Tabirense Ana Marques Veras assume Presidência da Associação dos Magistrados de Pernambuco
Por Nill Júnior
A juíza Ana Marques Veras é a primeira mulher presidente da Associação dos Magistrados de Pernambuco.
A magistrada já atuou em comarcas do Pajeú, como a de Afogados da Ingazeira e está a alguns anos na capital pernambucana.
O prefeito de Tabira, Flávio Marques, e nomes como Mozart Valadares estiveram na posse, bastante prestigiada, no auditório da Escola Superior da Magistratura de Pernambuco (Esmape). Após a posse, foi oferecido um coquetel aos convidados.
“Filha de Tabira, estudante de escola e universidade pública, Ana Marques Veras traçou sua trajetória com dedicação e força que só a mulher sertaneja tem”, destacou o prefeito de Tabira.
O prefeito de Itapetim, Arquimedes Machado, acompanhado do gerente estadual da Casa Civil, Adelmo Moura, dos vereadores Romão e Fia Candido e do diretor de Agricultura, Clodoaldo Lucena, esteve no povoado de Piedade, onde tratou da distribuição de água com os moradores. Itapetim vive uma das maiores crises hídricas de sua história. Foi anunciada a instalação de um poço […]
O poço artesiano que receberá a adutora possui uma vazão estimada em 10 mil litros de água por hora. Foto ilustrativa
O prefeito de Itapetim, Arquimedes Machado, acompanhado do gerente estadual da Casa Civil, Adelmo Moura, dos vereadores Romão e Fia Candido e do diretor de Agricultura, Clodoaldo Lucena, esteve no povoado de Piedade, onde tratou da distribuição de água com os moradores. Itapetim vive uma das maiores crises hídricas de sua história.
Foi anunciada a instalação de um poço artesiano e a construção de uma adutora que garantirá o abastecimento de água das famílias residentes no povoado, assim como na comunidade de Pimenteira.
A adutora se interligará ao sistema de abastecimento de Piedade e Pimenteira e terá cerca de 2 quilômetros. A Prefeitura promete que as obras terão início ainda esta semana com as escavações e serão executadas pela Prefeitura Municipal.
O poço artesiano que receberá a adutora foi perfurado em parceria com o Governo do Estado em uma propriedade próxima ao povoado de Pimenteira e possui uma vazão estimada em 10 mil litros de água por hora.
Hoje, Piedade e Pimenteira são atendidos apenas por caminhões pipas em virtude da barragem responsável pelo abastecimento se encontrar em colapso total.
O prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, utilizou suas redes sociais nesta quarta-feira (17) para celebrar o início das perfurações de poços na zona rural do município, uma ação que faz parte do Programa Água para Todos. “Iniciamos as perfurações de poços nas comunidades rurais da nossa cidade e graças a Deus 12 poços já […]
O prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, utilizou suas redes sociais nesta quarta-feira (17) para celebrar o início das perfurações de poços na zona rural do município, uma ação que faz parte do Programa Água para Todos.
“Iniciamos as perfurações de poços nas comunidades rurais da nossa cidade e graças a Deus 12 poços já deram bastante água. Em breve chegaremos às 60 perfurações. O Programa Água para Todos já é um sucesso”, destacou Valadares em sua postagem.
A iniciativa tem como objetivo garantir o acesso à água para as comunidades rurais de Ouro Velho, uma necessidade vital para a população local que enfrenta desafios frequentes relacionados à escassez de recursos hídricos.
A notícia de que doze dos poços perfurados já apresentaram resultados positivos é um alívio para muitas famílias.
Augusto ressaltou que o programa está apenas começando e que a meta de sessenta perfurações será alcançada em breve, ampliando ainda mais o impacto positivo da iniciativa.
O jornalista Magno Martins acusou o pré-candidato governista e empresário de Arcoverde Welington Maciel de agredí-lo nas redes sociais. Wellington teria dito que Magno “não conhecia Arcoverde”. “Tenho orgulho de exibir em meu escritório mais de 40 títulos de cidadão e mais de 30 a receber, interrompidos pela pandemia. Entre os municípios, o que mais […]
O jornalista Magno Martins acusou o pré-candidato governista e empresário de Arcoverde Welington Maciel de agredí-lo nas redes sociais. Wellington teria dito que Magno “não conhecia Arcoverde”.
“Tenho orgulho de exibir em meu escritório mais de 40 títulos de cidadão e mais de 30 a receber, interrompidos pela pandemia. Entre os municípios, o que mais me orgulha em cidadania é Arcoverde”, diz Magno .
Ele recebeu o título por iniciativa da vereadora Célia Cardoso, presidente da Câmara de Vereadores, aprovado por unanimidade. “Só o empresário Wellington Maciel, candidato a prefeito bancado pela prefeita Madalena Britto, que me agrediu hoje, não sabe disso, porque ele, e não eu, vive em outro mundo. Antes de virar candidato, estava em alto mar, na Europa”, disse o jornalista .
“Se tivesse consultado os arquivos da Câmara, antes de afirmar que não conheço Arcoverde, saberia que recebi a cidadania, não por obra do acaso, mas por ter serviços relevantes prestados ao município. Defendo Arcoverde desde que ingressei no jornalismo, em 80. Acompanhei as gestões desde Rui Barros, passando por Rosa Barros até chegar a Madalena. Conheço a política da cidade como a palma da minha mão”, acrescentou .
Magno acrescentou que Wellington nada entende de política. “Viveu até então do comércio e de outras atividades, algumas estranhas, que motivaram uma operação da Polícia estadual por sonegação fiscal. Isso sim é vergonhoso, imoral”.
O Povo Após a perda irreparável dos parentes, outras se somaram nos últimos 12 meses, inclusive as que poderiam ser reparadas pelo Estado. Familiares das vítimas de Serra Talhada (ainda aguardam a devolução de equipamentos eletrônicos, especialmente celulares, que estavam com as vítimas no momento em que eram reféns e foram mortas pela Polícia Militar […]
Após a perda irreparável dos parentes, outras se somaram nos últimos 12 meses, inclusive as que poderiam ser reparadas pelo Estado.
Familiares das vítimas de Serra Talhada (ainda aguardam a devolução de equipamentos eletrônicos, especialmente celulares, que estavam com as vítimas no momento em que eram reféns e foram mortas pela Polícia Militar na madrugada de 7 de dezembro de 2018, quando se tentava frustrar roubos a bancos.
Seriam pelo menos cinco celulares, com dados pessoais e “desimportante” para a investigação policial.
Mesmo concluído o inquérito há sete meses, a família percorre um calvário da reparação. Isso porque em outra frente luta pela indenização por danos morais e materiais da perda dos provedores familiares. O tempo da ausência é também da loja fechada em Serra Talhada, da falta de manutenção pelos provedores familiares que eram João Batista (morto com o filho Vinícius) e Cícero Tenório (morto com a esposa Claudineide e o filho Gustavo, deixando órfã a filha Stefany em São Paulo).
“Ficaram aqui a viúva e o filho mais novo. João era quem mantinha a família, resolvia tudo. Era nosso irmão, mas também um grande pai para todos. Como vão ficar a minha cunhada e o meu sobrinho, com uma vida toda pela frente?” O desabafo de Vera Magalhães, irmã de João Batista, foi feito há alguns dias e é o mesmo de um ano atrás, porque quase nada avançou. Em 12 meses, o que se tem de mais concreto é a resposta sobre o “quem matou”, mas nada muito além disso. A indignação da família é maior porque em maio deste ano, passados cinco meses desde a tragédia, uma comissão de representantes do Governo do Estado com o Ministério Público esteve em Serra Talhada e Brejo Santo para conversar com as famílias sobre “o que estão precisando”. Participaram o Núcleo de Atendimento às Vìtimas de Violência (Nuavv), do Ministério Público; equipe técnica do Centro de Referência de Apoio às Vítimas de Violência (Cravv) da Secretaria da Proteção Social e Casa Militar.
Na reunião, além do pedido oficial de “desculpas”, ofereceram atendimento psicológico por videoconferência e que tentariam agilizar a devolução dos equipamentos eletrônicos. É ainda houve o questionamento se a família iria processar o Estado.
“Eu pensei que apesar da demora eles fossem fazer alguma coisa, mas ficaram só prometendo. Isso dói muito pra gente”, desabafa Regina Magalhães. Perdeu o sobrinho, o irmão e a paciência por não ver decisões concretas nos últimos sete meses dos 12 desde a tragédia.
A viúva Cláudia Magalhães e o filho João Victor, de 11 anos, estão passando por atendimento psicológico oferecido pelo próprio município de Serra Talhada, fato que foi de conhecimento da comitiva.
Em junho deste ano, já quase 30 dias após a visita do Ministério Público com o Governo do Estado, Claudia Magalhães envia mensagem para a promotora de Justiça Josiane França agradecendo o apoio, mas dizendo que continuará o atendimento com “Amanda”, a psicóloga que já a acompanha, assim como seu filho, por todos os meses em que o Estado do Ceará não oferecia qualquer apoio.
Após a visita, Cláudia, a sua dor e a de João Victor não poderiam ser tratadas por videoconferência.
Questionada pela reportagem sobre a demora na devolução de equipamentos, o Ministério Público afirmou que “a família de Serra Talhada solicitou apoio do MPCE para recuperação de quatro aparelhos celulares das vítimas, que haviam sido apreendidos para perícia. Porém, só apresentaram uma documentação comprobatória de um único telefone. Após articulação com os órgãos envolvidos na investigação, este único aparelho foi entregue ao Nuavv nesta semana e será enviado para a família. As duas famílias de vítimas do caso dispensaram a assistência psicossocial proposta pelo Nuavv/Cravv.
A família de Serra Talhada detalhou que ficaria sendo atendida por instituições profissionais da própria localidade”. Após a provocação da nossa equipe sobre se seria essa a resposta a dar aos familiares quanto aos celulares, o Ministério Público enviou, na mesma manhã de ontem, outra nota informando que “todos os quatro telefones das vítimas estão em posse do MPCE, tendo sido recebidos nesta sexta-feira”. Ainda conforme a nota, um dos celulares foi identificado, e os outros serão encaminhados para a Polícia fazer a identificação dos mesmos. A liberação será feita mediante apresentação de comprovante de posse apresentado pela família.
Psicológico
De acordo com Stefferson Nogueira, advogado da família, a escolha de Cláudia por manter o atendimento que já fazia deve-se à própria demora em uma resolução por parte do poder público cearense, que só fez a primeira (e única) visita cinco meses após a tragédia, quando as famílias buscaram atendimento psicossocial no serviço público municipal.
Em regiões de prevalência da variante delta do novo coronavírus, o intervalo entre doses de vacina de Covid-19 precisa ser mais curto do que doze semanas para que se tenha um controle efetivo da pandemia. É o que sugere modelo matemático desenvolvido pelo Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) a partir de dados […]
Em regiões de prevalência da variante delta do novo coronavírus, o intervalo entre doses de vacina de Covid-19 precisa ser mais curto do que doze semanas para que se tenha um controle efetivo da pandemia.
É o que sugere modelo matemático desenvolvido pelo Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) a partir de dados preliminares da eficácia da vacina para a variante delta. A ferramenta está descrita em artigo publicado na PNAS na quinta (18).
A tecnologia, criada pelo grupo ModCovid-19 com pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), da Fundação Getulio Vargas (FGV) e da Universidade de São Paulo (USP) projeta tempo seguro e ideal entre doses para controle da pandemia, a partir de dados de eficácia de vacinas.
Ele mostra que vacinas com menos de 50% de eficácia na primeira dose precisam de um intervalo menor de aplicação do que vacinas com taxas de eficácia maiores. Alimentada com estudos prévios sobre eficácia dos imunizantes, a tecnologia indica quando é possível adiar as doses e quando se atinge o máximo possível de proteção.
“O próprio algoritmo decide quando é melhor aplicar a segunda dose, levando em conta a primeira, de maneira a controlar o mais rápido possível a pandemia”, explica Paulo José da Silva e Silva, co-autor do estudo.
Por isso, a ferramenta, que está disponível on-line, pode ajudar nas tomadas de decisão durante o processo de imunização da população brasileira e de outros países.
Paulo lembra que quando o artigo foi escrito, em fevereiro desse ano, a principal pergunta era se valeria a pena adiar a segunda dose e qual a maneira mais segura de se fazer isso, em virtude da quantidade limitada de doses.
Nesse sentido, o estudo teve como base a fabricante Astrazeneca e concluiu que o percentual de eficácia entre a primeira dose e segunda era muito pequeno e por isso, comprovadamente, valeria a pena esperar e vacinar mais gente com 1ª dose.
Agora, com o avanço da variante delta em algumas regiões do Brasil e do mundo, as estratégias de vacinação podem ser revistas a partir deste modelo.
“Se você está em um lugar onde ela é a variante prevalente, a eficácia da primeira dose, pelas primeiras estimativas que estão saindo agora, é muito menor do que era com a alfa, então muda a relação da eficácia entre primeira e segunda dose. Essas análises confirmam que a decisão é delicada e que tem que ser feita de maneira sistemática”, observa Paulo. As informações são da Agência Bori.
Você precisa fazer login para comentar.