TJPE afirma que tomará medidas cabíveis após desembargador bater carro e invadir delegacia
Por Nill Júnior
Neste domingo (16), após o desembargador Cláudio Jean Nogueira, que dirigia um carro oficial do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), bater em um poste e invadir a área da Delegacia de Polícia Civil de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, o TJPE informou que tomará as medidas cabíveis.
“O Tribunal de Justiça de Pernambuco informa que tomou conhecimento da ocorrência e aguarda o envio das informações da Polícia Civil de Pernambuco. Ao receber a peça, o TJPE tomará as medidas cabíveis dentro de suas atribuições legais”, destacou o TJPE por meio de nota enviada ao blog.
Será liberado: em virtude do foro de prerrogativa do Desembargador, uma situação pacificada pelo Supremo, o Delegado plantonista ajunta as informações e informa ao STJ com cópia para o TJPE.
Em casos como esse, nem flagrante pode ser lavrado. Há a comunicação do fato. O TJPE é comunicado até por se tratar de veículo do órgão. O desembargador será ou já deve ter sido liberado.
Por Anchieta Santos Com o fim da greve dos servidores da Caixa Econômica Federal na sexta-feira (7), o retorno dos trabalhos foi marcado por agências lotadas na manhã da segunda-feira (10), em todo o Brasil. Mesmo abrindo uma hora mais cedo, às 9h, os clientes não escaparam de enfrentar longas filas. A paralisação durou 33 […]
Com o fim da greve dos servidores da Caixa Econômica Federal na sexta-feira (7), o retorno dos trabalhos foi marcado por agências lotadas na manhã da segunda-feira (10), em todo o Brasil.
Mesmo abrindo uma hora mais cedo, às 9h, os clientes não escaparam de enfrentar longas filas. A paralisação durou 33 dias.
Em Afogados da Ingazeira uma grande fila se formou do lado de fora da agência onde as pessoas aguardavam pelo início do atendimento. A situação foi registrada também em outras cidades do Pajeú. O mesmo pôde ser verificado na agência do Bradesco, lotada, com longas filas e muita reclamação.
Os funcionários da Caixa Econômica Federal foram os últimos a decidir pelo fim da greve que começou no dia 6 de setembro deste ano.
Eles aceitaram reajuste de 8% nos salários, abono de R$ 3.500 e aumento entre 10% e 15% em benefícios como alimentação, refeição e auxílio-creche. Assim como nesta segunda, as agências também abrirão uma hora mais cedo nesta terça-feira (11), às 9h.
Do G1 ‘Chicó’ existiu e morou em Taperoá, no Cariri paraibano. O relato sobre o personagem icônico de Ariano Suassuna em O Auto da Compadecida é de Manoel Dantas Vilar, 77 anos, primo do escritor que morreu na quarta-feira (23). ‘Seu Manoelito’ explicou que, à semelhança do personagem, famoso por contar histórias fantásticas que oscilavam entre o […]
Manoel Dantas é primo de Ariano Suassuna (Foto: Taiguara Rangel/G1)
Do G1
‘Chicó’ existiu e morou em Taperoá, no Cariri paraibano. O relato sobre o personagem icônico de Ariano Suassuna em O Auto da Compadecida é de Manoel Dantas Vilar, 77 anos, primo do escritor que morreu na quarta-feira (23).
‘Seu Manoelito’ explicou que, à semelhança do personagem, famoso por contar histórias fantásticas que oscilavam entre o real e o imaginário, o falecido Chicó original era conhecido na cidade pelo mesmo apelido e costume de imaginar e relatar causos heróicos.
Ao contrário do mentiroso e vadio que na obra de Ariano se satisfazia com o mero prazer de protagonizar suas histórias fictícias, Manoel Dantas explicou que ‘João Grilo’ foi uma adaptação literária do personagem que permeava a cultura popular de cordel, originalmente concebido em contos medievais, adaptados às narrativas que ambientavam o matuto na seca nordestina.
“João Grilo é um personagem clássico da literatura, que sobrevivia graças à sua astúcia, de onde Ariano se inspirou para recriar os atos de seu próprio João Grilo no Auto da Compadecida”, diz o primo do escritor.
Também protagonista da obra mais conhecida do literato paraibano, Chicó era “um doido que morava na cidade”, segundo Manoel Dantas. “Até o nome era igual. Tinha dois doidos emTaperoá, na época, eram ‘Ventania’ e ‘Chicó’. Dos personagens de Ariano, Chicó realmente existiu. No Auto da Compadecida, tem muita conversa lá na boca do Chicó [personagem] que eram ‘verdades’ contadas pelo Chicó de Taperoá”, confirmou Seu Manoelito.
“Chicó existia e morava em Taperoá. Morava lá para o lado do [sítio] Chã da Mata, no fim da ‘rua grande’. Ariano teve contato com ele por algum tempo. Ariano ainda viveu em Taperoá até 1942, depois foi para Pernambuco”, disse.
Sobre a convivência com o primo escritor, dramaturgo e poeta, o engenheiro e fazendeiro Manoel Dantas conta que mesmo a diferença de uma década de idade não afastou o convívio de ambos. “Aquela casa ali embaixo é dele”, disse Manoel, apontando para uma das construções existentes na fazenda Carnaúba dos Dantas, zona rural de Taperoá.
“Ele passava aqui sistematicamente nos meses de julho, janeiro e fevereiro. Depois os filhos cresceram e ele veio menos. Ariano comprou também um sítio aqui perto e batizou de ‘Malhada do Gato’. Isso porque o pai dele possuía antigamente uma terra que se chamava ‘Malhada da Onça’, mas ele disse que a terra dele era tão pequena que não caberia uma onça, só um gato”, afirmou.
Tem muita conversá lá na boca do Chicó [personagem] que eram ‘verdades’ contadas pelo Chicó de Taperoá”.
A Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) e as polícias Civil e Federal deflagraram a operação “A grosso e a varejo”, que visa combater a venda de mercadorias sem a comprovação de origem e recolhimento de impostos. A ação cumpriu 11 mandados de busca e apreensão nos municípios de Salgueiro, Petrolina e Serrita nesta terça-feira (05). […]
A Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) e as polícias Civil e Federal deflagraram a operação “A grosso e a varejo”, que visa combater a venda de mercadorias sem a comprovação de origem e recolhimento de impostos. A ação cumpriu 11 mandados de busca e apreensão nos municípios de Salgueiro, Petrolina e Serrita nesta terça-feira (05).
As investigações começaram com a instauração de um inquérito policial para investigar um distribuidor de mercadorias residente em Serrita, que aplicava preços bem abaixo do praticado no mercado. Ainda havia suspeita de furto e roubo de caminhões de transporte de alimentos nas estradas e municípios do Sertão.
Ao longo da investigação da Polícia Federal também foram identificados depósitos de mercadorias supostamente irregulares em Serrita, que pertenceriam ao suspeito. Esse foi um dos 15 endereços investigados – entre residências, depósitos e supermercados. Foram encontrados cinco pontos clandestinos e 14 estabelecimentos foram interditados pelo fisco com mercadorias suspeitas; um caminhão carregado com açúcar e sem documentação fiscal também foi apreendido.
Nas residências, foi encontrada documentação, que seguiu para análise da Polícia Federal em Salgueiro – a perícia contábil vai averiguar as irregularidades para subsidiar as investigações. Já as mercadorias apreendidas serão avaliadas pelos auditores da Sefaz para que sejam lavrados autos de infração – os estabelecimentos comerciais só serão liberados após recolhimento do ICMS e multa, além da comprovação de origem dos produtos.
Nesta fase da operação, não houve prisões. Porém, caso seja comprovada a participação, os envolvidos podem ser indiciados e responder pelos crimes de sonegação fiscal, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. As penas podem ultrapassar 10 anos de reclusão.
As denúncias feitas à Rádio Pajeú e ao blog sobre a perturbação de sossego e excesso de volume em uma casa adaptada para casa de eventos no São Francisco, Afogados da Ingazeira, o Rancho do Sanfoneiro, devem ser encaminhadas à Polícia e não mais à prefeitura. Essa foi a informação do assessor de Comunicação Rodrigo […]
As denúncias feitas à Rádio Pajeú e ao blog sobre a perturbação de sossego e excesso de volume em uma casa adaptada para casa de eventos no São Francisco, Afogados da Ingazeira, o Rancho do Sanfoneiro, devem ser encaminhadas à Polícia e não mais à prefeitura. Essa foi a informação do assessor de Comunicação Rodrigo Lima, há pouco, por telefone, a esse blogueiro.
Rodrigo informou que o local, ao contrário da nota de 30 de dezembro, de responsabilidade do sanfoneiro Lindonjhonson, agora tem alvará emitido pelo município, inclusive com laudo dos bombeiros. E que, caso haja nova denúncia de perturbação de sossego, é a PM, e não a prefeitura que deve ser informada. Também desconsiderou os relatos à Rádio Pajeú e disse que a Ouvidoria não recebeu nenhuma denúncia.
Entretanto, a lei define que cabe aos municípios a emissão de alvarás de funcionamento e autorizações para uso de som (licença sonora), geralmente através de secretarias de urbanismo, meio ambiente ou fiscalização de posturas, com poder de polícia para prevenir e proibir abusos. A prefeitura de Afogados aparentemente não dispõe desse serviço.
Rodrigo também informou que haverá uma reunião com o MP Público para disciplinar essas questões. Outra questão que não invalida a outra: a prefeitura não precisa esperar pelo MP para fazer cumprir a lei. MP recomenda, firma TACs, não tem poder executivo como o município e age apenas em descumprimento, mas sem poder deliberativo, que cabe ao Judiciário.
Dia 31, o espaço realizará um novo evento e a população espera que haja respeito aos moradores do entorno em relação à perturbação. A questão não é proibir. É adequar.
Moradores relataram problemas com o volume do som em eventos anteriores. Chamou atenção o relato de que uma mãe leva a filha autista para Iguaracy dada a perturbação nos dias de evento.
Nos últimos dias, o pré-candidato a prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, compartilhou sua trajetória empreendedora com os alunos do terceiro ano do Ensino Médio das escolas Técnica Estadual Célia Siqueira e Erem Edson Simões. Com vinte anos de carreira no segmento da construção civil no Nordeste, Fredson também opera no Porto do […]
Nos últimos dias, o pré-candidato a prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, compartilhou sua trajetória empreendedora com os alunos do terceiro ano do Ensino Médio das escolas Técnica Estadual Célia Siqueira e Erem Edson Simões.
Com vinte anos de carreira no segmento da construção civil no Nordeste, Fredson também opera no Porto do Recife, no ramo da hotelaria, e no comércio atacadista e serviço de construção civil a seco. Seu vasto empreendimento gera mais de 400 empregos diretos.
Durante as palestras, Fredson incentivou os jovens a empreender e seguir seus sonhos, compartilhando valiosas dicas sobre a utilização das redes sociais, a importância de um relacionamento forte com os clientes e como usar a tecnologia a favor do negócio.
“Todo empreendedor continua sendo vendedor do seu próprio negócio”, enfatizou Fredson, reforçando a necessidade de estar sempre ativo e presente na gestão e promoção de suas empresas.
Graduado em Administração na capital pernambucana, ele começou a concretizar seu sonho de prosperar no mercado de trabalho e abrir seu próprio negócio. “Foi uma jornada difícil, mas acreditei no meu potencial e trabalhei arduamente para alcançar meus objetivos”, relatou Fredson, inspirando os estudantes a nunca desistirem de seus sonhos.
Em sua cidade natal, ele sempre proporcionou melhorias significativas com seus empreendimentos, como a criação do bairro Morada Nobre, com mais de 350 casas, ruas pavimentadas e iluminadas, além da construção da Galeria Perfil, que atraiu diversas lojas, incluindo a rede Americanas e a agência da Caixa Econômica Federal, empregando 50 pessoas com carteira assinada. Outro marco importante foi a construção da Faculdade Vale do Pajeú, que oferece educação superior para centenas de jovens que não precisam mais estudar fora da cidade.
“Ver os nossos empreendimentos impactarem positivamente na comunidade é gratificante. Ver os jovens acreditando no seu potencial é o que me motiva a continuar investindo e contribuindo para o desenvolvimento da nossa terra”, disse Fredson durante uma das palestras.
As palestras de Fredson não apenas motivaram os estudantes, mas também plantaram a semente do empreendedorismo em muitos deles. A próxima escola a ser visitada será o Erem Oliveira Lima, onde Fredson continuará a compartilhar sua história e inspirar mais jovens a seguir o caminho do empreendedorismo.
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