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Taxa de hospitalização de adolescentes não vacinados é seis vezes maior do que aqueles já imunizados

Por André Luis

Segundo um estudo feito pelo órgão de saúde dos Estados Unidos (CDC na sigla em inglês), a taxa de hospitalização de adolescentes (entre 12 e 17 anos) não vacinados contra a Covid-19 é seis vezes maior do que aqueles que já tomaram suas doses da vacina.

Os pesquisadores utilizaram dados coletados entre os dias 19 de dezembro de 2021 e 22 de janeiro de 2022. Assim como em Pernambuco, a variante Ômicron é a predominante na América do Norte.

Este é mais um dado que mostra a importância da vacinação contra a Covid-19 em toda população. Ter o esquema vacinal completo é ter mais proteção contra o vírus, seja evitando sua forma mais grave ou até a morte.

Por isso, fique atento ou atenta ao prazo para a vacinação do seu filho ou filha. Leve-o até o posto de vacinação mais próximo e garanta a proteção de toda a sua família.

Outras Notícias

SJE: Secretário de Saúde defende debate regionalizado sobre reabertura

O Secretário de Saúde de São José do Egito,  Paulo Jucá,  disse estar preocupado com o cronograma de reabertura gradual do comércio no estado. Foi falando ao Debate do Sábado,  na Gazeta FM.  “Não tenho segurança para um processo de reabertura. Defendo um plano diferenciado por região”. Paulo afirmou que o Pajeú está em subida […]

O Secretário de Saúde de São José do Egito,  Paulo Jucá,  disse estar preocupado com o cronograma de reabertura gradual do comércio no estado. Foi falando ao Debate do Sábado,  na Gazeta FM. 

“Não tenho segurança para um processo de reabertura. Defendo um plano diferenciado por região”. Paulo afirmou que o Pajeú está em subida do número de casos. “Acredito que estamos no quarto estágio antes do pico, que representa a fase cinco”.

A feira livre da cidade,  por exemplo,  ficará fechada por no mínimo mais um fim de semana.  Isso depende de um mapeamento dos casos coordenado pela Secretaria.

O programa também ouviu o médico Hugo Rabelo, que contratou a doença. É estranho ser paciente,e estar do outro lado. Minha maior precupação era não passar pra outras pessoas”.

O médico teve tosse leve e se isolou, fechou agenda, pelo cuidado de não transmitir, passando 14 dias em observação.

“Mesmo os sintomas leves são importantes, não são tão leves, muito parecidos com a dengue. Perdi alguns quilos. Tive perda de paladar e olfato”. Ele agradeceu à solidariedade que vem recebendo. 

Marconi Santana vê cenário preocupante para 2017

Depois de participar em Brasília, do seminário “Novos Gestores” promovido pela CNM – Confederação Nacional dos Municípios, o prefeito eleito em Flores-PE, Marconi Santana do PSB, demonstrou preocupação com o cenário de 2017. Marconi, que tem enfrentado resistência da atual gestão em realizar a transição de governo, reforça o coro de crise financeira e ano […]

marconi-cnmDepois de participar em Brasília, do seminário “Novos Gestores” promovido pela CNM – Confederação Nacional dos Municípios, o prefeito eleito em Flores-PE, Marconi Santana do PSB, demonstrou preocupação com o cenário de 2017.

Marconi, que tem enfrentado resistência da atual gestão em realizar a transição de governo, reforça o coro de crise financeira e ano caótico principalmente, com o famigerado sub-financiamento, e agora a PEC 241  (Proposta de Emenda a Constituição, do teto dos gastos públicos).

“A situação é muito ruim, o cenário pra 2017 não é bom. Nosso sentimento é de extrema preocupação, pois quem mais sofre é a população”, afirmou falando ao blogueiro Junior Campos.

O gestor prometeu fazer o possível para garantir a melhoria da qualidade dos serviços em áreas essenciais como saúde, educação e agricultura. “É esse o nosso pensamento, mas os desafios são enormes. Foi isso que ouvimos e vimos aqui em Brasília”, frisou Marconi.

Após receber alta, Bolsonaro deixa hospital em São Paulo

Presidente estava internado desde a última quarta-feira (14) para tratar uma obstrução intestinal O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deixou o Hospital Vila Nova Star, na zonal sul de São Paulo, na manhã de hoje, após receber alta médica. Ele estava internado no local desde quarta-feira (14) para tratar uma obstrução intestinal. Bolsonaro, que deixou […]

Presidente estava internado desde a última quarta-feira (14) para tratar uma obstrução intestinal

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deixou o Hospital Vila Nova Star, na zonal sul de São Paulo, na manhã de hoje, após receber alta médica. Ele estava internado no local desde quarta-feira (14) para tratar uma obstrução intestinal.

Bolsonaro, que deixou a unidade sem máscara por volta das 9h50, parou para conversar com jornalistas e voltou a afirmar que só Deus o tira da presidência.

Bolsonaro voltou a defender tratamentos alternativos para a covid-19. O presidente pediu por estudos no Brasil da proxalutamida —medicamento usado no tratamento de Cânceres, como o de próstata—, que ele diz estar acompanhando estudos internacionais há algum tempo.

“O que me surpreende é de ver o mundo, alguns países investindo em remédio para curar a covid, e aqui, quando você fala de cura para covid, parece que você é criminoso. Não pode falar em cloroquina, ivermectina”, afirmou.

Atualmente, a proxalutamida está sob investigação e não é comercializada. Seu uso para covid-19 não foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), FDA (órgão regulador dos EUA) ou qualquer outra agência regulatória equivalente.

Protesto em apoio a Evo Morales acaba com mortos e feridos na Bolívia

G1 Um protesto acabou com ao menos 5 mortos na Bolívia nesta sexta-feira (15). Segundo a imprensa local, eles eram plantadores de folha de coca e apoiadores do ex-presidente Evo Morales. Outras 26 pessoas ficaram feridas e outras 169 foram presas. No Twitter, a CIDH (Comissão Interamericana de Direitos Humanos ) condenou o uso desproporcional da força e […]

Agentes jogam gás de pimenta em manifestantes na Bolívia — Foto: Reuters/Marco Bello

G1

Um protesto acabou com ao menos 5 mortos na Bolívia nesta sexta-feira (15). Segundo a imprensa local, eles eram plantadores de folha de coca e apoiadores do ex-presidente Evo Morales. Outras 26 pessoas ficaram feridas e outras 169 foram presas.

No Twitter, a CIDH (Comissão Interamericana de Direitos Humanos ) condenou o uso desproporcional da força e disse que o Estado tem obrigação de garantir o direito à vida e à integridade física daqueles que protestam pacificamente.

Milhares de apoiadores de Evo Morales tentavam chegar à cidade de Cochabamba para se opor ao governo interino de Jeanine Áñez, que se declarou presidente. A mobilização foi interceptada no rio Huayllani, perto de Sacaba, onde houve o confronto. Ainda de acordo com a imprensa local, os cinco mortos são: Emilio Colque, Juan López, Omar Calle, César Sipe e uma pessoa não identificada.

Pelo Twitter, Evo, que está asilado no México, pediu “às forças armadas e à polícia boliviana que parem o massacre”.

Segundo a AFP, o comandante da Polícia de Cochabamba, coronel Jaime Zurita, disse que os manifestantes “portavam armas, escopetas, coquetéis molotov, bazucas caseiras e artefatos explosivos”.

“Estão usando dinamite e armamento letal como (fuzis) Mauser 765. Nem as forças armadas, nem a polícia têm esse calibre, por isso estou alarmado”, acrescentou Zurita.

Odebrecht diz à Lava-Jato que Mantega usou BNDES para pedir doações, diz jornal

O empresário Marcelo Odebrecht disse à procuradores da Operação Lava-Jato que o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, cobraram doações para a campanha de Dilma em 2014 de empresários que tinham financiamentos do banco. De acordo com reportagem do jornal “Folha de S. Paulo” que será publicada neste domingo, […]

O empresário Marcelo Odebrecht disse à procuradores da Operação Lava-Jato que o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, cobraram doações para a campanha de Dilma em 2014 de empresários que tinham financiamentos do banco. De acordo com reportagem do jornal “Folha de S. Paulo” que será publicada neste domingo, Coutinho perguntou a um ex-executivo de uma empreiteira, em agosto de 2014, se ele conhecia o ministro Edinho Silva, que na época era tesoureiro da campanha de Dilma. O ex-executivo entendeu a pergunta como uma forma de pressão, e sua empresa fechou acordo para doação à campanha nas semanas seguintes. À “Folha de S.Paulo”, Coutinho, Mantega e o PT negaram a acusação de Odebrecht.

Mantega já havia sido citado na delação de Mônica Moura, a mulher do marqueteiro João Santana, que trabalhou na campanha pela reeleição de Dilma, como revelou O GLOBO em abril. Segundo Mônica, o ex-ministro intermediou o pagamento de caixa 2. Mantega se reuniu com ela e indicou, mais de uma vez, executivos de empresas que deveriam ser procurados para ela receber contribuições em dinheiro, que não passaram por contas oficiais do PT e, por isso, não foram declaradas à Justiça Eleitoral.

Na ocasião, Mantega reconheceu ter se encontrado com Mônica, mas negou a acusação. Monica afirmou ainda que a Odebrecht pagou R$ 4 milhões em dinheiro para a campanha de Dilma em 2014, não registrados nas contas oficiais de campanha. Os valores teriam sido entregues diretamente para ela e usados para pagar fornecedores na área de comunicação.

Marcelo Odebrecht informou também que a presidente Dilma Rousseff tentou garantir sua liberdade após ser preso em junho de 2015. Ele relatou que a nomeação do ministro Marcelo Navarro para o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) fazia parte da ofensiva contra as prisões de empreiteiros pela operação, segundo a “Folha de S.Paulo”. Odebrecht negocia termos de um acordo de delação premiada.

A nomeação de Navarro para o STJ com o intuito de conceder liberdade a presos da Lava-Jato já havia sido revelada pelo senador Delcídio Amaral (sem partido-MS) em delação. Com base nessa acusação, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribual Federal (STF) a abertura de inquérito para investigar Dilma. Na quarta-feira, Dilma declarou que as acusações de Delcídio são “levianas” e “mentirosas”.

Segundo a “Folha de S. Paulo”, os procuradores aguardam explicações sobre o esquema de financiamento de projetos no exterior para fechar o acordo de delação premiada. Eles esperam informações sobre a atuação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em negócios de empreiteiras na América Latina e na África. Odebrecht foi condenado a 19 anos e 4 meses de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa.