado precisa ter a humildade de reconhecer que está perdendo a guerra para a criminalidade e aceitar a ajuda de quem está disposto a contribuir para mudar esse quadro.

De quem é o projeto? Educação de Jovens e Adultos é um direito, não um cabo de guerra

Por Damião Alves de Lucena* O debate na Câmara de Vereadores de Arcoverde expõe uma contradição central: um projeto voltado à Educação de Jovens e Adultos (EJA), que deveria ser celebrado como política pública de inclusão, transforma-se em disputa de protagonismo político. A questão essencial permanece: o projeto pertence a quem? Aos gestores ou à […]

Por Damião Alves de Lucena*

O debate na Câmara de Vereadores de Arcoverde expõe uma contradição central: um projeto voltado à Educação de Jovens e Adultos (EJA), que deveria ser celebrado como política pública de inclusão, transforma-se em disputa de protagonismo político.

A questão essencial permanece: o projeto pertence a quem? Aos gestores ou à população que dele necessita? A realidade estatística mostra que o alto índice de analfabetismo em Pernambuco e no município de Arcoverde revela a ausência de políticas estruturais eficazes, sendo estas substituídas por ações paliativas.

A expansão do ensino integral, ao eliminar o ensino noturno, agravou a exclusão de trabalhadores, especialmente mulheres, população negra e grupos socialmente vulnerabilizados, ampliando a evasão escolar.

Embora haja pressão institucional do Ministério Público, dos Fóruns da EJA e da AMUPE para a ampliação da modalidade e a adesão de Arcoverde ao Pacto pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação, a realidade local ainda é marcada por precariedade estrutural, poucas turmas e condições inadequadas de funcionamento, desrespeitando a dignidade dos estudantes.

Segundo dados do IBGE de 2022, Arcoverde possui cerca de 12,3% de sua população em situação de analfabetismo nas séries iniciais, ou seja, sem domínio da leitura e da escrita. É preciso criar ações concretas para enfrentar essa realidade, como a abertura de turmas de EJA nas escolas das periferias e da zona rural, além da melhoria da estrutura das unidades que atualmente atendem essa modalidade.

A Escola Freire Filho, no bairro São Geraldo, apresenta estrutura precária e mobiliário inadequado, pensado para crianças e não para adultos. Já a Escola João Batista Cruz, localizada no bairro Cidade Jardim, também não atende plenamente às necessidades desse público.

A lógica de disputa pela “paternidade” de projetos deve ser superada, pois o foco precisa ser o compromisso político com o direito à educação. Não basta oferecer incentivo financeiro, ainda limitado, sendo necessárias políticas concretas de permanência, com infraestrutura adequada, formação de professores e ampliação da oferta para os territórios mais vulneráveis.

É importante lembrar que muitos estudantes da EJA são oriundos de trajetórias escolares marcadas por exclusão e por modelos educacionais que não atenderam às suas realidades.

Por fim, reafirmo que a EJA é um direito e não pode ser tratada como instrumento de capital político. Cabe ao poder público garantir acesso, permanência e dignidade educacional à população historicamente excluída.

* Professor da Rede Municipal de Ensino. EJA- Fórum Municipal da EJA – Arcoverde, Pernambuco.

Painel de atendimento em hospital público do DF é flagrado exibindo palavrão: ‘Vai à merda!’

G1 Um painel de atendimento do Hospital Regional de Planaltina, região administrativa do Distrito Federal, exibiu uma mensagem de xingamento, na noite de sábado (15). O painel é utilizado para divulgar a senha e o nome de pacientes para acolhimento. De acordo com a técnica em contábil Silvani Ferreira, que acompanhava o marido no hospital, […]

G1

Um painel de atendimento do Hospital Regional de Planaltina, região administrativa do Distrito Federal, exibiu uma mensagem de xingamento, na noite de sábado (15). O painel é utilizado para divulgar a senha e o nome de pacientes para acolhimento.

De acordo com a técnica em contábil Silvani Ferreira, que acompanhava o marido no hospital, a tela já exibia mensagens inusitadas. “Começou primeiro chamando ‘teste’ e depois ‘boa noite’. Já dava pra ver que havia uma falha humana”, disse.

Ela ainda conta que a mensagem com o xingamento apareceu depois de ter reclamado da demora para ser atendida. “Meu marido estava aguardando atendimento desde 14h15 da tarde e já era mais de 20h. Realizei a reclamação e, quando notei, havia esta frase escrita. Aí fiz as fotos”, afirmou.

Em nota, a Secretaria de Saúde disse que a direção do hospital informou que está investigando o login responsável pela exibição da mensagem. Também declarou que a frase é um “desrespeito aos pacientes”.