Tabira: Desembargador mantém proibição de invasão de terreno por prefeitura
Por Nill Júnior
O desembargador Paulo Romero de Sá Araújo, relator substituto, indeferiu o pedido de efeito suspensivo feito pelo Município de Tabira, através da Procuradora Rayane Cinthia Sales Cipriano para suspender a decisão judicial que impede de entrar no terreno dos empresários Paulo Manú e Cláudio Manú, nesta quinta-feira (17). Atua na defesa dos irmãos empresários, o advogado Flávio Marques.
Segundo a decisão, “neste caso, Paulo de Barros Nogueira e José Claudio Nogueira Barros ajuizaram ação de interdito proibitório com pedido de tutela de urgência em face do Município de Tabira, alegando que são legítimos proprietários do imóvel situado no Sítio São Bento, localizado às margens da PE-320”.
De acordo com o desembargador Paulo Romero, “o art. 562 do Código Civil prevê que a doação onerosa pode ser revogada por inexecução do encargo, se o donatário incorrer em mora”. Acrescentando que “se não houver prazo para cumprimento, o Código exige que haja notificação judicial para que seja assinado prazo razoável para que o donatário cumpra a obrigação assumida”.
Continua: “In casu, contudo, havia prazo para cumprimento do encargo, de modo que não se fazia necessária a notificação para revogação da doação”. Finalizando: “Pelo exposto, e com base no art. 1.019, inciso I, do Código de Processo Civil/2015, indefiro o pedido de efeito suspensivo.”
Blog divulga pesquisa com o Múltipla Esta semana será marcada pela primeira pesquisa divulgada pelo blog em parceria com o Instituto Múltipla, do economistas Ronald Falabela, trazendo a corrida à sucessão estadual em Pernambuco. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número PE-09053/2022. Os números foram coletados entre 10 e 14 de março. A amostra […]
Esta semana será marcada pela primeira pesquisa divulgada pelo blog em parceria com o Instituto Múltipla, do economistas Ronald Falabela, trazendo a corrida à sucessão estadual em Pernambuco.
A pesquisa foi registrada no TSE sob o número PE-09053/2022. Os números foram coletados entre 10 e 14 de março.
A amostra é composta por 800 entrevistas aplicadas na população que tenha título de eleitor, more e vote no estado de Pernambuco e distribuidas da seguinte forma: Região Metropolitana (42,0%), Zona da mata (14,8%), Agreste (25,2%) e Sertão (18,0%). O intervalo de confiança estimado é de 95% para uma margem de erro para mais ou para menos de 3,5%.
O blog tem uma longa história de parceria com o Instituto, divulgando seus levantamentos há várias eleições. Uma das características, o alto percentual de acertos.
Pesquisa é ciência. Uma pessoa adulta tem entre cinco e seis litros de sangue. Mesmo assim, os médicos conseguem descobrir doenças como a anemia extraindo alguns poucos mililitros de um paciente – em um exame como o hemograma.
A analogia acima se aplica às pesquisas eleitorais e de opinião: com os métodos certos, é possível conhecer o pensamento e as tendências em grupos tão grandes quanto as nossas cidades a partir de entrevistas com uma pequena parte deste contingente.
Em Pernambuco a pesquisa já terá condição de dar um indicativo da força dos principais canos eleitorais em Pernambuco. No dia em que o levantamento começou a ser feito, repercutiu o anúncio do presidente Jair Bolsonaro de que seu candidato a governador seria o prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira.
Em uma disputa de espaço entre ele, Miguel Coelho e Raquel Lyra, a estratégia de ser o candidato do Bolsonarismo pode representar a diferença entre estar ou não no segundo turno. Até agora nos levantamentos divulgados, Raquel Lyra tem se apresentado como o melhor nome, seguida de Miguel e Anderson.
Por outro lado, a pesquisa também dará sinais sobre a estratégia de Danilo Cabral de colar no ex-presidente Lula. As pesquisas divulgadas até agora mostram que ele ainda pagava um preço pelo desconhecimento em torno do seu nome – problema também identificado nos rivais – e falta de identificação como o candidato do Lulismo.
Pesquisa de fato é um retrato do momento, com muita água para passar por baixo da ponte. Mas vai ser interessante aferir como estão nessa janela muito mais próxima das convenções os nomes que disputam o governo do Estado, o Senado e a Presidência da República por aqui. Haja números, haja emoção…
Falta pouco
O Deputado Federal Carlos Veras (PT) admite estar mais próximo o anúncio de seu nome à disputa para o Senado na Frente Popular. E aliados do petista acreditam que Marília Arraes, caso dispute contra ele desidrata a partir do momento que for identificado como “o Senador de Lula”.
Márcio representa
A prefeita Márcia Conrado não foi receber o governador Paulo Câmara porque de acordo com as informações divulgadas tinha agenda em São Paulo. A programação não foi informada à gestora para a sua assessoria. No ato, foi representada pelo vice, Márcio Oliveira.
Desabafo
Mesmo criticando o fato de Marília estar rifada no PT, Luciano Duque não deve fazer como em 2018, quando apoiou Armando Monteiro. A tendência é de que siga no palanque PT e PSB. A fala só resgata a velha rusga contra o grupo de Humberto Costa, que isolou a quase ex-petista.
Autonomia zero
Pra quem tentava esconder que é Dinca, e não Nicinha, governa em Tabira, vale a pena ouvir Joel Mariano, Secretário de Agricultura, sem força nem para mudar um colaborador que impede a água de chegar a moradores de três comunidades. “Foi Dinca que botou esse rapaz ai”.
Virou casaca
Na semana em que o estado prometeu acabar com o drama da falta de água em Quixaba, com uma adutora pronta, o prefeito Zé Pretinho (AVANTE) anunciou apoio a Miguel Coelho. O prefeito é aliado de Sebastião Oliveira, que aparentemente não foi ouvido.
Requerimento
O presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Rubinho do São João (PSD), disse à Coluna que em agosto de 2021, a Câmara aprovou requerimento de Raimundo Lima (PSB) para aquisição de um tomógrafo para o Hospital Regional Emília Câmara. “Fomos atendidos”, comemorou.
Nó da ESSE
Uma das principais missões da cobertura do blog e Rádio Pajeú à vinda de Paulo Câmara à região foi buscar a garantia de que o Estado cobraria à ESSE Engenharia uma solução decente para as trapalhadas na obra da PE 380, a Estrada de Ibitiranga. O governador e a Secretária Fernandha Batista garantiram que o nó foi desatado.
Federal
O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota (PSB) acabou revelando o seu apoio a Lucas Ramos para Federal, fechando a dobradinha com José Patriota. Estava esperando só um ok de Paulo Câmara.
Concilio, não mais
O Procon de Afogados, detonado pelo vereador Edson Henrique, ouvintes da Rádio Pajeú e essa Coluna, não fiscaliza porque não pode. Segundo o próprio órgão em sua rede social, a sua única função é de mediação. Para fiscalizar, como no caso dos postos, precisa lei que defina essa finalidade aprovada pela Câmara.
Frase da semana:
“Não encontra nenhum amparo no Marco Civil da Internet e nem em nenhum dispositivo da Constituição”.
Do presidente Jair Bolsonaro sobre a suspensão do Telegram pelo Ministro Alexandre de Moraes.
O aplicativo preferido pelo presidente começou a atender as exigências do Ministro.
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), se reuniu com a base de apoio político durante o Tributo a Virgulino, realizado neste domingo (6), no Sítio Passagem das Pedras. A informação é de Francys Maya. O encontro contou com a presença de praticamente toda a bancada governamental. Estiveram ao lado da gestora dos vereadores […]
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), se reuniu com a base de apoio político durante o Tributo a Virgulino, realizado neste domingo (6), no Sítio Passagem das Pedras. A informação é de Francys Maya.
O encontro contou com a presença de praticamente toda a bancada governamental. Estiveram ao lado da gestora dos vereadores Alice Conrado, Juliana Tenório, Ronaldo de Dja, Romério do Carro de Som, Rosimério de Cuca, Gin Oliveira, Antônio Rodrigues, Gilliard Mendes, Tércio Siqueira, Zé Raimundo, Pinheiro de São Miguel, Manuel Enfermeiro e André Maio. A única ausência registrada foi o vereador Jaime Inácio, que justificou o impedimento.
Durante o encontro, Márcia Conrado agradeceu o apoio dos parlamentares. “Seguimos firmes, de mãos dadas, demonstrando que o grupo está unido no prol do desenvolvimento de Serra Talhada”, afirmou a prefeita.
Da redação: a reunião aconteceu poucas horas antes da votação das contas de 2019 de Luciano Duque, cujo TCE recomendou aprovação com ressalvas. A reunião indica a reunião da bancada, convidando um eleitor para a reunião das contas.
G1 Centenas de famílias na Grande Maceió estão desalojadas por causa da chuva forte que atinge a região neste sábado (27). Quatro pessoas morreram – entre elas, uma criança -, outras quatro estão desaparecidas e mais de 30 ficaram feridas por conta de deslizamentos de terra. Há 250 famílias desalojadas na cidade de Marechal Deodoro. […]
Centenas de famílias na Grande Maceió estão desalojadas por causa da chuva forte que atinge a região neste sábado (27). Quatro pessoas morreram – entre elas, uma criança -, outras quatro estão desaparecidas e mais de 30 ficaram feridas por conta de deslizamentos de terra. Há 250 famílias desalojadas na cidade de Marechal Deodoro. Na capital, que decretou estado de calamidade, a Defesa Civil estima que sejam 150.
Faz uma semana que chove forte em todo o estado, mas estragos se intensificaram nesta madrugada. Além dos 4 mortos, deslizamentos de barreiras sobre casas deixaram mais de 30 pessoas feridas.
Os deslizamentos na capital aconteceram na parte alta de Maceió. Quem vive na região está apreensivo pelo risco.
A prefeitura de Marechal também decretou situação de emergência. Em diversos municípios já foram registrados alagamentos, deslizamentos de barreiras, acidentes de trânsito, quedas de árvores e outros incidentes.
Dois povoadas em Atalaia ficaram isolados depois que o rio que corta a região transbordou e bloqueou a única estrada de acesso a eles.
E a chuva não deve dar trégua tão cedo. A meteorologia prevê pancadas de chuvas em diversas regiões do estado. A Defesa Civil está em alerta. Veja a previsão do tempo para este fim de semana.
A Defesa Civil informou que o volume de chuva nos últimos dias na capital é acima da média. Em todo o mês de maio, quando o esperado era de 382,2 milímetros, já foram registrados 567,6. Este número é 48,5% maior do que o esperado.
Levantamento publicado em maio mostra que pelo menos 106 deputados e 27 senadores são alvos de investigação na Justiça. A proposta que acaba com a prerrogativa de milhares de autoridades de serem julgadas apenas a partir da segunda instância da Justiça completa neste domingo (27) 1.300 dias de tramitação na Câmara, sem qualquer perspectiva de […]
Levantamento publicado em maio mostra que pelo menos 106 deputados e 27 senadores são alvos de investigação na Justiça.
A proposta que acaba com a prerrogativa de milhares de autoridades de serem julgadas apenas a partir da segunda instância da Justiça completa neste domingo (27) 1.300 dias de tramitação na Câmara, sem qualquer perspectiva de votação. O levantamento é do Congresso em Foco.
O texto foi aprovado pelo Senado em 31 de maio de 2017. Passou em 26 de junho daquele ano pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Em 11 de dezembro de 2018, foi aprovado pela comissão especial criada para analisar seu mérito.
Nos dois últimos 747 dias, porém, a PEC ficou engavetada. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não pautou os pedidos apresentados pelos deputados para acelerar a votação em plenário. Maia não considerou prioritária a análise da PEC e preferiu deixá-la na gaveta para o seu sucessor. Os candidatos ao comando da Casa, no entanto, ainda não se posicionaram publicamente sobre o tema.
Em setembro, um grupo de 26 senadores encaminhou a Maia um ofício pedindo a votação da PEC, associando a necessidade de apreciação da PEC ao caso da deputada Flordelis (PSD-RJ), acusada de mandar matar o marido, o pastor Anderson do Carmo. O deputado alegou que a prioridade este ano era o enfrentamento da pandemia, com medidas mitigadoras dos efeitos econômicos provocados pela covid-19, e as reformas tributária e administrativa, que não avançaram.
Segundo estudo da Consultoria Legislativa do Senado, atualmente mais de 54 mil pessoas são beneficiadas por alguma forma de foro privilegiado. O texto aprovado pela Casa acaba com o foro privilegiado em caso de crimes comuns para deputados, senadores, ministros de Estado, governadores, ministros de tribunais superiores, desembargadores, embaixadores, comandantes militares, integrantes de tribunais regionais federais, juízes federais, membros do Ministério Público, procurador-geral da República e membros dos conselhos de Justiça e do Ministério Público.
Dessa forma, todas as autoridades e agentes públicos hoje beneficiados pelo foro responderão a processos iniciados nas primeiras instâncias da Justiça comum. As únicas exceções são os chefes dos três poderes da União (Executivo, Legislativo e Judiciário) e o vice-presidente da República.
Autor da PEC, o senador Alvaro Dias (Podemos-PR) foi às redes sociais neste domingo cobrar a votação da proposta. “Há 1.300 dias esperamos para que o projeto que acaba com os privilégios das autoridades saia da gaveta do Rodrigo Maia. Não sabemos quanto tempo ainda teremos que esperar, mas uma coisa é certa: nossa persistência diária nos trará a motivação para lutar por uma justiça que seja igual para todos. Seguiremos tentando e somos gratos pelo apoio de todos vocês”, escreveu.
Pela proposta, as autoridades manterão o foro por prerrogativa de função nos crimes de responsabilidade, aqueles cometidos em decorrência do exercício do cargo público, como os contra o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais; a segurança interna do país; a probidade na administração; a lei orçamentária; e o cumprimento das leis e das decisões judiciais, entre outros.
Levantamento publicado pelo Congresso em Foco em maio mostra que pelo menos 106 deputados e 27 senadores são alvos de investigação na Justiça. A pesquisa exclusiva foi feita pelo site nas bases de dados do Supremo Tribunal Federal e dos tribunais eleitorais e de Justiça estaduais e levou em conta inquéritos e ações penais e eleitorais que tramitam nessas instâncias.
Entre os investigados está o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), suspeito de se apropriar indevidamente de parte do salário de seus servidores na Assembleia Legislativa no esquema chamado de “rachadinha”. Flávio recorreu ao Supremo, pedindo a prerrogativa de ser investigado apenas pelo Supremo por ser parlamentar federal, para tirar as investigações da Justiça do Rio.
Mas tanto Flávio quanto o seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, já tinham se manifestado em vídeo criticando o foro, alegando que o mecanismo favorece a impunidade. A mesma posição era defendida por outros dois filhos do presidente: o vereador Carlos e o deputado federal Eduardo Bolsonaro.
Desde o início da atual legislatura, em fevereiro de 2019, foram apresentados 20 requerimentos para que o texto fosse incluído na pauta do plenário da Câmara. Nenhum dos pedidos foi apreciado. A reportagem procurou neste domingo o presidente Rodrigo Maia para comentar o assunto, por meio de seu celular, mas não houve retorno até o momento. O texto será atualizado caso ele se manifeste.
Apoiador da extinção do foro especial, o ministro Luis Roberto Barroso, do STF, revelou que, enquanto o Supremo leva, em média, um ano e meio para receber uma denúncia, um juiz de primeira instância o faz, em média, em 48 horas. Essa diferença se dá, segundo ele, porque o procedimento nos tribunais superiores é muito mais complexo.
O texto aprovado no Senado manteve o parágrafo 2º do artigo 53 da Constituição Federal, que prevê que parlamentares não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável. Em tais casos, os autos do processo devem ser remetidos dentro de 24 horas à Casa Legislativa respectiva, para que, pelo voto da maioria dos parlamentares, o pedido de prisão seja acatado ou rejeitado. A PEC também inclui expressamente no artigo 5º da Constituição a proibição de que seja instituído qualquer outro foro por prerrogativa de função no futuro.
Em meio à dificuldade da Câmara em decidir sobre o assunto, o Supremo resolveu em 2018 restringir o alcance do foro privilegiado a crimes cometidos por parlamentares durante o exercício do mandato e a fatos relacionados às funções desempenhadas.
O grupo de senadores que cobra de Maia a votação da PEC de Alvaro Dias considera o atual modelo insuficiente, pois mantém a prerrogativa para milhares de outras autoridades.
“Como foi apontado pelo relator no Senado [Randolfe Rodrigues], “o que está em jogo é a credibilidade do Parlamento: não podemos permitir que a descrença nas instituições ponha em risco o legado conquistado a duras penas no pós-anos de chumbo. É necessário e urgente que se mostre à cidadania que as virtudes do sistema representativo superam em muito seus vícios e que a instituição importa mais que seus passageiros membros”, diz trecho do ofício entregue ao presidente da Câmara.
Para ser aprovado em plenário, o texto precisa do apoio de pelo menos 308 dos 513 deputados em dois turnos de votação. Se for alterado, terá de voltar ao Senado. Se não houver mudança de mérito, estará pronto para promulgação, ou seja, para ser incluído na Constituição.
É lançada hoje (24), a Frente Parlamentar em Defesa do Semiárido da Câmara dos Deputados. Seu objetivo é debater e cobrar do governo federal ações para região, que quase 90% da área está localizada no Nordeste. A primeira reivindicação é a inclusão da região no Plano Plurianual (PPA 2020-2023). Mais de 200 parlamentares compõem a […]
É lançada hoje (24), a Frente Parlamentar em Defesa do Semiárido da Câmara dos Deputados. Seu objetivo é debater e cobrar do governo federal ações para região, que quase 90% da área está localizada no Nordeste. A primeira reivindicação é a inclusão da região no Plano Plurianual (PPA 2020-2023).
Mais de 200 parlamentares compõem a frente, criada com o apoio de organizações da sociedade civil. “A nossa missão será cobrar do governo Bolsonaro investimentos nas políticas de convivência com o semiárido. A maior demanda é o acesso à água para consumo e produção de alimentos, questão básica para a condição humana”, explica o presidente da frente, deputado Carlos Veras (PT/PE).
O Semiárido é composto por 1.262 municípios de 10 estados e abriga mais de 26 milhões de pessoas (IBGE, 2010), 12% da população nacional, tendo a maior população rural do país: 1,7 milhão de famílias de agricultores familiares, incluídos povos indígenas, comunidades tradicionais e quilombolas, que enfrentam problemas seculares de concentração de terra, de escassez de água e de poucas oportunidades.
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