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TCE-PE discute Segurança Pública com poder público e sociedade civil

Por André Luis

O Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) realizou, na tarde desta quarta-feira (3), uma reunião com representantes do Poder Público para discutir o cenário atual e as melhorias que precisam ser feitas na segurança pública em Pernambuco. O debate foi conduzido pelo presidente Valdecir Pascoal com a participação dos conselheiros Rodrigo Novaes e Marcos Loreto, relatores da segurança em 2021-2022 e 2023-2024, respectivamente. O procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPC-PE), Ricardo Alexandre, e o procurador Gilmar Lima também tomaram parte nos debates. 

Entre os convidados, o deputado Alberto Feitosa (Alepe); o desembargador Mauro Alencar (Tribunal de Justiça – TJ-PE); o subdefensor Criminal da Capital, Wilker Neves (Defensoria Pública Estadual – DPPE); a superintendente do Compaz/Ibura, Gabriela Moura (Secretaria de Segurança Cidadã do Recife – SESEC); o advogado João Vieira Neto (Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco – OAB-PE); o pesquisador Armando Nascimento (Universidade Federal de Pernambuco – UFPE); além de representantes das Polícias Civil, Militar, Científica, Defesa Civil de organizações sociais. 

O secretário estadual de Defesa Social (SDS), Alessandro Carvalho, os secretários executivos de Defesa Social, Dominique Oliveira, de Coordenação e Gestão da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP), Horácio Pita,  e de Gestão para Resultados da Secretaria de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional (SEPLAG), Edilberto Xavier, representaram o Governo do Estado. Pelo TCE-PE, a diretora de Controle Externo (DEX), Adriana Arantes; o chefe do Departamento de Controle Externo da Educação e Cidadania (DEDUC), Eduardo Siqueira; e o gerente de Fiscalização da Segurança e da Administração Pública (GSEG), Bruno Ribeiro.

O presidente Valdecir Pascoal deu as boas-vindas e falou do papel constitucional do TCE-PE na fiscalização de políticas públicas, incluindo as relacionadas à segurança da população. “O evento acompanha essa inflexão que o TCE-PE vem fazendo no sentido de olhar cada vez mais a qualidade do gasto público, isto é, se as políticas públicas estão dando resultado”, disse Pascoal. 

O presidente e Ricardo Alexandre disseram que o Tribunal e o MPC-PE vão atuar de forma colaborativa junto aos órgãos e instituições competentes para aprimorar as ações pela segurança da sociedade. 

“O tema da segurança é transversal e envolve vários setores, como educação, assistência social, desenvolvimento econômico. A questão da superlotação penitenciária precisa ser resolvida, dando dignidade ao preso para que o processo de ressocialização seja efetivo e realmente aconteça“, disse Rodrigo Novaes.

Bruno Ribeiro apresentou o Índice de Governança e Gestão em Segurança Pública (IGGSeg), divulgado pela primeira vez em fevereiro deste ano. O indicador foi criado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para medir e avaliar anualmente as políticas públicas no setor e definir critérios para fiscalizações futuras do TCE-PE sobre o tema. 

De acordo com o estudo, Pernambuco atendeu a 63% das boas práticas avaliadas e foi classificado em nível intermediário. O resultado foi calculado a partir das respostas a um questionário aplicado pelo TCE-PE às secretarias estaduais de Defesa Social, Justiça e Direitos Humanos, além dos comandos da Polícia Militar e Chefia da Polícia Civil. 

PERNAMBUCO – A programação seguiu com Alessandro Carvalho e Dominique Oliveira, que falaram sobre o Juntos Pela Segurança. “A violência é um desafio que pode e deve ser vencido com a participação não apenas do Poder Público, mas também dos órgãos de controle. Estamos usando a inteligência e a expertise de cada um para reduzir a violência em Pernambuco”, disse o secretário. O plano vale até 2030 e prevê uma participação efetiva do Estado na prevenção da violência e redução da desigualdade; trabalhos em conjunto com os municípios e instituições; o enfrentamento ao crime organizado e tráfico de drogas; e uma maior articulação com o Sistema de Justiça. Outro ponto é a ampliação e requalificação dos Sistema Prisional e Socioeducativo, considerado um grande desafio para a atual gestão. 

Edilberto Xavier citou os desafios para manter a segurança em um Estado que possui hoje um déficit de 10 mil policiais em seu efetivo, altos índices de violência e uma grave situação carcerária. Dados da SDS/Sistema de Informações Policiais (Infopol) apontaram em 2023 uma média diária de 9,96 mortes intencionais, superior aos dois anos anteriores. A estatística inclui homicídios dolosos (com intenção de matar), feminicídios, latrocínios e as lesões corporais seguidas de morte, crimes, em sua maioria provocados por uso de arma de fogo (81%). A maior parte das vítimas é de cor negra (86%) e do sexo masculino (92,1%). Os casos não solucionados ou em aberto chegam a 53,1%. A meta do Estado é reduzir esses índices em 30% até 2026.

Gabriela Moura falou do trabalho do Compaz na prevenção e combate à violência, principalmente entre os jovens que têm acesso a atividades artísticas e esportivas. “Com o Compaz, a comunidade tem acesso à educação, esportes, lazer, e serviços prioritários de atendimento básico, como Procon, Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Central de CadÚnico, Junta Militar e Atendimento à Mulher”, complementou a gestora. 

Alberto Feitosa, Mauro Alencar, Wilker Neves, João Vieira Neto e Armando Nascimento falaram do aumento da violência em Pernambuco e parabenizaram o Tribunal pelo trabalho realizado e pela iniciativa de chamar instituições ligadas à segurança pública para discutir e traçar uma estratégia de combate ao crime. “Medelin e Bogotá, que em 1990 eram as duas cidades mais violentas do mundo, hoje apresentam um baixo número de homicídios, graças a um trabalho eficaz, investimentos maciços e uso de tecnologia na área de segurança”, disse o deputado. 

Ao final, Valdecir Pascoal agradeceu a participação dos órgãos no debate e enfatizou que as instituições e o Poder Público devem trabalhar sempre em parceria para aperfeiçoar as políticas públicas que beneficiam a população. “Pretendemos abrir outras auditorias, além daquela que o Tribunal realizou no Complexo Prisional. O trabalho será colaborativo e vai aprofundar os dados obtidos, focando na eficiência da política pública e na adoção de medidas que possam aprimorá-la”, concluiu o presidente ao encerrar os debates.

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Outras Notícias

Santa Cruz da Baixa Verde prorroga prazo do IPTU 2026 e oferece descontos para contribuintes com débitos antigo

A Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde prorrogou até o dia 3 de novembro o prazo para pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de 2026. Segundo a gestão municipal, os contribuintes que efetuarem o pagamento dentro do novo prazo poderão participar do sorteio do IPTU Premiado. A administração também anunciou a concessão […]

A Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde prorrogou até o dia 3 de novembro o prazo para pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de 2026. Segundo a gestão municipal, os contribuintes que efetuarem o pagamento dentro do novo prazo poderão participar do sorteio do IPTU Premiado.

A administração também anunciou a concessão de descontos sobre multas e juros para contribuintes que possuem débitos do imposto referentes a anos anteriores. A medida busca facilitar a regularização de pendências junto ao município.

Os contribuintes interessados em regularizar débitos antigos devem procurar a sede da Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde para consultar os valores pendentes e obter informações sobre as condições oferecidas.

Foto: Reprodução

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Pesquisa Gerp aponta Flávio com 53% dos votos válidos e Lula com 47%

Pesquisa do instituto Gerp divulgada nesta quarta-feira (21) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 53% dos votos válidos na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 47%, uma diferença de seis pontos percentuais. Segundo o instituto, a vantagem do senador é estatisticamente significativa. O levantamento foi […]

Pesquisa do instituto Gerp divulgada nesta quarta-feira (21) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 53% dos votos válidos na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 47%, uma diferença de seis pontos percentuais. Segundo o instituto, a vantagem do senador é estatisticamente significativa.

O levantamento foi realizado entre os dias 19 e 21 de outubro, a quatro dias da votação, marcada para domingo (25). Os percentuais de votos válidos desconsideram os entrevistados que declararam não votar em nenhum dos candidatos ou não souberam responder.

Na comparação com a pesquisa anterior da Gerp, divulgada em 16 de outubro, Flávio oscilou de 52% para 53%, enquanto Lula passou de 48% para 47%. As variações de um ponto percentual estão dentro da margem de erro do levantamento.

No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados e todas as respostas são consideradas, Flávio registra 50% das intenções de voto, contra 45% de Lula. Outros 2% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois, enquanto 2% não souberam ou não responderam. A soma dos percentuais chega a 99% devido aos arredondamentos.

Os números da pesquisa estimulada permaneceram iguais aos registrados na rodada anterior, quando Flávio também aparecia com 50% e Lula com 45%.

Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados declaram sua preferência sem receber os nomes dos candidatos, Flávio alcança 48%, enquanto Lula registra 43%. Outros 8% não souberam responder e 1% mencionou outros nomes.

Em relação à rodada anterior, ambos oscilaram um ponto percentual para baixo na modalidade espontânea. Flávio tinha 49% e Lula, 44%.

A Gerp Mercadologia entrevistou 2.400 eleitores por telefone, em todo o território nacional, entre 19 e 21 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança informado de 95,55%.

O levantamento foi contratado e financiado pelo próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03835/2026.

Fonte: Blog do Mario Flávio
Foto: Reprodução

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PT leva denúncia contra Flávio Bolsonaro ao Conselho de Ética do Senado por suspeita de quebra de decoro

Um grupo de oito senadores, liderado por Randolfe Rodrigues (PT-AP), apresentou nesta quarta-feira (21) uma denúncia contra Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Conselho de Ética do Senado. Os parlamentares pedem a apuração de suspeitas de quebra de decoro envolvendo a relação do candidato à Presidência com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o financiamento de um filme […]

Um grupo de oito senadores, liderado por Randolfe Rodrigues (PT-AP), apresentou nesta quarta-feira (21) uma denúncia contra Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Conselho de Ética do Senado. Os parlamentares pedem a apuração de suspeitas de quebra de decoro envolvendo a relação do candidato à Presidência com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro.

A representação questiona a atuação de Flávio nas negociações para financiar o filme Dark Horse, que retrata a trajetória política de seu pai. Segundo os parlamentares, o senador teria negociado com Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, um aporte de US$ 24 milhões para a produção.

O documento aponta que US$ 12,33 milhões teriam sido transferidos para um fundo nos Estados Unidos ligado ao projeto. Os autores da denúncia querem esclarecer se houve utilização do mandato parlamentar para obter vantagens indevidas.

A representação também menciona possíveis benefícios recebidos pelo senador, como viagens em aeronaves particulares e o uso de uma mansão em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

Outro ponto envolve o advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio. Os parlamentares pedem a apuração de informações sobre voos internacionais e uma conta bancária vinculada a uma empresa do advogado.

O pedido foi liderado por Randolfe Rodrigues e assinado também por Beto Faro (PT-PA), Humberto Costa (PT-PE), Rogério Carvalho (PT-SE), Eliziane Gama (PSD-MA), Paulo Paim (PT-RS), Camilo Santana (PT-CE) e Teresa Leitão (PT-PE).

Os senadores solicitam que Flávio seja chamado a apresentar sua defesa e que o Conselho examine as informações reunidas. Caso sejam identificados elementos suficientes para justificar a perda do mandato, os autores pedem o encaminhamento do caso à Mesa Diretora do Senado.

Flávio já negou irregularidades relacionadas ao financiamento de Dark Horse. O senador afirma que não houve contrapartida ligada ao exercício de seu mandato e sustenta que a responsabilidade pela prestação de contas dos recursos é da produtora do filme.

A denúncia foi registrada como Petição do Conselho de Ética nº 22/2026. Conforme a tramitação oficial do Senado, o procedimento aguarda a designação dos membros da comissão.

Fonte: Metrópoles
Foto: Reprodução

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Lula aceita condições de Flávio para abertura de sigilos, mas cobra inclusão de empresa na proposta

A campanha do presidente Lula (PT) afirmou nesta quarta-feira (21) que aceita as condições apresentadas por Flávio Bolsonaro (PL) para a abertura dos sigilos dos candidatos e de seus familiares. A resposta, no entanto, inclui uma cobrança sobre a exclusão de uma empresa ligada ao advogado Willer Tomaz da proposta apresentada pelo senador. A posição […]

A campanha do presidente Lula (PT) afirmou nesta quarta-feira (21) que aceita as condições apresentadas por Flávio Bolsonaro (PL) para a abertura dos sigilos dos candidatos e de seus familiares. A resposta, no entanto, inclui uma cobrança sobre a exclusão de uma empresa ligada ao advogado Willer Tomaz da proposta apresentada pelo senador.

A posição foi anunciada pelo senador Camilo Santana (PT-CE), um dos coordenadores da campanha de Lula, após Flávio protocolar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma resposta ao desafio lançado pelo presidente durante o debate da Band, no domingo (18).

Na manifestação encaminhada à Justiça Eleitoral, o candidato do PL apresentou condições adicionais para autorizar a divulgação de informações bancárias, fiscais e telefônicas, incluindo dados de pessoas ligadas ao presidente.

Camilo classificou as exigências como uma tentativa de manobra, mas afirmou que Lula não pretende rejeitá-las.

“Todas as condicionantes que ele colocou, a única resposta que o presidente tem é dizer ao candidato que não se opõe a absolutamente nada do que ele estava falando”, declarou.

Apesar da disposição anunciada, a campanha petista questionou a retirada da Alcazar, empresa pertencente ao advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro, da relação de pessoas jurídicas que teriam seus sigilos abertos.

A empresa é mencionada em uma investigação da Polícia Federal na qual o candidato do PL aparece como suposto “usuário master” de uma conta bancária vinculada à companhia.

“A gente vê muita estranheza que ele tirar essa empresa. Então, que a imprensa possa cobrar dele porque é que ele está tirando essa empresa. Que ele cumpra o que foi pedido”, afirmou Camilo.

O coordenador informou que Lula apresentará uma resposta formal ao TSE às 11h desta quinta-feira (22). Segundo ele, Flávio terá até o mesmo horário para aceitar ou rejeitar os termos propostos.

Apesar das manifestações dos dois lados, a abertura dos sigilos ainda não foi efetivada. A discussão ocorre a quatro dias do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25).

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Nelson Almeida/AFP

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“Democracia exige lealdade às regras do jogo, inclusive por parte de quem perde”, afirma Fachin

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, defendeu nesta quarta-feira (21) o respeito às regras democráticas e às decisões judiciais. A declaração foi feita durante um seminário na sede da Corte, em Brasília, a quatro dias do segundo turno das eleições presidenciais. Durante a abertura do evento Diálogos com o Supremo, dedicado ao […]

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, defendeu nesta quarta-feira (21) o respeito às regras democráticas e às decisões judiciais. A declaração foi feita durante um seminário na sede da Corte, em Brasília, a quatro dias do segundo turno das eleições presidenciais.

Durante a abertura do evento Diálogos com o Supremo, dedicado ao papel dos tribunais constitucionais, Fachin alertou para os riscos enfrentados pelas democracias em períodos de polarização política e destacou a responsabilidade das instituições e dos participantes do processo democrático.

O ministro afirmou que o Estado Democrático de Direito depende do cumprimento das regras estabelecidas, inclusive por aqueles que não conseguem vencer as disputas políticas.

Fachin também chamou atenção para o uso de decisões judiciais no debate público. Segundo ele, em ambientes marcados pela polarização, essas decisões frequentemente são reduzidas a slogans e utilizadas em disputas políticas, o que torna ainda mais necessária a apresentação de fundamentos claros e transparentes à sociedade.

Outro ponto abordado foi o risco de enfraquecimento gradual das instituições democráticas. O presidente do STF observou que as democracias contemporâneas nem sempre são ameaçadas por rupturas abruptas, mas também por processos que aparentam respeitar a legalidade, embora comprometam os mecanismos de controle e a confiança pública.

O ministro defendeu ainda que o Supremo precisa encontrar equilíbrio em sua atuação. Para ele, a Corte não pode se omitir diante de violações de direitos fundamentais, mas também não deve substituir o debate político por decisões baseadas exclusivamente na vontade de seus integrantes.

As declarações ocorrem em meio a divergências internas no STF relacionadas às investigações do Banco Master, que envolvem suspeitas de fraudes financeiras e corrupção de agentes públicos. A crise também passou a integrar o debate eleitoral, com propostas de mudanças no funcionamento do Judiciário apresentadas durante a campanha.

Ao tratar da preservação das instituições, Fachin ressaltou que a consolidação democrática não é definitiva e depende tanto da capacidade de resistência das instituições quanto da participação da sociedade.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Rosinei Coutinho/STF

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