“Petrolina e Juazeiro cresceram muito e precisam de uma nova ligação”, diz João Campos ao prometer nova ponte
Candidato ao Governo de Pernambuco apresentou proposta de R$ 300 milhões para uma nova travessia entre as duas cidades durante passagem pelo Sertão do São Francisco.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu agenda em Petrolina nesse domingo (20), onde participou de uma carreata e voltou a defender a construção de uma nova ponte ligando o município pernambucano a Juazeiro, na Bahia.
“Petrolina e Juazeiro cresceram muito e precisam de uma nova ligação para acompanhar esse desenvolvimento”, afirmou o candidato.
Segundo João, a proposta prevê investimento estimado em R$ 300 milhões e dependeria de uma articulação entre as prefeituras de Petrolina e Juazeiro, os governos de Pernambuco e da Bahia e o governo federal.
O candidato afirmou que a nova estrutura teria como objetivo melhorar a mobilidade entre os dois municípios, além de facilitar o deslocamento de quem trabalha e circula diariamente entre Pernambuco e Bahia.
Atualmente, a principal ligação rodoviária entre Petrolina e Juazeiro é feita pela Ponte Presidente Dutra, sobre o Rio São Francisco.
A proposta foi destacada durante a agenda de João em Petrolina. Segundo a campanha, a carreata percorreu aproximadamente 24 quilômetros e passou por 12 bairros, com saída do Bodódromo e encerramento na praça do bairro Rio Corrente.

João esteve acompanhado dos candidatos ao Senado Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT), além do candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos).
Também participaram da agenda os candidatos a deputado federal Lucas Ramos e Eliane Soares e os candidatos a deputado estadual Josimara Cavalcanti, Bruno Marques e Professor Gilmar.
Ainda na noite de domingo, João se manifestou nas redes sociais sobre o vídeo de 2025 em que Raquel Lyra (PSD) aparece, durante uma conversa no Hospital Regional Dom Moura, em Garanhuns, sugerindo uma laqueadura e dizendo: “Mas faz sem ela saber, vai!”.

João afirmou ter assistido às imagens com “indignação” e classificou a sugestão como “violência” e “crime previsto em lei”.
Raquel já havia reconhecido a declaração e pedido desculpas. “Foi uma fala equivocada, eu não tenho compromisso com o erro”, afirmou a governadora. A legislação exige manifestação expressa da mulher para a realização da laqueadura.
Fotos: Edson Holanda
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