Ex-prefeito de Custódia comprometeu mais de 75% com folha. Foi condenado pelo TCE
Por Nill Júnior
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) julgou irregular o processo de gestão fiscal da Prefeitura de Custódia (Sertão do Moxotó), relativo ao 1°, 2° e 3º quadrimestres de 2015, sob a responsabilidade do prefeito à época, Luiz Carlos Gaudêncio (PT).
A decisão ocorreu este mês com a constatação de que os limites com despesa de pessoal, estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (PRF), haviam sido descumpridos pela gestão municipal.
O voto da conselheira Teresa Duere, relatora do processo TC nº 1770016-4, baseou-se no relatório de auditoria elaborado pela equipe da Inspetoria Regional de Arcoverde, que apontou o contínuo aumento do comprometimento da folha de pagamento em relação à receita corrente líquida do município.
Segundo a equipe do TCE-PE, o limite de 54 % estabelecido pela LRF vinha sendo descumprido desde 2012. Nos três primeiros quadrimestres 2015, o comprometimento atingiu os seguintes percentuais: 76,43%, 78,69% e 74,88%, respectivamente.
Além disso, medidas para a redução dos gastos com pessoal, na forma e nos prazos determinados legalmente, não foram adotadas pelo então prefeito, caracterizando infração administrativa. Apesar de devidamente notificado, o gestor não apresentou defesa.
Após o Supremo Tribunal Federal decidir por não afastar o senador Renan Calheiros da presidência do Senado, por 6 votos a 3, o ministro Marco Aurélio Mello criticou a Corte e o Senado. “O Supremo saiu, a meu ver, como a última trincheira da cidadania, desgastado. Também saiu desgastado o Senado”, disse em entrevista exclusiva […]
Após o Supremo Tribunal Federal decidir por não afastar o senador Renan Calheiros da presidência do Senado, por 6 votos a 3, o ministro Marco Aurélio Mello criticou a Corte e o Senado.
“O Supremo saiu, a meu ver, como a última trincheira da cidadania, desgastado. Também saiu desgastado o Senado”, disse em entrevista exclusiva ao Jornal da Manhã. “As gerações futuras e a história serão cobradoras impiedosas (…) Não vejo com bons olhos a decisão do tribunal”, completou.
O ministro, que atendeu a um pedido liminar feito pela Rede Sustentabilidade, acabou por afastar Renan Calheiros (PMDB-AL) do cargo por pouco tempo. O pedido da sigla veio após a decisão proferida pela Corte, que tornou Renan réu pelo crime de peculato.
A alegação da Rede é de que Renan não poderia estar na linha de sucessão da presidência da República por ser réu em ação penal. O ministro Marco Aurélio afirmou que o que credencia o senador a assumir a presidência é seu cargo como chefe do Senado.
Marco Aurélio alegou que, em sua decisão, frisou que se pulasse o Senado, neste caso, para que o presidente do Senado não viesse, devido a alguma eventualidade, assumir a cadeira de chefe de Estado.
“Nós precisamos corrigir rumos e, para corrigir rumos e chegar a dias melhores, há de se respeitar a lei das leis da República, que é a Constituição”, disse. O ministro do Supremo negou ainda que tenha ocorrido uma negociação para determinar uma saída para qualquer impasse criado.
Recusa da notificação: O oficial de Justiça enviado pelo STF para comunicar a decisão que afastaria Renan disse que o senador recusou-se por duas vezes a receber a intimação.
Questionado sobre o motivo pelo qual a Corte não reagiu com atitudes – além de críticas – ao ocorrido, o ministro Marco Aurélio ressaltou que os ministros precisam saber como se retratar a tais casos.
“Eu digo que, cada qual dos integrantes do Supremo tem que perceber a envergadura da cadeira e perceber que o Supremo é o órgão máximo do Judiciário, e que o exemplo vem de cima. Temos uma situação que pode se repetir e isso é péssimo em termos de segurança jurídica”, alertou.
Uma entrevista carregada de emoção e memórias. Assim, foi o Debate das Dez especial com o cantor, ator e produtor Moacyr Franco na Rádio Pajeú. Além deste jornalista, o encontro teve as participações de Magno Martins (jornalista e apresentador do Frente a Frente, fã declarado do artista) e Anchieta Santos, dos programas Rádio Vivo e […]
Uma entrevista carregada de emoção e memórias. Assim, foi o Debate das Dez especial com o cantor, ator e produtor Moacyr Franco na Rádio Pajeú.
Além deste jornalista, o encontro teve as participações de Magno Martins (jornalista e apresentador do Frente a Frente, fã declarado do artista) e Anchieta Santos, dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, da Cidade FM, que também transmitiu o papo.
A primeira grande emoção foi quando fez referência à memória sobre o rádio. Moacyr se emocionou ao lembrar dos pais em Ituiutaba, Minas. “Lembro quando saiu no rádio a notícia do fim da guerra. Ví meu pai chorar e perguntei porque. Acabou a guerra, disse, para depois montar num cavalo e sair espalhando a notícia”.
O artista falou da relação com grandes nomes da música e da TV. Lembrou que participou do início da Bossa Nova, lembrou de encontros com gente como Boni, Chico Anísio, Jair Rodrigues, Erasmo, Roberto Carlos, Altemar Dutra, Cauby Peixoto, Sílvio santos, Carlos Alberto de Nóbrega e tantos outros. Creditou a veia humorística à família e falou das histórias em torno de seus inúmeros sucessos.
Como por exemplo, quando lembrou que a frase marcante de Se eu não puder te esquecer – daquele momento até hoje esperei você – foi acrescida à música já na gravação. Disse de sua relação com Pernambuco, onde participa anualmente do Festival da Seresta. Mostrou-se honrado em ter visto Turbilhão entre as dez músicas de carnaval preferidas no Estado, em uma pesquisa recente. Também lembrou os arranjos feitos em forma de frevo pelo Maestro Spock para uma apresentação no carnaval do Recife.
Sobre política falou das decepções e de como entrou na vida política. “O único projeto que tentei aprovar esperou quatro anos para depois ser rejeitado. Quando vi como as coisas funcionam lá resolvi sair”. Recentemente, gravou só para amigos “República Federativa dos Bandidos”, uma crítica aos políticos do Brasil, que disse é preocupado quando lançada no Youtube.
Foto: Cláudio Gomes
Quanto ao mundo contemporâneo, ele fez uma reflexão de quão é difícil gerar filhos nestes tempos. Foi quando se emocionou ao elogiar os filhos mais novos. “Gostaria de ficar mais tempo aqui para poder vê-los crescer, para que tenham um pai”, disse emocionado. Após a entrevista, Moacyr Franco visitou o Museu da Rádio Pajeú, único do gênero no Estado.
Hoje a noite, ele se apresenta com amigos em um evento intimista no Cine São José, a partir das sete da noite. Os ingressos foram todos esgotados. A produção do evento é de Roberto Murilo, que está trabalhando com o artista. Você pode ver mais fotos na Fanpage do Blog.
A Feira de Negócios do Alto Pajeú (FENAP) agora faz parte do calendário oficial de eventos de São José do Egito, após a aprovação unânime do Projeto de Lei 802/2024 pela Câmara Municipal. A nova legislação, sancionada pelo prefeito Evandro Valadares, destaca a importância desse evento para o município e para a região, consolidando seu […]
A Feira de Negócios do Alto Pajeú (FENAP) agora faz parte do calendário oficial de eventos de São José do Egito, após a aprovação unânime do Projeto de Lei 802/2024 pela Câmara Municipal. A nova legislação, sancionada pelo prefeito Evandro Valadares, destaca a importância desse evento para o município e para a região, consolidando seu impacto na economia e na cultura local.
O presidente da Câmara Municipal, João de Maria, comemorou a aprovação do projeto, que também inclui a tradicional Festa Universitária no calendário oficial. “A votação foi unânime, com o apoio de todos os 13 vereadores. A FENAP é um evento que já faz parte da identidade de nossa cidade e agora, com essa regulamentação, terá o suporte necessário para continuar crescendo”, afirmou João de Maria ao blog de Marcello Patriota.
A FENAP, reconhecida por movimentar cerca de R$ 3 milhões anualmente, é um exemplo claro de como eventos regionais podem impulsionar o desenvolvimento econômico e cultural de uma cidade. “A inclusão da FENAP no calendário oficial é um passo crucial para promover maior organização e planejamento. Isso fortalece o papel dos eventos na promoção de nossa cidade e no fortalecimento da economia local”, disse o prefeito Evandro Valadares.
Além de garantir maior visibilidade e suporte aos eventos, a nova legislação assegura que São José do Egito continue se destacando no cenário regional, atraindo turistas e promovendo o desenvolvimento econômico por meio da cultura e do entretenimento.
Filho de Fernando Bezerra Coelho, líder do governo no Senado, Miguel costura apoios inclusive na esquerda para tentar derrubar PSB Segundo o jornalista José Matheus da Folha de S. Paulo, o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (DEM), filho do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) —líder do governo Bolsonaro no Senado— tem feito um movimento de […]
Filho de Fernando Bezerra Coelho, líder do governo no Senado, Miguel costura apoios inclusive na esquerda para tentar derrubar PSB
Segundo o jornalista José Matheus da Folha de S. Paulo, o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (DEM), filho do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) —líder do governo Bolsonaro no Senado— tem feito um movimento de distanciamento do presidente em suas articulações de pré-campanha a governador de Pernambuco.
José diz que o objetivo, segundo interlocutores do prefeito da principal cidade do sertão do estado, é evitar que uma eventual postulação em 2022 seja contaminada pela elevada rejeição a Bolsonaro em Pernambuco.
“Além disso, para enfrentar o PSB, que governa há 15 anos o estado, o grupo de Miguel quer atrair tanto líderes políticos da esquerda como da direita”, afirma Matheus.
Ele também conta, que Miguel, em agosto, chegou a se reunir com o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, para medir a possibilidade de aliança com os pedetistas.
E ainda, que a sigla de esquerda já disse publicamente que, se houver uma nova aliança entre PSB e PT em Pernambuco, caminhará em outro palanque, que permita fazer campanha para o presidenciável Ciro Gomes.
Segundo o jornalista: aliados de Miguel têm dito que ele poderá ceder seu palanque ao mesmo tempo para presidenciáveis de PDT, PSDB e até do próprio DEM e PSL, que deverão se fundir, caso haja unidade da oposição em Pernambuco, o que ele defende oficialmente. Leia aqui íntegra da reportagem.
Uma criança nasceu no último dia 3, em Floresta, Sertão do Estado, pesando 7,650 quilos e medindo 58 centímetros, o que equivale a uma criança de quatro meses. Moacir Mateus Calaça Silva Neto, nome que o bebê recebeu, é considerado macrossômico, nome que é utilizado para definir bebês que nasceram com mais de quatro quilos; […]
Uma criança nasceu no último dia 3, em Floresta, Sertão do Estado, pesando 7,650 quilos e medindo 58 centímetros, o que equivale a uma criança de quatro meses. Moacir Mateus Calaça Silva Neto, nome que o bebê recebeu, é considerado macrossômico, nome que é utilizado para definir bebês que nasceram com mais de quatro quilos; e apresenta insuficiência cardiorrespiratória. Por conta de seu problema, ele foi transferido para o Hospital Barão de Lucena, Iputinga, Zona Oeste do Recife.
De acordo com o pediatra que acompanha o caso, Homero Pena, o tamanho do bebê se deve à alta da taxa de glicose que a mãe apresentou e a insuficiência cardíaca se deve ao aumento da área do coração, por conta do seu sobrepeso.
Depois de passar 12 dias internado, Moacir passa bem e deverá receber alta hospitalar neste sábado (20). A família de Moacir precisa de ajuda para o leite materno e o enxoval, que foi perdido por conta do sobrepeso do bebê. Para quem quiser ajudar a família, pode ligar para os seguintes telefones: (81) 9618-3636 / (87) 8843-2250.
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