Tela que gerou arte da Mostra de Cinema fica em exposição na Rádio Pajeú
Por Nill Júnior
A peça original que gerou a arte visual da 3ª Mostra Pajeú de Cinema, uma representação em aquarela do Cine São José assinada pela ilustradora pernambucana Simone Mendes, foi adquirida e ficará definitivamente no acervo da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios.
A fundação é mantenedora da Rádio Pajeú, do Museu do Rádio e do Cine, prestes a completar 75 anos, cuja atividade cinematográfica é tocada pela Associação Cultural São José e por iniciativas como da própria mostra, coordenada por William Tenório, Bruna Tavares e André Dib.
“Estou muito feliz em realizar este trabalho, principalmente porque tem como inspiração esta joia que é o Cinema São José. Segundo, porque sou de Ouricuri e desde cedo lido com a luz sertaneja. Além disso, esta é minha primeira colaboração para uma mostra de cinema, algo que há tempos desejava”, disse a artista.
Fundado como Cine Pajeú pelo farmacêutico Helvécio Lima em 14 de novembro de 1942, o cinema mudou de nome a partir dos anos 1950, quando foi comprado pela Diocese de Afogados.
Em 1994, um grupo de amigos se reuniu para restaurar o cinema, com a participação do governo do estado. Atualmente o Cine São José enfrenta dificuldades, em busca da modernização técnica que o permita entrar na era digital. Como peça única, foi adquirida para ficar definitivamente na rádio e cinema.
A entrega ainda aconteceu dentro da mostra, dia 18, com a atriz Dandara de Morais, a realizadora Juliana Lima, Igor Travassos e Bruna Tavares e este blogueiro, em nome da Fundação.
Balanço de internamentos por Covid-19 realizado pela reportagem do Farol de Notícias junto ao Hospital Eduardo Campos (HEC), em Serra Talhada, confirmou que, até este início de tarde, o setor de UTI tem 57 pacientes, de um total de 60 leitos. Isto é, existem apenas três vagas para acolher possíveis novos infectados em situação mais […]
Balanço de internamentos por Covid-19 realizado pela reportagem do Farol de Notícias junto ao Hospital Eduardo Campos (HEC), em Serra Talhada, confirmou que, até este início de tarde, o setor de UTI tem 57 pacientes, de um total de 60 leitos.
Isto é, existem apenas três vagas para acolher possíveis novos infectados em situação mais grave da doença. Até o momento, significa um percentual de 95% no setor de terapia intensiva. Serra-talhadenses internados hoje no HEC são 19.
O Hospam, no entanto, segue pelo quinto dia em 100% de ocupação de leitos de UTI. Desses, 7 pacientes são de Serra Talhada. Lembrando que as duas unidades de saúde atendem pacientes de vários outros municípios da região. Em meio a este cenário, a cidade vive até o próximo dia 28 um período de quarentena mais rígida. Atualmente, em todo o Estado, a taxa de ocupação das UTIs da rede pública é de 97%.
Em conversa com o Farol, a prefeita Márcia Conrado deixou claro que se houver a necessidade de avançar nas medidas restritivas, irá fazê-lo [veja aqui]. Essa semana, do dia 24 ao dia 28, alguns municípios da região planejam intensificar ações pelo isolamento social com fechamento do comércio, num ato popularmente chamado de “quarentena total”. Serra Talhada, por enquanto, não aderiu ao movimento.
HOSPITAL EDUARDO CAMPOS (HEC) – 95% de ocupação de leitos de UTI (até o início desta tarde). 57 pacientes na UTI (até o início desta tarde). 19 pacientes de Serra Talhada na UTI (até o início desta tarde).
HOSPAM – 100% de ocupação de leitos de UTI pelo 5º dia consecutivo (até o início desta tarde). 7 pacientes de Serra Talhada na UTI (até o início desta tarde).
Por Júnior Cavalcanti Encontrar uma vaga de estacionamento no centro de Afogados da Ingazeira virou uma missão quase impossível. O problema deixou de ser um simples incômodo e passou a afetar a mobilidade urbana, o comércio e a rotina de quem precisa resolver qualquer assunto na área central da cidade. O que se vê diariamente […]
Encontrar uma vaga de estacionamento no centro de Afogados da Ingazeira virou uma missão quase impossível. O problema deixou de ser um simples incômodo e passou a afetar a mobilidade urbana, o comércio e a rotina de quem precisa resolver qualquer assunto na área central da cidade.
O que se vê diariamente é um cenário de desorganização. Enquanto dezenas de motoristas circulam por vários minutos em busca de uma vaga, muitos veículos permanecem estacionados no mesmo lugar durante todo o dia, utilizando um espaço público como se fosse uma garagem particular. O resultado é previsível: falta de vagas, congestionamentos e prejuízos para comerciantes e consumidores.
É preciso dizer com clareza: Afogados da Ingazeira já passou da hora de implantar a Zona Azul. Não se trata de criar mais uma cobrança para o cidadão, mas de organizar o uso de um espaço que pertence a todos. O sistema de estacionamento rotativo é uma realidade em centenas de cidades brasileiras justamente porque garante aquilo que hoje falta em Afogados: rotatividade.
Quem paga a conta da falta de planejamento é a população. Comerciantes perdem clientes porque muitos desistem de ir ao centro diante da dificuldade para estacionar. Consumidores perdem tempo. Motoristas enfrentam transtornos diários. E o poder público continua sem apresentar uma solução efetiva para um problema que cresce a cada ano.
A implantação da Zona Azul exige planejamento, transparência e fiscalização. Manter tudo como está significa permitir que poucos continuem ocupando vagas públicas durante todo o expediente, enquanto a maioria é obrigada a disputar os poucos espaços disponíveis.
O órgão municipal de trânsito precisa tratar essa pauta como prioridade. A cidade cresceu, a frota de veículos aumentou e a infraestrutura de estacionamento ficou para trás. Ignorar essa realidade é fechar os olhos para um problema que afeta diariamente trabalhadores, empresários e toda a população.
O Blog do Júnior Cavalcanti entende que chegou a hora de discutir o tema de forma responsável. A implantação da Zona Azul não deve ser encarada como uma medida impopular, mas como uma ferramenta de organização, mobilidade e fortalecimento da economia local. O centro de Afogados da Ingazeira precisa voltar a ser acessível para todos, e isso só será possível quando houver regras claras para o uso das vagas públicas.
Adiar essa decisão é perpetuar um problema que já passou dos limites do aceitável. Com a palavra as autoridades responsáveis.
Por: Igor Mello/UOL A promotora do MP (Ministério Público) do Rio Simone Sibilio, coordenadora do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), negou versão apresentada por porteiro e afirmou que não foi o presidente Jair Bolsonaro (PSL) o responsável por autorizar a entrada de Élcio de Queiroz, um dos acusados de matar […]
Simone Sibilio Promotora da Justiça e Coordenadora do GAECO/MPRJ. Foto: Adriano Ishibashi/FramePhoto/Folhapress
Por: Igor Mello/UOL
A promotora do MP (Ministério Público) do Rio Simone Sibilio, coordenadora do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), negou versão apresentada por porteiro e afirmou que não foi o presidente Jair Bolsonaro (PSL) o responsável por autorizar a entrada de Élcio de Queiroz, um dos acusados de matar a vereadora Marielle Franco, no condomínio Vivendas da Barra. No local morava também o policial reformado Ronnie Lessa, o outro acusado de matar Marielle e o motorista Anderson Gomes.
Ontem, a TV Globo revelou que um porteiro do condomínio teria confirmado em dois depoimentos que foi o “seu Jair” quem autorizou a entrada de Élcio de Queiroz no local. Em entrevista na tarde de hoje, a Promotoria contradisse o funcionário do condomínio e informou que os depoimentos dele serão investigados — esse inquérito corre sob sigilo.
A reportagem do Jornal Nacional mostrou que às 17h10 do dia 14 de março de 2018, data dos assassinatos de Marielle e Anderson, o porteiro registrou no livro de visitantes o nome Élcio, o carro, um Logan, a placa, AGH 8202, e a casa que o visitante iria, a de número 58 (casa de Jair Bolsonaro). O porteiro disse à polícia que ligou para a casa 58 para confirmar se o visitante tinha autorização para entrar e que identificou a voz de quem atendeu como sendo a do “Seu Jair”.
Segundo a reportagem, o porteiro explicou que acompanhou a movimentação do carro pelas câmeras de segurança e viu que o carro tinha ido para a casa 66 do condomínio, onde morava Ronnie Lessa. O porteiro disse, em depoimento, que ligou de novo para a casa 58, e que o homem identificado por ele como “Seu Jair” teria dito que sabia para onde Élcio estava indo.
Segundo Simone, houve busca e apreensão na guarita de entrada, quando foi apreendido o livro físico que registra as entradas no local. O documento registra que Élcio pediu autorização para ir à casa 58, onde vive Bolsonaro. No entanto, a cabine conta com um sistema de gravação dos áudios do interfone. Perícia nas gravações revelou que foi Ronnie Lessa quem autorizou a entrada, e não Bolsonaro.
“Quem atende não é a pessoa com prerrogativa de função [Jair Bolsonaro]. Se ele [o porteiro] se equivocou, se esqueceu, isso será apurado. O que podemos dizer é que não há compatibilidade entre os depoimentos do porteiro e a prova pericial. A pessoa que autoriza a entrada é Ronnie Lessa. Qualquer informação que difere disso é equivocada”, disse a promotora.
Mais cedo, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC) publicou um vídeo em seu perfil no Twitter em que contradiz o depoimento do porteiro.
Na gravação, Carlos exibe supostos registros internos do condomínio, com uma série de arquivos de áudio, no dia do crime. O vereador mostra um áudio que, segundo ele, foi registrado às 17h13 para a casa 65, onde vivia Ronnie Lessa. No arquivo, o porteiro anuncia a chegada do “senhor Élcio” e recebe como resposta “tá, pode liberar aí”.
“Não há prova de envolvimento de Brazão”, diz MP
As promotoras negaram haver provas de que o ex-deputado Domingos Brazão esteja envolvido no crime. Em denúncia feita em setembro, a ex-procuradora-geral da República Raquel Dodge afirma que Brazão “arquitetou o crime”.
Segundo a promotora Letícia Emily, o inquérito da PF (Polícia Federal) que apurou a obstrução das investigações foi supervisionado pelo MP do Rio. Ela afirma que o relatório do inquérito responsabilizava apenas a advogada Camila Moreira Lima Nogueira e ao ex-policial Rodrigo Jorge Ferreira, o Ferreirinha. Dodge também denunciou Domingos Brazão, o delegado da PF Hélio Christiano e o policial federal aposentado Gilberto Ribeiro da Costa.
“Vale registrar aqui que o inquérito policial federal foi conduzido e acompanhado pelo Gaeco. Foi o Gaeco quem finalizou juntamente com a PF o relatório”, explicou. “Não há nenhuma prova concreta até o momento de participação de Domingos Brazão no crime”.
A Secretaria de Educação de Serra Talhada, informou em nota nesta segunda-feira (21), que a Gestão Municipal tem feito análises financeiras, buscando uma saída resposável para o aumento do piso salarial dos professores do município. Segundo a nota, já foram realizados reuniões técnicas com o intuito de as decisões relacionadas ao tema, sejam tomadas de […]
A Secretaria de Educação de Serra Talhada, informou em nota nesta segunda-feira (21), que a Gestão Municipal tem feito análises financeiras, buscando uma saída resposável para o aumento do piso salarial dos professores do município.
Segundo a nota, já foram realizados reuniões técnicas com o intuito de as decisões relacionadas ao tema, sejam tomadas de forma responsável “para evitar qualquer possibilidade de impasse futuro”. Leia abaixo a íntegra da nota:
A Secretaria Municipal de Educação de Serra Talhada informa que a Gestão Municipal tem feito análises financeiras para encontrar a saída mais responsável para o aumento do piso salarial dos professores.
Já foram realizadas reuniões técnicas com vista a possibilitar cálculos orçamentários no intuito de analisar os impactos financeiros do reajuste.
A intenção dos encontros é fazer com que as decisões relativas ao aumento do piso sejam tomadas com responsabilidade e dentro dos trâmites legais para evitar qualquer possibilidade de impasse futuro.
Desde já, agradecemos a confiança e a credibilidade depositadas no cuidado que o Governo de Serra Talhada tem para com os docentes que transformam a educação do nosso município.
O debate acontece no âmbito de uma comissão temporária, presidida pela senadora Teresa Leitão A audiência pública interativa do Senado sobre os 200 anos da Confederação do Equador está marcada para esta quarta-feira (24), às 13h30. O debate acontece no âmbito de uma comissão temporária, presidida pela senadora Teresa Leitão, criada para planejar e coordenar […]
O debate acontece no âmbito de uma comissão temporária, presidida pela senadora Teresa Leitão
A audiência pública interativa do Senado sobre os 200 anos da Confederação do Equador está marcada para esta quarta-feira (24), às 13h30. O debate acontece no âmbito de uma comissão temporária, presidida pela senadora Teresa Leitão, criada para planejar e coordenar as atividades de comemoração do bicentenário desse marco histórico.
O evento será interativo, com transmissão no portal multimidia do Senado. Os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal e‑Cidadania, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo.
“Queremos ter uma participação ampla para a construção de uma programação que faça jus à importância da Confederação. O Brasil precisa apresentar sua história ao povo brasileiro, discutir essa história, aprender com ela. A Confederação do Equador foi um grande movimento de resistência à submissão, e a população brasileira precisa conhecer melhor esse fato histórico”, comentou a senadora Teresa Leitão.
Estão confirmadas as participações de George Felix Cabral de Souza (professor da UFPE e representante da Academia Pernambucana de Letras); André Ricardo Heráclio do Rêgo (Instituto Arquelógico, Histórico e Geográfico de PE e Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro); Sandro Vasconcelos da Silva (Museu da Cidade do Recife); Daniela de Almeida Medeiros Silva Leite (Vice-Governadora do Estado de Pernambuco); Lucas Felipe Noia da Silva (representante do deputado estadual Waldemar Borges).
A Confederação do Equador foi um movimento revolucionário de caráter republicano que começou em Pernambuco, em 1824, e se espalhou para outras províncias do Nordeste. Os revoltosos opunham-se à forma autoritária como a Constituição de 1824 foi elaborada pelo imperador Dom Pedro I. Com informações da Agência Senado.
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