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SJE: Zé Bilu deixa União Brasil e adere a oposição

Por André Luis

Primeira mão

O pré-candidato a vereador, José Bilu, trocou o União Brasil (UB), pelo Republicanos. 

Agora, Zé Bilu que foi vereador de São José do Egito e tem base política em Riacho do Meio se junto ao grupo da oposição e já declarou apoio ao pré-candidato a prefeito, Fredson da Perfil.

Segundo informações apuradas pelo blog, a decisão de Bilu foi tomada em retaliação após a queda da comissão do partido UB na cidade. 

O partido tinha, em São José do Egito, o comando de nomes como Edílio Lira, Hugo Rabelo e Ronaldo Muniz, todos ligados ao prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, que vinha sendo considerado o nome da situação para disputar a sucessão do prefeito Evandro Valadares.

Agora, foi publicada a nova comissão provisória da legenda. Lula Vieira, marqueteiro ligado a Paulo Jucá, assumiu a legenda.

O vice é Jeverson Ricardo Felipe de Góis, do setor de compras da prefeitura,  que também tem ligação com o Secretário.

Outras Notícias

Coluna do Domingão

O Caos criado pela desinformação Esta semana, as redes sociais foram tomadas por uma enxurrada de fake news sobre supostas mudanças no Pix e no uso de cartões de crédito, gerando pânico e prejuízos para comerciantes e consumidores. A principal mentira que circulou foi a de que a Receita Federal estaria impondo novos impostos sobre […]

O Caos criado pela desinformação

Esta semana, as redes sociais foram tomadas por uma enxurrada de fake news sobre supostas mudanças no Pix e no uso de cartões de crédito, gerando pânico e prejuízos para comerciantes e consumidores. A principal mentira que circulou foi a de que a Receita Federal estaria impondo novos impostos sobre as transações via Pix para quem recebesse mais de R$ 5 mil mensais. No entanto, a própria Receita Federal foi clara ao desmentir essa informação, esclarecendo que não há criação de novos impostos. O objetivo das mudanças no sistema de monitoramento é, na verdade, aprimorar a fiscalização e o gerenciamento de riscos, sem qualquer impacto sobre o bolso dos cidadãos.

Em resposta às fake news, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que teve um vídeo fake produzido por Inteligência Artificial, foi incisivo: “Imposto sobre Pix, mentira. Imposto sobre quem compra dólar, mentira. Imposto sobre quem tem um animal de estimação. Mentira. Pessoal, vamos prestar atenção. […] Essas coisas estão circulando e nem sempre as pessoas têm tempo de checar as informações. […] Fake news prejudica o debate público, prejudica a política, prejudica a democracia.” Mas a verdade não conseguiu frear o estrago: comerciantes, em um reflexo de medo e desinformação, começaram a colar placas em seus estabelecimentos dizendo que não aceitavam mais Pix ou cartões de crédito. O resultado? Um caos econômico desnecessário, gerado por mentiras.

Essa situação é mais um exemplo claro do quanto as fake news são prejudiciais, não apenas à economia, mas ao próprio funcionamento da democracia. Infelizmente, estamos vivendo em um momento em que o conteúdo falso circula com uma velocidade incomparável à verdade, criando um ambiente de incertezas e insegurança. O cenário é agravado pela resistência de algumas grandes empresas de tecnologia, como Facebook, Google e Twitter, que se opõem à regulação mais rígida das plataformas digitais. Elas alegam defender a liberdade de expressão, mas, na prática, contribuem para a proliferação de desinformação sem qualquer tipo de responsabilidade.

E ainda há quem, em nome dessa falsa liberdade, defenda a desregulamentação das redes sociais. Esse discurso é perigoso e altamente irresponsável, pois ignora os danos causados por uma desinformação desenfreada. O que estamos vendo é uma disputa entre o interesse das big techs e o bem-estar coletivo. As fake news geram consequências graves: elas destroem a confiança nas instituições, prejudicam a economia e, sobretudo, minam o debate público, essencial para o bom funcionamento da democracia. Não podemos mais fechar os olhos para a urgência de uma regulação eficiente, que coloque limites no uso indevido dessas plataformas e assegure que a verdade seja a protagonista nas discussões políticas e sociais.

Meu ditador preferido

Enquanto Lula evitou comparecer à posse de Nicolás Maduro, marcada por acusações de fraude eleitoral, o PT e o MST enviaram comitivas ao evento, reforçando críticas de alinhamento com o regime chavista. Representantes como João Pedro Stédile e Valter Pomar participaram da cerimônia e de eventos promovidos pelo Foro de São Paulo, em apoio ao líder venezuelano.

Apesar de enviar a embaixadora Gilvânia Maria de Oliveira para manter relações diplomáticas, o gesto do Planalto é visto como reconhecimento tácito de Maduro, contradizendo o discurso inicial de contestação à legitimidade do pleito. A presença de grupos brasileiros em Caracas reforça o vínculo ideológico com o chavismo, levantando críticas de que o governo estaria “flertando com a ditadura” e provocando desconforto político no cenário nacional e internacional.

Fogo Amigo

A relação entre o atual prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti (Podemos), e o ex-prefeito Wellington Maciel ficou tensa após a divulgação de um relatório financeiro que contradiz declarações de Cavalcanti sobre um déficit de mais de R$ 18 milhões nas contas da prefeitura.

Segundo o relatório da gestão Wellington Maciel, o saldo deixado em 31 de dezembro de 2024 é de R$ 30,8 milhões, abrangendo valores positivos em secretarias, fundos municipais e autarquias. Mesmo ao considerar restos a pagar, o saldo seria de R$ 17,8 milhões, bem distante do rombo apresentado por Zeca Cavalcanti.

A equipe econômica da gestão anterior afirma ter documentos que comprovam os números e defende que o relatório foi elaborado para esclarecer a situação financeira com transparência. O embate expõe o “fogo amigo” entre Wellington, que apoiou Zeca nas eleições de 2024, e o atual prefeito, marcando um início de mandato turbulento em Arcoverde.

Herança maldita 1

A equipe financeira do prefeito de Tabira, Flávio Marques, revelou uma dívida de R$ 1.959.097,91 deixada pela ex-prefeita Nicinha de Dinca, referente ao não pagamento do INSS nos últimos meses de 2024, incluindo o 13º salário. Com o débito vencendo nesta quinta-feira (9), a nova gestão foi forçada a adotar medidas emergenciais, como a redução de despesas em contratos, compras e serviços. Além disso, foi identificado um parcelamento em aberto com a Celpe, no valor de R$ 11 mil, com vencimento até novembro de 2025.

Para enfrentar o desafio financeiro, o prefeito Flávio Marques determinou um rigoroso plano de contenção de gastos e destacou que sua prioridade é equilibrar as contas sem comprometer os serviços essenciais. Segundo ele, a nova administração está comprometida com a transparência e responsabilidade fiscal para superar a situação e garantir a estabilidade financeira do município.

Herança Maldita 2

A nova gestão de São José do Egito, liderada por Fredson Brito, enfrenta uma “herança maldita” deixada pela administração de Evandro Valadares, com dívidas do INSS que ultrapassam R$ 1,5 milhão. O montante inclui débitos da saúde referentes a cinco meses de atrasos, como salários de agosto a dezembro e o 13º, além de pendências da prefeitura referentes a novembro e dezembro. Esses valores comprometem diretamente o orçamento municipal e afetam serviços essenciais, principalmente na saúde.

O cenário financeiro delicado exigirá da nova administração medidas urgentes para negociar e regularizar os débitos, garantindo a estabilidade das contas públicas e a continuidade dos serviços básicos. Com a dívida impactando a capacidade de investimentos, o município terá de reorganizar suas finanças para superar os desafios herdados e retomar o equilíbrio fiscal.

Herança Maldita 3

Documentos exclusivos obtidos pelo blog revelam que a gestão anterior de São José do Egito deixou duas folhas de pagamento em aberto, totalizando mais de R$ 2 milhões em dívidas. Os débitos incluem R$ 1,2 milhão referente à Saúde e mais de R$ 500 mil em aposentadorias. A folha de dezembro de 2024 apresenta pendências em várias categorias, como PACS, Vigilância em Saúde e Saúde Bucal, além de empenhos não liquidados, como o pagamento do piso de enfermagem e despesas do Hospital Maria Rafael de Siqueira.

Também foi identificada uma dívida significativa no Fundo Previdenciário, com mais de R$ 743 mil em aposentadorias e R$ 121 mil em pensões. A gestão atual de Fredson Brito enfrenta o desafio de lidar com essas pendências financeiras que comprometem a estabilidade do município. Mais detalhes logo mais aqui no blog.

Frase da semana

Se hoje estamos aqui para renovar nossa fé no diálogo entre os opostos, na harmonia entre os Três Poderes e no cumprimento da Constituição, é porque a democracia venceu. Estamos aqui porque é preciso lembrar. Para que ninguém esqueça. Para que nunca mais aconteça”. 

Do Presidente Lula durante solenidade que marcou os dois anos da tentativa de golpe em 2023.

Congresso aprova LDO de 2020 sem aumento real do salário mínimo

Congresso em Foco O Congresso Nacional aprovou nesta quarta-feira (9) o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020, sem a previsão de ganho real no salário mínimo. O valor deve passar dos atuais R$ 998  e chegar a R$ 1.040 no ano que vem. O texto segue agora para sanção do presidente. Até […]

Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados

Congresso em Foco

O Congresso Nacional aprovou nesta quarta-feira (9) o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020, sem a previsão de ganho real no salário mínimo. O valor deve passar dos atuais R$ 998  e chegar a R$ 1.040 no ano que vem. O texto segue agora para sanção do presidente.

Até este ano, o calculo que definia o salário mínimo levava em conta dois fatores: a inflação, medida pelo Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA), e a variação na taxa de crescimento da economia. Com o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), o valor recebido poderia ser maior que o previsto apenas com a inflação. Um destaque ao texto que previa a manutenção desse sistema foi proposta pelo PT, mas negada por 206 votos a 156.

A líder do Governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), defendeu o veto ao destaque e afirmou que o governo está preservando o poder de compra do trabalhador, por meio do reajuste pela inflação. “Nós precisamos pensar no trabalhador que hoje está no mercado de trabalho e nós precisamos pensar naquele que precisa voltar para o mercado de trabalho. Essa é a equação que um Governo responsável tem que fazer e que um Congresso responsável tem que fazer”, afirmou.

Deputados do PT criticaram a posição contrária à política do aumento real e afirmaram que “estão congelando o salário mínimo”. “Na medida em que eu vou apenas reajustá-lo pela variação da inflação, estou mantendo o mesmo poder de compra. Portanto, estão congelando o salário mínimo. Já fizeram uma reforma da previdência que vai penalizar os mais pobres; agora querem congelar o salário mínimo”, afirmou Erika Kokay (PT-DF).

Já o relator da proposta, deputado Cacá Leão (PP-BA), disse que gostaria de acatar o destaque, mas defendeu que não tem  “amparo legal” para fazer isso. “Eu preciso seguir o que está na Constituição Federal, que trata apenas do reajuste, que é o que foi mandado pelo Governo no texto”, explicou.

A LDO é uma lei anual que orienta a elaboração e a execução do Orçamento. Além da meta fiscal, a Lei de Diretrizes Orçamentárias traz regras sobre as ações prioritárias do governo, transferência de recursos para entes federados e setor privado e fiscalização de obras executadas com recursos da União, entre outras medidas.

No texto aprovado para o 2020, é previsto um déficit primário de R$ 124,1 bilhões para o governo central, que inclui Tesouro Nacional, previdência e Banco Central. Desde 2014, as contas do governo federal estão no vermelho, e o texto prevê que essa situação perdure até 2022.

O projeto aprovado prevê ainda a possibilidade de reajuste a salariais para servidores civis, mas proíbe o aumento de auxílios, como alimentação, moradia e creche. Além disso,  cria um teto de 0,44% da Receita Corrente Líquida (RCL) deste ano para o limite de repasses para o fundo eleitoral em 2020.

Afogados: Prefeitura inaugura calçamentos no bairro Costa

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira promoveu a inauguração das obras de pavimentação da Rua Sônia Ricardo e mais quatro ruas ainda sem denominação oficial por parte da Câmara, no bairro Costa. Segundo nota ao blog, a Prefeitura já pavimentou mais de 70 ruas no município. A meta, até o final do ano, é atingir […]

rua inaugurada

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira promoveu a inauguração das obras de pavimentação da Rua Sônia Ricardo e mais quatro ruas ainda sem denominação oficial por parte da Câmara, no bairro Costa.

Segundo nota ao blog, a Prefeitura já pavimentou mais de 70 ruas no município. A meta, até o final do ano, é atingir a marca de 100 ruas pavimentadas.

ruas inauguradas (5)

Na ação deste sábado, foram investidos R$ 117 mil,  recursos do Governo do Estado e da Prefeitura, 2.530 m² de pavimentação, beneficiando 188 famílias.

A Prefeitura também instalou 423 metros de tubulações de esgotamento sanitário. A inauguração contou com as presenças do ex-prefeito Totonho Valadares e dos Vereadores Luiz Besourão (autor do requerimento para pavimentação das vias), Raimundo Lima, Reinaldo Lima, Igor Mariano, José Carlos e Cícero Miguel.

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Falaram em nome dos moradores o comerciante Júnior do Gás, a conselheira tutelar Patrícia Carvalho, a sindicalista Dora Santos e o Presidente do Conselho de Moradores, Almir Rodrigues. O Prefeito Patriota anunciou o início da pavimentação de outra rua no bairro: Rua Rio Pajeú, e a elaboração de projeto para ampliação da unidade de saúde do Costa.

As obras no local são fruto de reuniões realizadas pelo Prefeito com os moradores do bairro há cerca de um ano. As reuniões foram realizadas no meio da rua, onde cada morador trazia sua cadeira e podia falar sobre os problemas do bairro e cobrar soluções para os prioritários.

 

Osvaldo Coelho e Inocêncio Oliveira: últimos representantes de um estilo político que vigorou no Sertão

A morte de Osvaldo Coelho põe quase fim a um ciclo de lideranças sertanejas que pela força de representação e quase “adoração popular” tiveram um espaço destacado na política pernambucana ao longo da história. Para os admiradores, correligionários e amigos, eram líderes insubstituíveis, com força tamanha, a ponto de atrair investimentos e ações que representaram […]

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A morte de Osvaldo Coelho põe quase fim a um ciclo de lideranças sertanejas que pela força de representação e quase “adoração popular” tiveram um espaço destacado na política pernambucana ao longo da história.

Para os admiradores, correligionários e amigos, eram líderes insubstituíveis, com força tamanha, a ponto de atrair investimentos e ações que representaram o desenvolvimento de suas bases.

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Osvaldo foi assim para muitos, responsável  por parcela importante do desenvolvimento do Vale do São Francisco. Para os adversários, essas lideranças eram protagonistas do velho coronelismo, ultrapassado e substituído pela “nova política”.

Depois da morte de Coelho, é certo dizer que o último remanescente desse estilo de político é Inocêncio Oliveira, hoje com 77 anos, ainda em atividade política, atendendo aliados em seus escritório no Recife, mas sem mandato, depois de passar o bastão para Sebastião Oliveira.

Afogados da Ingazeira confirma cinco novos casos de covid-19

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que neste domingo (23) foram detectados 5 casos para covid-19 no município. Os 5 casos já estavam em investigação.  Os casos novos são os de 2 pacientes do sexo masculino (11 e 14 anos) e 3 pacientes do sexo feminino (38, 50 e 65 anos). Os 2 homens […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que neste domingo (23) foram detectados 5 casos para covid-19 no município. Os 5 casos já estavam em investigação. 

Os casos novos são os de 2 pacientes do sexo masculino (11 e 14 anos) e 3 pacientes do sexo feminino (38, 50 e 65 anos). Os 2 homens são estudantes. Já entre as mulheres: 1 auxiliar de serviços gerais, 1 agricultora e outra e balconista. Não temos novos casos em investigação.

Tivemos também 11 casos descartados após os pacientes apresentarem resultados negativos para covid-19.

Hoje, 1 paciente apresentou cura após avaliação clínica e epidemiológica. Já são 291 (79,9%) recuperados para covid-19 em nosso município. Atualmente, 65 casos estão ativos em Afogados. 

Neste domingo o município continua com a marca de 2.619 pessoas testadas para a covid-19.

A avaliação da semana epidemiológica será divulgada amanhã.