Tabira 1: Líder do governo admite irregularidades no Bolsa Família de Tabira mas diz que não vai investigar”
Por Nill Júnior
Por Anchieta Santos
Em agosto de 2014 o vereador Val do Bar durante entrevista à Rádio Comunitária Cultura FM denunciou ter gente naquela época recebendo do Bolsa Família, mesmo sendo proprietário de caminhonete Hilux, enquanto tinha pessoas precisando do benefício e estavam sendo prejudicadas.
Chegou a dizer não querer conversa com a Coordenadora Socorro Leandro, pois queria mesmo era a lista de beneficiários para investigar.
O tempo passou, Val assumiu a liderança do governo Sebastião Dias na Câmara e o discurso mudou.
Na sessão de ontem, o parlamentar pago pelo povo, disse que as denúncias são coisas de radialistas e blogueiros que querem audiência, ignorando que as denúncias partiram da comunidade tabirense, revoltada com a situação.
Val disse que não vai investigar porque o escândalo é em todos os municípios do país e que vereador não tem autonomia para fiscalizar. Explica-se então porque disse também em agosto deste ano que “só Jesus salvaria Tabira”. Agora, entendido…
O deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro, do PL de São Paulo, atuou como produtor-executivo de “Dark Horse”, o filme biográfico sobre Jair Bolsonaro, com responsabilidades e poder sobre a gestão financeira do projeto, segundo um contrato assinado por ele e diálogos obtidos com exclusividade pelo Intercept Brasil. Os registros contradizem afirmações feitas por Eduardo Bolsonaro […]
O deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro, do PL de São Paulo, atuou como produtor-executivo de “Dark Horse”, o filme biográfico sobre Jair Bolsonaro, com responsabilidades e poder sobre a gestão financeira do projeto, segundo um contrato assinado por ele e diálogos obtidos com exclusividade pelo Intercept Brasil.
Os registros contradizem afirmações feitas por Eduardo Bolsonaro em uma publicação no Instagram na quinta-feira, 14, sobre sua relação com o filme e colocam o deputado federal cassado como uma peça-chave com poder na tomada de decisões, inclusive financeiras, sobre o filme que conta a história do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Também mostram que Eduardo omitiu sua conexão com a busca de dinheiro para financiar o filme ao dizer, no post feito no Instagram, que apenas cedeu seus direitos de imagem e não exerceu qualquer cargo de gestão no “Dark Horse”.
Um contrato de produção, datado de novembro de 2023 e assinado digitalmente por Eduardo Bolsonaro em 30 de janeiro de 2024, traz a empresa GoUp Entertainment, sediada nos Estados Unidos, como produtora, e Eduardo Bolsonaro e o deputado federal Mario Frias, também do PL paulista, à frente da produção-executiva, função com poder para lidar diretamente com o controle de orçamento e gestão financeira de um projeto audiovisual.
Segundo o documento, a produtora e os produtores-executivos agiriam em conjunto para dedicar-se a atividades de desenvolvimento do projeto, dentre elas “envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme e preparação de informações e documentação para investidores e assistência na identificação de recursos de financiamento de filmes, incluindo créditos e incentivos fiscais, colocação de produtos e patrocínio”.
O The Intercept enviou questionamentos para Eduardo Bolsonaro e para o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, mas não houve resposta até a publicação. O espaço segue aberto.
A defesa do deputado Mario Frias informou que “Eduardo Bolsonaro não é e nunca foi produtor-executivo da produção do filme Dark Horse” e “nunca recebeu qualquer quantia do fundo de investimento cujo produto privado final é o filme”.
A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro disse que não iria se manifestar sobre o tema. “Também mandamos perguntas para as defesas do ex-presidente Jair Bolsonaro”, diz o The Intercept.
A Advocacia do Senado (Advosf), pediu nesta quinta-feira (5) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a revogação da decisão liminar que suspendeu as quebras de sigilo do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, impostas pela CPMI do 8 de janeiro. Segundo o agravo regimental, não haverá tempo para referendar a decisão antes do relatório […]
A Advocacia do Senado (Advosf), pediu nesta quinta-feira (5) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a revogação da decisão liminar que suspendeu as quebras de sigilo do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, impostas pela CPMI do 8 de janeiro. Segundo o agravo regimental, não haverá tempo para referendar a decisão antes do relatório final da CPMI, que deve ser lido em 17 de outubro.
Investigado a respeito da conduta da PRF nas eleições de 2022 e nos bloqueios de rodovias que se seguiram à derrota de Jair Bolsonaro, Silvinei teve seus sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático quebrados pela CPMI, que, em 11 de junho, aprovou requerimento neste sentido.
No entanto, em decisão monocrática, o ministro Nunes Marques acatou mandado de segurança impetrado pelo investigado, argumentando que “o pedido voltado ao fornecimento de listas com informações protegidas por segredo é amplo e genérico” e “não se logrou externar a conexão supostamente existente entre os dados do impetrante que se pretende reunir e a investigação em curso”.
A relatora da CPMI, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), avaliou negativamente a decisão, que considera anular “por completo todo um processo de investigação que nós levamos aqui meses a fio. Aliás, de um ex-diretor, de uma das pessoas investigadas por esta comissão que foi presa, de uma forma posterior, pela Polícia Federal.”
No agravo regimental, a CPMI argumenta que a sessão de julgamento no STF para análise da decisão de Nunes Marques está prevista para ocorrer entre 20 e 27 de outubro, quando o relatório final do colegiado com a respectiva lista de indiciamentos já terá sido lida. O texto critica o controle indevido das decisões do Legislativo, incluindo as das comissões de inquérito, ressaltando que “a Corte Suprema desautoriza provocações que se configuram em interferência de um Poder à dinâmica de funcionamento de outro Poder.”
Indiciamentos
Através de nota, a assessoria de comunicação da senadora Eliziane Gama classifica como “pura especulação” as notícias sobre nomes em uma possível lista de indiciamentos no relatório final da CPMI. “Quem fala pelo parecer final é a própria relatora. E tão somente ela e no momento adequado trará os detalhes e resultados daquilo que é fruto do trabalho de meses de investigação”, diz o comunicado. As informações são da Agência Senado.
Nos bastidores, já é grande a movimentação em torno do futuro governo Paulo Câmara. Socialistas e partidos aliados, mesmo que não oficialmente em virtude do embate do segundo turno, começam a discutir questões como a “dança das cadeiras” nas funções de destaque na nova gestão e a composição do primeiro escalão. Neste tema, já tem […]
Nos bastidores, já é grande a movimentação em torno do futuro governo Paulo Câmara. Socialistas e partidos aliados, mesmo que não oficialmente em virtude do embate do segundo turno, começam a discutir questões como a “dança das cadeiras” nas funções de destaque na nova gestão e a composição do primeiro escalão.
Neste tema, já tem muito debate sendo travado. Dentre as questões debatidas, algo que nos acostumamos a ver no início das gestões Eduardo: a iniciativa de levar para a gestão como Secretários alguns Deputados Estaduais eleitos e assim “puxar” suplentes que bateram à pota, mas ficaram no quase.
Se a política for mantida, o que é muito provável já começam a engomar paletós e trajes de posse nomes socialistas como Marcantonio Dourado, Roberta Arraes, Isaltino, Laura Gomes e até Anchieta Patriota, por ordem de probabilidade. Já tem deles avisando da possibilidade e tirando as medidas…
A Secretaria de Saúde de Arcoverde informou em nota que nesta sexta-feira, 24 de abril de 2020, foram registrados três novos casos do Covid-19, seis descartados e dois recuperados. Os casos confirmados são de duas mulheres de 28 e 25 anos e um homem de 33 anos. O boletim diário agra apresenta nove suspeitos, vinte […]
A Secretaria de Saúde de Arcoverde informou em nota que nesta sexta-feira, 24 de abril de 2020, foram registrados três novos casos do Covid-19, seis descartados e dois recuperados.
Os casos confirmados são de duas mulheres de 28 e 25 anos e um homem de 33 anos.
O boletim diário agra apresenta nove suspeitos, vinte e seis descartados, quinze confirmados, três óbitos e dois recuperados.
Nas Barreiras Sanitárias das entradas de Arcoverde, foram parados 1013 carros de cidades da região. As orientações estão sendo reforçadas em relação à obrigatoriedade do uso de máscaras e aferição da temperatura.
O Governo do Estado anunciou mais 395 casos do Covid-19, são 3.999 no total. Também foram confirmados por exames laboratoriais, mais 40 óbitos. Pernambuco soma 352 mortes e 202 recuperados.
Do G1 O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, declarou, na tarde desta sexta-feira (23), que não há “pedalada fiscal” no Orçamento de 2015. As “pedaladas” foram atrasos em repasses de recursos do governo aos bancos públicos, o que não é permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Levy deu a declaração após debate sobre energia no Institute […]
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, declarou, na tarde desta sexta-feira (23), que não há “pedalada fiscal” no Orçamento de 2015. As “pedaladas” foram atrasos em repasses de recursos do governo aos bancos públicos, o que não é permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Levy deu a declaração após debate sobre energia no Institute of the Americas, em um hotel na Zona Sul do Rio de Janeiro.
Na semana passada, o Tribunal de Contas da União (TCU) abriu um processo para investigar se a prática de atrasar repasses a bancos públicos continuou sendo adotada pelo Executivo em 2015.
A denúncia consta em representação do Ministério Público junto ao TCU, protocolada na semana passada. Quando perguntado sobre qual seria o tamanho da “pedalada” do governo em valores, Levy respondeu que “não há pedalada”.
“Nós estamos preparados, evidentemente, para enfrentar despesas do passado, que nesse trabalho de reequilíbrio, já temos tentado. Ao longo desse ano [2015], temos várias despesas de anos anteriores. É normal, toda vez que faz um reequilibro. É um trabalho importante para colocar a casa em ordem e poder seguir em frente”, afirmou o ministro.
Levy não informou de quanto seria o déficit no Orçamento de 2015. No entanto, admitiu que a atividade econômica ficou abaixo das estimativas. “Nós todos estamos sentindo que a economia vem se desenvolvendo bem mais devagar do que nos esperávamos”.
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